Questões do ENEM: Ciências Humanas e Cultura e sociedade
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171 questões encontradas. Mostrando a página 7 de 9.
4FF16712-FA Leia o texto a seguir:(...) resultante de uma pluralidade de formas de intercâmbio entre diversos modos culturais – cultura erudita, popular, empresarial, etc. – que geram processos de adaptação, assimilação, empréstimo, sincretismo, interpretação, resistência (...), ou rejeição de componentes de um sistema identitário por um outro sistema identitário. Modos culturais compósitos, como óperas montadas em estádios de futebol, espetáculos de dança moderna apoiados em manifestações de origem popular, como jazz, etc. (...).COELHO, T. Dicionário crítico de política cultural. 3. ed. São Paulo: FAPESP/ Iluminuras, 2004, p. 36.Sobre o processo cultural descrito no texto, é CORRETO afirmar que4FEE4F47-FA Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUniversidade de Pernambuco · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia a tirinha a seguir:

Ela apresenta o poder que a mídia exerce sobre as pessoas, criando a ideologia e a cultura de massa, valiosas para a organização da sociedade capitalista.
Refletindo sobre a relação entre esses dois conceitos sociológicos, é CORRETO afirmar que
AC1E737B-B3 Sociologia
Cultura e sociedadeIF-PR · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosDe acordo com os princípios da Sociologia, toda cultura é suficiente para os fins a que se propõe, ainda que, muitas vezes, existam várias questões não resolvidas. Um exemplo significativo é como ficamos impactados com os avanços da medicina nos último século, mas não podemos deixar de reconhecer que muito ainda tem que ser feito para a cura do câncer e da Aids. Nesse sentido, o mesmo se verifica na cultura indígena, uma vez que suas práticas medicinais são suficientes para resolver certos problemas de saúde, enquanto outros não são resolvidos. Comparando-se essas duas realidades distintas, a medicina tradicional dos indígenas e a medicina institucionalizada, a nossa, podemos concluir que:I) a nossa, apesar das limitações é muito superior à dos indígenas, culturalmente falando.II) não há nada que nos autorize a considerar nossa superioridade cultural em relação à cultura indígena, nem mesmo em termos médicos.III) em termos culturais, não há como tecer comparações, na medida em que cada grupo social tem seus bens materiais e os não materiais que orientam suas vidas.Estão corretas:
8F9107F6-B0 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUEL · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
(Disponível em:<https://sociologiareflexaoeacao.files.wordpress.com/2015/07/cena-cotidiana-autor-desconhecidofacebook.jpg>. Acesso em: 20 abr. 2016.)
Leia o texto a seguir.
A prudência sugere que, para qualquer pessoa que deseja agarrar uma chave sem perder tempo, nenhuma velocidade é alta demais; qualquer hesitação é desaconselhada, já que a pena é pesada.
(BAUMAN, Z. Vida para Consumo: a transformação das pessoas em mercadorias. Trad. Carlos Alberto Medeiros. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008. p.50.)
Com base na charge e na sociedade agorista, considere as afirmativas a seguir.
I. Na sociedade agorista, o volume de informação disponível é superior ao que seria consumido por uma pessoa culta do século XIII ao longo da vida, o que gera a necessidade de proteção contra as informações indesejadas.
II. Os sentimentos de felicidade ou a sua ausência derivam de esperanças e expectativas, assim como de hábitos aprendidos, e tudo isso tende a diferir de um ambiente social para outro.
III. A modernização tecnológica, materializada em equipamentos, facilitou o acesso a produtos e transformou as ações eventuais em hábitos diários e comuns.
IV. O consumo é uma condição estimulada pelo convívio humano e o consumismo, um aspecto permanente e irremovível, sem limites temporais ou históricos, natural e praticado por todos.
Assinale a alternativa correta.
8F8CD238-B0 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUEL · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
(Disponível em:<https://sociologiareflexaoeacao.files.wordpress.com/2015/07/cena-cotidiana-autor-desconhecidofacebook.jpg>. Acesso em: 20 abr. 2016.)
Leia o texto a seguir.
As reações mais íntimas das pessoas estão tão completamente reificadas para elas próprias que a ideia de algo peculiar a elas só perdura na mais extrema abstração: personality significa para elas pouco mais que possuir dentes deslumbrantemente brancos e estar livres do suor nas axilas e das emoções. Eis aí o triunfo da publicidade na indústria cultural.
(ADORNO, T. W.; HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento. Trad. Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985. p.138.)
A respeito da relação entre Indústria Cultural, esvaziamento do sentido da experiência e superficialização da personalidade, assinale a alternativa correta.
8F371F2D-B0 Sociologia
Cultura e sociedadeUEL · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
(Disponível em:<https://dicasdeciencias.com/2011/03/28/garfield-saca-tudo-de-fisica/>. Acesso em: 27 abr. 2016.)
Observe a figura e leia o texto a seguir.

Orlan, Autorretrato, fotografia digital, 2004.
Orlan foi a primeira artista a utilizar a cirurgia estética nas suas performances com a intenção de transformar a operação em um evento artístico e não obter um resultado final que adequasse seu rosto aos padrões de beleza vigentes. A figura faz parte de uma série de autorretratos produzidos a partir da apropriação de práticas de intervenções corporais provenientes de outras tradições e da hibridização do seu rosto com imagens de registros etnográficos, por meio da manipulação digital. Esses autorretratos buscam o mesmo apelo visual que as propagandas de produtos de beleza.
(Adaptado de Entrevista: “Orlan, artiste: Mon corps est devenu un lieu public de débat”. (Orlan, artista: Meu corpo se tornou um lugar público de debate). In: Le Monde. Paris, 22 abr. 2009.)
Com base na figura e no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. Ao evidenciar a falta de um padrão universal de beleza feminina, Orlan indica que a beleza é construída socialmente.
II. Orlan, ao problematizar o estatuto do corpo e da beleza nas sociedades de culturas tradicionais, questiona os padrões de beleza da sociedade ocidental contemporânea.
III. Ao recorrer às imagens e às práticas de intervenções corporais de outras culturas, Orlan revela que o que é considerado feio diz respeito às culturas tradicionais.
IV. O processo de hibridização da imagem do rosto de Orlan com máscaras africanas, ou outras representações, visa à constituição de um novo conceito de beleza.
Assinale a alternativa correta.
8F3310A9-B0 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUEL · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
(Disponível em:<https://dicasdeciencias.com/2011/03/28/garfield-saca-tudo-de-fisica/>. Acesso em: 27 abr. 2016.)
Leia o texto a seguir.
ODE XI do LIVRO I
Horácio
não me perguntes–évedado saber –
o fim
que a mim
e a ti darão os deuses Leucônoe
nem babilônios
números consultes antes
o que for recebe
quer te atribua Júpiter muitos invernos
quer o último
que o mar tirreno debilita com abruptas
r o c h a s
bebe o vinho sabe a vida e corta
a longa esperança
enquanto falamos
foge
invejoso
o tempo:
curte o dia
desamando amanhãs
(Adaptado de: Trad. Augusto de Campos. Disponível em:<http://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/> . Acesso em: 12 jun. 2016.)
Esse poema de Horácio (65 a.C. – 8 a.C.) revela um valor ou mores romano, que é denominado hedonismo, o fundamento moral do cotidiano romano.
Sobre esse hábito, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) A influência grega sobre a cultura romana construiu o hábito do culto ao corpo e de regras dietéticas.
( ) A locução latina Carpe diem, que significa aproveite o dia, expressa a moral hedonista romana.
( ) O hedonismo implicava uma vida de comedimento e restrições, sobretudo em relação aos hábitos de higiene.
( ) O hedonismo preconizava a valorização do ócio e do prazer em detrimento de outras ocupações do cotidiano.
( ) O prazer dos romanos à mesa, com fartos banquetes e longas comemorações, era uma prática hedonista.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
8F2FEE29-B0 Sociologia
Cultura e sociedadeUEL · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
(Disponível em:<https://dicasdeciencias.com/2011/03/28/garfield-saca-tudo-de-fisica/>. Acesso em: 27 abr. 2016.)
Leia o texto a seguir.
Moldado pelo contexto social e cultural em que o ator se insere, o corpo é o vetor semântico pelo qual a evidência da relação com o mundo é construída: atividades perceptivas, mas também expressão dos sentimentos, cerimoniais dos ritos de interação, conjunto de gestos e mímicas, produção da aparência, jogos sutis da sedução, técnicas do corpo, exercícios físicos, relação com a cor, com o sofrimento etc.
(LE BRETON, D. A sociologia do corpo. Petrópolis: Vozes, 2007. p.7.)
A tirinha e o texto evocam referências do lugar socialmente ocupado pelo corpo. O físico e a estética corporal são temas da vida cotidiana na sociedade moderna e, enquanto tais, são suscetíveis de ressignificações, como também de uma multiplicidade de representações.
Com base nos conhecimentos contemporâneos sobre o corpo e as corporalidades, produzidos pelas ciências sociais, considere as afirmativas a seguir.
I. Os usos que homens e mulheres fazem de seu físico e a construção dos julgamentos sobre as aparências dependem de um conjunto de sistemas simbólicos, cujas significações fundamentam a existência individual e coletiva.
II. O processo de socialização da experiência corporal é uma condição social de homens e mulheres que se conclui na adolescência, sendo este um momento final da formação identitária.
III. Nos anos 1960, a emergência dos novos sujeitos sociais produziu fortes críticas à importância social atribuída aos corpos e representou um retorno às lutas materialistas, preocupadas com a estrutura econômica.
IV. Na sociedade atual, o poder é exercido por meio da produção de corpos dóceis, configurando, assim, as sociedades disciplinares, tanto na dimensão econômica quanto na política.
Assinale a alternativa correta.
F3C2A38D-AF Sociologia
Cultura e sociedadeUNIOESTE · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosPunks, patricinhas, emos, metaleiros, surfistas, straight edges e tantas outras tribos, comunidades ou movimentos que circulam pelas ruas das grandes cidades brasileiras nos ajudam a refletir sobre o dilema que George Simmel já havia apontado como característico da modernidade: ser único ou pertencer a um grupo, querer ser reconhecido como indivíduo e também como parte de um todo maior. As tribos prometem, de certo modo, singularização e pertencimento: cada membro é diferente dos que não fazem parte de seu grupo e ao mesmo tempo é igual aos outros membros da tribo. A sociabilidade urbana, marcada pelo anonimato, possibilita que as pessoas se reinventem, se recriem, se reorganizem e socializem da forma que escolherem. Bem-comportadas ou rebeldes, as tribos ostentam padrões estéticos que se opõem às tendências mais amplas da sociedade. Isso transforma os indivíduos identificados em cada uma delas em consumidores de produtos que os singularizam como membros de uma comunidade particular. Existe, portanto, uma intenção que parte dos adeptos das tribos. Por outro lado, aqueles que não se identificam com uma tribo urbana ou não aceitam os padrões propostos por ela podem rotular, estigmatizar seus integrantes e até alimentar uma dinâmica de discriminação e preconceito contra eles. (BOMENY. Helena, et al. Tempos Modernos, tempos de sociologia: Ensino Médio. São Paulo: Editora do Brasil, 2013. p. 271).
Partindo-se da análise do texto transcrito acima, assinale a alternativa CORRETA.
952F7C70-31 Sociologia
Cultura e sociedadeENEM · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosQuando refletimos sobre a questão da justiça, algumas associações são feitas quase intuitivamente, tais como a de equilíbrio entre as partes, princípio de igualdade, distribuição equitativa, mas logo as dificuldades se mostram. Isso porque a nossa sociedade, sendo bastante diversificada, apresenta uma heterogeneidade tanto em termos das diversas culturas que coexistem em um mundo interligado como em relação aos modos de vida e aos valores que surgem no interior de uma mesma sociedade.
CHEDIAK, K. A pluralidade como ideia reguladora: a noção de justiça a partir da filosofia de Lyotard. Trans/Form/Ação, n. 1,2001 (adaptado).
A relação entre justiça e pluralidade, apresentada pela autora, está indicada em:
D86A4B8E-A6 Sociologia
Cultura e sociedadeENEM · 2016Muito fácilEntre para guardar nos favoritosSer moderno é encontrar-se em um ambiente que promete aventura, poder, alegria, crescimento, autotransformação e transformação das coisas em redor — mas ao mesmo tempo ameaça destruir tudo o que temos, tudo o que sabemos, tudo o que somos. A experiência ambiental da modernidade anula todas as fronteiras geográficas e raciais, de classe e nacionalidade: nesse sentido, pode-se dizer que a modernidade une a espécie humana. Porém, é uma unidade paradoxal, uma unidade de desunidade.
BERMAN, M. Tudo que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade. São Paulo: Cia. das Letras, 1986 (adaptado).
O texto apresenta uma interpretação da modernidade que a caracteriza como um(a)
D8121AEE-A6 Sociologia
Cultura e identidade nacionalENEM · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosHoje, a indústria cultural assumiu a herança civilizatória da democracia de pioneiros e empresários, que tampouco desenvolvera uma fineza de sentido para os desvios espirituais. Todos são livres para dançar e para se divertir, do mesmo modo que, desde a neutralização histórica da religião, são livres para entrar em qualquer uma das inúmeras seitas. Mas a liberdade de escolha da ideologia, que reflete sempre a coerção econômica, revela-se em todos os setores como a liberdade de escolher o que é sempre a mesma coisa.
ADORNO, T; HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.
A liberdade de escolha na civilização ocidental, de acordo com a análise do texto, é um(a)
D8055404-A6 Sociologia
Cultura e identidade nacionalENEM · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
TEXTO II
A eleição dos novos bens, ou melhor, de novas formas de se conceber a condição do patrimônio cultural nacional, também permite que diferentes grupos sociais, utilizando as leis do Estado e o apoio de especialistas, revejam as imagens e alegorias do seu passado, do que querem guardar e definir como próprio e identitário.
ABREU, M.; SOIHET, R.; GONTIJO, R. (Org.). Cultura política e leituras do passado: historiografia e ensino de história. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
O texto chama a atenção para a importância da proteção de bens que, como aquele apresentado na imagem, se identificam como:5B044089-07 Sociologia
Cultura e sociedadeUNICENTRO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosNa atualidade, existe um processo amplo de mudanças que está deslocando as estruturas e os processos centrais das sociedades e abalando os quadros de referência que davam aos indivíduos uma ancoragem estável no mundo social. As nações modernas são, todas, híbridos culturais.Com base nos conhecimentos socioantropológicos sobre cultura e identidade na contemporaneidade, considere as afirmativas a seguir.I. A permanente construção de identidades individuais e sociais decorre da dinamicidade das estruturas culturais de referência.II. As motivações pessoais são responsáveis pela permanência e integração dos sistemas coletivos de referências culturais.III. Os diferentes grupos sociais apresentam identidades culturais unificadas, completas e coerentes.IV. Os sistemas de identificação, significação e representação cultural são múltiplos, provisórios e transitórios.Assinale a alternativa correta.FD3E9C10-DC Sociologia
Cultura e sociedadeUniversidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosA incivilidade gourmet(...) Em entrevista à Folha de S. Paulo, o sociólogo espanhol Manuel Castells chegou a tempo de enfiar o dedo nas escancaradas escaras da sociedade brasileira. (...) A imagem mítica do brasileiro simpático só existe no samba. Na relação entre pessoas, sempre foi violento. A sociedade brasileira não é simpática, é uma sociedade que se mata”. Continua a matéria, “para os leitores de Sergio Buarque de Holanda, o sociólogo espanhol apenas redescobre as raízes da sociedade brasileira plantadas nos terraços da escravidão, entre a casa-grande e suas senzalas. (...) Sob a capa do afeto, o cordialismo esconde as crueldades da discriminação e da desigualdade.”BELLUZZO, Luiz Gonzaga. A incivilidade gourmet. Carta Capital, Ano XXI, Nº 854.A matéria retratada aponta como ilusória a ideia de que o brasileiro teria como característica a cordialidade, sendo, ao contrário, preconceituoso e agressivo. As frases expressivas da arrogância discriminativa presente no cotidiano da sociedade brasileira estão indicadas emFD35C394-DC Sociologia
Cultura e identidade nacionalUniversidade Estadual do Maranhão · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos(...) Uma opinião diversa da minha, um modo de se comportar oposto ao meu, obriga-me a refletir. Eu me questiono, o que enriquece minha maneira de ver, de pensar e de agir. Enfim, o outro me faz progredir e ajuda-me na construção de minha personalidade. Não se trata de aceitar, sem refletir, os modismos ou de ser um catavento girando aos quatro ventos. Trata-se, somente, de se abrir ao mundo exterior, de ficar atento aos outros; ou seja, de estar pronto a compreender, reagir, construir. O racismo somente será vencido quando nós soubermos dizer ao outro um “muito obrigado”, tanto maior quanto maiores forem as diferenças entre nós.JACQUARD, Albert. Todos semelhantes, todos diferentes. São Paulo: Augustos, 1993.Os seres humanos se percebem na relação social com o outro e esse outro, dentro de um possível, nos leva a refletir sobre o nosso modo de ser, de pensar e de agir. Na relação do eu – outro constrói-seFD315B0E-DC Sociologia
Cultura e identidade nacionalUniversidade Estadual do Maranhão · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
O poema canta a aceitação de uma visão de alguém que adquiriu hábitos e formação para dividir bens e produtos com seus semelhantes. É alguém que recebeu uma educação que o identifica com os outros. Dessa forma, pode-se considerar que é pelo hábito e pela educação que um povo constrói
455A61DE-3C Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUNESP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosA decisão de uma prefeitura nos arredores de Paris de distribuir mochilas escolares azuis para os meninos e rosa para meninas provocou polêmica na França. Nas bolsas distribuídas pela prefeitura de Puteaux, há também um kit para construir robôs, para os meninos, e miçangas para fazer bijuterias, para as meninas. A distinção causou polêmica no momento em que o governo implementa na rede educacional um programa para promover a igualdade entre homens e mulheres e lutar contra os estereótipos.(“Distribuição de mochilas escolares azuis e rosas causa polêmica na França”. www.bbc.co.uk. Adaptado.)A polêmica citada pela reportagem envolve pressupostos sobre a sexualidade que podem ser definidos pela oposição entre fatores454E153B-3C Sociologia
Cultura e identidade nacionalUNESP · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosSurgimos da confluência, do entrechoque e do caldeamento do invasor português com índios silvícolas e campineiros e com negros africanos, uns e outros aliciados como escravos. Nessa confluência, que se dá sob a regência dos portugueses, matrizes raciais díspares, tradições culturais distintas, formações sociais defasadas se enfrentam e se fundem para dar lugar a um povo novo. Novo porque surge como uma etnia nacional, que se vê a si mesma e é vista como uma gente nova, diferenciada culturalmente de suas matrizes formadoras. Velho, porém, porque se viabiliza como um proletariado externo, como um implante ultramarino da expansão europeia que não existe para si mesmo, mas para gerar lucros exportáveis pelo exercício da função de provedor colonial de bens para o mercado mundial, através do desgaste da população. Sua unidade étnica básica não significa, porém, nenhuma uniformidade, mesmo porque atuaram sobre ela forças diversificadoras: a ecológica, a econômica e a migração. Por essas vias se plasmaram historicamente diversos modos rústicos de ser dos brasileiros: os sertanejos, os caboclos, os crioulos, os caipiras e os gaúchos. Todos eles muito mais marcados pelo que têm de comum como brasileiros, do que pelas diferenças devidas a adaptações regionais ou funcionais, ou de miscigenação e aculturação que emprestam fisionomia própria a uma ou outra parcela da população.(Darcy Ribeiro. O povo brasileiro, 1995. Adaptado.)De acordo com Darcy Ribeiro, dois movimentos caminharam concomitantemente ao longo do processo de formação do povo brasileiro:9469B3AE-7F Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalENEM · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosNa sociedade contemporânea, onde as relações sociais tendem a reger-se por imagens midiáticas, a imagem de um indivíduo, principalmente na indústria do espetáculo, pode agregar valor econômico na medida de seu incremento técnico: amplitude do espelhamento e da atenção pública. Aparecer é então mais do que ser; o sujeito é famoso porque é falado. Nesse âmbito, a lógica circulatória do mercado, ao mesmo tempo que acena democraticamente para as massas com supostos “ganhos distributivos" (a informação ilimitada, a quebra das supostas hierarquias culturais), afeta a velha cultura disseminada na esfera pública. A participação nas redes sociais, a obsessão dos selfies, tanto falar e ser falado quanto ser visto são índices do desejo de “espelhamento".
SODRÉ, M. Disponível em: http://alias.estadao.com.br. Acesso em: 9 fev. 2015 (adaptado).
A crítica contida no texto sobre a sociedade contemporânea enfatiza