Biologia
- Evolução biológica
- Prova de 2023
- UFGD
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: B0F22F16-04
Prova
106 questões da prova de 2023 de Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), em Português, Matemática, Química, Física e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.










O ácido Gama-Aminobutírico (GABA) é o principal neurotransmissor inibitório do Sistema Nervoso Central (SNC) [...]. Evidências científicas sugerem que o álcool inicialmente potencializa os efeitos do GABA, aumentando os efeitos inibitórios, porém, com o passar do tempo, o uso crônico do álcool reduz o número de receptores GABA por um processo de down regulation, o que explicaria o efeito de tolerância ao álcool, ou seja, o fato de os indivíduos necessitarem de doses maiores de álcool para se obter os mesmos sintomas anteriormente obtidos com doses menores. Os sintomas de abstinência podem ser explicados pela perda dos efeitos inibitórios, combinado com a deficiência de receptores GABA.
Álcool e Sistema Nervoso Central. CISA – Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, [S.l.], 30 jun. 2004. Disponível em: https://cisa.org.br/sua-saude/
informativos/artigo/item/46-alcool-e-sistema-nervoso-central. Acesso em: 18 nov. 2022 (adaptado).
No down regulation, diminui-se a quantidade de um componente celular em resposta a uma variável externa. Neurônios são células cerebrais em que pode ocorrer o efeito down regulation. Dendritos são componentes de recepção dessas células, enquanto os axônios são de transmissão. Com base nas informações, no caso da tolerância aumentada com a repetição do consumo de álcool (etanol) no corpo humano, em que componente celular ocorre o efeito mencionado?
Assado, frito, na brasa ou cozido. Não importa o modo de preparo, o peixe tem espaço garantido na mesa da população de Roraima. No entanto, o hábito saudável e tradicional está ameaçado pelo garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Segundo estudo de pesquisadores da Fiocruz, do Instituto Socioambiental (ISA), do Instituto Evandro Chagas e da Universidade Federal de Roraima (UFRR), os pescados coletados em três de quatro pontos na Bacia do Rio Branco apresentaram concentrações de mercúrio maiores ou iguais ao limite estabelecido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS). [...] A pesquisa aponta que barba chata, coroataí, filhote, piracatinga e pirandirá são peixes carnívoros com risco muito alto, que devem ser consumidos no máximo em uma porção de 50 gramas, uma vez ao mês. Dourada, mandubé, liro, pescada, piranha preta e tucunaré são peixes carnívoros com alto risco, não devendo o consumo exceder 200 gramas por semana. Já curimatã, jaraqui, matrinxã, pacu seriam peixes não carnívoros com médio e baixo riscos, que não apresentam restrições para o consumo e podem ser consumidos em porções de até 300 gramas por dia. Para as mulheres grávidas, é indicado evitar, durante toda a gravidez, o consumo de peixes carnívoros (barba chata, coroataí, filhote, piracatinga, pirandirá).
ENESB. Estudo revela que peixes de rios de Roraima estão contaminados por mercúrio. FIOCRUZ, [S.l.], 29 ago. 2022.
O que ocorre no caso dos rios amazônicos, contaminados por mercúrio, e que leva às recomendações feitas sobre o modo de consumo da pesca, é o processo de bioacumulação. Sobre esse processo, é correto afirmar que substâncias ingeridas