Prova
Prova de 2015: Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC - Campinas) — questões com gabarito
125 questões da prova de 2015 de Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC - Campinas), em Português, História, Literatura, Matemática e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
- 125 questões
- 10 matérias
- MatemáticaParticipar da corrida da Bolsa é o sonho de muitos. O índice da Bolsa sobe em um dia, e no dia seguinte sobe novamente influenciando os sonhadores a quererem participar de um ganho que parece fácil. Um sonhador quer tornar o sonho realidade e compra cem mil reais em ações de uma mesma empresa. No dia da compra, o índice da bolsa sobe 1% e o preço das ações compradas por ele cai 2%. No dia seguinte o índice da bolsa sobe 4% em relação ao dia anterior, e o preço das ações do sonhador cai 5% em relação ao último preço do dia anterior. Ao final desse segundo dia, o sonhador vende as ações com prejuízo. A diferença entre o total de dinheiro que o sonhador teria, se tivesse conseguido os ganhos do índice, e o total de dinheiro que restou ao final dos dois dias de investimento é, em reais, igual a
- Ciências da Natureza
Biologia
Uma equipe de biólogos obteve dados para estudos de certos caracteres genéticos na população de uma aldeia. Entre esses dados constam os de uma família na qual uma mulher de visão normal, cujo pai é daltônico, casou-se com um homem de visão normal. A probabilidade do nascimento de crianças daltônicas na prole dessa mulher é de - Ciências Humanas
Geografia
- Agropecuária
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 7520FF92-4C
Da polis grega às megacidades do século XXI ocorreram extraordinárias transformações nas sociedades. No Brasil, o fenômeno urbano é relativamente recente. Considere os mapas abaixo que mostram a urbanização brasileira em dois momentos distintos.

A partir da análise dos mapas pode-se concluir que o processo de urbanização no Brasil foi
- Ciências da Natureza
Biologia
- Moléculas, células e tecidos
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 75269925-4C
Um aminoácido radioativo foi fornecido a células que o utilizam para fabricar determinado produto de secreção. Após certo tempo, essas células apresentarão sinais de radioatividade principalmente - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 80F71572-31
Atenção: A questão refere-se a A e B, trechos de capítulos da obra Ginástica doce e yoga para crianças: método La Douce.
A.
CAPÍTULO 2
O CORPO
Conhecer bem o corpo para fazê-lo trabalhar melhor
Cinco extremidades: a cabeça, as mãos, os pés
Para comunicar-se com tudo que a cerca, a criança usa a cabeça, as duas mãos e os dois pés.
A cabeça permite-lhe ter acesso a todas as informações disponíveis. Sede do cérebro, ela fornece os recursos necessários para bem compreender seu ambiente. É igualmente através desta parte do corpo que penetram duas fontes de energia: o ar e o alimento.
A cabeça se articula através do pescoço. Corredor estreito entre o cérebro e a parte inferior do corpo, o pescoço deve ser flexível para facilitar a qualidade das trocas.
As mãos e os pés são verdadeiras antenas. Sua riqueza em terminações nervosas e vasos sanguíneos, assim como a possibilidade das inúmeras articulações, fazem deles instrumentos de extraordinária precisão.
B.
CAPÍTULO 8
AS EXTREMIDADES
8.4 OS PÉS
2. O limpador de para-brisas
Posição: sentada com os braços atrás do corpo e as mãos apoiadas no chão
− Gire os tornozelos para dentro e para fora;
− Levante e abaixe os calcanhares mantendo as barrigas das pernas no chão (os dois juntos; depois um de cada vez).
É correto afirmar: - Linguagens
Português
- Análise sintática
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 80FA40DD-31
Atenção: A questão refere-se a A e B, trechos de capítulos da obra Ginástica doce e yoga para crianças: método La Douce.
A.
CAPÍTULO 2
O CORPO
Conhecer bem o corpo para fazê-lo trabalhar melhor
Cinco extremidades: a cabeça, as mãos, os pés
Para comunicar-se com tudo que a cerca, a criança usa a cabeça, as duas mãos e os dois pés.
A cabeça permite-lhe ter acesso a todas as informações disponíveis. Sede do cérebro, ela fornece os recursos necessários para bem compreender seu ambiente. É igualmente através desta parte do corpo que penetram duas fontes de energia: o ar e o alimento.
A cabeça se articula através do pescoço. Corredor estreito entre o cérebro e a parte inferior do corpo, o pescoço deve ser flexível para facilitar a qualidade das trocas.
As mãos e os pés são verdadeiras antenas. Sua riqueza em terminações nervosas e vasos sanguíneos, assim como a possibilidade das inúmeras articulações, fazem deles instrumentos de extraordinária precisão.
B.
CAPÍTULO 8
AS EXTREMIDADES
8.4 OS PÉS
2. O limpador de para-brisas
Posição: sentada com os braços atrás do corpo e as mãos apoiadas no chão
− Gire os tornozelos para dentro e para fora;
− Levante e abaixe os calcanhares mantendo as barrigas das pernas no chão (os dois juntos; depois um de cada vez).
Comenta-se corretamente sobre o que se tem no trecho B. - Linguagens
Português
- Gêneros Textuais
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 80FD4092-31
Atenção: A questão refere-se a A e B, trechos de capítulos da obra Ginástica doce e yoga para crianças: método La Douce.
A.
CAPÍTULO 2
O CORPO
Conhecer bem o corpo para fazê-lo trabalhar melhor
Cinco extremidades: a cabeça, as mãos, os pés
Para comunicar-se com tudo que a cerca, a criança usa a cabeça, as duas mãos e os dois pés.
A cabeça permite-lhe ter acesso a todas as informações disponíveis. Sede do cérebro, ela fornece os recursos necessários para bem compreender seu ambiente. É igualmente através desta parte do corpo que penetram duas fontes de energia: o ar e o alimento.
A cabeça se articula através do pescoço. Corredor estreito entre o cérebro e a parte inferior do corpo, o pescoço deve ser flexível para facilitar a qualidade das trocas.
As mãos e os pés são verdadeiras antenas. Sua riqueza em terminações nervosas e vasos sanguíneos, assim como a possibilidade das inúmeras articulações, fazem deles instrumentos de extraordinária precisão.
B.
CAPÍTULO 8
AS EXTREMIDADES
8.4 OS PÉS
2. O limpador de para-brisas
Posição: sentada com os braços atrás do corpo e as mãos apoiadas no chão
− Gire os tornozelos para dentro e para fora;
− Levante e abaixe os calcanhares mantendo as barrigas das pernas no chão (os dois juntos; depois um de cada vez).

Atenção: Para responder a esta questão, considere o Texto B e o que segue.
RECEITA DE ARROZ DOCE TRADICIONAL
INGREDIENTES
1 litro e meio de leite
2 xícaras de arroz branco (já lavado)
3 xícaras de açúcar
Canela em pau (uso e quantidade a gosto)
1 lata de leite condensado
MODO DE PREPARO
Cozinhar o arroz no leite, juntamente com a canela.
20 minutos depois, mexer de tempos em tempos, acrescentar o açúcar, deixar mais 20 minutos e logo em seguida acrescentar o leite condensado e deixar mais 20 minutos.
Colocar em uma linda travessa.
Levando em conta os gêneros de textos, é correto afirmar: O texto B e a receita - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 8100825D-31
Considere o texto e as afirmativas abaixo.
Em cima do piano

É um meio de seleção realizado através de fórmula tradicional, como outros. O líder vai cantando e cada sílaba da fórmula de escolha corresponde a uma palma de mão a ser batida, correspondente a uma criança. Aquele em que se encerra a fórmula, cabendo-lhe a última sílaba, pode ficar com o papel pior (quando a escolha é feita de modo direto, como, por exemplo, pegador), ou pode ficar livre, eximindo-se dos papéis menos prezados. Neste último caso, a escolha é mais demorada porque é feita por exclusão. Foram colhidas nos bairros do Bom Retiro, Bela Vista, Lapa e Pari (São Paulo):
Em cima do piano
Tem um copo de veneno
Quem bebeu morreu
Anabu, anabu
Quem sai és tu.
OUQuem sai és tu
Puxando o rabo do tatu.
E TAMBÉM:
Quem sai é tu
Do rabo do tatu
Pau, porrete,
Bengala, cacete.
I. Pode-se aceitar a hipótese de que o texto faz parte de coletânea de brincadeiras e jogos tradicionais.
II. Pode-se aceitar a hipótese de que as legendas remetem, na ordem em que aparecem, a: número de participantes; local adequado; regras do jogo.
III. Pode-se aceitar a hipótese de que as fórmulas de escolha, preliminares de alguns jogos, são ao mesmo tempo um jogo em si: com a fórmula, em tom ritmado, as crianças ficam atentas à chance de serem escolhidas.
IV. Pode-se aceitar a hipótese de que um jogo ou brincadeira infantil tradicional apresenta variações por ser fruto de criação coletiva, que se realiza de forma espontânea nas ruas, parques, recreios etc. e é transmitido de forma oral de uma geração a outra.
Está correto o que se afirma em - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 8103A421-31
Cronologia

É correto afirmar sobre o acima transcrito:
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 8106A015-31
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
O texto acima - Linguagens
Português
- Coesão e coerência
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 810A1349-31
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Comenta-se com correção:
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 810FF46C-31
Atenção: Para responder à questão, considere o trecho abaixo, do romance Dois irmãos, do escritor amazonense Milton Hatoum.
É adequado o seguinte comentário envolvendo sentidos do último parágrafo: - Linguagens
Português
- Análise sintática
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 81131ECE-31
Atenção: Para responder à questão, considere o trecho abaixo, do romance Dois irmãos, do escritor amazonense Milton Hatoum.
É correta a seguinte afirmação: - Linguagens
Literatura
- Barroco
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 81190F73-31
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Personagem frequente dos carros alegóricos, d. Pedro surgia, nos anos 1880, ora como Pedro Banana ou como Pedro Caju, numa alusão à sua falta de participação nos últimos anos do Império. Mas é só com a queda da monarquia que se passa a eleger um rei do Carnaval. Com efeito, o rei Momo é uma invenção recente, datada de 1933. No século XIX ele não era rei, mas um deus grego: zombeteiro, pândego e amante da galhofa. Nos anos 30 vira Rei Momo e logo depois cidadão. Novos tempos, novos termos.
(SCHWARCZ, Lilian Mortiz. As barbas do Imperador: Dom Pedro II , um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 281)
A crítica galhofeira a autoridades e a pessoas de prestígio foi uma arma contundente de que se valeu - Linguagens
Literatura
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Personagem frequente dos carros alegóricos, d. Pedro surgia, nos anos 1880, ora como Pedro Banana ou como Pedro Caju, numa alusão à sua falta de participação nos últimos anos do Império. Mas é só com a queda da monarquia que se passa a eleger um rei do Carnaval. Com efeito, o rei Momo é uma invenção recente, datada de 1933. No século XIX ele não era rei, mas um deus grego: zombeteiro, pândego e amante da galhofa. Nos anos 30 vira Rei Momo e logo depois cidadão. Novos tempos, novos termos.
(SCHWARCZ, Lilian Mortiz. As barbas do Imperador: Dom Pedro II , um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 281)
Na Grécia Antiga, o deus que correspondia às características apontadas no texto era Dionísio, em homenagem a quem eram - Linguagens
Literatura
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
(...) os mitos e o imaginário fantástico medieval não foram subitamente subtraídos da mentalidade coletiva europeia durante o século XVI. (...) Conforme Laura de Mello e Sousa, “parece lícito considerar que, conhecido o Índico e desmitificado o seu universo fantástico, o Atlântico passará a ocupar papel análogo no imaginário do europeu quatrocentista”.
(VILARDAGA, José Carlos. Lastros de viagem: expectativas, projeções e descobertas portuguesas no Índico (1498- 1554). São Paulo: Annablume, 2010, p. 197)
Se no século XVI a presença de mitos e do imaginário fantástico se fazia notar nas artes e na literatura europeia, como em Os Lusíadas, de Camões, no Brasil isso não ocorria porque - Ciências Humanas
História
- Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundos
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 8121FF45-31
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
(...) os mitos e o imaginário fantástico medieval não foram subitamente subtraídos da mentalidade coletiva europeia durante o século XVI. (...) Conforme Laura de Mello e Sousa, “parece lícito considerar que, conhecido o Índico e desmitificado o seu universo fantástico, o Atlântico passará a ocupar papel análogo no imaginário do europeu quatrocentista”.
(VILARDAGA, José Carlos. Lastros de viagem: expectativas, projeções e descobertas portuguesas no Índico (1498- 1554). São Paulo: Annablume, 2010, p. 197)
O imaginário que povoou as crenças dos viajantes no contexto da expansão marítima europeia pressupunha a - Ciências Humanas
História
- História Geral
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 812537BF-31
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
(...) os mitos e o imaginário fantástico medieval não foram subitamente subtraídos da mentalidade coletiva europeia durante o século XVI. (...) Conforme Laura de Mello e Sousa, “parece lícito considerar que, conhecido o Índico e desmitificado o seu universo fantástico, o Atlântico passará a ocupar papel análogo no imaginário do europeu quatrocentista”.
(VILARDAGA, José Carlos. Lastros de viagem: expectativas, projeções e descobertas portuguesas no Índico (1498- 1554). São Paulo: Annablume, 2010, p. 197)
Durante a Idade Média, havia um imaginário vinculado às cruzadas, pautado pela concepção de que - Ciências Humanas
História
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Nos poemas indianistas, o heroísmo dos indígenas em nenhum momento é utilizado como crítica à colonização europeia, da qual a elite era a herdeira. Ao contrário, pela resistência ou pela colaboração, os indígenas do passado colonial, do ponto de vista dos nossos literatos, valorizavam a colonização e deviam servir de inspiração moral à elite brasileira. (...) Já o africano escravizado demorou para aparecer como protagonista na literatura romântica. Na segunda metade do século XIX, Castro Alves, na poesia, e Bernardo Guimarães, na prosa, destacaram em obras suas o tema da escravidão.
(Adaptado de: NAPOLITANO, Marcos e VILLAÇA, Mariana. História para o ensino médio. São Paulo: Atual Editora, 2013, p. 436-37)
No sistema colonial português, o trabalho compulsório indígena - Ciências Humanas
História
- Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 812B7D5B-31
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Nos poemas indianistas, o heroísmo dos indígenas em nenhum momento é utilizado como crítica à colonização europeia, da qual a elite era a herdeira. Ao contrário, pela resistência ou pela colaboração, os indígenas do passado colonial, do ponto de vista dos nossos literatos, valorizavam a colonização e deviam servir de inspiração moral à elite brasileira. (...) Já o africano escravizado demorou para aparecer como protagonista na literatura romântica. Na segunda metade do século XIX, Castro Alves, na poesia, e Bernardo Guimarães, na prosa, destacaram em obras suas o tema da escravidão.
(Adaptado de: NAPOLITANO, Marcos e VILLAÇA, Mariana. História para o ensino médio. São Paulo: Atual Editora, 2013, p. 436-37)
A escravidão, com características diferenciadas, também existiu na Roma Antiga, onde, a partir do século IV a.C., houve a