Questões do ENEM: Ciências Humanas e História do Brasil

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2.321 questões encontradas. Mostrando a página 56 de 117.

  • B1C37FE7-B4

    História

    História do Brasil
    Universidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia atentamente o trecho a seguir. Ele faz parte do Voto do Padre Antônio Vieira sobre as dúvidas dos moradores de São Paulo acerca da administração dos índios, de 1694.

    “São, pois, os ditos índios aqueles que, vivendo livres e senhores naturais das suas terras, foram arrancados delas por uma violência e tirania e trazidos em ferros com a crueldade que o mundo sabe, morrendo natural e violentamente muitos nos caminhos de muitas léguas até chegarem às terras de São Paulo, onde os moradores delas ou os vendiam, ou se serviam e se servem deles como escravos”.

    VIEIRA, A. (Pe.) Escritos instrumentais sobre os índios. São Paulo: Educ; Loyola; Giordano, 1992. p.102.

    Sobre a escravização das populações indígenas no início do processo de colonização na América Portuguesa, assinale a alternativa CORRETA:

    Escolha uma alternativa para a questão b1c37fe7-b4
  • EA0EE43E-B3

    História

    História do Brasil
    IF-MT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em 126 anos de República – proclamada em um golpe de Estado – o Brasil viveu inúmeras crises institucionais, obras de quarteladas, renúncias e deposições, de presidentes. Dos 42 presidentes, 12 não concluíram seu período constitucional à frente do país. Nos últimos anos, a chamada Nova República (1984 até hoje), dois presidentes eleitos diretamente pelo povo brasileiro, tiveram seus mandatos cassados pelo Congresso Nacional. Os dois presidentes são:
    Escolha uma alternativa para a questão ea0ee43e-b3
  • D195B9A7-B2

    História

    História do Brasil
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    No período colonial brasileiro, o marquês de Pombal realizou importantes reformas no sistema sociopolítico da então colônia.

    Sobre essas reformas, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão d195b9a7-b2
  • 54B4B7E3-B1

    História

    História do Brasil
    Universidade Federal de Roraima · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Durante o governo de José Sarney, em relação à primeira eleição direta depois da ditadura civil militar, pode-se afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 54b4b7e3-b1
  • 54B0C967-B1

    História

    História do Brasil
    Universidade Federal de Roraima · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Quanto ao golpe de 1964 no Brasil, o qual deu início a uma ditadura civil-militar que durou 21 anos e em consonância com a Guerra Fria, pode-se dizer:
    Escolha uma alternativa para a questão 54b0c967-b1
  • 54A592B1-B1

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    Universidade Federal de Roraima · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Durante o Período Regencial, a atuação política dos partidos Liberal e Conservador não impediu ocorrência de diversos conflitos, entre eles a Cabanagem, que envolveu a população civil, políticos influentes e as forças militares leais aos governos regenciais, entre 1835 e 1840.

    Sobre esse contexto pode-se afirmar, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 54a592b1-b1
  • 54A1AC1D-B1

    História

    História do Brasil
    Universidade Federal de Roraima · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO I
    “ ...na cidade de Óbidos, em 11 de janeiro de 1854 [...] Raimunda, “24 anos de idade, crioula, bem retinta, um tanto baixa, bem figurada, muito humilde” [...] estava fugida com seu companheiro José Moisés, “de 26 anos de idade, cafuz bastante fornido do corpo, estatura regular, mal encarado, olhos pequenos, e fundos”. Os dois fugiram com a ajuda do forro Antônio Maranhoto, natural do Maranhão que [...antes] “foi marinheiro de embarcação de guerra”[...]. Em fevereiro de 1861, a escrava Benedita, “cafuza, natural de Óbidos, com falta de dentes na frente, cabelos cacheados, cheia de corpo, cara risonha” fugiu na companhia do soldado mulato Francisco Lima. Levou uma rede nova, um balaio e um baú de cedro contendo “um par de chinela, um fio de conta de ouro, uma camisa de chita amarela, uma saia de cambraia branca com três folhos e duas camisas brancas”. Em abril do mesmo ano, a escrava Maria, “crioula retinta, magra, alta, olhos e beiços grandes” fugiu com Hipólito, “crioulo bem retinto, barbado, falta de dentes na parte superior”. Maria e Hipólito fugiram pouco tempo depois do falecimento de seu senhor Antônio Guerra, diretor de índios no rio Madeira. A viúva pedia sua captura e ainda oferecia 100 mil réis de recompensa por cada escravo.” 

    CAVALCANTI, Y.R.O; SAMPAIO, P.M. Histórias de Joaquinas, Mulheres, Escravidão e Liberdade (Brasil, Amazonas: séc.XIX). Revista Afro-Ásia, 46. p.97-120. Disponível em < http://www.scielo.br/pdf/afro/n46/a03n46.pdf>
    Com base no texto I e nos seus conhecimentos sobre a escravidão negra no Brasil durante a segunda metade do século XIX, é CORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 54a1ac1d-b1
  • 1F535CFD-B0

    História

    Era Vargas – 1930-1954
    Universidade Federal do Amazonas · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    A campanha “o petróleo é nosso” marcou a política do último governo de Getúlio Vargas, envolvendo estudantes, militares, setores da burguesia nacionalista e trabalhadores.

    Sobre a campanha “o petróleo é nosso”, assinale a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão 1f535cfd-b0
  • 1F47B1F5-B0

    História

    Era Vargas – 1930-1954
    Universidade Federal do Amazonas · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Pelos Acordos de Washington (1942), o governo brasileiro se comprometia em fornecer aos Aliados (Estados Unidos, Inglaterra e França) um mínimo de 5.000 toneladas de borracha anuais; tal volume deveria substituir a produção da Malásia, região que estava sob o domínio dos japoneses.

    Sobre a produção de borracha, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 1f47b1f5-b0
  • 8FDE76D3-B0

    História

    História do Brasil
    UDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o texto para responder à questão.

    “A unidade básica de resistência no sistema escravista, seu aspecto típico, foram as fugas. (...) Fugas individuais ocorrem em reação a maus tratos físicos ou morais, concretizados ou prometidos, por senhores ou prepostos mais violentos. Mas outras arbitrariedades, além da chibata, precisam ser computadas. Muitas fugas tinham por objetivo refazer laços afetivos rompidos pela venda de pais, esposas e filhos. (...) No Brasil, a condenação [da escravidão] só ganharia força na segunda metade do século, quando o país independente, fortemente penetrado por ideias e práticas liberais, se integra ao mercado internacional capitalista. (...) “Tirar cipó” – isto é, fugir para o mato – continuou durante muito tempo como sinónimo de evadir-se, como aparece no romance A carne, de Júlio Ribeiro. Mas as fugas, como tendência, não se dirigem mais simplesmente para fora, como antes; se voltam para dentro, isto é, para o interior da própria sociedade escravista, onde encontram, finalmente, a dimensão política de luta pela transformação do sistema. “O não quero dos cativos”, nesse momento, desempenha papel decisivo na liquidação do sistema, conforme analisou o abolicionista Rui Barbosa”.

    REIS, João José. SILVA, Eduardo. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989, p. 62-66-71.
    De acordo com os autores do texto, João José Reis e Eduardo Silva, assinale a alternativa incorreta.
    Escolha uma alternativa para a questão 8fde76d3-b0
  • 8FDB5B7E-B0

    História

    História do Brasil
    UDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o texto para responder à questão.

    “A unidade básica de resistência no sistema escravista, seu aspecto típico, foram as fugas. (...) Fugas individuais ocorrem em reação a maus tratos físicos ou morais, concretizados ou prometidos, por senhores ou prepostos mais violentos. Mas outras arbitrariedades, além da chibata, precisam ser computadas. Muitas fugas tinham por objetivo refazer laços afetivos rompidos pela venda de pais, esposas e filhos. (...) No Brasil, a condenação [da escravidão] só ganharia força na segunda metade do século, quando o país independente, fortemente penetrado por ideias e práticas liberais, se integra ao mercado internacional capitalista. (...) “Tirar cipó” – isto é, fugir para o mato – continuou durante muito tempo como sinónimo de evadir-se, como aparece no romance A carne, de Júlio Ribeiro. Mas as fugas, como tendência, não se dirigem mais simplesmente para fora, como antes; se voltam para dentro, isto é, para o interior da própria sociedade escravista, onde encontram, finalmente, a dimensão política de luta pela transformação do sistema. “O não quero dos cativos”, nesse momento, desempenha papel decisivo na liquidação do sistema, conforme analisou o abolicionista Rui Barbosa”.

    REIS, João José. SILVA, Eduardo. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989, p. 62-66-71.
    Analise as proposições em relação à escravidão e à abolição no Brasil.

    I. O Brasil foi o último país independente do continente americano a abolir a escravidão, mantendo-a por praticamente todo o período imperial.

    II. Milhões de pessoas foram trazidas de diferentes regiões africanas para o Brasil e escravizadas ao longo de mais de três séculos. Contudo, a mão de obra escrava, no Brasil, não foi exclusivamente africana.

    III. A lei Eusébio de Queiróz, em 1850, cessou a compra e a venda de escravos no Brasil, e a pressão inglesa foi significativa para a promulgação desta lei.

    IV. O fim da escravidão, no Brasil, se deu com a promulgação da Lei Áurea em 13 de maio de 1888, não tendo os escravos participado do processo de abolição.

    V. Após a abolição, o estado brasileiro não ofereceu condições adequadas para que os ex-escravos se integrassem no mercado de trabalho assalariado, tendo a imigração europeia sido justificada, inclusive por teorias raciais.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 8fdb5b7e-b0
  • 8FCB63C8-B0

    História

    Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831
    UDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em 25 de março de 1824, Dom Pedro I outorgou a Constituição Política do Império do Brasil. Em relação à Constituição de 1824, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 8fcb63c8-b0
  • 8FC79D41-B0

    História

    História do Brasil
    UDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    "O golpe militar de 1964 não é o inaugurador da ditadura. Ele foi gestado muito tempo antes, em um processo relativamente longo. Posso afirmar que ele se origina na crise que envolve a renúncia do presidente Jânio Quadros e toda a movimentação que cercou a posse do vice-presidente João Goulart. O golpe foi uma expressão do autoritarismo presente em determinados setores da sociedade brasileira." (Carlos Fico, historiador)

    Assinale a alternativa correta a respeito do governo de João Goulart e da instauração de uma ditadura que se prolongou por mais de 15 anos no Brasil.
    Escolha uma alternativa para a questão 8fc79d41-b0
  • 5C213F45-B0

    História

    História do Brasil
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    “O período do chamado ‘milagre’ estendeu-se de 1969 a 1973, combinando o extraordinário crescimento econômico com taxas relativamente baixas de inflação. O PIB cresceu na média anual de 11,2% no período, tendo seu pico em 1973, com uma variação de 13%. A inflação média anual não passou de 18%” (FAUSTO, Boris. História Concisa do Brasil. São Paulo: EdUSP / Imprensa Oficial, 2001. p. 268).

    Entre as características do chamado “milagre econômico”, durante a ditadura civil-militar brasileira, NÃO está:
    Escolha uma alternativa para a questão 5c213f45-b0
  • 5C14F24A-B0

    História

    História do Brasil
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto e observe as imagens a seguir:


    “A tentativa de transformar Tiradentes em herói nacional, adequado a todos os gostos, não eliminou totalmente a ambiguidade do símbolo. O governo republicano tentou dele se apropriar, declarando o 21 de abril feriado nacional e, em 1926, construindo a estátua em frente ao prédio da Câmara. Os governos militares recentes foram mais longe. [Uma] lei de 1965 declarou Tiradentes patrono cívico da nação brasileira e mandou colocar retratos seus em todas as repartições públicas. Durante o Estado Novo foram representadas peças de teatro, com apoio oficial, exaltando a figura do herói”


    CARVALHO, José Murilo de. A Formação das Almas: O imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1991. p. 71. Acesso em: 10 out 2016.


    Imagem da questão de História, IFF 2016, História do Brasil


    Assinale a alternativa que justifica corretamente a utilização da figura de Tiradentes como herói nacional.
    Escolha uma alternativa para a questão 5c14f24a-b0
  • 8FB59083-B0

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    UEL · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de História, UEL 2016, Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889

    (Disponível em:<http://xicosa.blogfolha.uol.com.br/files/2014/02/AngeliIdeologia.gif> . Acesso em: 20 abr. 2016.)

    Sob o ponto de vista das ideias, foram diversas as correntes políticas que atuaram no período regencial no Brasil (1831-1840).

    Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, os integrantes e suas posições político-ideológicas.

    Escolha uma alternativa para a questão 8fb59083-b0
  • F3537F8D-AF

    História

    História do Brasil
    UNIOESTE · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia atentamente o que segue abaixo:


    “A maneira indireta de neutralizar a capital e as forças que nela se agitavam era fortalecer os estados, pacificando e cooptando suas oligarquias. Era reunir as oligarquias em torno de um arranjo que garantisse seu domínio local e sua participação no poder nacional de acordo com o cacife político de cada um [...]. Se os partidos não funcionavam como instrumentos de governo, se se dividiam em facções, se ficavam presos a caudilhos, a solução, para Campos Salles, era formar então um grande partido de governo com sustentação nas oligarquias estaduais [...]. O resumo é perfeito: governar o País por cima do tumulto das multidões agitadas da capital. O Rio podia ser caixa de ressonância, mas não ter força política própria porque uma população urbana mobilizada politicamente, socialmente heterogênea, indisciplinada, dividida por conflitos internos não podia dar sustentação a um governo que tivesse de representar as forças dominantes do Brasil agrário [...].” 

    CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987, p. 32-33.


    O trecho refere-se a um dos momentos turbulentos e críticos da República brasileira: crises econômicas e financeiras, disputas políticas entre as oligarquias regionais, militares no poder com Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, a Revolta da Armada (1893), graves problemas sociais e urbanos nas cidades, como o Rio de Janeiro (Capital Federal), mas, também, as tensões no campo – basta citar a emblemática e sangrenta história de Canudos (1895-1897) – e a chegada dos civis ao poder, a contar de Prudente de Morais em 1894. Um contexto histórico, enfim, marcado por uma crise aguda de legitimidade institucional do regime republicano desde a sua implantação em 1889. Como sair da crise? O contexto e a questão não parecem soar estranhos aos nossos ouvidos, posto que a solução buscada pelo presidente Campos Salles (1898-1902) confunde-se, sem negar as especificidades de cada período histórico, com medidas autoritárias e conservadoras de nossos governantes.  

    Tomando-se por base a referência ao texto de José Murilo de Carvalho e a análise acima, assinale a alternativa CORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão f3537f8d-af
  • F34CCD7C-AF

    História

    Era Vargas – 1930-1954
    UNIOESTE · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Analise as indicações abaixo:


    I - Censura e controle

    “O samba O Bonde de São Januário, de autoria de Wilson Batista composta em 1940 e interpretado por Ataúfo Alves, foi censurado pelo DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda). Esse órgão, criado pelo governo de Getúlio Vargas durante o Estado Novo, exercia de forma severa a censura sobre os jornais, as revistas, o teatro, o cinema, a literatura, o rádio e as demais manifestações culturais. A letra original dizia: “O bonde de São Januário/leva mais um sócio otário/só eu não vou trabalhar”.”

    Fonte: http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/modules/debaser/singlefile.php?id=23459 

    O Bonde de São Januário

    Quem trabalha é quem tem razão

    Eu digo e não tenho medo de errar

    O Bonde de São Januário leva mais um operário

    Sou eu que vou trabalhar

    Antigamente eu não tinha juízo

    Mas hoje eu penso melhor no futuro

    Graças a Deus sou feliz vivo muito bem

    A boemia não dá camisa a ninguém

    Passe bem!

    Composição: Wilson Batista


    II - Expectativa de apoio estatal nas disputas de terra

    “Deste Norte do Paraná, que já parecera o eldorado para milhares de brasileiros que para lá se deslocavam, chega a carta de José Arruda de Oliveira. A carta não serve apenas para pedir, mas também contar sua vida: “Trabalhei na Bahia em cinqüenta e cinco tarefas de cacau, mas só recebi mil cruzeiros por pé. Tenho sofrido muito na unha dos tubarões. Eu não queria trabalhar mais para os tubarões”. Tubarão, na linguagem da época, era o explorador que não plantava, mas colhia o resultado de seu plantio. Arruda continuava: “Formei quatro alqueire de café, e tenho uma posse. Mas agora homem da companhia agrícola de Catanduva diz que a terra é deles. Eu agaranto que é mata do Estado”. Ser mata do Estado abria para Arruda a esperança de que pudesse ficar em paz: “eu assisti o seu comício em Londrina e fiquei muito satisfeito. Eu queria muito conversar com o senhor pra contar o que acontece aqui no Paraná.”.”

    RIBEIRO, Vanderlei V. Cartas da roça ao presidente: os camponeses ante Vargas e Perón. Revista de História Comparada, Rio de Janeiro, v. 1, n. 2, p. 9, 2007.

    Após analisarmos tais considerações frente ao que se denominou "Era Vargas", podemos indicar como INCORRETA a seguinte alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão f34ccd7c-af
  • 8FD58B61-1D

    História

    Era Vargas – 1930-1954
    FGV · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    [Em novembro de 1937], (...) ao falar em organizar a juventude com a finalidade “de promover-lhe a disciplina moral e o adestramento físico, de maneira a prepará-la ao cumprimento dos seus deveres para com a economia e a Nação, [o ministro da Justiça Francisco] Campos estava pensando em instituições voltadas para a mobilização e a militarização dos jovens. (...)
    Consciente de que não poderia contar com o apoio de Gustavo Capanema para a efetivação de seu projeto de mobilização política da juventude através do sistema de ensino e tendo fracassado na sua tentativa de afastá-lo do Ministério da Educação e Saúde, Campos planejava reunir os jovens em um sistema e criar para isto uma grande organização nacional, sob a dependência direta do Ministério da Justiça, isto é, dele mesmo.

    (José Silvério Baía Horta. O hino, o sermão e a ordem do dia: a educação no Brasil (1930-1945), 1994)

    Considerando o fragmento e o contexto do Estado Novo, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 8fd58b61-1d
  • 8FCB1B0C-1D

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    FGV · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Empreiteiro da Companhia Estrada de Ferro D. Pedro II, o imigrante norte-americano David Sompson decidiu dar fim à própria vida na noite de 29 de outubro de 1869, em Sapucaia, província do Rio de Janeiro. Por ser protestante e suicida, Sompson foi enterrado do lado de fora dos muros do cemitério. O diretor da companhia chegou a solicitar a realização de um sepultamento digno para seu funcionário, mas foi em vão: sob a justificativa de impedir a “profanação das almas”, o vigário-geral não autorizou o enterro no mesmo espaço sagrado dos católicos – “Tenho a honra de declarar que as leis da Igreja Católica proíbem o enterrar-se em sagrado aos que se suicidam, uma vez que antes de morrer não tenham dado sinais de arrependimento, acrescendo a circunstância no presente caso de ser o falecido protestante”.
    Em 20 de abril de 1870, o imperador D. Pedro II tomou conhecimento do parecer e concordou com a opinião dos membros do Conselho de Estado: “Recomende-se aos Reverendos Bispos que mandem proceder às solenidades da Igreja nos cemitérios públicos, para que neles haja espaço em que possam enterrar-se aqueles a quem a mesma Igreja não concede sepultura em sagrado. E aos Presidentes de Província que providenciem para que os cemitérios que de agora em diante se estabelecerem se reserve sempre para o mesmo fim o espaço necessário”.

    (Sérgio Augusto Vicente. Segregação dos mortos, 1.2.2015. In Revista de História da Biblioteca Nacional, no 113, fevereiro de 2015. Adaptado)

    A partir do fato apresentado e do contexto do Segundo Reinado, é correto afirmar que a segregação dos mortos
    Escolha uma alternativa para a questão 8fcb1b0c-1d