Questões do ENEM: Cultura de massa e indústria cultural
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C136BE0D-8D “A mídia digital é uma mídia da presença. A sua temporalidade é o presente imediato. A comunicação digital se caracteriza pelo fato de que informações são produzidas, enviadas e recebidas sem mediação por meio de intermediários. Mediação e representação são interpretadas como não transparência e ineficiência, como congestionamento de tempo e de informação.Uma mídia eletrônica de massa clássica como o rádio só permite uma comunicação unilateral. O destinatário da mensagem é condenado à passividade.Hoje não somos mais destinatários e consumidores passivos de informação, mas sim remetentes e produtores ativos. Não nos contentamos mais em consumir informações passivamente, mas sim queremos produzi-las e comunicá-las ativamente nós mesmos. Somos simultaneamente consumidores e produtores.”HAN, Byung-Chul. No enxame: Perspectivas do digital. São Paulo: Editora Vozes, 2018. p.35-36 (Adaptado).Segundo o texto, a mídia digital distingue-se da mídia de massa tradicional por081409EF-D9 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalENEM · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosAtentando para os processos midiáticos na formação da percepção do real, na televisão predomina o visível sobre o inteligível, ocasionando uma visão fragmentada sobre o ponto de vista de conjunto, em que o real não é construído pelo sujeito, em que não somos autônomos, deixamos de ser protagonistas e passamos a ter “ideias” de realidade. Há uma dinâmica de manipulação ideológica imposta pela mídia, interferindo na construção de nossos alicerces, na nossa percepção, na apreensão dos saberes. Desse modo, a televisão gera alienação e instiga a desumanização, salvaguardando as exceções.CARNEIRO, I. L. B. A Antropologia Filosófica: a educaçãocomo elemento fundante do ser humano. Salvador:Faculdade Baiana de Direito, 2010 (adaptado).Ao produzir uma leitura sobre os meios de comunicação, o texto apresenta quais características da realidade criticada?07FF0CA2-D9 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalENEM · 2024MédioEntre para guardar nos favoritosEntendo por barbárie algo muito simples, ou seja, que, estando na civilização do mais alto desenvolvimento tecnológico, as pessoas se encontrem atrasadas de um modo peculiarmente disforme em relação à sua própria civilização, tomadas por uma agressividade primitiva, um ódio primitivo ou, na terminologia culta, um impulso de destruição, que contribui para aumentar ainda mais o perigo de que toda esta civilização venha a explodir.ADORNO, T. W. Educação e emancipação. Rio de Janeiro:Paz e Terra, 2006 (adaptado).Ao refletir sobre a crise civilizatória vivida com a Segunda Guerra Mundial, o autor aponta como uma das condições de possibilidade da barbarização o(a)613137AB-49 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalENEM · 2023FácilEntre para guardar nos favoritosAdmirável chip novoPane no sistemaAlguém me desconfigurouAonde estão meus olhos de robô?Eu não sabia, eu não tinha percebidoEu sempre achei que era vivoParafuso e fluido em lugar de articulaçãoAté achava que aqui batia um coraçãoNada é orgânico, é tudo programadoE eu achando que tinha me libertadoMas lá vêm eles novamenteEu sei o que vão fazerReinstalar o sistemaPense, fale, compre, bebaLeia, vote, não se esqueçaUse, seja, ouça, digaTenha, more, gaste, vivaPense, fale, compre, bebaLeia, vote, não se esqueçaUse, seja, ouça, digaNão, senhor, sim, senhorNão, senhor, sim, senhorPITTY. In: Admirável chip novo. Salvador: Deckdisk, 2003 (fragmento).Inspirada no livro Admirável mundo novo, de Aldous Huxley, a letra da canção critica um modelo de sociedade distópica caracterizada pela:
DC0A7433-8B Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUNESP · 2022Entre para guardar nos favoritosA necessária redução do tempo é melhor alcançada se os consumidores não puderem prestar atenção ou concentrar o desejo por muito tempo em qualquer objeto; isto é, se forem impacientes, impetuosos, indóceis e, acima de tudo, facilmente instigáveis e também se facilmente perderem o interesse. […] A relação tradicional entre necessidades e sua satisfação é revertida: a promessa e a esperança de satisfação precedem a necessidade que se promete satisfazer e serão sempre mais intensas e atraentes que as necessidades efetivas.(Zygmunt Bauman. Globalização, 2021.)A argumentação apresentada no excerto sobre o tempo do consumo expressa ações característicasB63FB1E4-A9 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritosNeste início de século XXI, o mundo humano está vivenciando em uma dimensão nunca antes vivida na história: a Era da Informação e da Sociedade em Rede. As relações sociais, na maioria das sociedades, estão se organizando, cada vez mais, em torno da Informação e das Redes. As relações sociais, nesse cenário, se tornam dinâmicas e em autoexpansão. Tecnologias, nesse contexto, transformam todas as esferas da vida sociocultural, política e econômica, mundialmente. E a Sociedade em Rede não tem um Centro, como aponta o sociólogo espanhol Manuel Castells, mas uma série de Nódulos de importâncias variadas. Castells entende as Redes como sendo estruturas abertas capazes de se expandir de forma ilimitada, integrando novos Nódulos desde que consigam compartilhar os mesmos códigos de comunicação.Partindo do exposto sobre a Era da Informação e da Sociedade em Rede, atente para o que se diz a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.( ) A Era da Informação e da Sociedade em Rede são impulsionadas, de modo predominante, pela economia mundial, que já está embasada no desenvolvimento das novas tecnologias de comunicação.( ) Uma das consequências econômicas da Sociedade em Rede é que as grandes empresas, em conjunto com os Estados nacionais, modificam o processo produtivo de vários países pelo mundo.( ) As elites econômicas mundiais estabelecem agora sua dominação mundial a partir dos países desenvolvidos onde se encontram fisicamente os grandes computadores que redirecionam as informações.( ) As novas tecnologias de comunicação e os processos de interconexões globais fazem com que as identidades culturais estejam mais ligadas às comunidades tradicionais e menos às Nações.A sequência correta, de cima para baixo, é
E6414550-75 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUECE · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosZygmunt Bauman (1925-2017), sociólogo autor de debates teóricos sobre a pós-modernidade ou, como ele denomina, a modernidade líquida, faz uma análise crítica ao que ele chamou de “amizade Facebook”, própria desses tempos de redes sociais-virtuais e das novas tecnologias de comunicação e informação. Em entrevista concedida ao projeto Fronteiras do Pensamento no ano de 2011, que é parte da programação do Café Filosófico CPFL – tal entrevista de Bauman é facilmente encontrada no site de compartilhamentos de vídeos Youtube –, este sociólogo conta que um “viciado em Facebook” se gabou que tinha feito em um dia, apenas, 500 novas amizades, nesta referida rede social-virtual. Bauman retrucou, no entanto, dizendo que ele, na época com 86 anos, não tinha conseguido ter tantos amigos durante toda a sua vida. Porém, Bauman afirma que, provavelmente, os significados de “amigo” que ele e o referido “viciado em Facebook” possuem não são os mesmos, mas são, na verdade, bem diferentes.
Sobre os significados dessa “amizade Facebook” e da concepção de “amigo” que Bauman aponta ser diferente, é correto dizer que
B0E993E2-0A Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUECE · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosNo capitalismo moderno, o conceito de Indústria Cultural procura descrever e explicar a produção em grande escala e seriada de produtos culturais que se transformam em bens simbólicos à venda, a fim de servir ao consumo das massas de trabalhadores para os momentos de lazer. Tais produtos culturais industrializados, que têm sido veiculados pelo cinema, rádio e televisão desde o início do século XX, transformaram a cultura em puro entretenimento das massas podendo, assim, proporcionar visões acríticas sobre o sistema de dominação econômico vigente: o capitalismo.A corrente de pensamento teórico que desenvolveu esta concepção sobre a Indústria Cultural foiE5E002D3-6E Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUniversidade de Pernambuco · 2021FácilEntre para guardar nos favoritosAnalise a seguinte tirinha:
Ela faz uma crítica aos meios de comunicação de massa empregados pela indústria cultural que valoriza a
4B086DBE-FE Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUNICENTRO · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosA crise da modernidade pode ser entendida nela mesma como um processo de passagem para a pós-modernidade, em um momento em que a sociedade tem buscado afastar-se do radicalismo, entretanto defende os motes modernos.Para efeito de entendimento, surgiram diversos pensamentos na vida do homem moderno, entre esses se tem o Niilismo, que pode ser definido como1327258D-FD Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosRodrigo Duarte, um destacado intérprete da Escola de Frankfurt no Brasil, afirma que, na indústria cultural, “encontram-se embutidos atos de violência, oriundos do comprometimento tanto econômico quanto ideológico da indústria cultural com o status quo: ela precisa, por um lado, lucrar, justificando sua posição de próspero ramo de negócios; por outro, ela tem de ajudar a garantir a adesão das massas diante da situação precária em que elas se encontram no capitalismo tardio”.
.DUARTE, Rodrigo. Indústria Cultural: uma introdução. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010, p. 49.
Com base no texto acima, é correto afirmar queF09008C3-F9 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalIF-PR · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos“[...] Cada filme é apresentação do filme seguinte, que promete reunir outra vez mais a mesma dupla sob o mesmo céu exótico: quem chega atrasado fica sem saber se assiste ao “em breve neste cinema” ou ao filme propriamente dito. O caráter de montagem da indústria cultural, a fabricação sintética e guiada dos seus produtos, industrializada não só no estúdio cinematográfico, mas virtualmente, ainda na compilação das biografias baratas, nas pesquisas romanceadas e nas canções, adapta-se a priori à propaganda. Já que o momento particular tornou-se separável e fungível, descartado mesmo tecnicamente de qualquer nexo significativo, ele se pode prestar a finalidades externas à obra. O efeito, o achado, o exploit isolado e repetível, ligou-se para sempre a exposição de produtos para fins publicitários, e hoje cada primeiro plano de uma atriz é uma “propaganda” de seu nome, cada motivo de sucesso o plug da sua melodia. Técnica e economicamente, propaganda e indústria cultural mostram-se fundidas. [...]”.
(Fonte: ADORNO, T. Industria cultural. Trad. Jorge Matos Brito de Almeida. São Paulo: Paz e Terra, 2002. p.40-41)
Theodor Adorno (1903-1969) é um dos nomes célebres da Escola de Frankfurt. Quanto à postura assumida por ele ao analisar o fenômeno da indústria cultural, suas práticas e efeitos como realidade social, assinale a afirmativa correta.
E0393D7D-F4 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUEG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia a letra da música a seguir.A melhor banda de todos os tempos da última semanaQuinze minutos de famaMais uns pros comerciaisQuinze minutos de famaDepois descanse em pazO gênio da última horaÉ o idiota do ano seguinteO último novo-ricoÉ o mais novo pedinteA melhor banda de todos os tempos da última semanaO melhor disco brasileiro de música americanaO melhor disco dos últimos anos de sucessos do passadoO maior sucesso de todos os tempos entre os dez maiores fracassosNão importa a contradiçãoO que importa é televisãoDizem que não há nada a que você não se acostumeCala a boca e aumenta o volume entãoAs músicas mais pedidasOs discos que vendem maisAs novidades antigasNas páginas dos jornaisUm idiota em inglêsSe é idiota, é bem menos que nósUm idiota em inglêsÉ bem melhor que eu e vocêsA melhor banda de todos os tempos da última semanaO melhor disco brasileiro de música americanaO melhor disco dos últimos anos de sucesso do passadoO maior sucesso de todos os tempos entre os dez maiores fracassosNão importa a contradiçãoO que importa é televisãoDizem que não há nada a que você não se acostumeCala a boca e aumenta o volume entãoOs bons meninos de hojeEram os rebeldes da outra estaçãoO ilustre desconhecidoÉ o novo ídolo do próximo verão.TITÃS. Disponível em: <https://www.letras.mus.br/titas/40320>. Acesso em: 21 mar. 2019.A mensagem transmitida pela música aponta para um dos temas fundamentais da sociologia, que foi desenvolvido por vários pensadores, entre eles Theodor Adorno e Max Horkheimer. Nesse sentido, a mensagem remete7A00103A-C4 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUNIOESTE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritosA noção de campo social é um dos conceitos mais importantes desenvolvidos por Pierre Bourdieu (BOURDIEU, Pierre. Sociologia I (Org.) São Paulo: Ática, 1983). Segundo Bourdieu, para se compreender o sentido e o funcionamento de um campo social é necessário associá-lo às posições ocupadas por aqueles que o produzem no espaço de jogo concorrencial, ou seja, em um campo o qual existam relações de força e monopólios. Tendo em vista o conceito de campo em Bourdieu, é CORRETO afirmar:I. Todo campo é relativamente autônomo em relação aos demais campos.II. Todo campo possui regras idênticas e interesses semelhantes.III. Não existe uma lei geral para todos os campos.IV. O campo é um espaço de jogo marcado por relações de força entre os seus agentes.V. A sociedade é estruturada em campos sociais, sendo que todos os campos são submetidos as mesmas leis sociais.
4A5DF1AC-0A Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalENEM · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosEm nenhuma outra época o corpo magro adquiriu um sentido de corpo ideal e esteve tão em evidência como nos dias atuais: esse corpo, nu ou vestido, exposto em diversas revistas femininas e masculinas, está na moda: é capa de revistas, matérias de jornais, manchetes publicitárias, e se transformou em sonho de consumo para milhares de pessoas. Partindo dessa concepção, o gordo passa a ter um corpo visivelmente sem comedimento, sem saúde, um corpo estigmatizado pelo desvio, o desvio pelo excesso. Entretanto, como afirma a escritora Marylin Wann, é perfeitamente possível ser gordo e saudável. Frequentemente os gordos adoecem não por causa da gordura, mas sim pelo estresse, pela opressão a que são submetidos.
VASCONCELOS, N. A.; SUDO, I.; SUDO, N. Um peso na alma: o corpo gordo e a mídia. Revista Mal-Estar e Subjetividade, n. 1, mar. 2004 (adaptado).
No texto, o tratamento predominante na mídia sobre a relação entre saúde e corpo recebe a seguinte crítica:
DB3B53E1-8C Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosO ALTO CUSTO DA ROUPA BARATA
“O barato que sai caro.” Esse popular clichê fica nítido no documentário The true cost (“o verdadeiro custo”), do diretor Andrew Morgan, que investiga as práticas inconsequentes da indústria da moda ao inundar o mercado com roupas de baixo preço e quase descartáveis. O filme denuncia que alguém paga o preço para uma roupa custar muito barato, mostrando histórias chocantes, como um vilarejo em que há uma grande incidência de crianças nascidas com deficiências mentais e físicas devido aos resíduos da indústria têxtil que poluem as águas da região. Mas o documentário também traz uma contraposição: a ação de pessoas que estão trabalhando para mudar essa realidade, como a inglesa Safia Minney, uma das pioneiras do conceito de “comércio justo” no mundo.
O conceito de “comércio justo”, mencionado no texto, engloba o compromisso de viabilizar que o preço pago por uma mercadoria resulte nas seguintes garantias:
84B58AEE-FD Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUNICENTRO · 2018FácilEntre para guardar nos favoritosO conceito de Theodor Adorno (1903-1969), que define a forma da produção cultural na sociedade capitalista e sua capacidade de transformar seres humanos em meros consumidores de seus produtos, é denominadoFF2C264C-1B Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUNESPAR · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO I
Há muitos dedos apontados para Anitta, a cantora brasileira mais famosa da atualidade. Alguns dizem que a jovem de 24 anos é só um produto de marketing[...] Muitas vozes contra Anitta, mas há muito mais gente que diz ou pensa bem o contrário. Ou não dizem nada, e se deixam contagiar por seu ritmo – uma mescla de pop, funk, rap –, imitando seus movimentos sensuais que ressaltam seu traseiro[...] Com ou sem a aprovação de parte do público, sua nova música é um claro retrato da cultura pop atual do Brasil. Anitta apresenta também MC Zaac, um dos principais nomes do funk, um ritmo das regiões periféricas do Rio de Janeiro que teve ascensão meteórica no país. Mulheres que se bronzeiam na laje das casas em comunidades pobres, com biquínis de fita isolante para realçar o bronzeado, é o que mais se vê nas favelas do Rio e em outras periferias pelo Brasil. (OLIVEIRA, A. “A revolução de Anitta é feiminista?”.
EL PAÍS, São Paulo, 27 de dezembro de 2017. Disponível em: https:// brasil.elpais.com/brasil/2017/12/26/cultura/4314644_981497.html. Acessado em: 31/08/2018
TEXTO II
A indústria cultural pode se vangloriar de haver atuado com energia e de ter erigido em princípio a transposição - tantas vezes grosseira - da arte para a esfera do consumo, de haver liberado a diversão de sua ingenuidade mais desagradável e de haver melhorado a confecção de mercadorias. Quanto mais total ela se tornou, quanto mais impiedosamente obriga cada marginal à falência ou a entrar na corporação, tanto mais se fez astuciosa e respeitável. Eis sua glória: haver terminado por sintetizar Beethoven com o Cassino Paris. Seu triunfo é duplo: aquilo que expele para fora de si como verdade pode reproduzir a bel-prazer em si como mentira.
ADORNO, T; HORKHEIMER, M. Indústria Cultural e Sociedade. São Paulo: Paz e Terra, 2011.
A ascensão da indústria cultural é parte indissociável do desenvolvimento capitalista. Para Adorno e Horkheimer, esta indústria efetiva um novo tipo de dominação que captura a espontaneidade da arte ao transformá-la em matéria-prima de mercadorias culturais. Tendo-se em vista o fenômeno cultural indicado no texto I e as considerações do texto II, observamos que a Indústria Cultural mantém com os marginalizados uma relação de:
6A7D6020-A5 Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUFU-MG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: <http://igames.ig.com.br/2018-03-23/futebol-copa-do-mundo-2018.html> . Acesso em: 24 mar. 2018.
O futebol tornou-se um espetáculo profissional que atualiza rituais, legitimando e justificando o sacrifício de muitos esportistas para uma possível futura profissionalização dos jogadores, ao lado de uma gama de produtos negociáveis, desde os próprios jogadores, passando por equipamentos esportivos, transmissões televisivas e até álbuns de figurinhas.
Os processos de conformação das práticas esportivas do futebol, como apresentado, podem ser analisados pela Sociologia a partir do conceito de8997FFE1-FD Sociologia
Cultura de massa e indústria culturalUNICENTRO · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosGrande parte das pessoas que vivem no mundo hoje tem um desejo incessante por novidade. Esta é uma das conclusões da jornalista e escritora de comportamento americana Winifred Gallagher em seu recente livro New: Understanding Our Need for Novelty and Change (Novo, Entendendo Nossa Necessidade de Novidade e Mudança, sem edição brasileira). Winifred recorre a disciplinas como neurociência, biologia evolutiva e psicologia para explicar por que temos essa quedinha natural por tudo o que é diferente.Segundo a autora, esse comportamento se baseia no que ela chama de emoções do conhecimento: a surpresa, a curiosidade e o interesse pelas coisas do mundo. “Assim como o pensamento, elas nos impulsionam a aprender”, diz. Essa vontade de conhecer o desconhecido tem seu lado positivo. Atualmente essa curiosidade pode colocar você à frente no mercado de trabalho e tornar sua vida, no mínimo, menos tediosa. Porém, como tudo em excesso, ela também faz mal. Em uma era de velocidade da informação — temos hoje 4 vezes mais dados em e-mails, tweets, música, vídeos e mídia tradicional do que há 30 anos — temos de controlar nosso instinto novidadeiro, antes que ele nos controle. “É preciso filtrar as coisas, senão nem as 24 horas do dia serão suficientes para tantas novidades”, afirma a autora. Ela acredita que devemos continuar a ser atraídos e surpreendidos pelo mundo, sempre. Mas que é preciso se focar naqueles novos pensamentos, sons, cheiros e sentimentos que, de alguma maneira, realmente importam para cada um. “Deixe de ser um mero buscador do novo para se tornar conhecedor dele”, afirma. Ou seja: filtre sua sede por novidade e beba somente o que há de melhor.Disponível em:<http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI299866-17933,00-ESCRITORA+INVESTIGA+A+NEOFILIA+NOSSO+DESEJO+PELO+DESCONHECIDO.html> (com adaptações)Vivemos em uma sociedade de consumo, em que os apelos pelas novidades de consumo tem tornado os indivíduos cada vez mais vorazes em consumir coisas novas. Essa necessidade em adquirir coisas novas, atitude típica da atual sociedade de consumo, recebe o nome de: