História
Guerra Fria e seus desdobramentosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
Sobre a bipolarização do mundo no contexto da
Guerra Fria, assinale a alternativa correta.
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Sobre a bipolarização do mundo no contexto da
Guerra Fria, assinale a alternativa correta.

Bargaining Power... (Poder de barganha...)- Tradução do autor da questão. Disponível em: <https://resistir.info/asia/coreia_18jun09.html>. Acesso em: 02 maio 2017.
A figura é uma charge representando a atual tensão entre o governo dos EUA e o da Coréia do Norte, relacionada à expansão do poder bélico nuclear dos norte-coreanos. A charge é ilustrativa da assimetria de poder entre os contendores. No entanto, mesmo em desvantagem, o governo da Coréia do Norte apresenta um elemento de dissuasão a uma tentativa de ataque americano em seu território. Em outro momento histórico, o governo americano foi dissuadido de invadir o território cubano logo após a instalação do regime socialista na ilha.
Os direitos civis, surgidos na luta contra o Absolutismo real, ao se inscreverem nas primeiras constituições modernas, aparecem como se fossem conquistas definitivas de toda a humanidade. Por isso, ainda hoje invocamos esses velhos “direitos naturais” nas batalhas contra os regimes autoritários que subsistem.
QUIRINO, C. G.; MONTES, M. L. Constituições. São Paulo: Ática, 1992 (adaptado).
O conjunto de direitos ao qual o texto se refere inclui
Dado que o Presidente eleito Donald Trump articulou uma visão coerente dos assuntos externos, parece que os Estados Unidos devem rejeitar a maioria das políticas do período pós-1945. Para Trump, a OTAN é um mau negócio, a corrida nuclear é algo bom, o presidente russo Vladimir Putin é um colega admirável, os grandes negócios vantajosos apenas para nós, norte-americanos, devem substituir o livre-comércio.
Com seu estilo peculiar, Trump está forçando uma pergunta que, provavelmente, deveria ter sido levantada há 25 anos: os Estados Unidos devem ser uma potência global, que mantenha a ordem mundial – inclusive com o uso de armas, o que Theodore Roosevelt chamou, como todos sabem, de Big Stick?
Curiosamente, a morte da União Soviética e o fim da Guerra Fria não provocaram imediatamente esse debate. Na década de 1990, manter um papel de liderança global para os Estados Unidos parecia barato – afinal, outras nações pagaram pela Guerra do Golfo Pérsico de 1991. Nesse conflito e nas sucessivas intervenções norte-americanas na antiga Iugoslávia, os custos e as perdas foram baixos. Então, no início dos anos 2000, os americanos foram compreensivelmente absorvidos pelas consequências do 11 de setembro e pelas guerras e ataques terroristas que se seguiram. Agora, para melhor ou para pior, o debate está nas nossas mãos.
(Eliot Cohen. “Should the U.S. still carry a ‘big stick’?”. www.latimes.com, 18.01.2017. Adaptado.)
Considere as afirmações abaixo, sobre a Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética.
I - Em virtude da capacidade de “destruição mútua assegurada”, no caso de uma guerra aberta entre os dois países, não ocorreu nenhum conflito armado entre eles.
II - Nos anos 1970, o período da chamada “distensão” entre ambas as potências chegou ao fim com a construção do Muro de Berlim, no final daquela década.
III- Durante a Guerra Fria, foi estimulado o desenvolvimento da indústria bélica dos Estados Unidos e da União Soviética e fomentada a corrida espacial entre os dois países entre 1950 e 1980.
Quais estão corretas?
Considere o texto abaixo.
Paralelos históricos nunca são exatos, e por isso sempre são suspeitos, mas no século XIX está o molde do que nos acontece agora, com as revoluções anárquicas da era da restauração pós-Bonaparte, nascidas da frustração com a promessa libertária esgotada da Revolução Francesa, no lugar do nosso atual inconformismo sem centro, nascido da frustração com experiências socialistas fracassadas. Nos dois casos, a revolta sem método, muitas vezes apolítica e suicida, substituiu a revolução racionalizada.
(VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008, p. 149)
“Meus heróis morreram de overdose
Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver”
Fonte: Ideologia, 1988. Cazuza
No trecho da música Ideologia, o cantor Cazuza trata de um dos efeitos sociais relacionados aos momentos finais da Guerra Fria. Esse efeito associa-se à
“Tivemos que esperar alguns anos até conhecer o nome da menina [...] que, agressivamente nua e em pânico, chorando as lágrimas apavoradas dos órfãos definitivos, tentava a impossível fuga das nuvens de Napalm”.
“O mundo não sabe seu nome, nem pôde sequer ver-lhe o rosto. Conheceu apenas o gesto: sozinho no meio da praça, o corpo magro modestamente emoldurado pela calça escura e a camisa branca [...] desarmado, detém uma coluna de tanques. Imobilizados os mamutes de aço, o jovem sobe no dorso do primeiro deles e grita algo para o soldado que o pilota. Desce em seguida para o chão e novamente hasteia o próprio corpo diante da coluna. O tanque se move para a direita, é possível adivinhar a perplexidade do soldado, que precede a fúria. O tanque avança alguns centímetros, o jovem o encara desafiadoramente [...] alguns braços providenciais convergem para o meio da praça e resgatam o combatente solitário, impedindo que o mundo pudesse identificar esse herói do nosso tempo”
Esses são dois fragmentos de uma reportagem de Augusto Nunes publicada no jornal O Estado de São Paulo, em 18 de junho de 1989, depois do ocorrido descrito no segundo momento. Essas imagens foram amplamente divulgadas pela mídia e se tornaram referência. Assinale a alternativa que relaciona, respectivamente, os eventos mencionados acima.
Objetos trivializados por seu largo uso, os relógios são mais que instrumentos indispensáveis à rotina diária: apontam para um modo historicamente construído de lidar com o tempo. O emprego mais rigoroso e cotidiano de instrumentos que registram a passagem do tempo pode ser constatado pela produção massificada de relógios: em espaços públicos, no ambiente doméstico e nos incontáveis movimentos do homem urbano, outrora na algibeira, atualmente no pulso. Em seus ponteiros, a sucessão dos instantes é padronizada em unidades fixas: horas, minutos, segundos.
SILVA FILHO, A. L. M. Fortaleza: imagensda cidade. Fortaleza: Museu do Ceará; Secult-CE, 2001 (adaptado).
Durante o século XX, essa forma de conceber o tempo, experimentada sobretudo no espaço urbano, traz indícios de uma cultura marcada pela