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Prova

Prova de 2019: Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário — questões com gabarito

209 questões da prova de 2019 de Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário, em Química, Biologia, Português, Física e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 209 questões
  • 13 matérias

Resultados: 48 questões

Página 1 de 3

  • Linguagens

    Literatura

    Leia um trecho de um poema de Olavo Bilac.

    Profissão de fé

    “Torce, aprimora, alteia, lima
    A frase; e enfim,
    No verso de ouro engasta a rima,
    Como um rubim.
    Quero que a estrofe cristalina
    Dobrada ao jeito
    Do ourives, saia da oficina
    Sem um defeito”. 

    Olavo Bilac

    Os versos de Olavo Bilac, transcritos acima, representam o ideal literário do: 
    Escolha uma alternativa para a questão a695dc92-f4
  • Linguagens

    Português


    Se você parar para pensar...


    1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”

    2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.

    3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.

    4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)

    5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.

    (CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)

    Observe o trecho: “Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime”. Uma análise da conclusão do Texto 1 (parágrafo 5) nos revela que constam, em suas linhas, respectivamente, uma declaração.

    1) adversativa e outra com ideia de causa.
    2) causal e outra com ideia de tempo.
    3) explicativa e outra concessiva.
    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão a674f02e-f4
  • Linguagens

    Literatura

    É uma tendência substancialmente poética, situada na segunda metade do século XIX. Embora seja simultaneamente contemporânea do Realismo e do Naturalismo, não compartilha dos ideais desses movimentos literários, pois não pretende fazer da arte um mecanismo de interpretação objetiva. Pretende, isso sim, um esteticismo ancorado no princípio da “arte pela arte”, suprimindo da obra de arte qualquer dimensão utilitarista.

    O culto à forma, a sofisticação de seus meios de expressão e a rejeição de assuntos corriqueiros e triviais são as marcas mais evidentes de seu projeto de ‘arte poética’.
    O texto acima define características de um período literário conhecido como:
    Escolha uma alternativa para a questão eac7f1f1-d5
  • Linguagens

    Português

    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    No início do parágrafo 3 do Texto 1, o autor formula duas perguntas. Trata-se de uma estratégia do autor para:
    Escolha uma alternativa para a questão ea9db81f-d5
  • Linguagens

    Português

    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    A compreensão de um texto depende, entre outros fatores, de sua composição, ou seja, de seu tipo e gênero. O Texto 1 tem os distintivos óbvios de:
    Escolha uma alternativa para a questão ea8f08f5-d5
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question based on it.

    How we learn things shapes our memory

    Humans are constantly learning new things. This ability helps us to grow and adapt to new situations daily. But a new study suggests that different learning mechanisms actually shape how the brain stores memories.

    As humans, we have not only survived, but thrived throughout time thanks to our ability to learn and adapt to new situations.

    Learning itself is a complex process, and there are different types of learning mechanisms through which the brain stores new information and updates old information.

    In general terms, there are two ways of learning that humans use to acquire new information in the long term.

    One is by association, or through experience. This is when we learn new things incidentally, just because we happened to come across them, or because we are in a new environment that we are learning to navigate little by little.

    The other one is learning by reinforcement. This is when we purposefully set out to learn new information — when we take a language course, for example.

    A new study conducted by researchers from the Department of Experimental Psychology, the Wellcome Centre for Integrative Neuroimaging, and the Nuffield Department of Clinical Neurosciences — all in Oxford, United Kingdom — indicates that different learning mechanisms have links to memories stored in different parts of the brain.

    The researchers add that not only do we store information differently depending on how we acquire it, but that it may be more or less easy for us to lose or change this information for the same reason.

    The researchers also explain that the findings indicate that the brain can store information learned through reinforcement for a long time, while other types of information remain more available for updates.

    "We also learned that some of this knowledge is very persistent, and the brain does not forget about it even when it becomes irrelevant, while knowledge acquired through an alternative learning mechanism is more flexible and can more easily be changed to new knowledge," notes KleinFlügge.

    When it comes to unlearning or forgetting information, the researchers also note that information acquired incidentally through associations is easier to discard than information acquired through goal-oriented learning.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/326826.php> Acessado em 29 de outubro de 2019.
    When it comes to storing, retrieving and forgetting information
    Escolha uma alternativa para a questão a6adad1c-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question based on it.

    How we learn things shapes our memory

    Humans are constantly learning new things. This ability helps us to grow and adapt to new situations daily. But a new study suggests that different learning mechanisms actually shape how the brain stores memories.

    As humans, we have not only survived, but thrived throughout time thanks to our ability to learn and adapt to new situations.

    Learning itself is a complex process, and there are different types of learning mechanisms through which the brain stores new information and updates old information.

    In general terms, there are two ways of learning that humans use to acquire new information in the long term.

    One is by association, or through experience. This is when we learn new things incidentally, just because we happened to come across them, or because we are in a new environment that we are learning to navigate little by little.

    The other one is learning by reinforcement. This is when we purposefully set out to learn new information — when we take a language course, for example.

    A new study conducted by researchers from the Department of Experimental Psychology, the Wellcome Centre for Integrative Neuroimaging, and the Nuffield Department of Clinical Neurosciences — all in Oxford, United Kingdom — indicates that different learning mechanisms have links to memories stored in different parts of the brain.

    The researchers add that not only do we store information differently depending on how we acquire it, but that it may be more or less easy for us to lose or change this information for the same reason.

    The researchers also explain that the findings indicate that the brain can store information learned through reinforcement for a long time, while other types of information remain more available for updates.

    "We also learned that some of this knowledge is very persistent, and the brain does not forget about it even when it becomes irrelevant, while knowledge acquired through an alternative learning mechanism is more flexible and can more easily be changed to new knowledge," notes KleinFlügge.

    When it comes to unlearning or forgetting information, the researchers also note that information acquired incidentally through associations is easier to discard than information acquired through goal-oriented learning.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/326826.php> Acessado em 29 de outubro de 2019.
    Generally speaking
    Escolha uma alternativa para a questão a6a9ce1f-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question based on it.

    How we learn things shapes our memory

    Humans are constantly learning new things. This ability helps us to grow and adapt to new situations daily. But a new study suggests that different learning mechanisms actually shape how the brain stores memories.

    As humans, we have not only survived, but thrived throughout time thanks to our ability to learn and adapt to new situations.

    Learning itself is a complex process, and there are different types of learning mechanisms through which the brain stores new information and updates old information.

    In general terms, there are two ways of learning that humans use to acquire new information in the long term.

    One is by association, or through experience. This is when we learn new things incidentally, just because we happened to come across them, or because we are in a new environment that we are learning to navigate little by little.

    The other one is learning by reinforcement. This is when we purposefully set out to learn new information — when we take a language course, for example.

    A new study conducted by researchers from the Department of Experimental Psychology, the Wellcome Centre for Integrative Neuroimaging, and the Nuffield Department of Clinical Neurosciences — all in Oxford, United Kingdom — indicates that different learning mechanisms have links to memories stored in different parts of the brain.

    The researchers add that not only do we store information differently depending on how we acquire it, but that it may be more or less easy for us to lose or change this information for the same reason.

    The researchers also explain that the findings indicate that the brain can store information learned through reinforcement for a long time, while other types of information remain more available for updates.

    "We also learned that some of this knowledge is very persistent, and the brain does not forget about it even when it becomes irrelevant, while knowledge acquired through an alternative learning mechanism is more flexible and can more easily be changed to new knowledge," notes KleinFlügge.

    When it comes to unlearning or forgetting information, the researchers also note that information acquired incidentally through associations is easier to discard than information acquired through goal-oriented learning.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/326826.php> Acessado em 29 de outubro de 2019.
    According to the text
    Escolha uma alternativa para a questão a6a6b5f4-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following  question based on it.

    Can lifestyle changes reverse coronary heart disease? The Lifestyle Heart Trial.

    Abstract

    In a prospective, randomised, controlled trial to determine whether comprehensive lifestyle changes affect coronary atherosclerosis after 1 year, 28 patients were assigned to an experimental group (low-fat vegetarian diet, stopping smoking, stress management training, and moderate exercise) and 20 to a usual-care control group. 195 coronary artery lesions were analysed by quantitative coronary angiography. The average percentage diameter stenosis regressed from 40.0 (SD 16.9)% to 37.8 (16.5)% in the experimental group yet progressed from 42.7 (15.5)% to 46.1 (18.5)% in the control group. When only lesions greater than 50% stenosed were analysed, the average percentage diameter stenosis regressed from 61.1 (8.8)% to 55.8 (11.0)% in the experimental group and progressed from 61.7 (9.5)% to 64.4 (16.3)% in the control group. Overall, 82% of experimental-group patients had an average change towards regression. Comprehensive lifestyle changes may be able to bring about regression of even severe coronary atherosclerosis after only 1 year, without use of lipidlowering drugs

    Adaptado de:
    <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1973470> Acessado
    em 27 de outubro de 2017.
    In “Comprehensive lifestyle changes may be able to bring about regression…” may expresses:

    Escolha uma alternativa para a questão a6a3b685-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following  question based on it.

    Can lifestyle changes reverse coronary heart disease? The Lifestyle Heart Trial.

    Abstract

    In a prospective, randomised, controlled trial to determine whether comprehensive lifestyle changes affect coronary atherosclerosis after 1 year, 28 patients were assigned to an experimental group (low-fat vegetarian diet, stopping smoking, stress management training, and moderate exercise) and 20 to a usual-care control group. 195 coronary artery lesions were analysed by quantitative coronary angiography. The average percentage diameter stenosis regressed from 40.0 (SD 16.9)% to 37.8 (16.5)% in the experimental group yet progressed from 42.7 (15.5)% to 46.1 (18.5)% in the control group. When only lesions greater than 50% stenosed were analysed, the average percentage diameter stenosis regressed from 61.1 (8.8)% to 55.8 (11.0)% in the experimental group and progressed from 61.7 (9.5)% to 64.4 (16.3)% in the control group. Overall, 82% of experimental-group patients had an average change towards regression. Comprehensive lifestyle changes may be able to bring about regression of even severe coronary atherosclerosis after only 1 year, without use of lipidlowering drugs

    Adaptado de:
    <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1973470> Acessado
    em 27 de outubro de 2017.
    The research conducted showed that
    Escolha uma alternativa para a questão a6a08363-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following  question based on it

    Imagem da questão de Inglês, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponível em: < https://www.wikihow.com/Write-a-Prescription> Acessado em 11 de outubro de 2017

    Jane Michelle Smith has been instructed to
    Escolha uma alternativa para a questão a69d7ed5-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following  question based on it

    Imagem da questão de Inglês, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponível em: < https://www.wikihow.com/Write-a-Prescription> Acessado em 11 de outubro de 2017

    Jane has been told to
    Escolha uma alternativa para a questão a699e644-f4
  • Linguagens

    Literatura

    Segundo Afrânio Coutinho, o fragmento “Notas de Teoria literária”:

    “A ficção distingue-se de história e da biografia, por estas serem narrativas de fatos reais. A ficção é produto da imaginação criadora, embora, como toda arte, suas raízes mergulhem na experiência humana. Mas o que a distingue das outras formas de narrativa é que ela é uma transfiguração ou transmutação da realidade, feita pelo espírito do artista, este imprevisível e inesgotável laboratório. A ficção não pretende fornecer um simples retrato da realidade, mas antes criar uma imagem da realidade, uma reinterpretação, uma revisão. É o espetáculo da vida através do olhar interpretativo do artista, a interpretação artística da realidade”.

    (Afrânio Coutinho. Notas de Teoria Literária).

    O fragmento apresentado acima confirma a concepção de que a narrativa de ficção, embora tenha origem na experiência real, seja uma transfiguração da realidade, a exemplo das seguintes criações do Romance brasileiro:

    1) Machado de Assis, em Memórias póstumas de Brás Cubas, que dá voz a um defunto, que narra, logo no primeiro capítulo, os pormenores de sua morte.
    2) Graciliano Ramos, em Vidas Secas, que pretendendo manter indícios do Simbolismo, afastou-se dos princípios literários românticos.
    3) Guimarães Rosa, em Grande Sertão Veredas, que optou por transfigurar não apenas traços da realidade, mas entrou pela área linguística e a reinterpretou também.
    4) Clarice Lispector, em A hora da Estrela, que, fiel à ficção, questiona sua própria habilidade para compor uma narração no gênero ‘romance’.

    Estão corretas
    Escolha uma alternativa para a questão a69312ad-f4
  • Linguagens

    Português

     

    Como uma onda

    1. Toda língua muda com o tempo. Por mais que isso pareça óbvio, vale a pena repetir. Basta comparar um texto escrito em português na Idade Média, ou em 1600, ou mesmo há cem anos com qualquer coisa publicada nos dias de hoje.

    2. As diferenças saltam aos olhos, e as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo.

    3. Lendo as gramáticas, a gente tem a impressão de que a língua está pronta e acabada, que ela pode até ter sofrido transformações no passado, mas que, agora, as regras estão fixadas para sempre. Mas isso é uma ilusão. 4. Enquanto tiver gente falando uma língua, ela vai sofrer variação e mudança, incessantemente. Os mesmos processos que fizeram a língua mudar no passado continuam em ação, fazendo a língua mudar neste exato momento em que você me lê. 5. Apesar dessa obviedade, a mudança linguística sempre foi encarada como um problema, uma coisa negativa, um sinal de ruína, decadência e corrupção da língua. 6. No entanto, a mudança é inevitável: tudo no universo, na natureza, na sociedade passa incessantemente por processos de mudança, de obsolescência, de reinvenção, de evolução... Por que só a língua teria de ficar parada no tempo e no espaço?

    7. Todas as demais instituições humanas sofrem mudança; por que a língua não sofreria? Na verdade, o melhor seria dizer: os falantes mudam a língua o tempo todo!

    (Marcos Bagno. Nada na língua é por acaso. São Paulo: Parábola, 2007, p 163-164).

    Analise os seguintes fragmentos do texto: “Mas isso é uma ilusão”. “Apesar dessa obviedade.” Uma propriedade sintático-semântica dos dois termos em negrito é que eles:
    Escolha uma alternativa para a questão a68a7c22-f4
  • Linguagens

    Português

     

    Como uma onda

    1. Toda língua muda com o tempo. Por mais que isso pareça óbvio, vale a pena repetir. Basta comparar um texto escrito em português na Idade Média, ou em 1600, ou mesmo há cem anos com qualquer coisa publicada nos dias de hoje.

    2. As diferenças saltam aos olhos, e as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo.

    3. Lendo as gramáticas, a gente tem a impressão de que a língua está pronta e acabada, que ela pode até ter sofrido transformações no passado, mas que, agora, as regras estão fixadas para sempre. Mas isso é uma ilusão. 4. Enquanto tiver gente falando uma língua, ela vai sofrer variação e mudança, incessantemente. Os mesmos processos que fizeram a língua mudar no passado continuam em ação, fazendo a língua mudar neste exato momento em que você me lê. 5. Apesar dessa obviedade, a mudança linguística sempre foi encarada como um problema, uma coisa negativa, um sinal de ruína, decadência e corrupção da língua. 6. No entanto, a mudança é inevitável: tudo no universo, na natureza, na sociedade passa incessantemente por processos de mudança, de obsolescência, de reinvenção, de evolução... Por que só a língua teria de ficar parada no tempo e no espaço?

    7. Todas as demais instituições humanas sofrem mudança; por que a língua não sofreria? Na verdade, o melhor seria dizer: os falantes mudam a língua o tempo todo!

    (Marcos Bagno. Nada na língua é por acaso. São Paulo: Parábola, 2007, p 163-164).

    Analise o trecho seguinte: “as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo”. Considerando a relação do segmento destacado com o restante do texto, pode-se perceber a declaração de uma ‘mudança’, de caráter:
    Escolha uma alternativa para a questão a6879169-f4
  • Linguagens

    Português

    A arte de escrever

    1. Há, portanto, uma arte de escrever, que é a produção de um texto escrito. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma atividade social indispensável, para a qual falta, não obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar adequada.

    2. A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais fácil na medida em que se beneficia da prática da fala cotidiana, de cujos elementos parte, em princípio. O que há de comum, antes de tudo, entre a exposição oral e a escrita é a necessidade de uma boa composição, isto é, uma distribuição metódica e compreensiva de ideias.

    3. Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo definido. Ninguém é capaz de escrever bem se não sabe bem sobre o que vai escrever. Justamente por causa disso, as condições para a escrita de um texto, no exercício da vida profissional ou no intercâmbio social amplo, são muito diversas das da redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da nossa especialidade tiram da redação escolar o caráter negativo de mero exercício formal.

    4. Qualquer um de nós, senhor de um assunto é, em princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um dom inato, especial, para escrever, ao contrário do que muita gente pensa. Há apenas uma falta de preparação especial, que o esforço e a prática continuada e persistente vencem.

    5. Por outro lado, a arte de escrever, na medida em que consubstancia a nossa capacidade de expressão do pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo. [...]

    6. A arte de escrever precisa assentar numa atividade preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um hábito de leitura inteligentemente conduzido. Depende muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do que outros, com bons resultados, escreveram.

    CAMARA, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. Petrópolis, Vozes, 1983. Adaptado.
    Considerando o núcleo da temática desenvolvida no Texto, foi decisiva para a coesão e a coerência do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão a67aabae-f4
  • Linguagens

    Português


    Se você parar para pensar...


    1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”

    2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.

    3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.

    4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)

    5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.

    (CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)

    A compreensão do Texto requer que o vejamos como um texto: 
    Escolha uma alternativa para a questão a67236b6-f4
  • Linguagens

    Português


    Se você parar para pensar...


    1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”

    2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.

    3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.

    4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)

    5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.

    (CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)

    O argumento principal do Texto é explicitado no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão a66c3107-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the graph below and answer the next question based on it.

    Imagem da questão de Inglês, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the graph above we can assert that
    Escolha uma alternativa para a questão eafacaaa-d5
  • Linguagens

    Inglês

    New Parents Don’t Get Enough Sleep for Six Years After a Child Is Born


    Those first three months with a newborn can be rough, but researchers say sleep deprivation is an issue with parents for years. New parents are sometimes shocked to discover how little sleep they get in the first six months after a baby is born. They might also be discouraged to learn that their sleep patterns might not return to normal until that newborn is ready for kindergarten.

    A new study published in the journal Sleep found that both parental sleep satisfaction and sleep duration sharply declined after childbirth, hitting their lowest point when a baby is 3 months old.

    Women’s sleep duration and quality were far more affected than men, whether or not they breastfed their child. Women lost an average of one hour of sleep nightly compared to what they got prior to pregnancy, while men lost about 15 minutes of sleep per night.

    Even four to six years after childbirth, mothers were getting 20 minutes less sleep per night than before they became pregnant, while fathers were still getting 15 minutes less sleep.

    “The short-term effects of childbirth on parental sleep is well known. Our study just confirmed these effects,” Lemola told Healthline. “However, it was largely unexpected to find decreased sleep duration and sleep satisfaction six years after birth.”

    Sleep was more affected among first-time parents than among parents with more than one child.

    The findings were based on interviews of 4,659 parents who had a child between 2008 and 2015.

    “While having children is a major source of joy for most parents, it is possible that increased demands and responsibilities associated with the role as a parent lead to shorter sleep and decreased sleep quality even up to six years after birth of the first child,” said Lemola.

    Lemola said that future research would be required to determine how parents can cope with sleep loss and regain their sleep patterns sooner.


    Adaptado de: <https://www.healthline.com/health-news/newparents-dont-get-sound-sleep-for-6-years#The-bottom-line> Acessado em 04 de março de 2019

    Researchers have found that sleep deprivation
    Escolha uma alternativa para a questão ead8855a-d5