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Prova

Prova de 2018: Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) — questões com gabarito

273 questões da prova de 2018 de Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), em Física, Filosofia, Biologia, Inglês e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 273 questões

Resultados: 273 questões

Página 5 de 14

  • Ciências da Natureza

    Física

    Um objeto real, de 35cm de altura, colocado à frente de um espelho convexo, possui imagem
    Escolha uma alternativa para a questão f48d6360-fd
  • Ciências da Natureza

    Física

    Alguns amantes de carro modificam seus automóveis, de acordo com seu estilo (chamado de “tunning”), colocando diversos acessórios. Duas modificações comuns são a instalação de pneus mais largos e de aerofólio. Assinale a alternativa que define corretamente a influência desses itens no desempenho do carro.
    Escolha uma alternativa para a questão f47793b4-fd
  • Ciências da Natureza

    Física

    Nas proposições a seguir, assinale verdadeiro (V) ou falso (F) e, depois, marque a sequência obtida.

    ( ) Ponto material é um corpo cujas dimensões são desprezíveis quando comparadas com as grandezas envolvidas no fenômeno em estudo.
    ( ) Um corpo está em movimento quando a distância entre o corpo e o referencial permanece constante.
    ( ) Trajetória é a linha determinada pelas diversas posições que um corpo ocupa no decorrer do tempo.
    ( ) Aceleração é a grandeza responsável pela variação da velocidade de um corpo.
    ( ) Movimento uniforme é aquele em que a aceleração é constante e não nula.
    Escolha uma alternativa para a questão f46ef32c-fd
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    É comum se afirmar que Sócrates era um filósofo dado ao diálogo e que se encontrar com ele para debater era sempre uma atividade de risco. Isso porque a forma dialogal preferida desse pensador consistia em colocar em prática a sua Maiêutica, cuja primeira parte era a Ironia. Essa Ironia Socrática deve ser interpretada como
    Escolha uma alternativa para a questão 9ffa1137-fd
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    A respeito da célebre frase “só sei que nada sei”, atribuída ao filósofo grego Sócrates, marque com V as interpretações adequadas e com F as inadequadas.

    ( ) Trata-se de uma afirmação que demonstra o descompromisso de Sócrates com o saber da época.
    ( ) Representa o descontentamento de Sócrates com os sofistas que afirmavam certezas sobre a origem do cosmos.
    ( ) Representa a atitude humilde de quem, mesmo sendo considerado um sábio, reconhece a própria ignorância, isto é, reconhece que aquilo que sabe é muito pouco ou quase nada em relação a tudo que não sabe.
    ( ) Dela podemos extrair uma lição segundo a qual o ponto de partida para o conhecimento é a tomada de consciência da própria ignorância, na medida em que aquele que sabe que não sabe, está mais perto do saber do que aquele que julga saber tudo.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 9fea1e34-fd
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Considere V (verdadeiro) ou F (falso) nas sentenças abaixo.

    ( ) A moral pode ser entendida como um conjunto de regras que orientam o comportamento dos indivíduos em sociedade.
    ( ) Ética é a parte da filosofia que se ocupa da discussão sobre os fundamentos da moral.
    ( ) A moral tem um caráter histórico na medida em que quando nascemos já nos deparamos com um conjunto de valores que nos são externos e que precisamos internalizar para bem viver em sociedade.
    ( ) Os valores morais, assim como as leis, são inquestionáveis e devem ser observados por todos os cidadãos de um determinado grupo social.
    ( ) Atos amorais e atos imorais são a mesma coisa, pois representam a ação daquelas pessoas que, mesmo conhecendo os valores morais, decidem, livre e voluntariamente, contrariá-los.

    Marque a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 9fe6251a-fd
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Do ponto de vista das reflexões filosóficas contemporâneas sobre o que foi a chamada Idade Média, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 9fdad24a-fd
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    De acordo com M. L. A. ARANHA e M. H. P. MARTINS, na obra Filosofando: introdução à Filosofia (p. 45), “Se a ciência tende cada vez mais para a especialização, a filosofia, no sentido inverso, quer superar essa fragmentação do real, para que o homem seja resgatado na sua integridade e não sucumba à alienação do saber parcelado”. Segundo essa concepção, podemos entender que:
    Escolha uma alternativa para a questão 9fd6937f-fd
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Podemos caracterizar a mitologia como resultante dos primeiros esforços do ser humano no Ocidente para dar explicações para as coisas e atribuir sentido à realidade. Com base nesta compreensão, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 9fc432c0-fd
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Duas espécies de protozoários foram cultivadas separadamente e, posteriormente, juntas. Ao analisar os gráficos abaixo, um estudante levantou as seguintes hipóteses:

    Imagem da questão de Biologia, UNICENTRO 2018, Ecologia e ciências ambientais

    I. As duas espécies ocupam, obrigatoriamente, nichos diferentes.
    II. Quando cultivadas juntas, Paramecium aurelia explora mais eficientemente os recursos disponíveis no meio do que Paramecium caudatum.
    III. Ambas espécies exercem entre si uma relação harmônica.
    IV. Devido à exclusão competitiva, a espécie Paramecium caudatum poderá ser extinta.
    V. Para que essas duas espécies de protozoários coexistam num mesmo habitat, é necessário que elas ocupem nichos diferentes.

    Está correto o que o estudante afirmou em
    Escolha uma alternativa para a questão 410d3830-fd
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Em 7 de abril de 1864, Louis Pasteur apresentou o resultado de muitos anos de pesquisas, em uma conferência na Sorbonne (Universidade de Paris). Considere a transcrição de algumas palavras proferidas por Louis Pasteur na respectiva ocasião.

    “não há condição conhecida hoje em dia pela qual vocês possam afirmar que seres microscópicos vêm ao mundo sem germes, sem pais iguais a eles. Os que defendem isso exercitam o esporte das ilusões, das experiências malfeitas, viciadas por erros que não foram capazes de reconhecer e não souberam como evitar” .
    PASTEUR, L. Chimie appliqué à la physiologie. Revue des cours scientifiques, I: 257-65, 1864.

    Ao proferir essas palavras, Louis Pasteur faz uma dura crítica aos defensores da
    Escolha uma alternativa para a questão 40f917f5-fd
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Registros fósseis indicam que as pteridófitas já eram comuns desde o período Carbonífero, há cerca de 360 milhões de anos. No Carbonífero superior, a vegetação da Terra era, em grande parte, dominada por pteridófitas de grande porte. Estas chegavam a medir cerca de 8 metros de altura, assemelhando-se a árvores. Atualmente, existem cerca de 11.000 espécies de pteridófitas. Existem desde espécies muito pequenas até algumas que chegam a atingir mais de 20 metros de comprimento, cujas folhas possuem mais de 5 metros!
    Pteridófitas: características e reprodução. Educação Uol, 23 set. 2009. Disponível em: https://educacao.uol.com.br/disciplinas/biologia/pteridofitas-caracteristicas-ereproducao.htm. Acesso em 25 de jul. 2018.

    O texto acima reporta a uma característica exibida pelas pteridófitas, não evidenciada em briófitas, que se deve
    Escolha uma alternativa para a questão 40f0b0c0-fd
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Cinco casais aguardam a chegada de seu primeiro filho e desejam que toda a família siga a dieta do tipo sanguíneo após a criança atingir uma determinada idade. Desenvolvida pelo médico naturopata Peter d’Adamo, em 1996, a dieta do tipo sanguíneo é uma dieta na qual os indivíduos devem realizar uma alimentação específica de acordo com o seu tipo de sangue. Considere as informações acerca dos tipos sanguíneos dos respectivos casais apresentadas na tabela abaixo:

    Imagem da questão de Biologia, UNICENTRO 2018, A herança dos grupos sanguíneos

    Assinale a alternativa que corresponde aos casais que apresentam a possibilidade de ter que incluir na rotina da família um novo cardápio específico da dieta do tipo sanguíneo, a ser seguido exclusivamente pela criança.
    Escolha uma alternativa para a questão 40e46c3a-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Calvin and Hobbes by Bill Watterson


    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Hobbes can’t succeed in writing the paragraph because
    Escolha uma alternativa para a questão 7fb666a2-fd
  • Linguagens

    Inglês

    The President is Missing
    By Bill Clinton and James Patterson

    When Tom Wolfe noted that “the problem with fiction” is that “it has to be plausible,” he may have had efforts like this one in mind. Bill Clinton and James Patterson’s ambitious and wildly readable new novel, “The President Is Missing,” arches more closely toward plausibility in its geopolitical subplots — threats against the Saudi king, malicious Russian meddling in world affairs — than its main story line of a president who ditches his handlers and goes rogue from the White House, convinced he is the only one who can foil a huge cyberterror plot.
    The book opens with a charged scene in which President Jonathan Duncan is participating in a mock hearing to prepare for a congressional inquiry investigating the botched attempt to capture a terrorist. When the president loses his temper, he vindicates the advisers who have cautioned him not to appear before the actual committee. It’s a satisfying outcome for the former senior staffer in me — but unrealistic, considering the picture of the president that unfolds on the subsequent pages.

    Disponível em<https://www.nytimes.com/2018/06/05/books/review/president-is-missing-clinton-patterson.html> . Acesso em 20 de jul. 2018. 
    When the president loses his temper, could be replaced by
    Escolha uma alternativa para a questão 7faa3429-fd
  • Linguagens

    Inglês

    The President is Missing
    By Bill Clinton and James Patterson

    When Tom Wolfe noted that “the problem with fiction” is that “it has to be plausible,” he may have had efforts like this one in mind. Bill Clinton and James Patterson’s ambitious and wildly readable new novel, “The President Is Missing,” arches more closely toward plausibility in its geopolitical subplots — threats against the Saudi king, malicious Russian meddling in world affairs — than its main story line of a president who ditches his handlers and goes rogue from the White House, convinced he is the only one who can foil a huge cyberterror plot.
    The book opens with a charged scene in which President Jonathan Duncan is participating in a mock hearing to prepare for a congressional inquiry investigating the botched attempt to capture a terrorist. When the president loses his temper, he vindicates the advisers who have cautioned him not to appear before the actual committee. It’s a satisfying outcome for the former senior staffer in me — but unrealistic, considering the picture of the president that unfolds on the subsequent pages.

    Disponível em<https://www.nytimes.com/2018/06/05/books/review/president-is-missing-clinton-patterson.html> . Acesso em 20 de jul. 2018. 
    From this book review, we can state that
    Escolha uma alternativa para a questão 7fa6132b-fd
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão , considere a tira abaixo.


    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2018, Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação

    Na interação verbal entre Susanita e Mafalda, o humor é desencadeado pelo neologismo INVEJÓLOGO, criado para designar a futura especialidade médica do “filho da D. Susanita”. O processo de formação dessa palavra indica
    Escolha uma alternativa para a questão c6f1794b-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
    Élida Ramirez
        Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
        É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
        Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
        É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
        Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
        Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
        
    Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
    Em relação ao emprego da palavra portanto, no período “Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida”, é correto afirmar que 
    Escolha uma alternativa para a questão c6cfc2f3-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
    Élida Ramirez
        Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
        É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
        Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
        É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
        Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
        Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
        
    Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
    O título recorre a um enunciado que circula cotidianamente nas campanhas/propagandas contra o tabagismo. Tal procedimento constitui o que se chama de
    Escolha uma alternativa para a questão c6af5d1f-fd
  • Ciências da Natureza

    Química

    Imagem da questão de Química, UNICENTRO 2018, Fórmulas, Balanceamento e Leis ponderais das reações químicas

    A equação química, não balanceada, representa um processo de obtenção da fosfina, PH3, um gás incolor cujo odor é semelhante ao de peixes em decomposição. 


    Balanceando-se essa equação, com os menores coeficientes inteiros e considerando-se os conhecimentos sobre ligações químicas, fórmulas químicas, reações químicas, é correto afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão a53bfa30-02