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Prova de 2015: Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC - Campinas) — questões com gabarito

58 questões da prova de 2015 de Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC - Campinas), em Literatura, Português. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

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Resultados

58 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 3.

  • 818225D2-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Com base numa ideia central de Lucien Goldmann, o crítico e historiador Alfredo Bosi propõe, para a moderna ficção brasileira, enquadramentos como estes:

    I. romances de tensão mínima: as personagens não se destacam visceralmente da estrutura social e da paisagem que as condicionam. Exemplos, as histórias populistas de Jorge Amado.

    II. romances de tensão crítica: o herói opõe-se e resiste agonicamente às pressões da natureza e da exploração social. Exemplos, os romances de Graciliano Ramos.

    III. romances de tensão transfigurada: o herói procura ultrapassar o conflito que o constitui existencialmente pela transmutação mítica ou metafísica da realidade: Exemplos, Guimarães Rosa e Clarice Lispector.

                             (Apud História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1970) 

    Comparando-se a linguagem, o meio social retratado e os temas frequentados, poucos pontos comuns há entre Clarice Lispector e Guimarães Rosa, entre eles
    Escolha uma alternativa para a questão 818225d2-31
  • 817F1D8D-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Com base numa ideia central de Lucien Goldmann, o crítico e historiador Alfredo Bosi propõe, para a moderna ficção brasileira, enquadramentos como estes:

    I. romances de tensão mínima: as personagens não se destacam visceralmente da estrutura social e da paisagem que as condicionam. Exemplos, as histórias populistas de Jorge Amado.

    II. romances de tensão crítica: o herói opõe-se e resiste agonicamente às pressões da natureza e da exploração social. Exemplos, os romances de Graciliano Ramos.

    III. romances de tensão transfigurada: o herói procura ultrapassar o conflito que o constitui existencialmente pela transmutação mítica ou metafísica da realidade: Exemplos, Guimarães Rosa e Clarice Lispector.

                             (Apud História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1970) 

    Na literatura de Graciliano Ramos, a luta contra as pressões da natureza e da exploração social ocorre de modo exemplar em

    I. Sagarana, em que a violência do meio e dos homens traz também consigo um voto de esperança na regeneração do espírito, tal como ocorre com os protagonistas.

    II. Caetés, romance em que o autor, retomando a dicção do indianismo romântico, dispõe-se a narrar a saga de uma tribo oprimida.

    III. Vidas secas, romance “em quadros”, como já foi classificado, no qual se relata o esforço de sobrevivência de Fabiano e de sua família.

    Atende ao enunciado o que está APENAS em

    Escolha uma alternativa para a questão 817f1d8d-31
  • 817C537D-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Com base numa ideia central de Lucien Goldmann, o crítico e historiador Alfredo Bosi propõe, para a moderna ficção brasileira, enquadramentos como estes:

    I. romances de tensão mínima: as personagens não se destacam visceralmente da estrutura social e da paisagem que as condicionam. Exemplos, as histórias populistas de Jorge Amado.

    II. romances de tensão crítica: o herói opõe-se e resiste agonicamente às pressões da natureza e da exploração social. Exemplos, os romances de Graciliano Ramos.

    III. romances de tensão transfigurada: o herói procura ultrapassar o conflito que o constitui existencialmente pela transmutação mítica ou metafísica da realidade: Exemplos, Guimarães Rosa e Clarice Lispector.

                             (Apud História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1970) 

    Ao lado de Jorge Amado, outros escritores incumbiram-se de retratar aspectos marcantes da historia e da cultura da região em que nasceram. Entre eles, destaca-se o nome de José Lins do Rego,
    Escolha uma alternativa para a questão 817c537d-31
  • 8173811D-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          No fim de 1944 estávamos em regime de ditadura no Brasil, como todos sabem. Uma ditadura que já se ia dissolvendo, porque o ditador de então começara a acertar o passo com as chamadas Potências do Eixo; mas quando os Estados Unidos entraram na guerra e pressionaram no mesmo sentido os seus dependentes, ele não só passou para o outro lado, como teve de concordar que o país interviesse efetivamente na luta, como aliás pedia a opinião pública, às vezes em manifestações de massa que foram as primeiras a quebrar a rotina disciplinada de tranquilidade aparente nas grandes cidades.

                (CÂNDIDO, Antonio. Teresina etc. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980, p. 107-108) 

    No imediato pós-guerra, precisamente no ano de 1945, um grupo de poetas − a chamada geração de 45 − acabou se caracterizando por abraçar
    Escolha uma alternativa para a questão 8173811d-31
  • 816164B4-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira, de Paulo Prado (escritor a quem Mário de Andrade dedicou Macunaíma), é hoje um livro quase esquecido. Quando saiu, porém, alcançou êxito excepcional: quatro edições entre 1928 e 1931. O momento era propício para tentar explicações do Brasil, país que se via a si mesmo como um ponto de interrogação. Terra tropical e mestiça condenada ao atraso ou promessa de um eldorado sul-americano?

                                                  (BOSI, Alfredo. Céu, Inferno. São Paulo: Ática, 1988, p. 137) 

    A tendência de se aprofundar o conhecimento do Brasil, numa linha nacionalista e tropical, no período referido no texto, está indiciada já em expressões que identificam obras e grupos literários, tais como
    Escolha uma alternativa para a questão 816164b4-31
  • 815E4F1C-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira, de Paulo Prado (escritor a quem Mário de Andrade dedicou Macunaíma), é hoje um livro quase esquecido. Quando saiu, porém, alcançou êxito excepcional: quatro edições entre 1928 e 1931. O momento era propício para tentar explicações do Brasil, país que se via a si mesmo como um ponto de interrogação. Terra tropical e mestiça condenada ao atraso ou promessa de um eldorado sul-americano?

                                                  (BOSI, Alfredo. Céu, Inferno. São Paulo: Ática, 1988, p. 137) 

    A razão pela qual o escritor Mário de Andrade dedicou a Paulo Prado seu romance Macunaíma é sugerida no próprio texto, uma vez que nesse romance o autor pretende
    Escolha uma alternativa para a questão 815e4f1c-31
  • 81586BF9-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Contraditoriamente, foi o patrocínio da fração mais europeizada da aristocracia rural de São Paulo, aberta às influências internacionais, que permitiu o florescimento das inovações estéticas. O café pesou mais do que as indústrias. Os velhos troncos paulistas, ameaçados em face da burguesia e da imigração, se juntaram aos artistas numa grande “orgia intelectual”, conforme a definição de Mário de Andrade. Segundo ele, “foi da proteção desses salões literários [promovidos pela aristocracia rural] que se alastrou pelo Brasil o espírito destruidor do movimento modernista.

    (MARQUES, Ivan. Cenas de um modernismo de província. São Paulo: Editora 34, 2011, p. 11)

    Sobre o movimento a que o texto se refere é correto afirmar que, além de ter sido uma manifestação intelectual e artística,
    Escolha uma alternativa para a questão 81586bf9-31
  • 81559D23-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Contraditoriamente, foi o patrocínio da fração mais europeizada da aristocracia rural de São Paulo, aberta às influências internacionais, que permitiu o florescimento das inovações estéticas. O café pesou mais do que as indústrias. Os velhos troncos paulistas, ameaçados em face da burguesia e da imigração, se juntaram aos artistas numa grande “orgia intelectual”, conforme a definição de Mário de Andrade. Segundo ele, “foi da proteção desses salões literários [promovidos pela aristocracia rural] que se alastrou pelo Brasil o espírito destruidor do movimento modernista.

    (MARQUES, Ivan. Cenas de um modernismo de província. São Paulo: Editora 34, 2011, p. 11)

    O “espírito destruidor” que costuma atuar num movimento de vanguarda está presente e bem tipificado nesta formulação de um manifesto estético do Modernismo:
    Escolha uma alternativa para a questão 81559d23-31
  • 8152B67F-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Contraditoriamente, foi o patrocínio da fração mais europeizada da aristocracia rural de São Paulo, aberta às influências internacionais, que permitiu o florescimento das inovações estéticas. O café pesou mais do que as indústrias. Os velhos troncos paulistas, ameaçados em face da burguesia e da imigração, se juntaram aos artistas numa grande “orgia intelectual”, conforme a definição de Mário de Andrade. Segundo ele, “foi da proteção desses salões literários [promovidos pela aristocracia rural] que se alastrou pelo Brasil o espírito destruidor do movimento modernista.

    (MARQUES, Ivan. Cenas de um modernismo de província. São Paulo: Editora 34, 2011, p. 11)

    O Modernismo de 22 caracterizou-se, de fato, por algumas contradições, entre as quais a que o texto aponta:
    Escolha uma alternativa para a questão 8152b67f-31
  • 81432AFB-31

    Literatura

    Arcadismo
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Também no Brasil o século XVIII é momento da maior importância, fase de transição e preparação para a Independência. Demarcada, povoada, defendida, dilatada a terra, o século vai lhe dar prosperidade econômica, organização política e administrativa, ambiente para a vida cultural, terreno fecundo para a semente da liberdade. (...) A literatura produzida nos fins do século XVIII reflete, de modo geral, esse espírito, podendo-se apontar a obra de Tomás Antônio Gonzaga como a sua expressão máxima.

    (COUTINHO, Afrânio. Introdução à Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: EDLE, 1972, 7. Ed. p. 127 e p. 138) 

    Considera-se um aspecto importante da poesia arcádica e neoclássica de Tomás Antonio Gonzaga no seguinte segmento crítico:
    Escolha uma alternativa para a questão 81432afb-31
  • 81403C8F-31

    Literatura

    Arcadismo
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Também no Brasil o século XVIII é momento da maior importância, fase de transição e preparação para a Independência. Demarcada, povoada, defendida, dilatada a terra, o século vai lhe dar prosperidade econômica, organização política e administrativa, ambiente para a vida cultural, terreno fecundo para a semente da liberdade. (...) A literatura produzida nos fins do século XVIII reflete, de modo geral, esse espírito, podendo-se apontar a obra de Tomás Antônio Gonzaga como a sua expressão máxima.

    (COUTINHO, Afrânio. Introdução à Literatura no Brasil. Rio de Janeiro: EDLE, 1972, 7. Ed. p. 127 e p. 138) 

    Manifestações socioculturais do período de que trata o texto assumem grande importância para o crítico Afrânio Coutinho na medida em que
    Escolha uma alternativa para a questão 81403c8f-31
  • 8134A54E-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Nos poemas indianistas, o heroísmo dos indígenas em nenhum momento é utilizado como crítica à colonização europeia, da qual a elite era a herdeira. Ao contrário, pela resistência ou pela colaboração, os indígenas do passado colonial, do ponto de vista dos nossos literatos, valorizavam a colonização e deviam servir de inspiração moral à elite brasileira. (...) Já o africano escravizado demorou para aparecer como protagonista na literatura romântica. Na segunda metade do século XIX, Castro Alves, na poesia, e Bernardo Guimarães, na prosa, destacaram em obras suas o tema da escravidão.

    (Adaptado de: NAPOLITANO, Marcos e VILLAÇA, Mariana. História para o ensino médio. São Paulo: Atual Editora, 2013, p. 436-37) 

    Passagens muito representativas da tendência literária da segunda metade do século XIX, referida no texto, encontram-se em obras de Castro Alves e de Bernardo Guimarães, respectivamente
    Escolha uma alternativa para a questão 8134a54e-31
  • 81318657-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          Nos poemas indianistas, o heroísmo dos indígenas em nenhum momento é utilizado como crítica à colonização europeia, da qual a elite era a herdeira. Ao contrário, pela resistência ou pela colaboração, os indígenas do passado colonial, do ponto de vista dos nossos literatos, valorizavam a colonização e deviam servir de inspiração moral à elite brasileira. (...) Já o africano escravizado demorou para aparecer como protagonista na literatura romântica. Na segunda metade do século XIX, Castro Alves, na poesia, e Bernardo Guimarães, na prosa, destacaram em obras suas o tema da escravidão.

    (Adaptado de: NAPOLITANO, Marcos e VILLAÇA, Mariana. História para o ensino médio. São Paulo: Atual Editora, 2013, p. 436-37) 

    Entende-se do texto que o Indianismo, no Brasil, identificou-se como um movimento romântico que
    Escolha uma alternativa para a questão 81318657-31
  • 811F4CD5-31

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

          (...) os mitos e o imaginário fantástico medieval não foram subitamente subtraídos da mentalidade coletiva europeia durante o século XVI. (...) Conforme Laura de Mello e Sousa, “parece lícito considerar que, conhecido o Índico e desmitificado o seu universo fantástico, o Atlântico passará a ocupar papel análogo no imaginário do europeu quatrocentista”.

    (VILARDAGA, José Carlos. Lastros de viagem: expectativas, projeções e descobertas portuguesas no Índico (1498- 1554). São Paulo: Annablume, 2010, p. 197) 

    Se no século XVI a presença de mitos e do imaginário fantástico se fazia notar nas artes e na literatura europeia, como em Os Lusíadas, de Camões, no Brasil isso não ocorria porque
    Escolha uma alternativa para a questão 811f4cd5-31
  • 811C2277-31

    Literatura

    Teoria Literária
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Personagem frequente dos carros alegóricos, d. Pedro surgia, nos anos 1880, ora como Pedro Banana ou como Pedro Caju, numa alusão à sua falta de participação nos últimos anos do Império. Mas é só com a queda da monarquia que se passa a eleger um rei do Carnaval. Com efeito, o rei Momo é uma invenção recente, datada de 1933. No século XIX ele não era rei, mas um deus grego: zombeteiro, pândego e amante da galhofa. Nos anos 30 vira Rei Momo e logo depois cidadão. Novos tempos, novos termos.

    (SCHWARCZ, Lilian Mortiz. As barbas do Imperador: Dom Pedro II , um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 281) 

    Na Grécia Antiga, o deus que correspondia às características apontadas no texto era Dionísio, em homenagem a quem eram
    Escolha uma alternativa para a questão 811c2277-31
  • 81190F73-31

    Literatura

    Barroco
    PUC - Campinas · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Personagem frequente dos carros alegóricos, d. Pedro surgia, nos anos 1880, ora como Pedro Banana ou como Pedro Caju, numa alusão à sua falta de participação nos últimos anos do Império. Mas é só com a queda da monarquia que se passa a eleger um rei do Carnaval. Com efeito, o rei Momo é uma invenção recente, datada de 1933. No século XIX ele não era rei, mas um deus grego: zombeteiro, pândego e amante da galhofa. Nos anos 30 vira Rei Momo e logo depois cidadão. Novos tempos, novos termos.

    (SCHWARCZ, Lilian Mortiz. As barbas do Imperador: Dom Pedro II , um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 281) 

    A crítica galhofeira a autoridades e a pessoas de prestígio foi uma arma contundente de que se valeu
    Escolha uma alternativa para a questão 81190f73-31
  • 81131ECE-31

    Português

    Análise sintática
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o trecho abaixo, do romance Dois irmãos, do escritor amazonense Milton Hatoum. 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Análise sintática

    É correta a seguinte afirmação:
    Escolha uma alternativa para a questão 81131ece-31
  • 810FF46C-31

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o trecho abaixo, do romance Dois irmãos, do escritor amazonense Milton Hatoum. 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Interpretação de Textos

    É adequado o seguinte comentário envolvendo sentidos do último parágrafo:
    Escolha uma alternativa para a questão 810ff46c-31
  • 810A1349-31

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo. 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Coesão e coerência

    Comenta-se com correção:
    Escolha uma alternativa para a questão 810a1349-31
  • 8106A015-31

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo. 

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2015, Interpretação de Textos

    O texto acima
    Escolha uma alternativa para a questão 8106a015-31