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Prova

Prova de 2019: Centro Universitário São Camilo — questões com gabarito

100 questões da prova de 2019 de Centro Universitário São Camilo, em Inglês, Física, Português, Geografia e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 100 questões
  • 8 matérias

Resultados: 100 questões

Página 3 de 5

  • Ciências Humanas

    Geografia

    “Não posso recomendar aos judeus que usem o quipá (peça do vestuário judeu) todo o tempo e em qualquer lugar na Alemanha”, disse o comissário alemão Felix Klein. Ele afirmou que sua opinião sobre o assunto mudou devido a uma crescente desinibição social e brutalização da sociedade, que fizeram com que um tipo específico de preconceito aumentasse.

    (“Governo alemão alerta judeus contra o uso do quipá”.
    www.agenciabrasil.ebc.com.br, 27.05.2019. Adaptado.)

    O excerto faz alusão
    Escolha uma alternativa para a questão 78e9200d-06
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão.

         De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.
         Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte.
         Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto.
         Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata?

    (O que é filosofia, 2008. Adaptado.)
    Para o autor do texto, a comparação à literatura configura
    Escolha uma alternativa para a questão 78da6d11-06
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    Em seu conjunto, a terceira estrofe revela uma preocupação de natureza
    Escolha uma alternativa para a questão 78c402e8-06
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    No contexto do poema, o verso “Parodiar o sol e associar-se à lua” (1a estrofe) expressa,
    Escolha uma alternativa para a questão 78b92b1b-06
  • Ciências da Natureza

    Física

    Duas espiras circulares metálicas, A e B, estão fixas perto de um longo condutor retilíneo percorrido por corrente elétrica de intensidade I no sentido indicado na figura.

    Imagem da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2019, Magnetismo

    Se a intensidade I da corrente elétrica no condutor diminuir continuamente,
    Escolha uma alternativa para a questão b3e72ef2-06
  • Ciências da Natureza

    Física

    Um cubo de madeira de aresta 0,4 m e densidade 600 kg/m³ flutua, em equilíbrio, em água pura (figura 1). Um bloco de massa m é apoiado sobre esse cubo de modo que o sistema formado por eles passe a flutuar em equilíbrio com o topo do cubo de madeira no nível da superfície da água (figura 2).


    Imagem da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2019, Estática e Hidrostática

    Considerando a densidade da água igual a 10³kg/m³ , a massa m do bloco colocado sobre o cubo de madeira é 
    Escolha uma alternativa para a questão b3d57ce0-06
  • Ciências da Natureza

    Física

    Uma composição, formada por uma locomotiva de massa M e um vagão A, move-se para direita por trilhos retilíneos com velocidade de 3 m/s. Para acoplar-se a outro vagão B, que se move nos mesmos trilhos e no mesmo sentido que a locomotiva com velocidade de 2 m/s, essa composição colide inelasticamente com ele.

    Imagem da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2019, Cinemática

    Sabendo que as massas dos vagões A e B são mA = mB = 2 × 104 kg e que imediatamente após a colisão o conjunto formado pela locomotiva e pelos dois vagões se move com velocidade 2,8 m/s, a massa M da locomotiva é
    Escolha uma alternativa para a questão b3d295db-06
  • Ciências da Natureza

    Física

    A figura mostra uma atleta de salto com vara, em repouso, antes de iniciar sua corrida para o salto. Ela segura em suas mãos, na posição horizontal, uma vara homogênea de 6 m de comprimento e de 4 kg de massa.

    Imagem da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2019, Dinâmica

    Adotando g = 10 m/s² , a intensidade da força vertical que a atleta deve fazer com sua mão direita no ponto A para manter a vara em equilíbrio na posição mostrada na figura é
    Escolha uma alternativa para a questão b3cdee22-06
  • Ciências da Natureza

    Física

    Depois de ter feito uma viagem entre duas cidades, o motorista calculou sua velocidade escalar média no percurso considerando seu deslocamento escalar e o intervalo de tempo gasto. Após alguns cálculos, ele concluiu que se tivesse feito a mesma viagem, pela mesma trajetória, com uma velocidade escalar média 25% maior, o intervalo de tempo gasto teria sido reduzido em
    Escolha uma alternativa para a questão b3c6b56a-06
  • Linguagens

    Inglês

    Leia a tirinha e o quadrinho para responder à questão. 


    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (http://leadership-learning-with-dilbert.blogspot.com)



    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (www.glasbergen.com. Adaptado.)
    Na última fala da tira “I hate him, but I also love him”, os termos sublinhados referem-se
    Escolha uma alternativa para a questão b3c344b6-06
  • Linguagens

    Inglês

    Leia a tirinha e o quadrinho para responder à questão. 


    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (http://leadership-learning-with-dilbert.blogspot.com)



    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (www.glasbergen.com. Adaptado.)
    Uma interpretação tanto da tira quanto do quadrinho pode ser expressa pelo seguinte ditado popular:
    Escolha uma alternativa para a questão b3bfec8d-06
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Worshiping the false idols of wellness

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension


         Before we go further, I’d like to clear something up: wellness is not the same as medicine. Medicine is the science of reducing death and disease, and increasing long and healthy lives. Wellness used to mean a blend of health and happiness. Something that made you feel good or brought joy and was not medically harmful — perhaps a massage or a walk along the beach. But it has become a false antidote to the fear of modern life and death.
        The wellness industry takes medical terminology, such as “inflammation” or “free radicals,” and polishes it to the point of incomprehension. The resulting product is a “Do It Yourself” medicine for longevity that comes with a confidence that science can only aspire to achieve.
         Let’s take the trend of adding a pinch of activated charcoal to your food or drink. While the black color is strikingly unexpected and alluring, it’s sold as a supposed “detox.” Guess what? It has the same efficacy as a spell from the local witch. Maybe it’s a matter of aesthetics. Wellness potions in beautiful jars with untested ingredients of unknown purity are practically packaged for Instagram.
         Medicine and religion have long been deeply intertwined, and it’s only relatively recently that they have separated. The wellness-industrial complex seeks to resurrect that connection. It’s like a medical throwback, as if the idyllic days of health were 5,000 years ago. Ancient cleansing rituals with a modern twist — supplements, useless products and scientifically unsupported tests.
         The dietary supplements that are the backbone of wellness make up a $30 billion a year business despite studies showing they have no value for longevity (only a few vitamins have proven medical benefits, like folic acid before and during pregnancy and vitamin D for older people at risk of falling). Modern medicine wants you to get your micronutrients from your diet, which is inarguably the most natural source.
         Yet the wellness-industrial complex has managed to pervert that narrative and make supplements a necessary tool for nonsensical practices, such as boosting the immune system or fighting the war on inflammation. The resulting fluorescent yellow urine from multivitamins may provide a false sense of efficacy, but it’s a fool’s gold (and the consequence of excessive B2 that couldn’t possibly be absorbed). So what’s the harm of spending money on charcoal for non-existent toxins or vitamins for expensive urine? Here’s what: the placebo effect or “trying something natural” can lead people with serious illnesses to postpone effective medical care. However, I admit that doctors can learn something from wellness. It’s clear that some people are looking for healers, so we must find ways to serve that need that are medically ethical.

    (Jen Gunter. www.nytimes.com, 01.08.2018. Adaptado.)
    De acordo com o último parágrafo, as práticas promovidas pela indústria do bem-estar
    Escolha uma alternativa para a questão b3bc668c-06
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Worshiping the false idols of wellness

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension


         Before we go further, I’d like to clear something up: wellness is not the same as medicine. Medicine is the science of reducing death and disease, and increasing long and healthy lives. Wellness used to mean a blend of health and happiness. Something that made you feel good or brought joy and was not medically harmful — perhaps a massage or a walk along the beach. But it has become a false antidote to the fear of modern life and death.
        The wellness industry takes medical terminology, such as “inflammation” or “free radicals,” and polishes it to the point of incomprehension. The resulting product is a “Do It Yourself” medicine for longevity that comes with a confidence that science can only aspire to achieve.
         Let’s take the trend of adding a pinch of activated charcoal to your food or drink. While the black color is strikingly unexpected and alluring, it’s sold as a supposed “detox.” Guess what? It has the same efficacy as a spell from the local witch. Maybe it’s a matter of aesthetics. Wellness potions in beautiful jars with untested ingredients of unknown purity are practically packaged for Instagram.
         Medicine and religion have long been deeply intertwined, and it’s only relatively recently that they have separated. The wellness-industrial complex seeks to resurrect that connection. It’s like a medical throwback, as if the idyllic days of health were 5,000 years ago. Ancient cleansing rituals with a modern twist — supplements, useless products and scientifically unsupported tests.
         The dietary supplements that are the backbone of wellness make up a $30 billion a year business despite studies showing they have no value for longevity (only a few vitamins have proven medical benefits, like folic acid before and during pregnancy and vitamin D for older people at risk of falling). Modern medicine wants you to get your micronutrients from your diet, which is inarguably the most natural source.
         Yet the wellness-industrial complex has managed to pervert that narrative and make supplements a necessary tool for nonsensical practices, such as boosting the immune system or fighting the war on inflammation. The resulting fluorescent yellow urine from multivitamins may provide a false sense of efficacy, but it’s a fool’s gold (and the consequence of excessive B2 that couldn’t possibly be absorbed). So what’s the harm of spending money on charcoal for non-existent toxins or vitamins for expensive urine? Here’s what: the placebo effect or “trying something natural” can lead people with serious illnesses to postpone effective medical care. However, I admit that doctors can learn something from wellness. It’s clear that some people are looking for healers, so we must find ways to serve that need that are medically ethical.

    (Jen Gunter. www.nytimes.com, 01.08.2018. Adaptado.)
    Assinale a alternativa que apresenta o trecho do terceiro parágrafo que indica que o carvão ativado é inócuo para a saúde.
    Escolha uma alternativa para a questão b3aebdff-06
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Worshiping the false idols of wellness

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension


         Before we go further, I’d like to clear something up: wellness is not the same as medicine. Medicine is the science of reducing death and disease, and increasing long and healthy lives. Wellness used to mean a blend of health and happiness. Something that made you feel good or brought joy and was not medically harmful — perhaps a massage or a walk along the beach. But it has become a false antidote to the fear of modern life and death.
        The wellness industry takes medical terminology, such as “inflammation” or “free radicals,” and polishes it to the point of incomprehension. The resulting product is a “Do It Yourself” medicine for longevity that comes with a confidence that science can only aspire to achieve.
         Let’s take the trend of adding a pinch of activated charcoal to your food or drink. While the black color is strikingly unexpected and alluring, it’s sold as a supposed “detox.” Guess what? It has the same efficacy as a spell from the local witch. Maybe it’s a matter of aesthetics. Wellness potions in beautiful jars with untested ingredients of unknown purity are practically packaged for Instagram.
         Medicine and religion have long been deeply intertwined, and it’s only relatively recently that they have separated. The wellness-industrial complex seeks to resurrect that connection. It’s like a medical throwback, as if the idyllic days of health were 5,000 years ago. Ancient cleansing rituals with a modern twist — supplements, useless products and scientifically unsupported tests.
         The dietary supplements that are the backbone of wellness make up a $30 billion a year business despite studies showing they have no value for longevity (only a few vitamins have proven medical benefits, like folic acid before and during pregnancy and vitamin D for older people at risk of falling). Modern medicine wants you to get your micronutrients from your diet, which is inarguably the most natural source.
         Yet the wellness-industrial complex has managed to pervert that narrative and make supplements a necessary tool for nonsensical practices, such as boosting the immune system or fighting the war on inflammation. The resulting fluorescent yellow urine from multivitamins may provide a false sense of efficacy, but it’s a fool’s gold (and the consequence of excessive B2 that couldn’t possibly be absorbed). So what’s the harm of spending money on charcoal for non-existent toxins or vitamins for expensive urine? Here’s what: the placebo effect or “trying something natural” can lead people with serious illnesses to postpone effective medical care. However, I admit that doctors can learn something from wellness. It’s clear that some people are looking for healers, so we must find ways to serve that need that are medically ethical.

    (Jen Gunter. www.nytimes.com, 01.08.2018. Adaptado.)
    In the excerpt from the second paragraph “and polishes it to the point of incomprehension”, the underlined word refers to
    Escolha uma alternativa para a questão b3ab21e7-06
  • O volume de investimentos diretos do exterior passou de uma média anual de 17,6 milhões de dólares no período 1947-1955, para 106 milhões entre 1956-1962; enquanto o valor médio dos empréstimos aumentou, nos períodos citados, de 202 milhões de dólares anuais para 549,2 milhões.

    (Tania Regina de Luca. Indústria e trabalho na história do Brasil, 2001.)

    Os dados apresentados no texto correspondem
    Escolha uma alternativa para a questão b39fb324-06
  • Analise a imagem da tela Abaporu, pintada por Tarsila do Amaral em 1928.


    Imagem da questão de Conhecimentos Gerais, Centro Universitário São Camilo 2019, Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura
    (https://malba.org.ar)

    Sobre a tela, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b3988875-06
  • Ciências Humanas

    História

    Leia o texto para responder à questão.

        No concernente à mão de obra, a economia colonial hispano-americana baseou-se em variadas formas de trabalho compulsório.
         A escravidão indígena teve, no conjunto, escassa importância, salvo no “ensaio antilhano”, a inícios do século XVI, e nas regiões de “índios bravos”, reduzidos à escravidão quando aprisionados em guerra. A escravização dos rebeldes (“guerra justa”) era, aliás, a única via de legitimação da escravidão indígena, pois desde cedo a Coroa e a Igreja trataram, com relativo êxito, de combater tais práticas. Mas o sucesso desta política deveu-se, em grande medida, à existência de sistemas tributários pré-coloniais no México, na América Central e nos Andes.

    (Ronaldo Vainfas. Economia e sociedade na
    América Espanhola, 1984. Adaptado.) 
    A afirmação do primeiro parágrafo do texto pode ser exemplificada pela
    Escolha uma alternativa para a questão b38b26d4-06
  • A jihad, elemento central do islamismo desde o início, corresponde
    Escolha uma alternativa para a questão b3881830-06
  • Ciências Humanas

    Geografia

    No início de janeiro, um médico começa na cidade de São Paulo, no horário local de 09h, uma reunião via internet com pesquisadores localizados em uma faculdade europeia. Nela, o horário registrado é 12h. Considerando que no momento da reunião vigora o horário de verão no Brasil, a cidade dos pesquisadores na Europa está localizada no fuso de meridiano central
    Escolha uma alternativa para a questão b37c9402-06
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Nas últimas décadas, o avanço tecnológico tem ampliado as possibilidades de realização do geoprocessamento. Uma das tecnologias em destaque nessa área é o sensoriamento remoto, caracterizado por
    Escolha uma alternativa para a questão b378a4a4-06