Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2011
- PUC - RS
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 773F99FB-27
Considerando a forma e a função do texto, é correto afirmar queProva
142 questões da prova de 2011 de Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC - RS), em Português, Espanhol, Química. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
Considerando a forma e a função do texto, é correto afirmar que
Considerando o sentido de algumas palavras/ expressões no texto, NÃO é correto afirmar:
INSTRUÇÃO: Para responder à questão 24, leia as informações sobre as palavras numeradas de 1 a 4 e preencha os parênteses com V (verdadeiro) e F (falso).
INSTRUÇÃO: Responder à questão 25 com base nas ideias que completam a frase a seguir.
INSTRUÇÃO: Responder à questão 26 analisando as afirmativas e preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).
INSTRUÇÃO: Responder à questão 27 com base nas afirmativas abaixo.
Sinónimos de las palabras “retos” ( línea 04) y “maletas” ( línea 06) son, respectivamente,
INSTRUCCIÓN: Responder a la cuestión 05 con base en las ideas presentes en el texto.
La redacción correcta del número y porcentaje “43%” ( línea 20) es
De acuerdo con el texto, las palabras “ocio” ( línea 05); “acudir” ( línea 05) y “oficinas” ( línea 10), pueden ser traducidas al portugués, respectivamente, por
El verbo que está en el mismo tiempo y persona que “dediquen” ( línea 15) es
La lectura del texto permite concluir correctamente que
INSTRUCCIÓN: Responder a la cuestión 10 en base a los dos textos y a las afirmativas presentadas abajo.“No verão de 1774, Joseph Priestley, na Inglaterra, descobriu que quando se aquecia cal de mercúrio (óxido de mercúrio) ao rubro, dela desprendia um “ar” que, surpreendentemente, parecia ainda mais forte ou mais puro do que o ar comum. [...] Fascinado, Priestley investigou mais a fundo, descobrindo que camundongos podiam viver naquele ar ar por um tempo quatro vezes maior do que o ar comum. E assim, convencido de que aquele “novo” ar era benigno, ele próprio o experimentou.”
SACHS, Oliver. Tio Tungstênio. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. P. 114.
