Questões do ENEM: Ciências Humanas e História do Brasil

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2.321 questões encontradas. Mostrando a página 30 de 117.

  • 96928879-C3

    História

    História do Brasil
    UFU-MG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

        “A colonização brasileira tomou o aspecto de uma vasta empresa comercial que, apesar de ser mais complexa que o sistema de feitorias, manteve o mesmo caráter que essa, explorando os recursos naturais em proveito do comércio europeu. [...] Esse sentido da colonização explicará a formação e a evolução histórica dos trópicos americanos”.
    PRADO Júnior, Caio. História Econômica do Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1962. p. 22-23. (Adaptado)

        De acordo com a teoria apresentada, o modelo colonizador implementado no Brasil apresentava as seguintes características, EXCETO,
    Escolha uma alternativa para a questão 96928879-c3
  • 1B1D49C3-B9

    História

    História do Brasil
    UNESP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

        A construção de Brasília pode ser considerada a principal meta do Plano de Metas [...]. Para alguns analistas, a nova capital seria o elemento propulsor de um projeto de identidade nacional comprometido com a modernidade, cuja face mais visível seria a arquitetura modernista de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa. Ao mesmo tempo, no entanto, a interiorização da capital faria parte de um antigo projeto de organização espacial do território brasileiro, que visava ampliar as fronteiras econômicas rumo ao Oeste e alavancar a expansão capitalista nacional.


    (Marly Motta. “Um presidente bossa-nova”. In: Luciano Figueiredo (org.).

    História do Brasil para ocupados, 2013.)



    O texto expõe dois significados da construção de Brasília durante o governo de Juscelino Kubitschek. Esses dois significados relacionam-se, pois

    Escolha uma alternativa para a questão 1b1d49c3-b9
  • 1B07EAF6-B9

    História

    História do Brasil
    UNESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

        Nem existia Brasil no começo dessa história. Existiam o Peru e o México, no contexto pré-colombiano, mas Argentina, Brasil, Chile, Estados Unidos, Canadá, não. No que seria o Brasil, havia gente no Norte, no Rio, depois no Sul, mas toda essa gente tinha pouca relação entre si até meados do século XVIII. E há aí a questão da navegação marítima, torna-se importante aprender bem história marítima, que é ligada à geografia. [...] Essa compreensão me deu muita liberdade para ver as relações que Rio, Pernambuco e Bahia tinham com Luanda. Depois a Bahia tem muito mais relação com o antigo Daomé, hoje Benin, na Costa da Mina. Isso formava um todo, muito mais do que o Brasil ou a América portuguesa. [...]

        Nunca os missionários entraram na briga para saber se o africano havia sido ilegalmente escravizado ou não, mas a escravidão indígena foi embargada pelos missionários desde o começo, e isso também é um pouco interesse dos negreiros, ou seja, que a escravidão africana predomine. [...] A escravização tem dois processos: o primeiro é a despersonalização, e o segundo é a dessocialização.

    Imagem da questão de História, da prova de 2019

    O texto estabelece a formação do Brasil a partir da navegação marítima, o que implica reconhecer a importância
    Escolha uma alternativa para a questão 1b07eaf6-b9
  • 1AA4FB5D-B9

    História

    História do Brasil
    UNESP · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

        No fim da carta de que V. M.1 me fez mercê me manda V. M. diga meu parecer sobre a conveniência de haver neste estado ou dois capitães-mores ou um só governador.

        Eu, Senhor, razões políticas nunca as soube, e hoje as sei muito menos; mas por obedecer direi toscamente o que me parece.

        Digo que menos mal será um ladrão que dois; e que mais dificultoso serão de achar dois homens de bem que um. Sendo propostos a Catão dois cidadãos romanos para o provimento de duas praças, respondeu que ambos lhe descontentavam: um porque nada tinha, outro porque nada lhe bastava. Tais são os dois capitães-mores em que se repartiu este governo: Baltasar de Sousa não tem nada, Inácio do Rego não lhe basta nada; e eu não sei qual é maior tentação, se a 1 , se a 2 . Tudo quanto há na capitania do Pará, tirando as terras, não vale 10 mil cruzados, como é notório, e desta terra há-de tirar Inácio do Rego mais de 100 mil cruzados em três anos, segundo se lhe vão logrando bem as indústrias.

        Tudo isto sai do sangue e do suor dos tristes índios, aos quais trata como tão escravos seus, que nenhum tem liberdade nem para deixar de servir a ele nem para poder servir a outrem; o que, além da injustiça que se faz aos índios, é ocasião de padecerem muitas necessidades os portugueses e de perecerem os pobres. Em uma capitania destas confessei uma pobre mulher, das que vieram das Ilhas, a qual me disse com muitas lágrimas que, dos nove filhos que tivera, lhe morreram em três meses cinco filhos, de pura fome e desamparo; e, consolando-a eu pela morte de tantos filhos, respondeu-me: “Padre, não são esses os por que eu choro, senão pelos quatro que tenho vivos sem ter com que os sustentar, e peço a Deus todos os dias que me os leve também.”

        São lastimosas as misérias que passa esta pobre gente das Ilhas, porque, como não têm com que agradecer, se algum índio se reparte não lhe chega a eles, senão aos poderosos; e é este um desamparo a que V. M. por piedade deverá mandar acudir.

        Tornando aos índios do Pará, dos quais, como dizia, se serve quem ali governa como se foram seus escravos, e os traz quase todos ocupados em seus interesses, principalmente no dos tabacos, obriga-me a consciência a manifestar a V. M. os grandes pecados que por ocasião deste serviço se cometem.

    (Sérgio Rodrigues (org.). Cartas brasileiras, 2017. Adaptado.)

    1V. M.: Vossa Majestade.

    Em um estudo publicado em 2005, o historiador Gustavo Acioli Lopes vale-se, no quadro da economia colonial, da expressão “primo pobre” para se referir ao produto derivado das lavouras mencionadas por Antônio Vieira em sua carta. No contexto histórico em que foi escrita a carta, o “primo rico” seria
    Escolha uma alternativa para a questão 1aa4fb5d-b9
  • FF39A40A-B9

    História

    História do Brasil
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia atentamente o seguinte trecho:


    “[...] O Congresso foi fechado, quase a metade dos parlamentares do MDB foi cassada e muitos foram presos. Vários professores, intelectuais, jornalistas e até militares perderam seus empregos. Os meios de comunicação passaram a sofrer uma rígida censura. Qualquer pessoa poderia ser acusada de delito contra a segurança nacional. Vários artistas foram obrigados a deixar o país, como foi o caso de Gilberto Gil, Caetano Veloso e Chico Buarque de Hollanda”.

    PEDRO, Antonio; LIMA, Lizânias de Souza. História sempre presente 1. ed. São Paulo: FTD, 2010.


    Os eventos, citados no excerto acima, fazem referência

    Escolha uma alternativa para a questão ff39a40a-b9
  • FF3570DD-B9

    História

    Era Vargas – 1930-1954
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A Revolta Comunista de 1935, ocorrida no governo de Getúlio Vargas, teve como característica
    Escolha uma alternativa para a questão ff3570dd-b9
  • FF21E6EC-B9

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O governo do Brasil foi conduzido por regentes entre 1831 e 1840. No que concerne a esse período, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão ff21e6ec-b9
  • FF1DD8D7-B9

    História

    História do Brasil
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia atentamente o seguinte trecho do Regimento de Feitor-mor de engenho:


    “O castigo que se fizer ao escravo não há-de ser com pau nem tirar-lhe com pedras ou tijolos e quando o merecer o mandará botar sobre um carro e dar-se-lhe-á com um açoite seu castigo; e, depois de bem açoitado, o mandará picar com navalha ou faca que corte bem e dar-se-lhe-á com sal, sumo de limão e urina e o meterá alguns dias na corrente. [...]”

    João Fernandes Vieira. Regimento de feitor-mor de engenho. Apud ALVES FILHO, Ivan. Brasil, 500 anos em documentos. Rio de Janeiro: Mauad Editora, 1999.


    Considerando o excerto acima e o conhecimento que se tem a respeito da escravidão no Brasil, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão ff1dd8d7-b9
  • FF19856F-B9

    História

    História do Brasil
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir do século XVIII, houve um crescimento da estrutura urbana no Brasil Colônia, com o surgimento de um grande número de vilas e cidades, devido, principalmente,
    Escolha uma alternativa para a questão ff19856f-b9
  • A2D7F277-B9

    História

    História do Brasil
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O governo do presidente Juscelino Kubitschek (1956–1961) foi marcado por otimismo e euforia, apoiado em ideais modernos e industrializantes.
    Sob o lema “50 anos em 5”, esse presidente apresentou seu Plano de Metas, que consistia, principalmente, em
    Escolha uma alternativa para a questão a2d7f277-b9
  • CBC3178C-B9

    História

    Era Vargas – 1930-1954
    Universidade Virtual de São Paulo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Com o fim do governo de Getúlio Vargas, que era conhecido como Estado Novo, em 1945, o Brasil passou por um período democrático que se estendeu até 1964. O processo de industrialização assumiu grandes proporções nessa época, ainda mais com o Plano de Metas que foi instituído no mandato de Juscelino Kubitschek, também chamado de JK (1956- 1961). A respeito do Plano de Metas,leia as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

    ( ) Com o plano de Metas, várias grandes empresas estrangeiras, chamadas de multinacionais, estabeleceram-se no Brasil.
    ( ) Foi a partir deste plano que a modernização ganhou um ritmo ainda mais rápido do que no período anterior.
    ( ) Em poucos anos, foram construídas usinas hidrelétricas, como a de Furnas e a de Três Marias, e a siderúrgica Usiminas, todas em Minas Gerais.
    ( ) Mas, nesse mesmo período, o Produto Interno Bruto (PIB) caiu a uma taxa média de 10% ao ano. Dessa forma, durante o governo JK (1956-1961), o país registrou péssimos índices na produção industrial.

    Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão cbc3178c-b9
  • CDC62404-B8

    História

    História do Brasil
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A Revolta da Vacina, que foi uma importante manifestação social,
    Escolha uma alternativa para a questão cdc62404-b8
  • CDC37390-B8

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A queda do império no Brasil não se deu apenas por uma causa, mas por um acúmulo de fatores. Analise os fatos apresentados a seguir e assinale o que NÃO corresponde a uma causa para o fim da monarquia no Brasil.
    Escolha uma alternativa para a questão cdc37390-b8
  • CDC074BF-B8

    História

    História do Brasil
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O sistema agrícola conhecido como plantation, que foi implantado durante a colonização do Brasil, tinha como característica
    Escolha uma alternativa para a questão cdc074bf-b8
  • A386D87E-B6

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    ENEM · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A Regência iria enfrentar uma série de rebeliões nas províncias, marcadas pela reação das elites locais contra o centralismo monárquico levado a efeito pelos interesses dos setores ligados ao café da Corte, como a Cabanagem, no Pará, a Balaiada, no Maranhão, e a Sabinada, na Bahia. Mas, de todas elas, a Revolução Farroupilha era aquela que mais preocuparia, não só pela sua longa duração como pela sua situação fronteiriça da província do Rio Grande, tradicionalmente a garantidora dos limites e dos interesses antes lusitanos e agora nacionais do Prata.
    PESAVENTO, S. J. Farrapos com a faca na bota. In: FIGUEIREDO, L. História do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013.

    A característica regional que levou uma das revoltas citadas a ser mais preocupante para o governo central era a
    Escolha uma alternativa para a questão a386d87e-b6
  • A3827F8D-B6

    História

    Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831
    ENEM · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Uns viam na abdicação uma verdadeira revolução, sonhando com um governo de conteúdo republicano; outros exigiam o respeito à Constituição, esperando alcançar, assim, a consolidação da Monarquia. Para alguns, somente uma Monarquia centralizada seria capaz de preservar a integridade territorial do Brasil; outros permaneciam ardorosos defensores de uma organização federativa, à semelhança da jovem República norte-americana. Havia aqueles que imaginavam que somente um Poder Executivo forte seria capaz de garantir e preservar a ordem vigente; assim como havia os que eram favoráveis à atribuição de amplas prerrogativas à Câmara dos Deputados, por entenderem que somente ali estariam representados os interesses das diversas províncias e regiões do Império.
    MATTOS, I. R.; GONÇALVES, M. A. O Império da boa sociedade: a consolidação do Estado imperial brasileiro. São Paulo: Atual, 1991 (adaptado).

    O cenário descrito revela a seguinte característica política do período regencial:
    Escolha uma alternativa para a questão a3827f8d-b6
  • A3249862-B6

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    ENEM · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) reuniu historiadores, romancistas, poetas, administradores públicos e políticos em torno da investigação a respeito do caráter brasileiro. Em certo sentido, a estrutura dessa instituição, pelo menos como projeto, reproduzia o modelo centralizador imperial. Assim, enquanto na Corte localizava-se a sede, nas províncias deveria haver os respectivos institutos regionais. Estes, por sua vez, enviariam documentos e relatos regionais para a capital.
    DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Planeta do Brasil, 2010 (adaptado).

    De acordo com o texto, durante o reinado de D. Pedro II, o referido instituto objetivava
    Escolha uma alternativa para a questão a3249862-b6
  • C83E20E2-B2

    História

    Era Vargas – 1930-1954
    FATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    No Brasil, nas primeiras décadas do século XX, as mulheres formavam grande parte do operariado, especialmente as imigrantes: espanholas, italianas, portuguesas, húngaras, romenas, polonesas, lituanas e sírias. Em 1901, como afirma a historiadora Mary Del Priore, constituíam quase 68% da mão de obra empregada na indústria de fiação e tecelagem. Trabalhavam de 10 a 14 horas por dia, em péssimas condições de higiene e sob grande controle disciplinar. Além disso, os salários eram baixos, estavam constantemente sujeitas ao assédio sexual e não existia qualquer legislação trabalhista capaz de protegê-las de tal exploração. Somente a partir da década de 1930, depois de inúmeras manifestações operárias em todo o mundo, a legislação brasileira proporcionou garantias trabalhistas às mulheres. Na Era Vargas, anos 30, 40 e 50, houve a regulamentação do trabalho de mulheres e crianças, e o presidente Getúlio Vargas fixou a jornada de trabalho em 8 horas diárias.

    <https://tinyurl.com/y5sq4pkp> Acesso em: 15.10.2019. Adaptado.

    Segundo o texto,


    Escolha uma alternativa para a questão c83e20e2-b2
  • C833A190-B2

    História

    História do Brasil
    FATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O projeto de ocupação populacional da Colônia foi estabelecido entre 1534 e 1536, com a adoção do sistema de capitanias hereditárias, que já havia sido empregado com sucesso nas ilhas atlânticas e, além do Brasil, seria estendido à Angola. O objetivo do rei D. João III com o sistema de capitanias hereditárias era promover a ocupação territorial, transferindo o ônus para particulares. O sistema consistia na concessão pelo rei de extensos domínios a particulares, os quais recebiam uma carta de doação real e um foral, no qual estavam especificadas suas obrigações. O donatário, nome dado ao particular que recebia a capitania, tinha o direito de explorá-la economicamente, administrar a Justiça e, ao mesmo tempo, estava obrigado a se sujeitar à autoridade da Coroa, a recolher os tributos e a expandir a fé católica, entre outras atribuições. Cabia ao donatário, ainda, a concessão de sesmarias, grandes extensões de terras que estão na origem do latifúndio no Brasil. O sistema, contudo, começou a apresentar problemas para os donatários. Poucas foram as capitanias que efetivamente prosperaram.

    <https://tinyurl.com/y6q37ysu> Acesso em: 15.10.2019. Adaptado.


    Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, algumas das causas do fracasso do sistema descrito no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão c833a190-b2
  • C8050FEA-B2

    História

    História do Brasil
    FATEC · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos I e II para responder a questão.


    Texto I

    O branco açúcar que adoçará meu café

    Nesta manhã de Ipanema

    Não foi produzido por mim

    Nem surgiu dentro do açucareiro por milagre

    Vejo-o puro

    E afável ao paladar

    Como beijo de moça, água

    Na pele, flor

    Que se dissolve na boca. Mas este açúcar

    Não foi feito por mim.

    Este açúcar veio

    Da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,

    Dono da mercearia.

    Este açúcar veio

    De uma usina de açúcar em Pernambuco

    Ou no Estado do Rio

    E tampouco o fez o dono da usina.

    Este açúcar era cana

    E veio dos canaviais extensos

    Que não nascem por acaso

    No regaço do vale.

    Em lugares distantes,onde não há hospital

    Nem escola,

    Homens que não sabem ler e morrem de fome

    Aos 27 anos

    Plantaram e colheram a cana

    Que viraria açúcar.

    Em usinas escuras,

    Homens de vida amarga

    E dura

    Produziram este açúcar

    Branco e puro

    Com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.

    GULLAR, F. “O Açúcar”. Toda poesia. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1980.


    Texto II

    Imagem da questão de História, da prova de 2019

    <https://tinyurl.com/y4ur7lhb> Acesso em: 18.10.2019. Original colorido


    * Texto da imagem: “Em 1888, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, mas nem todo mundo conseguiu ler.”

    As informações contidas na imagem do texto II, localizadas no canto inferior direito, não foram reproduzidas, pois não interferem na resolução da questão apresentada.
    O texto II remete a um período de produção do açúcar em que se estabeleceu um tipo característico de relação social e de trabalho.

    Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, algumas das características dessas relações sociais e de trabalho nos engenhos de açúcar da América portuguesa, no século XVI.
    Escolha uma alternativa para a questão c8050fea-b2