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Prova

Prova de 2016: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul — questões com gabarito

136 questões da prova de 2016 de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul, em Química, Matemática, Inglês, Português e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 136 questões

Resultados: 136 questões

Página 7 de 7

  • Ciências da Natureza

    Química

    A figura abaixo representa a TEOBROMINA, presente nos grãos de cacau e responsável pela ação estimulante e energética do chocolate.

    Imagem da questão de Química, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Fórmulas, Balanceamento e Leis ponderais das reações químicas

    Fonte: DOSSIÊ CHOCOLATE: GRANDE VILÃO, UM INCOMPREENDIDO OU APENAS UM BOM ALIADO DA SAÚDE? Disponível em: http://www.jornalciencia.com/saude/beleza/2442-dossie-chocolate-grande-vilao-um-inc


    Assinale a alternativa correta sobre a fórmula molecular da TEOBROMINA.
    Escolha uma alternativa para a questão 2ee399fa-d9
  • Matemática

    Matemática

    Uma roda-gigante, de 20 metros de diâmetro, gira no sentido anti-horário. Sendo θ o ângulo mostrado na figura abaixo e considerando o referencial indicado na figura, as coordenadas do ponto A são dadas por

    Imagem da questão de Matemática, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Seno, Cosseno e Tangente
    Escolha uma alternativa para a questão 2ec7f180-d9
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Passado simples | Simple past

    (Excerpt from Zen and the Art of Motorcycle Maintenance, By Robert M. Pirsig. New York: Harpertorch, 1974)

    Considere as afirmações abaixo.


    I - “began” (l. 01) e “didn't spend” (l. 06) estão no passado simples.

    II - “seems” (l. 02) e “prefers” (l. 04) estão no presente simples.

    III - “would never have become” (l. 06) é uma estrutura usada para algo que não teria acontecido com uma condição, expressa por uma outra oração com o verbo no passado simples.

    IV - “we´ve been thinking” (l. 08) e “has been” (l. 10) estão no presente perfeito contínuo.


    Assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão f0d3de91-d9
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Excerpt from Zen and the Art of Motorcycle Maintenance, By Robert M. Pirsig. New York: Harpertorch, 1974)

    Considere as afirmações abaixo.


    I - A frase “John demurs.” (l. 04), significa, “John discorda.”, visto que ele tem atitude contrária a do narrador sobre a manutenção de motocicletas.

    II - A forma nominal “building” na frase “The building stops” (l. 11) refere-se à conversa que se desenrola na frase “the conversation just naturally builds pleasantly” (l. 10) e que é interrompida.

    III - As palavras “surface” (l. 17) e “underneath” (l. 17) têm sentidos opostos, sendo seus significados, respectivamente, “superfície” e “sob a superfície”.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f0cfdb06-d9
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Excerpt from Zen and the Art of Motorcycle Maintenance, By Robert M. Pirsig. New York: Harpertorch, 1974)

    Assinale a frase que melhor resume o trecho em inglês, de acordo com o relato do narrador.
    Escolha uma alternativa para a questão f0cc3956-d9
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Interpretação de Textos
    URBIM, Carlos (coord.). Rio Grande do Sul: um século de história. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1999.
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f0c00485-d9
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.



    BOTELHO, José Francisco. A odisseia da filosofia: uma breve história do pensamento ocidental. São Paulo: Abril, 2015
    Se o vocábulo “Deus” (l. 01) fosse colocado no feminino, quantas outras palavras (além dele) sofreriam modificação, levando-se em consideração apenas aquele período?
    Escolha uma alternativa para a questão f0b6a948-d9
  • “Em 05 de novembro de 2015, ocorreu o pior acidente da mineração brasileira no município de Mariana, em Minas Gerais. A tragédia ocorreu após o rompimento de uma barragem (Fundão) da mineradora Samarco, que é controlada pela Vale e pela BHP Billiton”.
    Disponível em: <http://mundoeducacao.bol.uol.com.br>. Acesso em 31 ago. 2016.


    Assinale a alternativa INCORRETA quanto aos impactos desse desastre ambient
    Escolha uma alternativa para a questão f0a139ed-d9
  • Leia as afirmações abaixo sobre o MERCOSUL.


    I - O MERCOSUL ou Mercado Comum do Sul é um bloco econômico regional formado pela Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

    II - O objetivo principal do MERCOSUL é a integração dos países membros por meio da livre circulação de pessoas, bens e serviços, além do estabelecimento de uma política econômica comum.

    III - Todos os países da América do Sul fazem parte do MERCOSUL, seja como países membros, seja como países associados.


    Assinale a alternativa correta
    Escolha uma alternativa para a questão f099fa34-d9
  • Nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos realizados em 2016 na cidade do Rio de Janeiro, pela primeira vez houve a participação de equipes de “refugiados”. Sobre a situação dos refugiados no mundo hoje, é INCORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão f0961b74-d9
  • INSTRUÇÃO: Para responder à questão, assinale a alternativa que completa corretamente as ideias apresentadas. 
    As sociedades ocidentais contemporâneas herdeiras da cultura democrática
    Escolha uma alternativa para a questão f0894fb3-d9
  • Ciências da Natureza

    Física

    Nos Jogos Olímpicos de 2016, o velocista jamaicano Usain Bolt, recordista dos 100 e 200 metros rasos, confirmou o título de homem mais rápido do mundo ao conquistar medalha de ouro nos 100 metros rasos, 200 metros rasos e revezamento 4 X 100 metros. Na final dos 100 metros masculino, o tempo do velocista foi de 9,81s. Considerando o tempo do velocista nestes jogos, suponha que, partindo do repouso, o velocista acelera atingindo a velocidade de 8,0 m/s no primeiro segundo de corrida. Nos 30 metros seguintes, o velocista atinge a máxima velocidade que é de 12 m/s, velocidade essa que mantém praticamente constante nos 50 metros seguintes, quando começa a desacelerar.


    A velocidade com a qual o velocista cruza a linha de chegada é
    Escolha uma alternativa para a questão f065a467-d9
  • Matemática

    Matemática

    Considere as afirmações abaixo.

    I - A área de um quadrado inscrito em uma circunferência de raio π é igual à área de uma circunferência inscrita em um quadrado de lado 1.

    II - A razão entre as áreas de um triângulo equilátero de lado m e um hexágono regular de lado m é igual a 1/6 .

    III - Aumentando o lado de um quadrado em uma unidade, obtém-se um novo quadrado com área igual ao dobro do primeiro. Então, o lado do quadrado inicial mede 1 + √2 .


    Considerando as afirmações, quais são corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão f03bfc1c-d9
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto, para responder à questão.

    Contra a mera “tolerância” das diferenças

    Renan Quintanilha

        “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

        “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

        “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

        Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

        Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

        Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

        Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.

        Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.

        Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2. 

        Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.

        O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

    Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/>  Acesso em: 03 mai 2016. 

    1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.

    2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.
    Sobre os elementos coesivos destacados, é correto afirmar que, no
    Escolha uma alternativa para a questão 22f9e647-84
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto, para responder à questão.

    Contra a mera “tolerância” das diferenças

    Renan Quintanilha

        “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

        “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

        “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

        Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

        Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

        Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

        Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.

        Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.

        Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2. 

        Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.

        O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

    Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/>  Acesso em: 03 mai 2016. 

    1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.

    2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.

    No 8° parágrafo do texto, não há uniformidade de tratamento, pois primeiramente está empregado o pronome de 2ª pessoa do singular e, ao final, o verbo está conjugado na 3ª pessoa do singular.

    Em qual das frases abaixo, ocorre esse mesmo problema?

    Escolha uma alternativa para a questão 22f10bc0-84
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2016, Sinônimos | Synonyms

    (Excerpt from Zen and the Art of Motorcycle Maintenance, By Robert M. Pirsig. New York: Harpertorch, 1974)

    O substantivo “matter”, com o sentido que apresenta no trecho “on a matter of small importance” (l. 01-02), tem como sinônimo o substantivo.
    Escolha uma alternativa para a questão f0d7f799-d9