- Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 3CC332FF-D9
Prova
Prova de 2016: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul — questões com gabarito
136 questões da prova de 2016 de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul, em Conhecimentos Gerais, Geografia, Português, Inglês e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
- 136 questões
- Observe as imagens a seguir.Foto 1: Marcha com Deus pela Liberdade, realizada em 19 de março de 1964.
Disponível em: <http://marcillio.com/rio/hirepego.html> Acesso em: 19 set. 2015.Foto 2: Manifestação ocorrida em dia 15 de março de 2015.
Disponível em: <http://www.viomundo.com.br/denuncias/elvinobohn-gass-aquele-cartaz-seria-apenas-uma-estupidez-naofosse-uma-vergonha-contra-o-brasil-e-sua-cultura.html> Acesso em: 19 set. 2015.Sobre as imagens, assinale a alternativa correta.
- Ciências Humanas
Geografia
- Industrialização
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 3CC7FC4D-D9
Leia as afirmações abaixo, que se referem às características da industrialização brasileira.I- A modernização da economia, as novas relações de trabalho, o acúmulo de capital e as novas infraestruturas proporcionadas pela cultura da cana-de-açúcar, na região Nordeste do Brasil, foram os principais fatores que impulsionaram o desenvolvimento da indústria no país.II- A industrialização do Brasil conseguiu desenvolver todas as regiões do país, contribuindo para a redução das desigualdades econômicas e sociais entre elas.III- O desenvolvimento da indústria no Brasil contribuiu para o intenso processo de urbanização, principalmente nas regiões Sudeste e Sul.IV- A formação de metrópoles no Brasil está relacionada à concentração industrial em determinadas regiões, e também ao êxodo rural, resultante da modernização do campo.Quais estão corretas? - Ciências Humanas
Geografia
- Migrações
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 3CCC533C-D9
Observe o gráfico.
Disponível em: http://imigrantes.webflow.io/. Acesso em: 25 ago 2015.
Assinale a alternativa INCORRETA.
- Ciências Humanas
Geografia
- Geografia Física
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 3CD015EE-D9
Considera-se recurso hídrico - Ciências Humanas
Geografia
- Meio Ambiente na Geografia
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 3CD33929-D9
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações sobre a contaminação atmosférica nos centros urbanos.( ) A circulação atmosférica pode fazer com que a poluição seja levada até áreas distantes, causando prejuízos até mesmo nas áreas rurais.( ) A poluição atmosférica é responsável pelo agravamento de doenças respiratórias, tais como bronquite, asma e pneumonia.( ) O fenômeno da inversão térmica, comum em cidades de clima temperado, no verão, dificulta a dispersão do ar, o que mantém os níveis de poluição altos mesmo durante a noite.( ) Dentre as atividades responsáveis pelo aumento da poluição do ar nas cidades, ressaltam-se as queimadas e as chuvas torrenciais.( ) Fatores como o relevo, o clima, a arquitetura e a configuração das cidades influenciam na maior ou menor concentração de poluentes no ar.A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é - Ciências Humanas
Geografia
- Noções Gerais de Urbanização
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 3CD666CD-D9
De acordo com o Instituto Brasileiro de Economia e Estatística (IBGE), os aglomerados subnormais são definidos como - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 3CD9B495-D9
INSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.

CARRASCO, Walcyr. In: Revista Época, 25 ago. 2015. (adaptado)
Considere as afirmações abaixo.I - As ocasiões descritas no restaurante Gero e em Madri são alvo de estranhamento por parte do autor.II - O autor manifesta sua indiferença em relação a situações que vivencia e/ou presencia em virtude do uso excessivo e por vezes descabido do WhatsApp.III - Para o autor, a tecnologia mostra-se essencialmente prejudicial às relações humanas.Quais estão corretas? - Linguagens
Português
- Advérbios
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 3CDDD43F-D9
INSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.

CARRASCO, Walcyr. In: Revista Época, 25 ago. 2015. (adaptado)
Considere as afirmações abaixo referentes às substituições de nexos no texto.I - A substituição de “mas” (l. 06) pelo advérbio “destarte” preservaria o sentido e a correção estabelecidos na frase.II - A substituição de “Mas” (l. 15) pela expressão “De modo que” preservaria o sentido e a correção estabelecidos na frase.III - A substituição de “Porque” (l. 15) pela conjunção “Pois” preservaria o sentido e a correção estabelecidos na frase.Quais estão corretas? - Linguagens
Português
- Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 3CE1F216-D9
INSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.

CARRASCO, Walcyr. In: Revista Época, 25 ago. 2015. (adaptado)
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo, a respeito dos tempos verbais utilizados no texto.( ) Os verbos “Estou” (l. 01) e “trocam” (l. 02) estão conjugados no mesmo tempo e modo.( ) Os verbos “andando” (l. 02), “jantando” (l. 09) e “rindo” (l. 13) enquadram-se na forma nominal conhecida como particípio.( ) Os verbos “Ouve-se” (l. 09) e “Tornou-se” (l. 10) estão conjugados no modo subjuntivo.( ) Todos os verbos do primeiro parágrafo estão conjugados no pretérito perfeito do indicativo, porque fazem referência a rotinas e hábitos do passado.A alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo, é - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 3D0E2F77-D9
INSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.

Disponível em: https://www.gov.uk/government/news/impact-of-smartphones-on-behaviour-in-lessons-to-be-reviewed. Acesso em: 13 set. 2015
A alternativa que NÃO apresenta uma paráfrase do mesmo problema mencionado em “the use of mobile phones and other devices in schools” (l. 02) é - Linguagens
Espanhol
- Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 4BA2BC46-D9
INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Disponível em:< http://www.elpais.com.uy/opinion/definiciones-enfoque-hernan-bonilla.html Acesso em: 28 ago. 2016.Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que - Linguagens
Português
- Crase
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 92079A30-EA
ACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.As palavras que completam, de maneira correta, as lacunas no texto, de cima para baixo, são, respectivamente,
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 920C2842-EA
ACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Sobre o narrador, são lançadas as seguintes afirmações:
I. Realizou, antes da adolescência, atividades com vínculo empregatício no Departamento Municipal de Limpeza Urbana de Porto Alegre.
II. Estudou em uma escola em que os professores faziam greve e imaginava que, também, os achados valiosos tivessem uma atitude de rebeldia.
III. Fazia expedições a cada duas semanas para comprar bolas de futebol.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 92102458-EA
ACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Leia o fragmento: “As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.”.Que trecho NÃO apresenta relação com a segunda fonte de renda? - Linguagens
Português
- Morfologia
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 9213FB97-EA
ACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.Que palavra do primeiro parágrafo NÃO é classificada como verbo?
- Linguagens
Português
- Ortografia
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 9216D351-EA
ACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.Que par exemplifica um caso de palavras homógrafas?
- Linguagens
Português
- Figuras de Linguagem
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 921AA082-EA
ACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.Há o emprego de uma figura de linguagem denominada metonímia em
- Linguagens
Português
- Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 921E02F9-EA
ACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.Se omitido o acento gráfico, que palavra, quanto à classe gramatical, torna-se um substantivo?
- Linguagens
Português
- Pontuação
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 92217548-EA
ACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Quanto à pontuação do texto, são feitas as seguintes afirmações:I. O emprego da vírgula em “Recebia casa, comida e roupa lavada e... “ apresenta a mesma justificativa do que o usado em “Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo”.II. Os travessões empregados em ”Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca” poderiam ser substituídos por parênteses sem acarretar prejuízo semântico.III. O uso dos dois-pontos em ” As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe...” se justifica pelo mesmo motivo empregado em “acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições”.Está(ão) INCORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s) - Linguagens
Português
- Concordância verbal, Concordância nominal
- Prova de 2016
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 9224C8F7-EA
ACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.Há concordância nominal INADEQUADA em: