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Prova

Prova de 2015: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC - RS) — questões com gabarito

48 questões da prova de 2015 de Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC - RS), em Literatura, Português, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 48 questões

Resultados: 48 questões

Página 2 de 3

  • Linguagens

    Literatura

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o trecho do diário de viagem de Mário de Andrade, retirado de O turista aprendiz.

    “Durante esta viagem pela Amazônia, muito resolvido a... escrever um livro modernista, provavelmente mais resolvido a escrever que a viajar, tomei muitas notas como vai se ver. Notas rápidas, telegráficas muitas vezes. Algumas porém se alongaram mais pacientemente, sugeridas pelos descansos forçados do vaticano de fundo chato, vencendo difícil a torrente do rio. Mas quase tudo anotado sem nenhuma intenção da obra-de-arte, reservada pra elaborações futuras, nem com a menor intenção de dar a conhecer aos outros a terra viajada. E a elaboração definitiva nunca realizei. Fiz algumas tentativas, fiz. Mas parava logo no princípio, nem sabia bem porque, desagradado. Decerto já devia me desgostar naquele tempo o personalismo do que anotava. Se gostei e gozei muito pelo Amazonas, a verdade é que vivi metido comigo por todo esse caminho largo de água.”

    Com base no excerto e em seu contexto, preencha os parênteses com V para verdadeiro ou F para falso.

    ( ) O diário de viagem é uma modalidade de narrativa que relata não só os acontecimentos transcorridos durante o percurso, mas também os sentimentos do sujeito viajante.

    ( ) As anotações do diário acompanhavam a rotina do barco: às vezes eram breves, outras mais longas em função das paradas e do movimento da embarcação nas águas do rio.

    ( ) O narrador se assume como um tipo especial de viajante porque não se integra à paisagem e ao ambiente da Amazônia, uma vez que a viagem que empreende é de ordem subjetiva.

    ( ) Mário de Andrade se identifica como um turista aprendiz porque fez muitas anotações, escreveu um livro sobre a viagem, corrigiu os originais e experimentou um personalismo exacerbado.

    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

    Escolha uma alternativa para a questão 08416566-1d
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o trecho abaixo e o comentário crítico sobre a obra do qual ele foi extraído, preenchendo as lacunas com o nome do autor e o título das obras.

    “Então, a Península Ibérica moveu-se um pouco mais, um metro, dois metros, a experimentar as forças. As cordas a que serviam de testemunhos, lançadas de bordo a bordo, tal qual os bombeiros fazem nas paredes que apresentam rachas e ameaçam desabar, rebentaram como simples cordéis, algumas mais sólidas arrancaram pela raiz as árvores e os postes a que estavam atadas. Houve depois uma pausa, sentiu-se passar nos ares um grande sopro, como a primeira respiração profunda de quem acorda, e a massa de pedra e terra, coberta de cidades, aldeias, rios, bosques e fábricas, matos bravios, campos cultivados, com a sua gente e os seus animais, começou a mover-se, barca que se afasta do porto e aponta ao mar outra vez desconhecido.”

    “Mas a ideologia e as preocupações humanitárias de _________ revelam-se, sobretudo, e numa primeira fase, ou ciclo de produção romanesca, a partir das revisitações que faz do passado histórico português. Revisitações de amplitude e de jaez diverso, como facilmente se constata a partir da leitura de romances como _________ e _________.”

    (Adaptado de texto de autoria de Ana Paula Arnaut)

    A alternativa que completa corretamente as lacunas da análise de Ana Paula Arnaut é:

    Escolha uma alternativa para a questão 083db546-1d
  • Linguagens

    Literatura

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o trecho extraído de “Maria-Fumaça”, de autoria de Mario Quintana, e analise as afirmativas que seguem.

    “As lentas, poeirentas, deliciosas viagens nos trens antigos. As famílias (viajavam famílias inteiras) levavam galinhas com farofa em cestas de vime, que ofereciam, pois não, aos viajantes solitários.

    E os viajantes solitários (e os meninos) ainda desciam nas estaçõezinhas pobres... Para os pastéis, os sonhos, as laranjas...

    (...)

    O mal dos aviões é que não se pode descer a toda hora para comprar laranjas.

    Nesses aviões, vamos todos imóveis e empacotados como encomendas. Às vezes encomendas para a Eternidade...

    Cruzes, poeta! Deixa-te de ideias funéreas e pensa nas aeromoças, arejadas e amáveis como anjos.

    E “anjos”, aplicado a elas, não é exagero nenhum.

    (...)

    Entre a monotonia irreparável das nuvens, nada vemos da viagem. Isto é, não viajamos: chegamos.

    Pobres turistas de aeroportos, damos a volta ao mundo sem nada ver do mundo.

    I. Nesse texto, Mario Quintana retira a matéria para sua criação literária do tema da viagem, comparando diferentes modalidades de transporte e hábitos dos viajantes.

    II. Valendo-se de uma linguagem simples, com frases irônicas e com humor, Mario Quintana reflete sobre a função da viagem e o seu significado para o viajante.

    III. Para o poeta, viajar de avião não concretiza o verdadeiro prazer da viagem, que estaria mais no ato de ver, experimentar, conhecer, do que no percurso partida-chegada.

    A(s) afirmativa(s) correta(s) é/são:

    Escolha uma alternativa para a questão 08392fed-1d
  • Linguagens

    Literatura

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 32, leia o trecho a seguir, retirado de Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.

    “Ultimamente, restituído à forma humana, vi chegar um hipopótamo, que me arrebatou. Deixei-me ir, calado, não sei se por medo ou confiança; mas, dentro em pouco, a carreira de tal modo se tornou vertiginosa, que me atrevi a interrogá-lo, e com alguma arte lhe disse que a viagem me parecia sem destino.

    – Engana-se, replicou o animal, nós vamos à origem dos séculos.

    Insinuei que deveria ser muitíssimo longe; mas o hipopótamo não me entendeu ou não me ouviu, se é que não fingiu uma dessas coisas, e, perguntando-lhe, visto que ele falava, se era descendente do cavalo de Aquiles ou da asna de Balaão, retorquiu-me com um gesto peculiar a estes dois quadrúpedes: abanou as orelhas. Pela minha parte fechei os olhos e deixei-me ir à ventura. Já agora não se me dá de confessar que sentia umas tais ou quais cócegas de curiosidade, por saber onde ficava a origem do Nilo, e sobretudo se valia alguma coisa mais ou menos que a consumação dos mesmos séculos: reflexões de cérebro enfermo. Como ia de olhos fechados, não via o caminho; lembra-me só que a sensação de frio aumentava com a jornada, e que chegou uma ocasião em que me pareceu entrar na região dos gelos eternos.”

    Todas as afirmativas estão corretamente associadas ao texto, EXCETO:

    Escolha uma alternativa para a questão 083516a2-1d
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Answer question  according to text 2.


    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2015, Tradução | Translation

    The expression “don’t fare much better” (line 33) can be translated as
    Escolha uma alternativa para a questão 2af7d317-36
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Answer question  according to text 2.


    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the text, examples of stigmatized groups in J.K. Rowling series, Harry Potter, are
    Escolha uma alternativa para a questão 2aecb7e2-36
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Answer question  according to text 2.


    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2015, Passado simples | Simple past

    Fill in the gaps with the suitable sequence of verbs.
    Escolha uma alternativa para a questão 2ae65bc4-36
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Answer question in relation to text 1.

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    INSTRUCTION: To answer question, consider the sentences below and the meaning of the expression “give a kick".


    I. The cooker was so old that the chef had to give it a kick to make it work.


    II. It gives my mother a kick to cook for the family on Sundays.


    III. The cook added red wine to the meat sauce to give it a kick.

    The sentence(s) in which the expression “give a kick" is being used with the same meaning as in the text (line28) is /are only.


    Escolha uma alternativa para a questão 2adcf835-36
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Answer question in relation to text 1.

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the text, the most outstanding factor/factors, affecting the way food tastes is/are
    Escolha uma alternativa para a questão 2ad6ac5e-36
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Answer question in relation to text 1.

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The word “both” (line 12) refers to
    Escolha uma alternativa para a questão 2ad0f7fb-36
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Answer question in relation to text 1.

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the first paragraph of the text, it is possible to say that
    Escolha uma alternativa para a questão 2acbbc8e-36
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o trecho do conto “Bárbara”, de Murilo Rubião.

    Bárbara gostava somente de pedir. Pedia e engordava. Por mais absurdo que pareça, encontrava-me sempre disposto a lhe satisfazer os caprichos. Em troca de tão constante dedicação, dela recebi frouxa ternura e pedidos que se renovavam continuamente. (...) Pediu o oceano. Não fiz nenhuma objeção e embarquei no mesmo dia, iniciando longa viagem ao litoral. Mas, frente ao mar, atemorizei-me com o seu tamanho. Tive receio de que a minha esposa viesse a engordar em proporção ao pedido, e lhe trouxe somente uma pequena garrafa contendo água do oceano. No regresso, quis desculpar meu procedimento, porém ela não me prestou atenção. Sofregamente, tomou-me o vidro das mãos e ficou a olhar, maravilhada, o líquido que ele continha. Não mais o largou. Dormia com a garrafinha entre os braços e, quando acordada, colocava-o contra a luz, provava um pouco da água. Entrementes, engordava.
    Com base no trecho e em seu contexto, assinale a alternativa INCORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a9221fa-36
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão , leia o excerto abaixo, retirado da obra Max e os felinos.

    Uma noite Max acordou com a sensação de que algo anormal ocorria a bordo. (...) Só então Max se deu conta: o navio estava afundando. Os barcos desciam rapidamente, e logo não havia mais ninguém a bordo. (...) Ao clarear do dia viu-se sozinho na vastidão do oceano. Enorme angústia apossou-se dele; pôs-se a chorar desabaladamente. Que triste situação. Que triste vida. Infância não de todo feliz; adolescência atormentada; fuga precipitada da pátria e agora isso, o naufrágio! Era demais.
    Sobre Moacyr Scliar, autor do excerto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a8cc45e-36
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o excerto a seguir, da obra Manuelzão e Miguilim, de Guimarães Rosa.

    Daí, dos demais, deu tudo vagalume. – “Olha quanto mija-fogo se desajuntando no ar, bruxolim deles parece festa!” (...) Dito arranjava um vidro vazio, para guardar deles vivendo. Dito e Tomezinho corriam no pátio, querendo pegar, chamavam – “Vagalume, lume, lume, seu pai, sua mãe estão aqui!...” Mãe minha Mãe. O vagalume. Mãe gostava, falava, afagando os cabelos de Miguilim: - “O lumêio deles é um acenado de amor” (...) Um vagalume se apaga descendo ao fundo do mar. – ‘Mãe, que é que é o mar, Mãe?’ Mar era longe, muito longe dali, espécie duma lagoa enorme, um mundo d’água sem fim, Mãe mesma nunca tinha avistado o mar, suspirava. – ‘Pois, Mãe, então mar é o que a gente tem saudade?’ Miguelim parava. Drelina espiava em sonho, da janela.

    Com base no excerto e em seu contexto, considere as seguintes afirmativas:

    I. O texto de Guimarães Rosa provoca um estranha- O texto de Guimarães Rosa provoca um estranhamento no leitor, por conta de seus desvios linguísticos, como inversões sintáticas, emprego de um léxico sertanejo e utilização de neologismos.
    II. A definição do mar, trazida pela mãe, primeiramente é espacial, relacionada à ausência. Apenas num segundo momento essa definição é figurativa.
    III. Com estrutura narrativa complexa e linguagem ino- Com estrutura narrativa complexa e linguagem inovadora, Os Sertões é a obra-prima de Guimarães Rosa.
    IV. Podemos inferir pelo trecho que Miguelim, na ver- Podemos inferir pelo trecho que Miguelim, na verdade, conheceu o mar quando menor, uma vez que provavelmente sente saudade do tempo em que brincava na praia como as outras crianças.

    As afirmativas corretas são:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a801a44-36
  • Linguagens

    Literatura

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia a passagem a seguir, referente a uma marcante personagem da literatura brasileira, e preencha as lacunas do texto relacionado ao excerto.

    Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros; mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me.
    Narrada por __________, a obra __________, de__________, traz uma das mais cativantes personagens da literatura brasileira: __________.

    A alternativa correta para o preenchimento das lacunas é:

    Escolha uma alternativa para a questão 2a764488-36
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o poema “O mar", de Cruz e Sousa.


    Que nostalgia vem das tuas vagas,
    Ó velho mar, ó lutador oceano!
    Tu de saudades íntimas alagas
    O mais profundo coração humano.


    Sim! Do teu choro enorme e soberano,
    Do teu gemer nas desoladas plagas,
    Sai o quer que é, rude sultão ufano,
    Que abre nos peitos verdadeiras chagas.


    Ó mar! ó mar! embora esse eletrismo,
    Tu tens em ti o gérmen do lirismo,
    És um poeta lírico demais.


    E eu para rir com bom humor das tuas
    Nevroses colossais, bastam-me as luas
    Quando fazem luzir os seus metais.


    Com base no poema e em seu contexto, preencha os parênteses com C para certo e E para errado.

    ( ) A obsessão pelo branco, uma das características de Cruz e Sousa, aparece de forma intensa neste poema.
    ( ) O soneto, através do uso da personificação, estabelece uma relação de correspondência entre o mar e o poeta.
    ( ) O mar surge, no poema, como um elemento catalizador de memórias e de inspiração.
    ( ) O soneto expressa forte musicalidade, revelada no cuidado com a linguagem, embora seja composto de versos brancos.


    O correto preenchimento dos parênteses, de cima parabaixo, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a6c44c0-36
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o excerto do poema “Meus oito anos", e analise a pintura “História trágico-marítima", da portuguesa Maria Helena Vieira da Silva. A artista e seu marido, o também pintor húngaro Árpád Szenes, vêm ao Brasil para fugir das perseguições contra os judeus, e aqui vivem de 1940 a 1947.

    Oh! que saudades que tenho
    Da aurora da minha vida,
    Da minha infância querida
    Que os anos não trazem mais!
    Que amor, que sonhos, que flores,
    Naquelas tardes fagueiras
    À sombra das bananeiras,
    Debaixo dos laranjais!(...)

    O mar é – lago sereno,
    O céu – um manto azulado,
    O mundo – um sonho dourado,
    A vida – um hino d'amor!

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2015, Interpretação de Textos

    I. A passagem do poema, escrito por Casimiro de Abreu, apresenta as saudades de uma infância mítica, e os ele- A passagem do poema, escrito por Casimiro de Abreu, apresenta as saudades de uma infância mítica, e os elementos da natureza reforçam essa idealização tipicamente romântica.
    II. O título da obra de Vieira da Silva faz referência aos horrores dos naufrágios marítimos, na época das grandes navegações. No entanto, o contexto da sua criação, 1944, permite-nos afirmar que a pintura traz o naufrágio como metáfora dos horrores da guerra.
    III. É perceptível, na obra de Vieira da Silva, a influência do movimento realista, a partir da exatidão dos traços sombrios do desenho, na denúncia da guerra.
    IV. Comparativamente, o excerto do poema, se um quadro fosse, apresentaria formas claras, nítidas e estáticas, uma vez que “Meus oito anos" está muito longe das intempéries e turbulências: tudo é belo e sossegado, inclusive o mar.

    As afirmativas corretas são:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a673ec0-36
  • Linguagens

    Literatura

    Quase dez mil quilômetros de litoral. O Brasil é mundialmente famoso por suas praias, mas o mar também é elemento de grande força simbólica no campo literário, e não apenas em nosso país. Escritores de diferentes tempos relacionam o mar com ações contraditórias: é aquele elemento sereno, que traz a vida, mas também é cenário de turbulência, que provoca mortes e desgraças. Muitas vezes, até mesmo a ausência do mar transforma-se em material poético. Em outras, o mar é personificado, e poetas com ele conversam. Metafórico, calmo, tenebroso, ambivalente: o mar, essa imensa massa de água salgada, é a matéria que unifica a questão de literatura que você irá responder.

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o
    poema “Mar português”.

    Ó mar salgado, quanto do teu sal
    São lágrimas de Portugal!
    Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
    Quantos filhos em vão rezaram!
    Quantas noivas ficaram por casar
    Para que fosses nosso, ó mar!

    Valeu a pena? Tudo vale a pena
    Se a alma não é pequena.
    Quem quer passar além do Bojador
    Tem que passar além da dor.
    Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
    Mas nele é que espelhou o céu.
    Com base no poema, assinale a alternativa INCORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a6003d3-36
  • Linguagens

    Português

                             Figura 1 de 3 da questão de Português, PUC - RS 2015, Interpretação de Textos


                                   Figura 2 de 3 da questão de Português, PUC - RS 2015, Interpretação de Textos


                                Figura 3 de 3 da questão de Português, PUC - RS 2015, Interpretação de Textos

    INSTRUÇÃO: Responder à questão  com base na leitura dos textos 1, 2, 3 e 4.


    Para compor esta prova, foram selecionados quatro textos que, apesar de diferentes quanto ao gênero, abordam um tema em comum: __________. Quanto à sequência de apresentação, os textos 1 e 2 são mais __________; e os textos 3 e 4, mais __________.

    Escolha uma alternativa para a questão 56bb7594-36