Questões do ENEM: Ciências Humanas e Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)
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67DB4ABA-7C Na Mesopotâmia, os frutos da civilização foram partilhados entre diversas cidades-estados e, no interior delas, entre vários grupos sociais, se bem que desigualmente. No Egito dos faraós, os frutos em questão concentraram-se quase somente na Corte real e, secundariamente, nos centros regionais de poder. Se na Mesopotâmia o comércio cedo começou a servir também à acumulação de riquezas privadas, no Egito as trocas importantes permaneceram por mais tempo sob controle do Estado.CARDOSO, C. F. Sociedades do antigo Oriente Próximo.São Paulo: Ática, 1986 (adaptado).Um fator sociopolítico que caracterizava a organização estatal egípcia no contexto mencionado está indicado no(a)
FA92DB17-6B História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)ENEM · 2021MédioEntre para guardar nos favoritosConstantinopla, aquela cidade vasta e esplêndida, com toda a sua riqueza, sua ativa população de mercadores e artesãos, seus cortesãos em seus mantos civis e as grandes damas ricamente vestidas e adornadas, com seus séquitos de eunucos e escravos, despertaram nos cruzados um grande desdém, mesclado a um desconfortável sentimento de inferioridade.
RUNCIMAN, S. A Primeira Cruzada e a fundação do Reino de Jerusalém. Rio de Janeiro: Imago, 2003 (adaptado).
A reação dos europeus quando defrontados com essa cidade ocorreu em função das diferenças entre Oriente e Ocidente quanto aos(às)
3FCFC5AF-6A História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)URCA · 2021MédioEntre para guardar nos favoritosSão características fulcrais das sociedades da antiguidade a significativa presença de escravos, a restrição ao acesso a cidadania, e a exclusão das mulheres na participação direta da atividade política.Considerando essa afirmação:D1597D45-04 História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)FGV · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosO Eufrates não é um rio manso e amistoso como o Nilo, com uma inundação de fim de verão, regular como um relógio, que prepara a terra para o plantio do trigo no inverno. [...] Ele transborda de suas margens, de forma errática e imprevisível, durante a primavera, quando a semente já no chão tem de ser protegida, primeiro para não se afogar sob as águas da enchente; segundo, para não secar sob o sol escaldante, que faz evaporar mais da metade do fluxo do rio antes que ele chegue ao mar.(Paul Kriwaczek. Babilônia: a Mesopotâmia e o nascimento da civilização, 2018.)O excerto faz uma comparação entre a sociedade da Suméria e a do Egito da Antiguidade, acentuando, entre elas,
62BA3194-8E História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)CEDERJ · 2020MédioEntre para guardar nos favoritos"Com as inundações periódicas do Nilo, o Vale, onde se concentrava a população do Egito Antigo, costuma ser comparado a uma espécie de oásis em meio ao deserto.O historiador grego Heródoto, que visitou o Egito no século V a.C., o chamou de uma ‘dádiva do Nilo’, isto é, ‘um presente’ do Nilo. Essa frase pode passar a impressão de que, na construção da sociedade egípcia, os ‘atributos da natureza’ foram mais importantes que o trabalho dos egípcios. No entanto, para muitos historiadores, trabalho e organização foram os ingredientes principais da civilização egípcia. O rio, em si, (...) ao mesmo tempo que fertilizava, inundava.”PINSKY, Jaime. As Primeiras Civilizações. São Paulo. AtualEditora. 1994. p. 67.A partir das informações presentes no texto, pode-se afirmar como característica da organização econômica da milenar civilização egípcia o fato de:
9D5D06A6-5F História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)ENEM · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosSexto rei sumério (governante entre os séculos XVIII e XVII a.C.) e nascido em Babel, “Khammu-rabi" (pronúncia em babilônio) foi fundador do I Império Babilônico (correspondente ao atual Iraque), unificando amplamente o mundo mesopotâmico, unindo os semitas e os sumérios e levando a Babilônia ao máximo esplendor. O nome de Hamurabi permanece indissociavelmente ligado ao código jurídico tido como o mais remoto já descoberto: o Código de Hamurabi. O legislador babilônico consolidou a tradição jurídica, harmonizou os costumes e estendeu o direito e a lei a todos os súditos.Disponível em: www.direitoshumanos.usp.br. Acesso em: 12 fev. 2013 (adaptado).Nesse contexto de organização da vida social, as leis contidas no Código citado tinham o sentido deB3846A50-06 História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosOs egípcios viam a criação do mundo como uma espécie de ilha de ordem cercada pelas forças do caos, que a ameaçavam constantemente de aniquilação, da mesma forma como o Delta e o Vale férteis e organizados estavam cercados pelos desertos hostis e anárquicos.(Ciro F. S. Cardoso. O Egito Antigo, 1982. Adaptado.)O texto ajuda compreender o motivo de, no Egito Antigo, as práticas religiosas6D90A21B-FF História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)UECE · 2019Muito fácilEntre para guardar nos favoritosOs dois povos que foram os principais responsáveis pela construção da sociedade mesopotâmica foram os39A7B9CC-FF História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)UNICENTRO · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosA Lei do Talião é uma medida encontrada no Código de Hamurábi, que é considerada o mais antigo código de leis. Esse modelo de lei foi adotado pelos250540DC-E6 História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)faculdade independente do Nordeste · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosA religião constituía um sistema interpretativo do universo, usado para explicar o desenvolvimento da civilização egípcia, justificar sua estrutura social e política e determinar o papel de cada classe. A visão egípcia do mundo achava-se profundamente marcada pela eminência da destruição, com o universo ameaçado de se desorganizar não fossem as preces e os ritos. Os deuses garantiam o equilíbrio do cosmo; as práticas rituais asseguravam a felicidade na vida e a sobrevivência após a morte; o ritmo das enchentes, a fertilidade do solo e a própria disposição racional dos canais de irrigação dependiam diretamente da ação divina do faraó.”(BETTO, Frei, Extraído da História das civilizações – O Egito Antigo, São Paulo, Abril Cultural, 1975, vol 01 pág 17)Com base no texto e em seus conhecimentos, assinale a alternativa correta:
AF2CA162-C7 História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosNa China,desde o século XI existe a impressão de livros.Assinale a opção que corresponde às técnicas criadas pelos chineses.AF1E0268-C7 História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosO acontecimento marcante a partir do qual os muçulmanos passaram a contar o ano I do seu calendário foiFF4C1790-B9 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UECE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosAtente para as seguintes afirmações sobre a expansão do cristianismo, no norte da África, entre os séculos I e VIII d.C.:
I. Começou, aproximadamente, no ano de 62 d.C. na cidade de Alexandria e depois difundiu-se para a região da Cirenaica e ao longo do rio Nilo, indo para Kush e Núbia.
II. As invasões dos Vândalos, de 429 a 430 d.C., e a expansão árabe, a partir do século VII d.C., contribuíram para o enfraquecimento e quase desaparecimento do cristianismo.
III. A Etiópia foi o único local que, graças a sua profunda tradição monástica, adotou a religião cristã e conseguiu manter-se distante do proselitismo muçulmano.
É correto o que se afirma em
FF486873-B9 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosConsiderando o mundo grego do século V ao IV a.C, assinale a opção que completa, correta e respectivamente, as lacunas do seguinte enunciado:
“No mundo grego do século V a.C. ao século IV a.C., as cidades Atenas e Esparta exerceram poder e liderança sobre as demais cidades-Estados. Uniram-se para vencer os _________1 , porém, uma vez vitoriosas, tornaram-se forças rivais. Esparta formou aliança com várias cidades: essa aliança levou o nome de _________2; e Atenas impôs seu domínio liderando a união da _________3 , através da qual se fortaleceu militar e culturalmente, atraindo muitos pensadores e artistas de vários pontos da Grécia. As duas enfrentaram-se mutuamente, enfraqueceram-se e permitiram o surgimento de outras lideranças, como a da cidade de _________4 , por um curto período”.
FF445927-B9 História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosAssocie corretamente os povos da mesopotâmia, apresentados a seguir, com suas respectivas características e/ou realizações, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I:
Coluna I
1. Sumérios
2. Babilônios
3. Assírios
4. Caldeus
Coluna II
( ) Atingiram seu apogeu em 587 a.C., quando Nabucodonosor conquistou Jerusalém.
( ) Eram excelentes construtores de canais de irrigação e desenvolveram a escrita cuneiforme.
( ) Desenvolveram um calendário preciso e registraram um código de leis.
( ) Consideravam a guerra a principal força social e desenvolveram uma cultura militar.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
0DFFAAE3-99 História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)USP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosAo primeiro brilho da alvorada chegou do horizonte uma nuvem negra, que era conduzida [pelo] senhor da tempestade (...). Surgiram então os deuses do abismo; Nergal destruiu as barragens que represavam as águas do inferno; Ninurta, o deus da guerra, pôs abaixo os diques (...). Por seis dias e seis noites os ventos sopraram; enxurradas, inundações e torrentes assolaram o mundo; a tempestade e o dilúvio explodiam em fúria como dois exércitos em guerra. Na alvorada do sétimo dia o temporal (...) amainou (...) o dilúvio serenou (...) toda a humanidade havia virado argila (...). Na montanha de Nisir o barco ficou preso (...). Na alvorada do sétimo dia eu soltei uma pomba e deixei que se fosse. Ela voou para longe, mas, não encontrando um lugar para pousar, retornou. Então soltei um corvo. A ave viu que as águas haviam abaixado; ela comeu, (...) grasnou e não mais voltou para o barco. Eu então abri todas as portas e janelas, expondo a nave aos quatro ventos. Preparei um sacrifício e derramei vinho sobre o topo da montanha em oferenda aos deuses (...).A Epopeia de Gilgamesh, São Paulo: Martins Fontes, 2001.Com base no texto,registrado aproximadamente no século VII a.C. e que se refere a um antigo mito da Mesopotâmia, bem como em seus conhecimentos, é possível dizer que a sociedade descrita era79E3D209-07 História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)Centro Universitário São Camilo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosA pirâmide de Quéfren e o obelisco de Luxor são dois monumentos do Egito Antigo datados, respectivamente, dos séculos XXVI e XIII a.C.
(www.pimpmytrip.it)
(www.molon.de)Apesar das diferenças visíveis existentes entre esses monumentos, ambos exprimem
A4E9913D-02 História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)UNICENTRO · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosNo processo de desenvolvimento histórico, as sociedades se organizaram de modo diferenciado, sendo correto afirmar:5CD9B8F2-FA História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)PUC - RJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
Fonte: Biblioteca Nacional da França, Paris.O documento acima é uma página do Atlas Catalão, produzido por volta de 1375, com autoria atribuída ao cartógrafo de Maiorca (Espanha) Abraão Cresques. O Atlas traz informações sobre aspectos geográficos, mercadorias e populações do continente africano. No detalhe, o cartógrafo deu destaque ao rei do Mali, conhecido como mansa Mussa (à direita), ao retratá-lo segurando uma pepita de ouro, seguido pelo desenho da importante cidade de Tombuctu. Tendo como referência a imagem acima e os conhecimentos produzidos pelos estudos históricos, analise as afirmativas seguintes com relação à história do reino africano do Mali e assinale a afirmativa INCORRETA:5610D404-D7 História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: <tps://www.portalsaofrancisco.com.br>. Acesso em: out. 2018.O ideal de beleza na escultura, no Antigo Egito, registrado na imagem, está diretamente associado