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Prova

Prova de 2022: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto — questões com gabarito

70 questões da prova de 2022 de Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, em Português, Literatura. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 70 questões

Resultados: 70 questões

Página 4 de 4

  • Linguagens

    Português

    Leia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão


       Como se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.

       — Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!

       — Vocês me arranjam casa pra morar?

       — Bem, isso atualmente está difícil, José.

       — Emprego?

       — Só se você for concursado, e houver vaga.

       — E comida?

       — Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!

      José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...

       — Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!

      Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.

       José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.

       Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.

       Todos são iguais perante a lei.

       Não estamos sós.


    (Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)

    1promeneur solitaire: caminhante solitário.
    Em “— Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!” (10o parágrafo), a palavra sublinhada expressa ideia de 
    Escolha uma alternativa para a questão 93623c14-74
  • Linguagens

    Português

    Leia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão


       Como se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.

       — Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!

       — Vocês me arranjam casa pra morar?

       — Bem, isso atualmente está difícil, José.

       — Emprego?

       — Só se você for concursado, e houver vaga.

       — E comida?

       — Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!

      José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...

       — Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!

      Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.

       José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.

       Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.

       Todos são iguais perante a lei.

       Não estamos sós.


    (Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)

    1promeneur solitaire: caminhante solitário.
    Verifica-se o emprego de vírgula para separar um vocativo no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 935fc607-74
  • Linguagens

    Português

    Leia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão


       Como se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.

       — Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!

       — Vocês me arranjam casa pra morar?

       — Bem, isso atualmente está difícil, José.

       — Emprego?

       — Só se você for concursado, e houver vaga.

       — E comida?

       — Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!

      José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...

       — Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!

      Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.

       José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.

       Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.

       Todos são iguais perante a lei.

       Não estamos sós.


    (Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)

    1promeneur solitaire: caminhante solitário.
    O cronista inclui o leitor em sua narrativa no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 935cb2b3-74
  • Linguagens

    Português

    Leia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão


       Como se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.

       — Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!

       — Vocês me arranjam casa pra morar?

       — Bem, isso atualmente está difícil, José.

       — Emprego?

       — Só se você for concursado, e houver vaga.

       — E comida?

       — Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!

      José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...

       — Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!

      Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.

       José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.

       Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.

       Todos são iguais perante a lei.

       Não estamos sós.


    (Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)

    1promeneur solitaire: caminhante solitário.
    “Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata?” (11o parágrafo)


    Nesse trecho, o cronista ressalta o incômodo dos fazendeiros
    Escolha uma alternativa para a questão 935a40ea-74
  • Linguagens

    Português

    Leia a crônica “José de Nanuque”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão


       Como se não bastasse o excesso de população deste mundo, os homens estão detectando a existência de outros mundos habitados, no espaço sideral, e suspiram, emocionados: “Não estamos sós”. E quem disse que estamos sós, se andamos tão acotovelados pelas avenidas da Terra? Pois, como se tudo isso não fosse suficiente, correm às matas de Nanuque e de lá retiram à força José Pedro dos Santos, último promeneur solitaire1 de que havia notícia, o homem que vivia com uma fogueira acesa, espantando onça e, sobretudo, gente.

       — Venha, rapaz! Queremos que participe das maravilhas da civilização!

       — Vocês me arranjam casa pra morar?

       — Bem, isso atualmente está difícil, José.

       — Emprego?

       — Só se você for concursado, e houver vaga.

       — E comida?

       — Depois nós conversamos. Venha depressa, estão nos chamando de outras galáxias!

      José recalcitra: estava tão bem ali! Não paga aluguel, não preenche o formulário do imposto de renda, não faz fila para nada, não tem horário nem patrão, come carne variada, segunda-feira paca, terça peixe, quarta aves, quinta raízes e tubérculos, sexta frutas, sábado...

       — Mais uma razão para vir. Está desfrutando privilégios, e todos são iguais perante a lei!

      Outra razão forte: os fazendeiros de Nanuque reclamavam contra esse homem estranho, embrenhado no mato, fazendo Deus sabe lá o quê. Em vão José alega que os ajuda, espantando onça com seu facho noturno. As onças não devem ser espantadas, sustentam a beleza selvagem da região. Esse homem não trabalha na lavoura, como os outros; não produz, não rende, e, embora não pese a ninguém, pesa globalmente no espírito de todos, com seu mistério. O fato de não produzir não é o mais grave; tolera-se cá fora, à luz do dia, honradamente: mas no interior da mata? Que ideia faz esse sujeito do contrato social? Nenhuma. Está se ninando para o contrato social. Não é possível. Tragam José para perto de nós, ele tem de aprender ou reaprender a vida apertada que levamos.

       José tem medo. Os homens, as cidades, os códigos, até os prazeres intervalares dos civilizados lhe dão medo. O motor de sua volta ao estado natural foi menos o amor à natureza do que o pânico. Em cada homem vê um perigo, em cada situação uma ameaça, em cada palavra uma condenação. Com as árvores e os bichos ele se entende. Nu e experimentado, conhece e domina o ambiente em que vive sem maiores riscos. Na cidade não praticara ação criminosa, e foi isso precisamente que o fez embrenhar-se na mata. Inocente, faltavam-lhe as provas negativas de sua inocência; se cometesse qualquer malfeito, poderia mentir e salvar-se, mas, estando puro e desarmado diante do sistema, como mentir, senão confessando a falta imaginária, e, portanto, condenando-se? A solução era virar bicho. Virou, com êxito.

       Agora trazem José para a capital, incorporam-no ao estranho maquinismo, ao estatuto sombrio, inexplicável; ele é condenado a viver como os outros, no grau inferior. José está salvo ou perdido? O certo é que nunca mais brilhará, na mata de Nanuque, aquele foguinho solitário.

       Todos são iguais perante a lei.

       Não estamos sós.


    (Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão, 2016.)

    1promeneur solitaire: caminhante solitário.
    De acordo com o cronista, a razão de José de Nanuque ter se afastado da civilização foi, sobretudo,
    Escolha uma alternativa para a questão 93578772-74
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o soneto de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder à questão.



    Imagem da questão de Literatura, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2022, Estilística


    (Sonetos, 2007.)

    1herdade: propriedade rural de dimensões consideráveis; fazenda.
    Verifica-se rima entre palavras de classes gramaticais diferentes em
    Escolha uma alternativa para a questão 9354e704-74
  • Linguagens

    Português

    Leia o soneto de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder à questão.



    Imagem da questão de Português, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2022, Interpretação de Textos


    (Sonetos, 2007.)

    1herdade: propriedade rural de dimensões consideráveis; fazenda.
    O termo sublinhado na primeira estrofe refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 9352427e-74
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o soneto de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder à questão.



    Imagem da questão de Literatura, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2022, Arcadismo


    (Sonetos, 2007.)

    1herdade: propriedade rural de dimensões consideráveis; fazenda.
    Uma característica da estética árcade presente no soneto é
    Escolha uma alternativa para a questão 934f702e-74
  • Linguagens

    Português

    Leia o soneto de Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, também conhecida como Marquesa de Alorna, para responder à questão.



    Imagem da questão de Português, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2022, Interpretação de Textos


    (Sonetos, 2007.)

    1herdade: propriedade rural de dimensões consideráveis; fazenda.
    No soneto, está implícita uma crítica à
    Escolha uma alternativa para a questão 934cad7f-74
  • Linguagens

    Português

    Examine a tirinha de Dik Browne, publicada na conta do Instagram “Hagar, o Horrível”, em 01.04.2022.



    Imagem da questão de Português, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2022, Figuras de Linguagem



    Para produzir o seu efeito de humor, a tirinha mobiliza o seguinte recurso expressivo:

    Escolha uma alternativa para a questão 93492ebe-74