Biologia
- Ecologia e ciências ambientais
- Prova de 2016
- PUC - RJ
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: CBAEDD41-B6
Questões filtradas
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A solução A foi preparada pela diluição de 100,0 mL de solução de HCl (1,0 mol L-1 ), com água destilada, até completar 1,0 L. Já a solução B foi preparada com 1,0 mL da solução A e misturada com 90,0 mL de solução de NaOH (0,0010 mol L-1 ), para, em seguida, ser diluída para 1,0 L com água destilada.
Na temperatura de 25 °C, em quantas unidades de pH a solução A é MENOR do que a solução B?
Na metalurgia, o cromo metálico pode ser obtido pela reação de seu óxido com alumínio, de acordo com a equação abaixo.
2 Al(s) + Cr2O3(s) → Al2O3(s) + 2 Cr(s)
Considerando as massas iniciais de 108 g de Al, 400 g de Cr2O3 e o rendimento da reação de 80%, a massa, em gramas de Cr, obtida é
Dados
MAl = 27 g mol-1
MCr2O3 = 152 g mol L-1
MCr = 52 g mol-1
A solubilidade, a 25 o C, do hidróxido de estrôncio é de 4,0 g por 1 L de água.
A partir dessa informação, o produto de solubilidade do Sr(OH)2 é
Dado
M Sr(OH)2
= 122 g mol-1
Um palito de fósforo queima transformando trissulfeto de tetrafósforo em pentóxido de difósforo e dióxido de enxofre, de acordo com a reação termoquímica a seguir.
P4 S3(s) + 8 O2(g) → 2 P2 O5(s) + 3 SO2(g); ΔH° = -3680 kJ mol-1
Um palito de fósforo contém 200 mg de P4 S3 , logo a sua combustão libera energia, cujo valor em joules é mais próximo de
Dados
MP = 31 g mol-1
MS = 32 g mol L-1
Texto referente à questão.
Pesquisadora sobre fogo na Amazônia explica real situação da floresta.
A pesquisadora sênior da Universidade de Oxford, Dra. Erika Berenguer, é uma das maiores referências sobre fogo em florestas tropicais do mundo. Ela relata que um “aspecto importante a ser considerado é que incêndios na floresta amazônica não ocorrem de maneira natural – eles precisam de uma fonte de ignição antrópica. Ao contrário de outros ecossistemas, como o Cerrado, a Amazônia não evoluiu com o fogo e esse não faz parte de sua dinâmica. Isso significa que quando a Amazônia pega fogo, uma parte imensa de suas árvores morrem, porque elas não têm nenhum tipo de proteção ao fogo. Ao morrerem, essas árvores então se decompõem liberando para a atmosfera todo o carbono que elas armazenavam, contribuindo assim para as mudanças climáticas. O problema nisso é que a Amazônia armazena muito carbono nas suas árvores - a floresta inteira estoca o equivalente a 100 anos de emissões de CO2 dos EUA. Então queimar a floresta significa colocar muito CO2 de volta na atmosfera.”
Disponível em: https://ciclovivo.com.br/planeta/meio-ambiente/pesquisadora-fogoamazonia-explica-real-situacao-floresta/ Acesso em 29 set. 2019

Pesquisadora sobre fogo na Amazônia explica real situação da floresta.
A pesquisadora sênior da Universidade de Oxford, Dra. Erika Berenguer, é uma das maiores referências sobre fogo em florestas tropicais do mundo. Ela relata que um “aspecto importante a ser considerado é que incêndios na floresta amazônica não ocorrem de maneira natural – eles precisam de uma fonte de ignição antrópica. Ao contrário de outros ecossistemas, como o Cerrado, a Amazônia não evoluiu com o fogo e esse não faz parte de sua dinâmica. Isso significa que quando a Amazônia pega fogo, uma parte imensa de suas árvores morrem, porque elas não têm nenhum tipo de proteção ao fogo. Ao morrerem, essas árvores então se decompõem liberando para a atmosfera todo o carbono que elas armazenavam, contribuindo assim para as mudanças climáticas. O problema nisso é que a Amazônia armazena muito carbono nas suas árvores - a floresta inteira estoca o equivalente a 100 anos de emissões de CO2 dos EUA. Então queimar a floresta significa colocar muito CO2 de volta na atmosfera.”
Disponível em: https://ciclovivo.com.br/planeta/meio-ambiente/pesquisadora-fogoamazonia-explica-real-situacao-floresta/ Acesso em 29 set. 2019