Prova de 2017: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IF Sul - MG) — questões com gabarito
88 questões da prova de 2017 de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IF Sul - MG), em Português, Literatura, Conhecimentos Gerais, História e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
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3C5DECB3-B5 Sobre a obra “Dois Irmãos” de Milton Hatoum, considere as seguintes afirmativas:I – O título faz referência a dois irmãos que, supostamente, têm pais diferentes, nascendo daí uma rivalidade que destrói vidas e famílias.II – O cenário principal da obra é a cidade de Manaus, valorizando o porto, as ruas do centro, as praças e os bairros mais antigos.III – Rânia casou-se com o primeiro pretendente que apareceu para tentar esquecer o amor que sentia por Omar.IV – Omar envolveu-se seriamente com duas mulheres: Dália e Pau-Mulato; porém nos dois casos a mãe dele interveio, provocando a separação.V – Antes de morrer, Yaqub confessou que era o pai de Nael.Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS:
3C5AEDBF-B5 Português
Denotação e ConotaçãoIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosO texto abaixo é poético. Leia-o com atenção e resolva as questões.“A lua,tal qual a dona de um bordel,pedia a cada estrela friaum brilho de aluguel.E nuvens,lá no mata-borrão do céuchupavam manchas torturadas– que sufoco!”(João Bosco e Aldir Blanc, “O bêbado e a equilibrista”)I – No fragmento há predomínio da linguagem denotativa, característica máxima do texto literário.II – A função referencial, presente no texto, transmite dados da realidade de forma subjetiva.III – Nos textos literários, o autor explora determinadas construções com a intenção deliberada de reforçar a mensagem.IV – No fragmento a figura de linguagem evidente é a prosopopeia.Assinale a alternativa correta após análise completa.
3C57A1B0-B5 Literatura
ArcadismoIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa INCORRETA a respeito dos movimentos literários brasileiros abaixo.3C52B4C2-B5 Português
Análise sintáticaIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosNós, os brasileirosUma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.(Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51)
Analise as passagens extraídas do texto e as afirmações feitas sobre cada uma delas e, em seguida, assinale a alternativa que contém a afirmação INCORRETA.3C4F2FE9-B5 Português
Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosNós, os brasileirosUma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.(Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51)
O emprego dos tempos e modos verbais desempenha um papel fundamental na construção da coerência textual. Partindo dessa constatação, é CORRETO afirmar que:3C4BFDAE-B5 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosNós, os brasileirosUma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.(Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51)
(...) porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas (...)Os articuladores destacados podem ser substituídos, sem prejuízo do significado original no texto, por:3C4938A3-B5 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosNós, os brasileirosUma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.(Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51)
Assinale a alternativa em que o significado da palavra em destaque está INCORRETAMENTE interpretado.3C461657-B5 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosNós, os brasileirosUma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.(Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51)
“Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.” Assinale a alternativa que confirma essa afirmação da autora.682CF24E-B3 Conhecimentos Gerais
Trabalho, Transporte, Previdência e outras Questões SociaisIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia atentamente os dois textos abaixo:TEXTO 1“A proteção aos interesses dos operários deve ser completa. A conquista das oito horas de trabalho, o aperfeiçoamento e ampliação das leis de férias, dos salários mínimos, a proteção da mulher e dos menores, todo esse novo mundo moral que se levanta, nos nossos dias, em amparo do proletariado, deve ser contemplado pela nossa legislação, para que não se continue a ofender os brios morais dos nossos trabalhadores com a alegação de que o problema social no Brasil é um caso de polícia.” (Discurso proferido por Lindolfo Collor na Convenção Liberal de 20 de setembro de 1929.) ESTEVÃO, S. M.; GUIMARÃES, M. S. et. al. Revolução de 30: textos e documentos. Tomo I. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1982. p. 226.
TEXTO 2“A classe trabalhadora, mesmo antes de demandar, teria sido atendida por uma autoridade benevolente, cuja imagem mais recorrente é a da autoridade paternal [...] a “doação” da legislação social, que instaurava a obrigação do reconhecimento do povo ante “seu” presidente, conformando tal contrato político como uma legítima adesão e não como uma mera submissão à força do Estado.” GOMES, A. M. C. A invenção do trabalhismo. São Paulo: Vértice, 1988. p. 196; 66.Sobre os textos e a história dos direitos trabalhistas no Brasil podemos fazer a seguinte relação:68279AE0-B3 História
História GeralIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO 1"Lentamente, uma obsessão tomou corpo dentro dos espíritos da minoria (nazistas) que tomara o poder na Alemanha: a purificação. Se o país fora vencido, era porque tinha sido enfraquecido por elementos estrangeiros (...). Os nazistas englobaram como estrangeiros todos os que consideravam corpos estranhos, inimigos da ‘raça alemã’: comunistas e trissômicos 21, opositores de diversas opiniões e alcoólatras, ciganos e sifilíticos, homossexuais e débeis, e, sobretudo, judeus. Estes últimos, aos olhos dos nazistas, eram tudo isso ao mesmo tempo: degenerados, comunistas, homossexuais, alcoólatras etc. Eram os bodes expiatórios designados pelo ódio delirante de Hitler."MESSADIÉ, Gerald. História geral do antissemitismo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003. p. 378."No dia 12 de agosto de 2017, na cidade de Charlottesville (Virgínia, EUA), centenas de supremacistas brancos agitavam símbolos nazistas e gritavam palavras de ordem contra judeus e outras minorias, como latinos, negros e mulçumanos. A ascensão do Nazismo na Alemanha na década de 1930 foi possível diante de uma confluência de fatores e condições históricas complexas. As manifestações neonazistas, por outro lado, são movidas por outros fatores."Texto adaptado da reportagem "Por que é mais fácil ser neonazista nos Estados Unidos do que na Alemnaha." Disponível em < http:// www.bbc.com/portuguese/internacional-40958924> Acesso em 10 set. 2017Assinale a alternativa que apresenta fatores e características ligados aos dois movimentos.6824AF5B-B3 História
História do BrasilIF Sul - MG · 2017Muito fácilEntre para guardar nos favoritos“É no espaço mais amplo do Atlântico Sul que a história da América portuguesa e a gênese do império de Brasil tomam toda sua dimensão. [...] englobando uma zona de produção escravista situada no litoral da América do Sul e uma zona de reprodução de escravos centrada em Angola. Desde o final do século XVI, surge um espaço aterritorial, um arquipélago lusófono composto dos enclaves da América portuguesa e das feitorias de Angola.” ALENCASTRO, Luis Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Cia das Letras, 2000. p.09;127.A formação do Império Colonial Português marcou significativamente a História Ocidental. Sobre esta formação podemos afirmar:6821A06B-B3 História
História GeralIF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos“O meu propósito não é provar que era eu que tinha razão, mas de verificar se tinha. (…) E o que nós provamos hoje, amanhã apagaremos do quadro, e só voltaremos a escrevê-lo quando estiver comprovado outra vez. E quando estiver provado o que desejamos provar, toda desconfiança será pouca. (...) A prática da ciência me parece exigir notável coragem, desse ponto de vista. Ela negocia com o saber obtido através da dúvida. Arranjando saber, a respeito de tudo e para todos, ela procura fazer com que todos duvidem.” BRECHT, Bertold. A vida de Galileu. In: Brecht, Bertold. Teatro completo. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991. Vol. 06. pp. 51 – 170.O Renascimento científico marcou profundamente o pensamento ocidental, e Galileu foi um dos grandes expoentes desse movimento. Algumas de suas premissas são válidas até os dias de hoje, como por exemplo:681E32DE-B3 História
História do BrasilIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia atentamente os dois textos abaixo:
TEXTO 1
“Eu quisera poder dar a esta data a denominação seguinte: 15 de Novembro, primeiro ano de República; mas não posso infelizmente fazê-lo.[...] Por ora, a cor do Governo é puramente militar e deverá ser assim. O fato foi deles, deles só, porque a colaboração do elemento civil foi quase nula. O povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava. Muitos acreditaram seriamente estar vendo uma parada.”
Carta de Aristides Lobo, escrita na tarde de 15 de novembro de 1889, e publicada no Diário Popular de São Paulo em 18 de novembro de 1889.
TEXTO 2
“A carta de Aristides Lobo foi um documento flagrante do imprevisto que representou para nós, a despeito de toda a propaganda, de toda a popularidade entre os moços da academia, a realização da ideia republicana.” HOLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. 26. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p.160
Sobre a Proclamação da República podemos afirmar:
681AC04D-B3 Geografia
MigraçõesIF Sul - MG · 2017Muito fácilEntre para guardar nos favoritosDe segunda a sexta-feira, um estudante parte do município de Conceição dos Ouros (MG) às 06h:00min com destino à cidade de Pouso Alegre (MG), que está situada a 41 km de distância. O tempo de deslocamento é de aproximadamente 55 min. Ao chegar à cidade, se direciona para a escola. Após as 17h15min, o estudante retorna à sua residência, em Conceição dos Ouros(MG) e, se prepara para a rotina que deverá cumprir no próximo dia. O movimento descrito no texto faz referência a:6817D057-B3 Geografia
DesenvolvimentoIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosA organização do espaço brasileiro, segundo o geógrafo brasileiro Milton Santos (1999), pode ser dividida em três etapas: o meio natural, o meio técnico, o meio técnico-científico-informacional. Enumere a sequência que caracteriza os períodos discriminados:(1) O meio Natural(2) O meio Técnico(3) O meio Técnico-científico-informacional( ) é o meio geográfico onde os objetos mais relevantes são elaborados a partir da ciência.( ) As técnicas e o trabalho se casavam com as dádivas da natureza, com a qual se relacionavam sem outra mediação. Pode ser exemplificada pelo pousio, rotação de terras e a agricultura itinerante.( ) É caracterizado pela emergência do espaço mecanizado.( ) Começa praticamente após a Segunda Guerra Mundial e sua afirmação, incluindo os países de Terceiro Mundo, vai realmente dar-se nos anos 19(70).( ) Quanto ao espaço, o componente material é crescente, formado do “natural” e do “artificial”.6812E75B-B3 Geografia
Geografia FísicaIF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
Figura: O Ciclo Hidrológico. Fonte: BRASIL.MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Acesso em: 29 set. 2017,
disponível em CICLO HIDROLÓGICO: <http://www.mma.gov.br/agua/recursos-hidricos/aguas>.
O Ciclo Hidrológico, conforme pode ser observado na figura acima, é o movimento contínuo da água presente nos oceanos, continentes e atmosfera. A evaporação da água forma as nuvens, que provocam as precipitações. Nos continentes, a água precipitada pode seguir diferentes caminhos, entre eles a evaporação, o congelamento, a infiltração ou o escoamento superficial. Sobre esses processos, é correto afirmar:680FCDD2-B3 Geografia
CartografiaIF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosAo consultar um mapa na escala 1:150.000, um observador, com a ajuda de uma régua, constatou que a distância, no mapa, entre as cidades A e B é de 23 cm e entre as cidades B e C, de 15 cm. Qual a distância real entre as cidades A e B e as cidades B e C, respectivamente?680BBA1F-B3 Geografia
Aquecimento globalIF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosObserve a reportagem:Por que Los Angeles está pintando o asfalto da cidade de cinza claroTinta especial criada para esconder aviões de satélites espiões reflete o sol e refresca asfalto, ajudando moradores a enfrentar ondas de calor.
Los Angeles é a primeira cidade a testar a eficácia da pavimentação fresca (Foto: Prefeitura de Los Angeles)Os ventiladores de teto e os aparelhos de ar-condicionado conseguiram apenas aliviar os efeitos da sufocante onda de calor que atingiu o sul da Califórnia recentemente.Foram dias em que a maioria dos moradores de Los Angeles desejaram morar em um dos bairros que há algumas semanas testa uma nova ideia para combater as altas temperaturas.Trata-se do CoolSeal ("selo fresco", em tradução livre), uma espécie de pintura de cor cinza claro que "refresca" o asfalto e que foi criada para combater o chamado fenômeno da "ilha de calor" urbana.Fonte: BBC BRASIL. (29 de SETEMBRO de 2017). G1. Acesso em: 29 set. 2017, disponível em G1 NATUREZA: <https://g1.globo.com/natureza/noticia/por-que-los-angeles-esta-pintando-o-asfalto-da-cidade-de-cinza-claro.ghtml>Sobre o fenômeno “ilhas de calor” urbanas, é correto afirmar:
680886CB-B3 Física
DinâmicaIF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosPara calcular o coeficiente de atrito entre um modelo de piso e a sola de um tênis, um operário da indústria de pisos utilizou a seguinte técnica: colou a sola do tênis em um bloco de madeira, com 5 kg, de forma que somente a sola ficasse em contato com o piso. Colocou o piso em um plano inclinado na forma de um triângulo retângulo. E depois colocou o bloco de madeira com a sola colada em contato com o piso, e notou que o bloco ficou na iminência de entrar em movimento, conforme a figura abaixo:
Com base nessas informações e sabendo que: g= 10 m/s²; sen 30° = cos 60° = 0,5; cos 30°= sen 60° = 0,8, o coeficiente de atrito entre o piso e a sola do tênis é de aproximadamente:
6804889D-B3 Física
Estática e HidrostáticaIF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosUm bloco composto de concreto e isopor, com massa de 5 kg, está em equilíbrio estático dentro de um recipiente preenchido com água e possui 100% de seu volume submerso. O mesmo bloco foi retirado e colocado em outro recipiente que estava preenchido com um fluido cuja densidade é 2,0 g/cm³, e mantido no mesmo ambiente. Dessa maneira o corpo permaneceu estático e ficou com 50% do seu volume submerso.Sabendo que a água tem densidade de 1 g/cm³ e g = 10m/s², o empuxo sobre o bloco quando ele está no fluido de densidade igual a 2,0 g/cm³, conforme descrito na situação acima, será: