Prova
Prova de 2018: Fundação Getulio Vargas (FGV) — questões com gabarito
61 questões da prova de 2018 de Fundação Getulio Vargas (FGV), em Inglês, Português, Matemática, Conhecimentos Gerais e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
- 61 questões
- 6 matérias
- Ciências HumanasO ano de 1968 foi marcado por uma série de acontecimentos impactantes: assassinatos de Martin Luther King e Robert Kennedy, protestos de atletas nos Jogos Olímpicos do México, barricadas de estudantes em Paris, Primavera de Praga, passeata dos cem mil no Rio de Janeiro e a rebelião estudantil nos Estados Unidos.Sobre tais acontecimentos, considere as seguintes afirmações:I A intensidade política vivenciada em 1968 pode ser explicada pela diversidade de movimentos contestatórios ligados às lutas de negros, mulheres e jovens que tinham como pano de fundo as tensões da Guerra Fria e a emergência da contracultura.II A contestação política e social do ano de 1968 ocorreu em países submetidos a regimes ditatoriais, tanto no bloco capitalista quanto no bloco comunista.III A valorização da cultura jovem e contestatória ocorreu em meio à intensificação da ação direta e à diversificação criativa de formas de propaganda e de atuação políticas.Está correto o que se afirma em
- Ciências Humanas
História
- História do Brasil
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 621C4558-16
Terra do sonho é distante/e seu nome é Brasil/ plantarei a minha vida/ debaixo de céu anil/ Minha Itália, Alemanha/ Minha Espanha, Portugal/ talvez nunca mais eu veja/ minha terra natal.Milton Nascimento. Sonho imigrante.Acerca do processo de imigração para o Brasil, registrado no século XIX, é correto afirmar: - Ciências Humanas
História
- A estruturação do Estado norte-americano : território, cidadania e política
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 6217EE89-16
Em 1864, o conselho geral da Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) incumbiu Karl Marx de redigir uma carta endereçada a Abraham Lincoln, presidente dos Estados Unidos, por ocasião de sua reeleição. Nessa carta, Marx felicitava o estadunidense e relacionava a luta contra a escravidão na América aos interesses e demandas das classes trabalhadoras.A respeito do contexto histórico dessa carta, é correto afirmar: - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 620AA52E-16
GERMANY IN THE MIDDLE AGESBy Simon WinderAccording to the information in the article, the Black Death
Adapted from Chapter 3 of the book Germania.
- Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 62004005-16
GERMANY IN THE MIDDLE AGESBy Simon Winder
Adapted from Chapter 3 of the book Germania.
With respect to the memorials that can still be found in many local churches in Germany, the information in the article most supports which of the following? - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 61E6C1AC-16
THE PERILS OF POLYGAMY
Adapted from The Economist, December 23, 2017.
With respect to countries in which polygamy is practiced, the information in the article supports all of the following except - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 61DFEA5E-16
THE PERILS OF POLYGAMYWhich of the following is most supported by the information in the article?
Adapted from The Economist, December 23, 2017.
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 61D6239E-16
Texto para a questão
Remissão
Tua memória, pasto de poesia,
tua poesia, pasto dos vulgares,
vão se engastando numa coisa fria
a que tu chamas: vida, e seus pesares.
Mas, pesares de quê? perguntaria,
se esse travo de angústia nos cantares,
se o que dorme na base da elegia
vai correndo e secando pelos ares,
e nada resta, mesmo, do que escreves
e te forçou ao exílio das palavras,
senão contentamento de escrever,
enquanto o tempo, em suas formas breves
ou longas, que sutil interpretavas,
se evapora no fundo de teu ser?
Carlos Drummond de Andrade, Claro enigma.
Nesse poema de Carlos Drummond de Andrade, encontram-se presentes, entre outras, as seguintes linhas formais e temáticas bastante características de Claro enigma:I o emprego de modalidades tradicionais de composição, como, no caso, o verso decassílabo, com rimas cruzadas;II a desilusão quanto à integração entre a poesia e o mundo exterior;III a madureza, como consciência crescente da finitude do ser;IV o recurso à forma fixa do soneto.Completa de maneira adequada o que se afirma no início da questão o que está em - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 61C88B77-16
Texto para a questãoVindos do norte, da fronteira velha-de-guerra, bem montados, bem enroupados, bem apessoados, chegaram uns oito homens, que de longe se via que eram valentões: primeiro surgiu um, dianteiro, escoteiro, que percorreu, de ponta a ponta, o povoado, pedindo água à porta de uma casa, pedindo pousada em outra, espiando muito para tudo e fazendo pergunta e pergunta; depois, então, apareceram os outros, equipados com um despropósito de armas – carabinas, novinhas quase; garruchas, de um e de dois canos; revólveres de boas marcas; facas, punhais, quicés de cabos esculpidos; porretes e facões, – e transportando um excesso de breves nos pescoços.O bando desfilou em formação espaçada, o chefe no meio. E o chefe – o mais forte e o mais alto de todos, com um lenço azul enrolado no chapéu de couro, com dentes brancos limados em acume, de olhar dominador e tosse rosnada, mas sorriso bonito e mansinho de moça – era o homem mais afamado dos dois sertões do rio: célebre do Jequitinhonha à Serra das Araras, da beira do Jequitaí à barra do Verde Grande, do Rio Gavião até nos Montes Claros, de Carinhanha até Paracatu; maior do que Antônio Dó ou Indalécio; o arranca-toco, o treme-terra, o come-brasa, o pega-à-unha, o fecha-treta, o tira-prosa, o parte-ferro, o rompe-racha, o rompe-e-arrasa: Seu Joãozinho Bem-Bem.João Guimarães Rosa, “A hora e vez de Augusto Matraga”, in Sagarana.Os “valentões armados”, que figuram no texto, atuando isoladamente ou em bando, constituem fenômeno geral, - Linguagens
Português
- Análise sintática
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 61AFA1FC-16
Texto para a questãoPARDAIS NOVOSUm dia o meu telefone, instalado à cabeceira de minha cama, retiniu violentamente às sete da manhã. Estremunhado tomei do receptor e ouvi do outro lado uma voz que dizia: “Mestre, sou um pardal novo. Posso ler-lhe uns versos para que o senhor me dê a sua opinião?” Ponderei com mau humor ao pardal que aquilo não eram horas para consultas de tal natureza, que ele me telefonasse mais tarde. O pardal não telefonou de novo: veio às nove e meia ao meu apartamento.Mal o vi, percebi que não se tratava de pardal novo. Ele mesmo como que concordou que o não era, pois perguntando-lhe eu a idade, hesitou contrafeito para responder que tinha 35 anos. Ainda por cima era um pardal velho!Desde esse dia passei a chamar de pardais novos os rapazes que me procuram para mostrar-me os seus primeiros ensaios de voo no céu da poesia. Dizem eles que desejam saber se têm realmente queda para o ofício, se vale a pena persistir etc. Fico sempre embaraçado para dar qualquer conselho. A menos que se seja um Rimbaud ou, mais modestamente, um Castro Alves, que poesia se pode fazer antes dos vinte anos? Como Mallarmé afirmou certa vez que todo verso é um esforço para o estilo, acabo aconselhando ao pardal que vá fazendo os seus versinhos, sem se preocupar com a opinião de ninguém, inclusive a minha. (...)Manuel Bandeira, Melhores crônicas. Global Editora.A oração sublinhada no trecho “Mal o vi, percebi que não se tratava de pardal novo.” tem valor - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 61A07ED2-16
Texto para a questão
“PIMBA NA GORDUCHINHA”* DATOU
Empolgação já não basta. Comentaristas usam cada vez mais estatísticas e termos técnicos para traduzir o que acontece em campo.
Por tradição, a tarefa de comentar uma partida de futebol sempre foi o oposto disso. A “crônica esportiva” pontificada por lendas como Nelson Rodrigues e Armando Nogueira, entre muitos outros, evocava heróis em campo e fazia da genialidade individual, do empenho coletivo e do imponderável instituições que comandavam o jogo. O belo texto valia tanto quanto – ou mais – que a observação de treinos e jogos. “O padrão para falar de futebol no Brasil costumava abordar aspectos como a qualidade individual do jogador e fatores emocionais”, afirma Carlos Eduardo Mansur, do jornal O Globo. “O desafio hoje é estudar o jogo taticamente.” Não havia no passado, obviamente, a ideia nem os recursos técnicos para compilar dados, que hoje sustentam as análises feitas durante os 90 minutos.
O uso de softwares que ajudam a dissecar partidas em números se difundiu nos clubes e transbordou para as redações. Crescem grupos dedicados à tabulação e análise de dados. Estatísticas individuais e coletivas, como o número de finalizações de um atacante e a média de posse de bola de uma equipe, são dados prosaicos em palestras de treinadores e programas de TV, blogs ou jornais.
Detratores desse modelo, no entanto, consideram essa tendência um modismo, uma chatice. “Há preconceito de quem ouve e exagero de quem usa”, afirma o comentarista PVC [Paulo Vinícius Coelho]. Excessos ou modismos à parte, não há como fugir da realidade. O uso de dados e estatísticas por clubes europeus para elaborar estratégias e jogadas é antigo e há anos chegou aos brasileiros, com maior ou menor simpatia. Não existe futebol bem jogado, em alto nível, sem isso.
A tarefa de dissecar o jogo por números e dados ajuda a entender, mas não esgota o futebol, que, por sua dinâmica, segue como um esporte dos mais imprevisíveis.
Rafael Oliveira, Época, 29.01.2018. Adaptado.* "ripa na chulipa e pimba na gorduchinha": bordão criado pelo narrador de futebol Osmar Santos e popularizado nos anos 1980.
Segundo o texto, a análise de dados sobre uma partida colhidos por meio de recursos tecnológicos - Matemática
Matemática
- Funções
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 61969B49-16
Quantas vezes, no mínimo, deve-se lançar um dado honesto para que a probabilidade de “sair um 5” pelo menos uma vez seja maior que 0,9?Adote para log 2 o valor 0,3 e para log 3 o valor 0,48. - Matemática
Matemática
- Funções
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 61905BF1-16
Quantos números inteiros não negativos satisfazem a inequação x3 + 4x2 +x -6 ≤ 0? - Matemática
Matemática
- Matrizes
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 618C7552-16
Se A, B e C forem matrizes quadradas de ordem 2, que possuem inversa, e se 0 for a matriz nula quadrada de ordem 2, podemos afirmar que: - Matemática
Matemática
- Aritmética e Problemas
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 61746F47-16
Chama-se produtividade média do fator trabalho de uma empresa à razão entre a quantidade produzida de um bem, em certo período, e a quantidade de trabalho envolvida na produção.Um marceneiro, usando determinada oficina e trabalhando sozinho, produz 3 armários por mês.Usando a mesma oficina e considerando a divisão do trabalho, dois marceneiros podem produzir 7 armários por mês; três marceneiros podem produzir 11 armários por mês; quatro marceneiros podem produzir 15 armários por mês e, finalmente, cinco marceneiros podem produzir 17 armários por mês.A produtividade média é máxima quando a quantidade de marceneiros que trabalham é: - Matemática
Matemática
- Aritmética e Problemas
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 616D3A98-16
Considere a seguinte convenção de datas:
Data ------------- Convenção
15/01/2018 ---------- 015/02/2018 ---------- 1
15/03/2018 ---------- 2
15/04/2018 ---------- 3
No período de 0 a 1, o preço de uma ação caiu 10%.
No período de 1 a 2, o preço da mesma ação subiu 5%.Quanto deverá subir, em porcentagem, o preço da ação no período de 2 a 3 para que seu preço na data 3 seja igual ao da data 0?(Arredonde o resultado para uma casa decimal).
- Ciências Humanas
História
- História do Brasil
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: B13A6238-15
Encontro, teoricamente inexplicável, de dois fenômenos que deveriam em princípio repelir-se um ao outro: o Mercantilismo e a Ilustração. Entretanto, ali estavam eles juntos, articulados, durante todo o período pombalino.
FALCON, F. J. C., A época pombalina. São Paulo: Ática, 1982, p. 483.
Entre as medidas implementadas durante o período em que o Marquês de Pombal foi o principal ministro do rei português D. José I, é correto apontar:
- Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: B11866BD-15
With respect to the exclusively financial aspects of the brideprice, a South Sudanese cattle farmer would most likely get the biggest benefit from which of the following situations? - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: B0AC3863-15

À hora do primeiro almoço, como prometera, Aristarco mostrou-se em toda a grandeza fúnebre dos justiçadores. De preto. Calculando magnificamente os passos pelos do diretor, seguiam-no em guarda de honra muitos professores. À porta fronteira, mais professores de pé e os bedéis ainda, e a multidão bisbilhoteira dos criados.
Tão grande a calada, que se distinguia nítido o tique-taque do relógio, na sala de espera, palpitando os ansiados segundos.
Aristarco soprou duas vezes através do bigode, inundando o espaço com um bafejo de todo-poderoso.
E, sem exórdio:
“Levante-se, Sr. Cândido Lima! “Apresento-lhes, meus senhores, a Sra. D. Cândida”, acrescentou com uma ironia desanimada.
“Para o meio da casa! e curve-se diante dos seus colegas!”
Cândido era um grande menino, beiçudo, louro, de olhos verdes e maneiras difíceis de indolência e enfado. Atravessou devagar a sala, dobrando a cabeça, cobrindo o rosto com a manga, castigado pela curiosidade pública.
“Levante-se, Sr. Emílio Tourinho...
Este é o cúmplice, meus senhores!”
Tourinho era um pouco mais velho que o outro, porém mais baixo; atarracado, moreno, ventas arregaladas, sobrancelhas crespas, fazendo um só arco pela testa. Nada absolutamente conformado para galã; mas era com efeito o amante.
“Venha ajoelhar-se com o companheiro.”
“Agora, os auxiliares...”
Desde as cinco horas da manhã trabalhava Aristarco no processo. O interrogatório, com o apêndice das delações da polícia secreta e dos tímidos, comprometera apenas dez alunos.
A chamado do diretor, foram deixando os lugares e postando-se de joelhos em seguimento dos principais culpados.
“Estes são os acólitos da vergonha, os corréus do silêncio!”
Cândido e Tourinho, braço dobrado contra os olhos, espreitavam-se a furto, confortando-se na identidade da desgraça, como Francesca e Paolo* no inferno.
Prostrados os doze rapazes perante Aristarco, na passagem alongada entre as cabeceiras das mesas, parecia aquilo um ritual desconhecido de noivado: a espera da bênção para o casal à frente.
Em vez da bênção chovia a cólera.
Raul Pompeia, O Ateneu.
* Francesca e Paolo: personagens de A Divina Comédia, de Dante Alighieri.
No contexto da obra O Ateneu, a homossexualidade, tematizada no trecho aqui reproduzido, configura-se como - Linguagens
Português
- Figuras de Linguagem
- Prova de 2018
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: B0959B0B-15
PARDAIS NOVOS
Um dia o meu telefone, instalado à cabeceira de minha cama, retiniu violentamente às sete da manhã. Estremunhado tomei do receptor e ouvi do outro lado uma voz que dizia: “Mestre, sou um pardal novo. Posso ler-lhe uns versos para que o senhor me dê a sua opinião?” Ponderei com mau humor ao pardal que aquilo não eram horas para consultas de tal natureza, que ele me telefonasse mais tarde. O pardal não telefonou de novo: veio às nove e meia ao meu apartamento.
Mal o vi, percebi que não se tratava de pardal novo. Ele mesmo como que concordou que o não era, pois perguntando-lhe eu a idade, hesitou contrafeito para responder que tinha 35 anos. Ainda por cima era um pardal velho!
Desde esse dia passei a chamar de pardais novos os rapazes que me procuram para mostrar-me os seus primeiros ensaios de voo no céu da poesia. Dizem eles que desejam saber se têm realmente queda para o ofício, se vale a pena persistir etc. Fico sempre embaraçado para dar qualquer conselho. A menos que se seja um Rimbaud ou, mais modestamente, um Castro Alves, que poesia se pode fazer antes dos vinte anos? Como Mallarmé afirmou certa vez que todo verso é um esforço para o estilo, acabo aconselhando ao pardal que vá fazendo os seus versinhos, sem se preocupar com a opinião de ninguém, inclusive a minha.
(...)
Manuel Bandeira, Melhores crônicas. Global Editora.
Sabendo-se que “alegoria consiste em uma metáfora que, em um dado contexto, desdobra-se em outras”, pode-se apontar o emprego desse recurso, sobretudo, no seguinte trecho do texto: