Questões do ENEM: Ciências Humanas e Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
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2E59601D-D8 Durante muito tempo, o fim da escravidão no Brasil foi visto como uma concessão generosa da princesa Izabel, em 1888. Atualmente, os historiadores reconhecem o papel das lutas dos escravos pela liberdade, bem como dos diversos movimentos abolicionistas brasileiros. Foram líderes abolicionistas negros:AC2BF0A2-D6 História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosEntre os esforços de estímulo à imigração para o Brasil, empreendidos durante o Segundo Reinado, podemos citarDC3F2029-BB História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosDe acordo com o Artigo no 149 do Código Penal brasileiro, são elementos que caracterizam o trabalho análogo ao de escravo: condições degradantes de trabalho (incompatíveis com a dignidade humana, caracterizadas pela violação de direitos fundamentais que coloquem em risco a saúde e a vida do trabalhador), jornada exaustiva (em que o trabalhador é submetido a esforço excessivo ou a sobrecarga de trabalho, que acarreta danos à sua saúde ou risco de vida), trabalho forçado (manter a pessoa no serviço através de fraudes, isolamento geográfico, ameaças e violências físicas e psicológicas) e servidão por dívida (fazer o trabalhador contrair ilegalmente um débito e prendê-lo a ele). Os elementos podem vir juntos ou isoladamente.O termo “trabalho análogo ao de escravo” deriva do fato de que o trabalho escravo formal foi abolido pela Lei Áurea, em 13 de maio de 1888. Até então, o Estado brasileiro tolerava a propriedade de uma pessoa por outra, não mais reconhecida pela legislação, o que se tornou ilegal após essa data.Não é apenas a ausência de liberdade que faz um trabalhador escravo, mas sim de dignidade. Todo ser humano nasce igual em direito à mesma dignidade. E, portanto, nascemos todos com os mesmos direitos fundamentais que, quando violados, nos arrancam dessa condição e nos transformam em coisas, instrumentos descartáveis de trabalho. Quando um trabalhador mantém sua liberdade, mas é excluído de condições mínimas de dignidade, temos também caracterizado trabalho escravo. (O QUE É..., 2014).A abolição da escravidão, no Brasil, decorreu de um longo processo, que envolveu diversos interesses internos e externos, com inúmeros desdobramentos, como se pode inferirEFEC3946-BA História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
A pintura histórica alcançou no século XIX importante lugar no projeto político do
Segundo Reinado. Esse gênero artístico mantinha intenso diálogo com a produção do
Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Por meio da pintura histórica, forjou-se um
passado épico e monumental, em que toda a população pudesse se sentir representada
nos eventos gloriosos da história nacional. O trabalho de Araújo Porto-Alegre como
crítico de arte e diretor da Academia Imperial de Belas Artes possibilitou a visibilidade
da pintura histórica com seus pintores oficiais, Pedro Américo e Victor Meirelles.
Isis Pimentel de CastroAdaptado de periodicos.ufsc.br.Considerando as imagens das telas e as informações do texto, as pinturas históricas para o governo do Segundo Reinado tinham a função essencial de:
CA45D21B-B8 História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889UECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosSegundo o Código Criminal do Império Brasileiro, em seu artigo 113, cometia-se crime de insurreição quando se reuniam vinte ou mais escravos para defender a liberdade, por meio da força. Dentre as opções abaixo, assinale a que contém uma insurreição e uma revolta de escravos respectivamente.190E26FC-4B História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889ENEM · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosEnquanto as rebeliões agitavam o país, as tendências políticas no centro dirigente iam se definindo. Apareciam em germe os dois grandes partidos imperiais — o Conservador e o Liberal. Os conservadores reuniam magistrados, burocratas, uma parte dos proprietários rurais, especialmente do Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco, e os grandes comerciantes, entre os quais muitos portugueses. Os liberais agrupavam a pequena classe média urbana, alguns padres e proprietários rurais de áreas menos tradicionais, sobretudo de São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul.FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 1998.No texto, o autor compara a composição das forças políticas que atuaram no Segundo Reinado (1840-1889). Dois aspectos que caracterizam os partidos Conservador e Liberal estão indicados, respectivamente, em:
18EABABE-4B História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889ENEM · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosPassada a festa da abolição, os ex-escravos procuraram distanciar-se do passado de escravidão, negando-se a se comportar como antigos cativos. Em diversos engenhos do Nordeste, negaram-se a receber a ração diária e a trabalhar sem remuneração. Quando decidiram ficar, isso não significou que concordassem em se submeter às mesmas condições de trabalho do regime anterior.FRAGA, W ; ALBUQUERQUE, W. R. Uma história da cultura afro-brasileira. São Paulo: Moderna, 2009 (adaptado).Segundo o texto, os primeiros anos após a abolição da escravidão no Brasil tiveram como característica o(a)
18E7C5D7-4B História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889ENEM · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosOs escravos, obviamente, dispunham de poucos recursos políticos, mas não desconheciam o que se passava no mundo dos poderosos. Aproveitaram-se das divisões entre estes, selecionaram temas que lhes interessavam do ideário liberal e anticolonial, traduziram e emprestaram significados próprios às reformas operadas no escravismo brasileiro ao longo do século XIX.REIS, J. J. Nos achamos em campo a tratar da liberdade: a resistência negra no Brasil oitocentista. In: MOTA, C. G. (Org.). Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500-2000). São Paulo: Senac, 1999.Ao longo do século XIX, os negros escravizados construíram variadas formas para resistir à escravidão no Brasil. A estratégia de luta citada no texto baseava-se no aproveitamento das
1B617520-96 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831CEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
https://www.google.com.br/search?q=imagem+capoeira. Acesso em: 06 out. 2014.
Assinale a alternativa que melhor identifica a capoeira no Rio de Janeiro do século XIX.
11BC7BB2-4A História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889UERJ · 2014Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
Considerando as imagens das telas e as informações do texto, as pinturas históricas para o governo do Segundo Reinado tinham a função essencial de:
7893E787-3D História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosNo livro de crônicas Cidades Mortas, o escritor Monteiro Lobato descreve o destino de ricas cidades cafeicultoras do Vale do Paraíba. Bananal, que chegou a ser a maior produtora de café da província de São Paulo, tornou-se uma “cidade morta", que vive do esplendor do passado: transformou-se em uma estância turístico-histórica, mantendo poucas sedes majestosas conservadas, como a da Fazenda Resgate. A maioria, entretanto, está em ruínas. O fim da escravidão foi o fim dos barões. E também o fim do Império.
(Sheila de Castro Faria, Ciclo do café In Luciano Figueiredo (org), História do Brasil para ocupados, 2013, p.164)
Sobre a conclusão apresentada no texto, é correto afirmar queFFD809C9-39 História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889PUC - RJ · 2014Muito fácilEntre para guardar nos favoritosEm 1850, no Segundo Império brasileiro, diversas medidas de caráter político e econômico buscaram a modernização do Brasil Imperial: extinguiu-se o tráfico negreiro e essa medida proibitiva da importação de escravos liberou capital para outras atividades de negócios no Brasil imperial: surgiram bancos e indústrias, bem como empresas de navegação. Promulgou-se, ainda, a Lei de Terras e foi aprovado o primeiro Código Comercial. Na esfera política, o Brasil Imperial conheceu a conciliação entre liberais e conservadores num ministério presidido pelo Marquês de Paraná.
Concomitantemente a todas essas transformações, apontava-se também para a extinção do uso de mão de obra escrava negra no Império brasileiro: o Brasil inicia sua grande imigração e busca de mão de obra europeia para trabalhar nas fazendas de café. Ao buscar mão de obra europeia livre e assalariada para a lavoura, o Brasil nega a si mesmo a possibilidade de transformar os escravos negros em trabalhadores livres assalariados.
Tendo em vista a temática acerca da mão de obra escrava e da mão de obra branca livre e assalariada, marque a alternativa CORRETA.
9990875A-35 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831UNESP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosAo lado do latifúndio, a presença da escravidão freou a constituição de uma sociedade de classes, não tanto porque o escravo esteja fora das relações de mercado, mas principalmente porque excluiu delas os homens livres e pobres e deixou incompleto o processo de sua expropriação.
(Maria Sylvia de Carvalho Franco. Homens livres na ordem escravocrata, 1983.)
Segundo o texto, que analisa a sociedade cafeeira no Vale do Paraíba no século XIX,
FFBCAC92-AB História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831UFG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritosO Censo Agropecuário de 2006, realizado pelo IBGE, revelou que, no tocante à estrutura fundiária brasileira, cerca de 15% dos estabelecimentos rurais ocupavam 75% de toda a área destinada à agropecuária no País. Esse perfil concentracionista, além de ser explicado pelas dinâmicas socioeconômicas recentes, foi estruturado no século XIX, comC7258E86-F6 História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosAcerca da maioridade de D. Pedro II, 1840, é correto afirmar que:
252C4FBB-E9 História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889UFTM · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritosAs poucas fábricas que subsistiram durante as décadas de 1840 a 1870 se mantiveram graças a privilégios de exploração, de subvenções governamentais na forma de empréstimos e isenções de direitos de importação; em certas regiões, como o único substituto possível à produção agrícola decadente, enquanto, em outras, as dificuldades de comunicação e o alto custo do transporte atuavam como meios de proteção.Uma série de acontecimentos iria, contudo, reanimar as atividades industriais, no fim da década de sessenta.(Sérgio Buarque de Holanda. O Brasil monárquico. Declínio e queda do Império, 1985. Adaptado.)
Em meio à “série de acontecimentos” que “iria reanimar as atividades industriais” no Brasil do final da década de 1860, podem-se citarDE43AEA2-B8 História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritosAtente para as seguintes afirmações sobre a Crise do Escravismo Brasileiro, perceptível no Segundo Reinado.I. A crise alimentou, a longo prazo, a difícil questão em torno da substituição da mão de obra, bem como resultou na constituição de um mercado interno.II. A crise resultou na constituição de um tráfico interprovincial de escravos, das áreas decadentes do Nordeste para o Vale do Paraíba.É correto afirmar-se queF0E5F8F5-B0 História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889PUC-MINAS · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosA Lei n. 581 do Império do Brasil, aprovada em 4 de setembro de 1850, conhecida como Lei Eusébio de Queiroz, extinguiu finalmente o tráfico de escravos africanos para o país, após mais de 30 anos de acordos não cumpridos com a Inglaterra.
(MATTOS, Hebe. Radicalização e cidadania no Império do Brasil. In.: CARVALHO, José Murilo, NEVES, Lucia M. Bastos (orgs.). Repensando o Brasil dos Oitocentos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. p. 368.)
O fato de a proibição do tráfico no Brasil ser considerada tardia, se comparada a outros países, se deveu:
1A4127E8-AF História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889UECE · 2013FácilEntre para guardar nos favoritosLeia atentamente o texto a seguir.
“Em 1887, o Marechal Hermes da Fonseca, um dos principais líderes do exército brasileiro, enviou um documento à Princesa Isabel, filha de Dom Pedro II, comunicando que os militares se recusariam, dali em diante, a perseguir escravos. Finalmente, em 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel, Regente do Império na ausência do pai que se encontrava na Europa, assinou a Lei Áurea, libertando os escravos no Brasil.”
MOTA, Myriam Becho e BRAICK, Patrícia Ramos. História: das cavernas ao terceiro milênio. São Paulo: Editora Moderna, 2005.
Sobre a vida dos ex-escravos após a abolição, assinale com V a afirmação verdadeira e com F, a falsa.
( ) Após a abolição, a vida dos negros sofreu muitas alterações, uma vez que houve planejamento para inseri-los na sociedade.
( ) Alguns ex-escravos plantavam pequenas roças de subsistência e tentavam sobreviver dessa atividade.
( ) Como o mercado de trabalho não conseguiu absorver o contingente de libertos, foi grande o número de desempregados e subempregados.
( ) As elites da época consideravam os recém-libertos preguiçosos, malandros e vadios, juízos de valor ainda hoje transmitidos aos seus descendentes, em certa medida.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
921167A7-AF História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889UNESP · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos[...] até a década de 1870, apesar das pressões, os escravos continuavam a ser a mão de obra fundamental para a lavoura brasileira, sendo que nessa época todos os 643 municípios do Império [...] ainda continham escravos.(Lilia Moritz Schwarcz. Retrato em branco e negro, 1987.)A redução da importância do trabalho escravo, ocorrida após 1870, deveu-se, entre outros fatores,