Biologia
Identidade dos seres vivosUNICAMP · 2020MédioEntre para guardar nos favoritos
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Segundo reportagem da revista Época de fevereiro de 2019, o uso dos telefones celulares nas aldeias indígenas está bastante disseminado. Um ponto crucial para o funcionamento e para o uso prolongado do telefone celular é a autonomia de sua bateria, o que justifica a utilização cada vez mais frequente de bancos de baterias portáteis.
Considere um banco de bateria com carga total Q = 1800 mAh. Supondo que um celular funcione com uma corrente média im = 60 mA, ele poderá funcionar conectado a esse banco de bateria por um período de
Uma das possíveis consequências negativas do desmatamento nas florestas é o impacto no deslocamento dos seres vivos que nelas habitam. Considere a figura abaixo. Ela mostra uma área desmatada em uma floresta, com as suas dimensões medidas em metros.

Considere um tucano que voa a uma velocidade média v = 11 m/s. O tempo que o tucano leva para percorrer, a uma velocidade constante, a distância d1 da figura é de
Em abril de 2019, pesquisadores divulgaram a primeira imagem direta dos arredores de um buraco negro. Um buraco negro recebe este nome porque exerce uma atração gravitacional tão extrema que nem a luz pode escapar. De fato, de maneira mais geral, as cores dos objetos, como observamos, são resultado dos comprimentos de onda da luz visível que eles predominantemente refletem, enquanto os outros comprimentos de onda da luz são por eles absorvidos. Assim, o objeto de cor negra absorve todos os comprimentos de onda da luz visível.
Considere dois objetos que apresentam, respectivamente, as cores branca e vermelha, quando iluminados por luz branca. Quando iluminados por uma luz monocromática de cor azul, os dois objetos apresentam, respectivamente, as cores
O processo de desenvenenamento da mandioca inicia-se pela imersão da raiz da planta em um tanque com água durante a noite ou por alguns dias, até que comece uma leve fermentação ácida, o que faz baixar o valor do pH da água, criando-se um ambiente que intensifica a atividade de uma enzima já existente na planta. Com a diminuição do pH, o ácido cianídrico (HCN) permanece indissociado e é removido do líquido.
(Adaptado de J. Soentgen e K. Hilbert, A química dos povos indígenas da América do Sul, Química Nova, v. 39, n. 9, p. 1141-1150, 2016.)
O artigo explica, do ponto de vista da Química, como
ocorre o desenvenenamento da mandioca. De acordo com
o texto, esse processo é favorecido por
Em relação ao corante denominado bixina, extraído da semente de urucum, e que os povos indígenas conhecem muito bem, uma pesquisadora da Unicamp relata: “A ideia era extrair o máximo do pigmento da semente. Já existiam estudos para extração desse pigmento com água ou etanol, este último, uma substância aceita no processamento de alimentos e com maior afinidade com a bixina do que a água. Após a moenda, as partículas sólidas foram submetidas a sucessivas peneirações que as separaram em várias granulações.”
(Adaptado de Carmo Gallo Netto, “Técnica permite aproveitamento integral de sementes de urucum.” Jornal da Unicamp, n. 650, abr., 2016.)
Considerando-se o conhecimento químico e o relato acima,
é mais provável que um extrato com maior concentração
de bixina tenha sido obtido utilizando-se
Há muitas maneiras de se moquear; essencialmente faz-se uma fogueira com fogo brando e a carne fica sobre esse fogo, num girau de madeira, por bastante tempo. Ao receber calor e fumaça, a carne passa por um processo duplo de assar e secar. O fogo é um processo químico em que o combustível (nesse caso, a madeira) reage com o comburente (oxigênio), presente no ar. O gás que passa pela carne é constituído, essencialmente, de uma mistura de oxigênio, nitrogênio, gás carbônico e água.
Considerando a descrição apresentada no texto, pode-se afirmar que, no moqueamento, a secagem da carne é um processo de
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) afirmou recentemente que, se o desmatamento da Amazônia atingir 40% da floresta, chegaremos a um ponto irreversível tanto para barrar o aquecimento global quanto para a sobrevivência do ciclo da floresta como é hoje.
(Adaptado de https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/08/08/relatorio-do-ipcc-diz-que-aque cimento-global-pode-reduzir-safras-e-alerta-para-conservacao-deflo restas-tropicais.ghtml.)
A floresta amazônica
Debaixo de cada floresta há uma teia subterrânea complexa de raízes, fungos e bactérias que ajudam a conectar árvores e plantas umas às outras. Essa rede subterrânea ficou conhecida como “wood wide web” (“rede global florestal”). Um estudo produziu o primeiro mapa global da rede de micorrizas, como são chamadas as associações entre fungos e raízes que dominam essa teia subterrânea. Esses fungos e plantas evoluíram juntos e por isso desenvolveram uma relação de interdependência.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-48310974.)
Segundo o texto, a relação biológica entre fungos e plantas nas micorrizas pode ser definida como