Química
- Relações da Química com as Tecnologias, a Sociedade e o Meio Ambiente
- Prova de 2016
- IF-MT
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: E9E88CCF-B3
Questões filtradas
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Leia o texto e responda:
“Como Usain Bolt consegue correr tão rápido?
Bolt normalmente completa uma prova de 100 metros rasos com 41 passos, cerca de três ou quatro a menos que seus adversários. O comprimento da passada é o principal fator que diferencia um bom corredor, capaz de correr os 100 metros em menos de dez segundos, daqueles que não conseguem fazer isso.”
(Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/noticias, acessado em 03/09/2016).
Considerando os 100 metros corridos por Bolt no tempo de 9,8
segundos, sua velocidade média aproximada, em Km/h, é igual
a:








Leia o texto para responder à questão.
“Houston, we have a problem”. Ao enviar essa mensagem, em 13 de abril de 1970, o comandante da missão espacial Apollo 13 sabia que sua vida e as dos seus dois companheiros estavam por um fio. Um dos tanques de oxigênio (O2 ) tinha acabado de explodir. Apesar do perigo iminente dos astronautas ficarem sem O2 para respirar, a principal preocupação da NASA era evitar que a atmosfera da espaçonave ficasse saturada do gás carbônico (CO2), exalado pela própria equipe. Isso causaria diminuição do pH do sangue da tripulação (acidemia sanguínea), já que o CO2 é um óxido ácido e, em água, ele forma ácido carbônico: CO2 (g) + H2O (l) g → H2CO3 (aq).
A acidemia sanguínea deve ser evitada a qualquer custo. Inicialmente, ela leva a pessoa a ficar desorientada e a desmaiar, podendo evoluir até o coma ou mesmo a morte.
Normalmente, a presença de CO2 na atmosfera da nave não é problema, pois existem recipientes, adaptados à ventilação com hidróxido de lítio (LiOH), uma base capaz de absorver esse gás. Nada quimicamente mais sensato: remover um óxido ácido lançando mão de uma base, através de uma reação de neutralização.
Acesso em 10.03.2016. Adaptado

Leia o texto para responder à questão.
“Houston, we have a problem”. Ao enviar essa mensagem, em 13 de abril de 1970, o comandante da missão espacial Apollo 13 sabia que sua vida e as dos seus dois companheiros estavam por um fio. Um dos tanques de oxigênio (O2 ) tinha acabado de explodir. Apesar do perigo iminente dos astronautas ficarem sem O2 para respirar, a principal preocupação da NASA era evitar que a atmosfera da espaçonave ficasse saturada do gás carbônico (CO2), exalado pela própria equipe. Isso causaria diminuição do pH do sangue da tripulação (acidemia sanguínea), já que o CO2 é um óxido ácido e, em água, ele forma ácido carbônico: CO2 (g) + H2O (l) g → H2CO3 (aq).
A acidemia sanguínea deve ser evitada a qualquer custo. Inicialmente, ela leva a pessoa a ficar desorientada e a desmaiar, podendo evoluir até o coma ou mesmo a morte.
Normalmente, a presença de CO2 na atmosfera da nave não é problema, pois existem recipientes, adaptados à ventilação com hidróxido de lítio (LiOH), uma base capaz de absorver esse gás. Nada quimicamente mais sensato: remover um óxido ácido lançando mão de uma base, através de uma reação de neutralização.
Acesso em 10.03.2016. Adaptado