Pular para o conteúdo

Prova

Prova de 2016: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul — questões com gabarito

136 questões da prova de 2016 de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul, em Matemática, Português, Geografia, Atualidades e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 136 questões

Resultados: 136 questões

Página 6 de 7

  • Matemática

    Matemática

    A razão dos lados adjacentes de uma folha retangular é 2/5 . “Colando” os dois lados maiores da folha, obtemos o cilindro C1 e “colando” os dois lados menores da folha, obtemos o cilindro C2 . A razão entre os volumes de C1 e C2 é
    Escolha uma alternativa para a questão f049a6ce-d9
  • Linguagens

    Português

                                      Contra a mera “tolerância” das diferenças 

                                                                                                                 Renan Quintanilha 

          “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

           “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

         “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

        Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

         Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

         Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

        Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.

        Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.

       Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2 .

         Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.

         O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

    Disponível em: <http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/> Acesso em: 03mai 2016.

    1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.
    2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.

    Sobre o texto, são feitas as seguintes afirmações:

    I. Tolerar aquele que é diferente significa aquiescer a sua existência.

    II. Não há tolerância em relação à existência autônoma do que é diferente dos padrões sociais.

    III. Tolerar não basta; é preciso admitir a existência do outro como membro da comunidade política.

    IV. Não existe consonância entre o argumento liberal sobre a tolerância e o sentido recorrente nos discursos da política.

    Está (ão) correta (s) apenas a (s) afirmativa (s) 
    Escolha uma alternativa para a questão 0af1090c-aa
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto, para responder à questão.

    Contra a mera “tolerância” das diferenças

    Renan Quintanilha

        “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

        “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

        “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

        Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

        Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

        Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

        Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.

        Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.

        Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2. 

        Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.

        O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

    Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/>  Acesso em: 03 mai 2016. 

    1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.

    2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.
    Em “... ‘suportar com indulgência’, ou seja, deixar passar com resignação ...”, as palavras destacadas poderiam ser substituídas, sem prejuízo de sentido, por respectivamente
    Escolha uma alternativa para a questão 22e6e783-84
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Os grandes conglomerados mundiais, também chamados de corporações transnacionais, podem ser definidos como empresas que possuem pelo menos 10% da participação nos negócios em filiais localizadas em território estrangeiro. Essas corporações empregam em torno de 54 milhões de pessoas pelo mundo, não sendo à toa que países inteiros e mesmo suas subdivisões políticas (províncias e estados) disputem entre si os investimentos diretos feitos por esses conglomerados. Entre essas corporações, evidenciamos as montadoras que fazem uma série de exigências para se instalarem nos países emergentes, entre eles o Brasil.


    Uma condição exigida por uma montadora de automóveis aos estados brasileiros que se candidatam a receber uma unidade industrial para a produção de veículos é que
    Escolha uma alternativa para a questão 928808ce-ea
  • Desde o início da guerra civil na Síria, em março de 2011, o conflito cresceu a ponto de se transformar em uma complexa situação em que todos parecem lutar entre si. Forças leais ao presidente Bashar Al-Assad, rebeldes, extremistas muçulmanos e potências estrangeiras são peças de um intrincado jogo. Nesse jogo, quem realmente sofre é a sociedade civil que vê suas casas, escolas e hospitais serem destruídos e seus familiares e amigos serem mortos.


    Para amenizar o sofrimento dos civis e de militantes de oposição que estão sitiados na cidade de Alepo, está sendo sugerida uma ação pela ONU que constaria da
    Escolha uma alternativa para a questão 927e53a6-ea
  • Um dos conflitos que mais geram tensões e preocupações em todo o mundo é o que envolve judeus e muçulmanos no território de enclave entre Israel e Palestina. Ambos os lados reivindicam o seu próprio espaço de soberania, embora atualmente esse direito seja exercido plenamente apenas pelos israelenses. Com isso, guerras são travadas, grupos considerados terroristas erguem-se, vidas são perdidas e uma paz duradoura encontra-se cada vez mais distante.

    Disponível em:< http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/o-conflito-entre-israel-palestina.htm> Acesso em: 24 jul. 2016.


    O que foi a Intifada na região do conflito?
    Escolha uma alternativa para a questão 92678330-ea
  • Ciências Humanas

    História

    .A Guerra do Vietnã foi um conflito armado que ocorreu na Ásia no contexto da Guerra Fria. As batalhas ocorreram nos territórios do Vietnã do Norte, Vietnã do Sul, Laos e Camboja. Esta guerra pode ser enquadrada no contexto histórico da Guerra Fria.

    Disponível em: <http://www.suapesquisa.com/historia/guerra_do_vietna.htm/> Acesso em: 24 de jul. 2016. (Adaptado)


    Qual foi o estopim para o começo da Guerra do Vietnã?
    Escolha uma alternativa para a questão 9264196c-ea
  • Linguagens

    Português

    ACHADO NÃO É ROUBADO

    Fabrício Carpinejar


            Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
            As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
             A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
             Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
             Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
             Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
             Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


    Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
    Há concordância nominal INADEQUADA em:
    Escolha uma alternativa para a questão 9224c8f7-ea
  • Linguagens

    Português

    ACHADO NÃO É ROUBADO

    Fabrício Carpinejar


            Não ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.
            As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.
             A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.
             Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua.         Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.
             Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.
             Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.
             Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.


    Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
    Quanto à pontuação do texto, são feitas as seguintes afirmações:


    I. O emprego da vírgula em “Recebia casa, comida e roupa lavada e... “ apresenta a mesma justificativa do que o usado em “Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo”.
    II. Os travessões empregados em ”Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca” poderiam ser substituídos por parênteses sem acarretar prejuízo semântico.
    III. O uso dos dois-pontos em ” As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe...” se justifica pelo mesmo motivo empregado em “acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições”.


    Está(ão) INCORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s)
    Escolha uma alternativa para a questão 92217548-ea
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: Responda à questão com base no texto abaixo.


    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponível em: https://www.gov.uk/government/news/impact-of-smartphones-on-behaviour-in-lessons-to-be-reviewed. Acesso em: 13 set. 2015


    A alternativa que NÃO apresenta uma paráfrase do mesmo problema mencionado em “the use of mobile phones and other devices in schools” (l. 02) é
    Escolha uma alternativa para a questão 3d0e2f77-d9
  • Observe as imagens a seguir.

    Foto 1: Marcha com Deus pela Liberdade, realizada em 19 de março de 1964. 


    Disponível em: <http://marcillio.com/rio/hirepego.html> Acesso em: 19 set. 2015.


    Foto 2: Manifestação ocorrida em dia 15 de março de 2015.


    Disponível em: <http://www.viomundo.com.br/denuncias/elvinobohn-gass-aquele-cartaz-seria-apenas-uma-estupidez-naofosse-uma-vergonha-contra-o-brasil-e-sua-cultura.html> Acesso em: 19 set. 2015.


    Sobre as imagens, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 3cc332ff-d9
  • Ciências Humanas

    História

    Entre os séculos XVII e XVIII, determinados Estados Nação europeus realizaram suas revoluções burguesas. Neste período, a burguesia mostrou-se transformadora, destruindo a ordem feudal, consolidando o capitalismo e utilizandose dos poderes do Estado para atingir seus objetivos.

    Fazem parte deste contexto:

    I - a Revolução Gloriosa
    II - a Independência das Treze Colônias
    III - a Revolução Francesa
    IV- a Revolução Russa


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 3cbd0f78-d9
  • Ciências Humanas

    História

    O período posterior à Segunda Guerra Mundial ficou conhecido como Guerra Fria, em que as duas maiores potências mundiais EUA e URSS travaram uma disputa por áreas de influência, a fim de propagar suas respectivas ideologias, o capitalismo e o comunismo.

    São eventos originados neste contexto.
    Escolha uma alternativa para a questão 3cb38c89-d9
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Coloque (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as falsas, segundo os dados da entrevista que aparecem no texto

    ( ) 40% dos entrevistados afirmam que existe discriminação causada pela diferença de cor de pele.

    ( ) Mais da metade dos mexicanos não avaliam a diversidade étnica do seu povo como algo ruim.

    ( ) A quase totalidade da população não concorda com o preconceito sobre a cor da pele.

    ( ) O texto é incoerente ao apresentar as declarações referentes aos índices de 90% e 80%


    A sequência que completa, corretamente, os parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 15a45cf9-d9
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Considere as seguintes afirmativas a respeito do texto lido

    I - O autor é mexicano, ainda que não seja possível dizer se é homem ou mulher.

    II - Trata-se de uma resenha de uma obra de autoria de, pelo menos, duas mulheres.

    III - Sempre existiu discriminação relativa à cor da pele no México, embora não se assuma.

    IV- Uma sociedade mais justa requer o entendimento das diferenças como algo positivo.

    V - Há marcas de gêneros linguísticos que mostram uma preocupação com o gênero social.


    Estão corretas apenas
    Escolha uma alternativa para a questão 15a15721-d9
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Para que o texto seja coeso e coerente, os espaços em branco das linhas 05, 12 e 14 devem ser preenchidos, respectivamente, pelas palavras
    Escolha uma alternativa para a questão 1598daa0-d9
  • A guerra civil na Síria já deixou mais de dois milhões de refugiados e dura mais de dois anos. Milhares de sírios já perderam a vida e outros tantos perderam suas casas e partiram em busca de melhores condições de vida, fugindo da guerra. O principal grupo que tem se mostrado presente neste conflito é o Estado Islâmico, responsável por inúmeras atrocidades contra a comunidade civil. Este grupo não conta com o apoio de nenhum estado, mas na Síria é considerado a força combatente mais eficaz contra o regime do presidente Bashar al-Assad.


    Imagem da questão de Atualidades, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Guerras, Conflitos e Terrorismo na Atualidade
    Disponível em: <http://geografia-ensinareaprender.blogspot.com.br/ 2014/09/o-estado-islamico.html>. Acesso em: 08 set. 2015.


    Analise as afirmações sobre o grupo Estado Islâmico (EI).


    I - O conflito na Síria entre o grupo terrorista e o governo .do presidente Bashar al-Assad se dá entre as duas vertentes do Islamismo, os Xiitas do EI e os Sunitas do presidente da Síria.

    II - O grupo terrorista, que atua na Síria e no Iraque, tem recrutado milhares de estrangeiros para lutarem em sua causa.

    III - Atualmente, o grupo terrorista controla parte do Iraque e da Síria. Seu líder é Abu Bakr alBaghdadi e seus seguidores parecem não ter limites para alcançar seus objetivos. Estratégias de terror como decapitações, sequestros, saques e massacres de minorias étnicas, além de outras determinadas formas de horror, estão incrustadas no âmago operacional do EI.


    Está (estão) correta (corretas) apenas
    Escolha uma alternativa para a questão 2f247107-d9
  • Ciências da Natureza

    Física

    O sistema de funcionamento de uma bicicleta é composto por uma corrente que liga uma coroa dentada dianteira a uma catraca localizada no eixo da roda traseira, como mostra a figura. Os pedais são responsáveis por mover a engrenagem dianteira (coroa) das bicicletas, transmitindo o movimento através de uma corrente à engrenagem traseira (catracas) que é acoplada à roda traseira.

    Imagem da questão de Física, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Cinemática

    Em relação ao movimento desses elementos, é INCORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 2ef28200-d9
  • Ciências da Natureza

    Física

    Leia a informação abaixo.

    Brasil teve 98 mortes por raios em 2014, informa Inpe

    O Brasil teve 98 mortes por raios em 2014 - uma a menos do que em 2013 - segundo o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O levantamento, divulgado nesta sexta-feira (30), foi feito com base em informações fornecidas pela imprensa, Defesa Civil e Ministério da Saúde.

    Disponível em: <http://g1.globo.com/natureza/noticia/2015/01/ brasil-teve-98-mortes-por-raios-em-2014-informa-inpe.html>. Acesso em: 13 set. 2015.

    Raio é um fenômeno natural caracterizado por uma descarga atmosférica. Os raios ocorrem porque as nuvens se carregam eletricamente. Em condições normais, o ar é um bom isolante de eletricidade, no entanto, quando temos uma nuvem carregada, com cargas negativas, estas se acumulam e tendem a ir em direção ao solo, atraídas pelas cargas positivas. A respeito dos raios, analise as afirmações.

    I - As características de uma descarga atmosférica são o relâmpago e o trovão. O trovão é caracterizado por um barulho intenso, produzido devido ao deslocamento do ar oriundo da passagem da corrente elétrica pela atmosfera, que é percebido, antes do “raio de luz” chamado de relâmpago.

    II - Em uma descarga atmosférica, quando as cargas fluem entre nuvens ou entre nuvens e o solo, a corrente de energia gerada é invisível, pois o campo elétrico de uma nuvem supera a capacidade isolante do ar.

    III - O fato de os aparelhos de rádio, reprodutores de DVD, CD player etc, serem montados em caixas metálicas, garante que esses equipamentos estejam protegidos das descargas elétricas externas, pois essa “capa” metálica, denominada blindagem eletrostática, cria um campo elétrico nulo no interior de um condutor.

    Qual (quais) está (estão) correta (corretas)?
    Escolha uma alternativa para a questão 2eee6df1-d9
  • Ciências da Natureza

    Química

    Segundo a mesma fonte citada acima, geralmente, uma amostra de 100 gramas de cacau possui 1,5 gramas de teobromina. A dose letal mediana (LD50), é a dose necessária de uma dada substância matar 50% de uma população em teste. No caso da teobromina é cerca de 1000 mg/kg em humanos, 200 mg/kg em gatos e 300 mg/kg em cães. Com base nestas informações, pode-se afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 2ee6c68c-d9