Prova
Prova de 2025: Universidade do Estado do Amazonas (UEA) — questões com gabarito
171 questões da prova de 2025 de Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em Português, Matemática, Biologia, Física e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
- 171 questões
- 12 matérias
Matérias nesta prova
- Português na prova de 2025
- Matemática na prova de 2025
- Biologia na prova de 2025
- Física na prova de 2025
- Química na prova de 2025
- Geografia na prova de 2025
- História na prova de 2025
- Inglês na prova de 2025
- Literatura na prova de 2025
- Conhecimentos Gerais na prova de 2025
- Sociologia na prova de 2025
- Atualidades na prova de 2025
- Ciências HumanasO projeto de construção da Rodovia Transamazônica representou um dos símbolos emblemáticos do chamado
- Ciências Humanas
História
José Coelho da Gama e Abreu, o barão de Marajó, colocou em discussão a necessidade de integração da região amazônica ao território nacional. Esta preocupação remetia ao período em que administrou a província do Amazonas, entre os anos de 1866 e 1868, e Pará, nos anos de 1879 a 1881. Neste aspecto, a integração da Amazônia ao restante do Brasil pressupunha desvincular as relações que a região estabelecia com o comércio internacional, submetendo a economia local aos interesses do país. A aproximação da atividade econômica da Amazônia aos interesses do governo imperial estaria condicionada ao desenvolvimento da agricultura e da produção de gêneros de lavoura regular para comercialização interna, permitindo que outras regiões, como o Sudeste do país, se especializassem na produção para atender o mercado externo, principalmente a cafeicultura.(Francivaldo Alves Nunes. “A Amazônia e a formação do Estado Imperial no Brasil: unidade do território e expansão de domínio”. Almanack, no 3, 2012. Adaptado.)Segundo o excerto, a integração da Amazônia ao restante do Brasil, no Período Imperial, dependia da - Ciências Humanas
História
A experiência da escravidão africana também marcou a trajetória da parte Norte da colônia portuguesa na América. Em decorrência disso, hoje a presença negra na Amazônia é inegável, com enorme impacto na vida da região, marcando sua história, suas formas de comer, vestir, amar, dançar, cantar, rezar, trabalhar, juntamente com todas aquelas heranças intangíveis que as pessoas levam na pele, nos olhos e na alma.(Patrícia Melo Sampaio. “Floresta negra: A experiência e os impactos da escravidão africana na Região Amazônica”. www.geledes.org.br. Adaptado.)O excerto demonstra que - Ciências Humanas
História
O excerto apresenta a atuação do jornal O Exemplo, publicado em Porto Alegre entre os anos de 1892 e 1930.Durante a primeira década do século XX, O Exemplo denunciou abusos contra as mulheres negras nos transportes públicos, particularmente na Cia. Carris de Ferro Porto-Alegrense; a violência praticada pela polícia administrativa espancando negros arbitrariamente; o desrespeito público aos negros, que eram xingados quando andavam à noite pela rua; a invasão dos lares negros em festa, por falta de licença da polícia para dançarem; a recusa de matrícula de um menino no colégio Nossa Senhora do Rosário, por ser muito moreno; [...].(Maria Angélica Zubaran. “Comemorações da liberdade: lugares de memórias negras diaspóricas”. Revista Anos 90, no 27, 2008.)Com base no excerto e no período pós-abolição da escravidão no Brasil, o jornal O Exemplo - Ciências Humanas
História
A revolução foi a filha da guerra no século XX: especificamente a Revolução Russa de 1917 [...].(Eric J. Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995.)A afirmação do historiador justifica-se, pois a entrada da Rússia na Primeira Guerra Mundial - Ciências Humanas
História
Sempre que se evoca o tema do Renascimento, a imagem que imediatamente nos vem à mente é a dos grandes artistas plásticos e de suas obras mais famosas, amplamente reproduzidas e difundidas até nossos dias, como a Monalisa e a Última Ceia de Leonardo da Vinci, o Juízo Final, a Pietà e o Moisés de Michelangelo, assim como as inúmeras e suaves Madonas de Rafael que permanecem ainda como o modelo mais frequente de representação da mãe de Cristo.(Nicolau Sevcenko. O Renascimento, 1988.)As obras de arte citadas no excerto têm a seguinte característica em comum: - Ciências Humanas
História
- Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
- Prova de 2025
- UEA
- Código da questão: E56E1FA1-74
Os principais testemunhos arquitetônicos da grandeza egípcia, fossem pirâmides, palácios ou templos, reproduzem visualmente o poder sagrado atribuído aos governantes: os faraós.(José Rivair Macedo. História da África, 2015. Adaptado.)O “poder sagrado” dos faraós no Egito Antigo constituiu um Estado de caráter - Ciências Humanas
História
Analise a charge “O bolo precisa crescer para ser repartido”, de Marcella Araújo, cujo título remete a uma frase amplamente divulgada pelo regime militar no contexto do chamado “milagre econômico”.

(https://rodabrasil.tumblr.com)
No contexto do regime militar, a charge
- Ciências Humanas
História
A Guerra Fria é um conflito que veio a reboque da Segunda Guerra Mundial, mas cujos protagonistas, os Estados Unidos e a União Soviética, souberam contornar, antes que se tornasse uma terceira guerra mundial [...].
(Marc Ferro. O século XX explicado aos meus filhos, 2008.)
No contexto histórico apresentado pelo excerto, os Estados Unidos e a União Soviética evitaram uma terceira guerra mundial por meio de uma combinação de
- Ciências Humanas
História
- Colonialismo espanhol: Ocupação e exploração do território americano
- Prova de 2025
- UEA
- Código da questão: D1614982-74
O preconceito racial criou nos americanos uma atitude ambivalente para com a Espanha. Os peninsulares (espanhóis) eram sem dúvida brancos puros, mesmo que fossem imigrantes pobres. Os americanos eram mais ou menos brancos e mesmo os mais ricos tinham consciência da mistura de raças e estavam ansiosos para provar que eram brancos, se necessário por ação judicial. Mas o fator raça se tornou mais complexo devido a interesses sociais, econômicos e culturais, e a supremacia branca não era incontestável; para além de suas defesas havia uma massa de índios, mestiços, negros livres, mulatos e escravos.
(John Lynch. “As origens da independência da América espanhola”. In: Leslie Bethell (org.). História da América Latina: da independência a 1870, 2004. Adaptado.)
De acordo com o excerto, a sociedade colonial, na América espanhola,
- Ciências Humanas
História
Examine a fotografia do Memorial Coluna Prestes, em Palmas (Tocantins), criado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em homenagem ao movimento tenentista da década de 1920.

(https://portalamazonia.com)
O conjunto arquitetônico dialoga com os movimentos modernista e tenentista iniciados em 1922, que, no contexto da Primeira República,
- Ciências Humanas
História
Sucessor do Colonialismo dos reis, mercadores, traficantes de escravos, plantadores tropicais e mineradores, o Imperialismo do século XIX visou a atender interesses da burguesia industrial e financeira [...].
(Adhemar Martins Marques e Luiz Roberto Lopez. Imperialismo: a expansão do capitalismo, 2000.)
Os interesses econômicos da burguesia industrial e financeira estavam ligados
- Ciências Humanas
História
As invasões holandesas no Brasil colônia ocorreram no século XVII. Em 1630, os holandeses conquistaram a capitania de Pernambuco, grande produtora mundial de açúcar. Aí ficaram até 1654, quando foram expulsos por um movimento de resistência que uniu luso-brasileiros, negros e indígenas locais. Para o Brasil, uma das consequências da expulsão dos holandeses foi - Ciências Humanas
História
[...] as condições adequadas estavam visivelmente presentes na Grã-Bretanha, onde mais de um século se passara desde que o primeiro rei tinha sido formalmente julgado e executado pelo povo e desde que o lucro privado e o desenvolvimento econômico tinham sido aceitos como os supremos objetivos da política governamental. A solução britânica do problema agrário [...] já tinha sido encontrada na prática. Uma relativa quantidade de proprietários com espírito comercial já quase monopolizava a terra, que era cultivada por arrendatários empregando camponeses sem terra ou pequenos agricultores.
(Eric J. Hobsbawm. A era das revoluções: Europa 1789-1848, 1988.)
O excerto enfatiza as seguintes razões do pioneirismo britânico na Revolução Industrial: