Questões do ENEM: Ciências Humanas e Medievalidade Europeia
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257 questões encontradas. Mostrando a página 11 de 13.
7DF8F018-AB Gargântua e Pantagruel são romances escritos por François Rabelais, na primeira metade do século XVI. As obras narram as aventuras de dois gigantes, o padre Gargântua e o seu filho Pantagruel, escritas em linguagem simples e vivaz, estilo cômico, extravagante e satírico, são um instrumento de crítica à Igreja, à escolástica e aos costumes sociais. Sobre as ideias do autor, é correto afirmar-se que7B488BD5-AB História
História GeralUECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosA sociedade feudal foi descrita por meio de poesia épica. Sem muito refinamento e sofisticação, utilizou-se amplamente da virilidade como tema, por meio de personagens masculinos que possuíam qualidades essenciais de um cavaleiro: a bravura, a habilidade com as armas, em especial a espada, a lealdade do cavaleiro em relação ao seu suserano etc. Sobre os poemas épicos medievais é correto afirmar-se que65E699FE-A5 História
História GeralUECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosLeia com bastante atenção a “Fórmula de Tours”, relativa ao séc. VIII d.C., que expressa um juramento pelo qual um homem livre se encomendava a um senhor.
“Ao magnífico Senhor [...], eu [...]. Sendo bem sabido por todos quão pouco tenho para me alimentar e vestir, apelei por esta razão para a vossa piedade, tendo vós decidido permitir-me que eu me entregue e encomende ao vosso mundoburdus; o que fiz nas seguintes condições: devereis ajudar-me e sustentar-me tanto em víveres como em vestuário, enquanto vos puder servir e merecer; e eu, enquanto for vivo, deverei prestar-vos serviço e obediência como um homem livre, sem que me seja permitido em toda a minha vida, subtrair-me ao vosso poder e mundoburdus, mas antes deverei permanecer, para todos os dias da minha vida, sob o vosso poder e defesa. Logo, fica combinado que, se um de nós quiser deixar esta convenção, pagará [...] soldos à outra parte e o acordo permanecerá firme. Parece-nos pois conveniente que as duas partes interessadas façam entre si e confirmem dois documentos do mesmo teor, o que assim fizeram.”Espinosa, F. Antologia de textos históricos medievais. Lisboa: Sá da Costa Editora, 1972.
Esse juramento era proferido em um ritual que fundamentava o sistema feudal. Após proferi-lo, um homem passava a serE4E4752D-E7 História
História GeralUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosA nova rota oceânica para as especiarias orientais, por todo o restante do século XVI e também em parte do século XVII, foi menos utilizada que o prolongamento do velho comércio de especiarias por outros meios; por isso, até então, ela não havia ainda substituído a rota terrestre, nem os árabes e italianos que dela dependiam. Mas essa rota naval, bem como as outras no Atlântico e por toda parte, formavam a base daquilo que viria a ser determinante nos vários séculos seguintes: a supremacia naval, tanto do ponto de vista militar quanto comercial. (FRANK, 1977, p. 69-70)A análise do texto permite afirmar que a existência de rotas marítimas, terrestres e a utilização das rotas comerciais pelos muçulmanos indicam que89833272-DF História
História GeralUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosO modo de produção dessas sociedades [...] altamente civilizadas foi algumas vezes chamado de “asiático”. Talvez se possa defender essa tese, embora com dificuldade, na medida em que sua base social era constituída por comunidades aldeãs com propriedade comunal da terra, as quais eram, por sua vez, submetidas ao pagamento de tributos ao Estado ou ao poder dos conquistadores, que eram responsáveis pela organização de boa parte da infraestrutura, embora também se ligassem ao Estado ou ao trono, à propriedade da terra e à exploração direta do trabalho. (FRANK, 1977, p. 64).A existência da comunidade aldeã pressupõe, ao longo da história, uma variedade de relações entre o Estado e essas comunidades.
Dentre elas, pode-se destacar
CE5963B8-DC História
História GeralUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010FácilEntre para guardar nos favoritosO modo de produção é um todo complexo dominante, em que uma das estruturas que o compõem domina as outras, exercendo, sobre elas, uma influência, em última instância. Em um modo de produção, a estrutura determinante é sempre a econômica, o que não significa que tenha sempre o papel dominante. (MENDONÇA, 1983, p. 65).De acordo com o texto e com base nos conhecimentos sobre a Idade Média, é possível identificar como características específicas do modo de produção feudal, dentre outras,58F45FAF-D7 História
História GeralUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos“Enfim, em novembro de 1095, (...) o papa Urbano II (...) dirigiu à aristocracia guerreira francesa uma advertência, divulgada, a seguir, por toda a Europa: aqueles que até então tinham vivido como saqueadores, martirizando seus irmãos cristãos, poderiam ir para o Oriente, onde os cristãos encontravam-se ameaçados pelos muçulmanos, e empregar suas energias contra os infiéis. Assim, com o recurso deste expediente destinado a ‘exportar a violência’, foi assentada a primeira pedra no edifício das futuras Cruzadas”.Jacques Le Goff & Jean-Claude Schmitt. Dicionário Temático do Ocidente MedievalDe acordo com o texto, é correto afirmar que as Cruzadas7C42E7E8-B6 História
História GeralInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o fragmento a seguir e, depois, observe com atenção a imagem que se segue.“ A casa de Deus, que cremos ser uma, está, pois, dividida em três: uns oram, outros combatem, e outros, enfim, trabalham”.(Bispo Adalbéron de Laon. In: LE GOFF. Jacques. A Civilização do Ocidente Medieval. Lisboa: Editorial Estampa, 1984)
A partir do fragmento textual e da observação da imagem, assinale a alternativa correta.
0DE04E3A-B5 História
História GeralUESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosNem tudo na Idade Média estava conectado com a exaltação dos feitos religiosos e o poder do clero. Na literatura, temos exemplos do exercício de outras manifestações culturais. Por exemplo, o trovadorismo, surgido na França:0DDC2F12-B5 História
História GeralUESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosA famosa cidade de Constantinopla foi o centro do Império Romano do Oriente. Sua localização era estratégica para o comércio da época. Do ponto de vista militar, Constantinopla era:0DD85982-B5 História
História GeralUESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosAs primeiras invasões bárbaras causaram transtornos ao domínio dos romanos. Iniciava-se o período conhecido como Alta Idade Média. Nesse período:
D80CEDB9-B4 História
História GeralUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010FácilEntre para guardar nos favoritosConsiderando-se o longo processo de transição do feudalismo para o capitalismo, é possível se identificar, entre os fatores do agravamento da crise do feudalismo europeu,
91BDC30E-B3 História
História GeralFUVEST · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos“A instituição das corveias variava de acordo com os domínios senhoriais, e, no interior de cada um, de acordo com o estatuto jurídico dos camponeses, ou de seus mansos [parcelas de terra].”Marc Bloch. Os caracteres originais da França rural, 1952.Esta frase sobre o feudalismo trata2A5CF472-B0 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUNICENTRO · 2010FácilEntre para guardar nos favoritosA burguesia ainda não tinha força política para assumir a tarefa de centralização de poder. Era uma classe numérica e politicamente fraca, que possuía o capital e a consciência de que os particularismos feudais eram contrários a seus interesses econômicos. Mas, sem lugar na hierarquia feudal, essa classe precisava encontrar uma força significativa, disposta a lutar contra a nobreza e centralizar o poder.
(CÁCERES, 1996, p.195).
De acordo com o texto, a construção da ordem burguesa, na Europa Ocidental da Idade Moderna, resultou
6AF5E93B-B0 História
História GeralUEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir.
Os camponeses que viviam nessas terras já não eram homens livres [...]. Eles pertenciam à terra que o rei tinha atribuído a um senhor ou às terras que um nobre já possuía. [...] Esses camponeses eram chamados “servos”. Não eram considerados cidadãos do reino. Nem tinham direito de se deslocar conforme quisessem, nem de decidir se estavam ou não dispostos a cultivar. [...] Esses homens sem liberdade não eram exatamente escravos, pois pertenciam à terra, que por sua vez pertencia ao rei, mesmo que ele a cedesse a um nobre. O nobre ou príncipe não tinha direito de vendê-los nem de matá-los, ao contrário do que acontecia com os donos de escravos de antes. Fora isso, tinha direito de exigir deles o que quisesse. Sempre que ordenasse, os servos tinham de cultivar suas terras e trabalhar para ele. Eram obrigados a lhe fornecer regularmente pão e carne para sua alimentação, pois o nobre não trabalhava no campo. No máximo ia à caça, quando tinha vontade. O domínio que o rei lhe cedera, chamado “feudo”, era sua propriedade, e ele a transmitia ao filho por herança, a não ser que cometesse faltas graves para com o rei. Em troca do feudo, o senhor se comprometia com o rei a custear a formação de um exército com seus camponeses e outros senhores e a lutar pelo rei quando houvesse guerra. Ora, guerras havia com freqüência.
(GOMBRICH, E. H. Breve história do mundo. São Paulo: Martins Fontes, 2001. p. 160-161.)
De acordo com o texto e com os conhecimentos sobre a sociedade feudal europeia, é correto afirmar:
61DC2F29-B0 História
História GeralPUC - RS · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosDentre os fatores responsáveis pelo chamado Renascimento Comercial e Urbano, que ocorre a partir do século XI na Europa Ocidental, NÃO se pode referir8997412A-AF História
História GeralPUC - Campinas · 2010FácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, considere o poema abaixo.
Espanha da liberdade,
Não a Espanha da opressão.
Espanha republicana:
A Espanha de Franco, não.
(...)
Espanha da livre crença,
Jamais a da Inquisição.
(...)
Espanha que se batia
Contra o corso Napoleão!
(Manuel Bandeira. 50 poemas escolhidos pelo autor. S. Paulo: Cosac Naify, 2006. p. 60)
Apesar de existir desde a Idade Média, a Instituição a que o poema faz referência, adquiriu maior importância no início da Idade Moderna, principalmente na Península Ibérica. Neste período:I. O tribunal, além de combater protestantes, judeus e outros em nome da ortodoxia, se constituía em grande fonte de renda, e para os reis portugueses e espanhóis, instrumento para perseguir seus inimigos políticos.II. Os reis portugueses usavam a Inquisição para cobrar das comunidades judaicas altas taxas de proteção contra perseguições do próprio tribunal religioso ou para se apropriar dos bens e propriedades dessas comunidades, no país.III. Era um tribunal voltado a punir crimes contra o celibato, cometidos pelos membros do clero, perseguir e penalizar as pessoas que se colocavam contra o direito de culto protestante e de práticas religiosas judaicas, consideradas heréticas.IV. Os cardeais e monges se utilizavam da Inquisição para reformar a Igreja de dentro para fora sob a autoridade do papa e punir as pessoas que defendiam a reorganização moral, econômica e política da Igreja Católica com base em princípios protestantes.É correto o que se afirma SOMENTE em78B3029F-E1 História
História GeralFATEC · 2010Muito fácilEntre para guardar nos favoritosConsidere a imagem a seguir.

A imagem apresentada, relativa ao mês de outubro, nos remete ao sistema político-econômico existente na Idade Média. Esse sistema era o
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História GeralUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos[Na Idade Média] Homens e mulheres gostavam muito de festas. Isso vinha, geralmente, tanto das velhas tradições pagãs (...), quanto da liturgia cristã.(Jacques Le Goff. A Idade Média explicada aos meus filhos, 2007.)Sobre essas festas medievais, podemos dizer que:1014F378-36 História
História GeralUNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos[Na Idade Média], chamava-se ‘lepra’ a muitas doenças. Toda erupção pustulenta, a escarlatina, por exemplo, qualquer afec- ção cutânea passava por lepra. Ora, havia, com relação à lepra, um terror sagrado: os homens daquele tempo estavam persuadidos de que no corpo reflete-se a podridão da alma. O leproso era, só por sua aparência corporal, um pecador. Desagradara a Deus e seu pecado purgava através dos poros.
(Georges Duby. Ano 1000 Ano 2000. Na pista de nossos medos.
São Paulo: Unesp, 1998.)
O texto mostra a associação entre doença e religião na Idade Média. Isso ocorre porque os homens do período