Questões do ENEM: Ciências Humanas e O Conhecimento Humano e o Conhecimento Divino

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6 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 1.

  • E89C214A-0A

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UECE · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Não existe, para Hegel, o momento em que a arte morre, ou deixa de ser arte. O que ele concebe é apenas o movimento da perda de uma espécie de ‘tarefa’ originária da intuição estética enquanto lugar de plenitude ou de satisfação plena do espírito.”

    Gonçalves, Márcia C. F. A morte e a vida da arte. In: Kriterion, vol. 45, nº 109, Jan./Jun. 2004.

    Segundo a interpretação acima apresentada, o tema da “morte da arte”, em Hegel, pode ser corretamente entendido da seguinte forma:
    Escolha uma alternativa para a questão e89c214a-0a
  • 67DE1786-7C

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    ENEM · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    A humanidade, a humanidade do homem, ainda é um conceito completamente novo para o filósofo que não cochila em pé. A velha questão do próprio homem continua por ser inteiramente reelaborada, não apenas em relação às ciências do vivo, não apenas em relação ao que se nomeia com essa palavra geral, homogênea e confusa, o animal, mas em relação a todos os traços que a metafísica reservou ao homem e que nenhum deles resiste à análise.

    DERRIDA, J. Papel-máquina. São Paulo: Estação Liberdade, 2004.

    No trecho, caracteriza-se o seguinte tema fundamental do pensamento filosófico contemporâneo:
    Escolha uma alternativa para a questão 67de1786-7c
  • CCA25F3E-9C

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Sobre a questão da liberdade em Spinoza, a filósofa brasileira Marilena Chauí afirma o seguinte: “[...] o poder teológico-político é duplamente violento. Em primeiro lugar, porque pretende roubar dos homens a origem de suas ações sociais e políticas, colocando-as como cumprimento a mandamentos transcendentes de uma vontade divina incompreensível ou secreta, fundamento da ‘razão de Estado’. Em segundo, porque as leis divinas reveladas, postas como leis políticas ou civis, impedem o exercício da liberdade, pois não regulam apenas usos e costumes, mas também a linguagem e o pensamento, procurando dominar não só os corpos, mas também os espíritos”.

    CHAUÍ, Marilena. Espinosa, uma subversão filosófica. Revista CULT, 14 de março de 2010. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/baruch-espinosa/.

    O poder teológico-político é violento, porque

    Escolha uma alternativa para a questão cca25f3e-9c
  • D3C5C685-3F

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UEL · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    Os corcéis que me transportam, tanto quanto o ânimo me impele, conduzem-me, depois de me terem dirigido pelo caminho famoso da divindade [...] E a deusa acolheu-me de bom grado, mão na mão direita tomando, e com estas palavras se me dirigiu: [...] Vamos, vou dizer-te – e tu escuta e fixa o relato que ouviste – quais os únicos caminhos de investigação que há para pensar, um que é, que não é para não ser, é caminho de confiança (pois acompanha a realidade): o outro que não é, que tem de não ser, esse te indico ser caminho em tudo ignoto, pois não poderás conhecer o não-ser, não é possível, nem indicá-lo [...] pois o mesmo é pensar e ser.

    PARMÊNIDES. Da Natureza, frags. 1-3. Trad. José Trindade Santos. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2009. p. 13-15.


    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a filosofia de Parmênides, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão d3c5c685-3f
  • 32CD175E-58

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Nada acusa mais uma extrema fraqueza de espírito do que não conhecer qual é a infelicidade de um homem sem Deus; nada marca mais uma má disposição do coração do que não desejar a verdade das promessas eternas; nada é mais covarde do que fazer-se de bravo contra Deus. Deixem então essas impiedades para aqueles que são bastante mal nascidos para ser verdadeiramente capazes disso. Reconheçam enfim que não há senão duas espécies de pessoas a quem se possam chamar razoáveis: ou os que servem a Deus de todo o coração porque o conhecem ou os que o buscam de todo o coração porque não o conhecem.

    (Blaise Pascal. Pensamentos, 2015. Adaptado.)


    O pensamento desse filósofo é nitidamente influenciado por uma ótica

    Escolha uma alternativa para a questão 32cd175e-58
  • DBF94E19-A6

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UFU-MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Hume descreveu a confiança que o entendimento humano deposita na probabilidade dos resultados dos eventos observados na natureza. Ele comparou essa convicção ao lançamento de dados, cujas faces são previamente conhecidas, porém, nas palavras do filósofo:

    [...] verificando que maior número de faces aparece mais em um evento do que no outro, o espírito [o entendimento humano] converge com mais frequência para ele e o encontra muitas vezes ao considerar as várias possibilidades das quais depende o resultado definitivo.

    HUME, D. Investigação acerca do entendimento humano. Tradução de Anoar Aiex. São Paulo: Nova Cultural, 1989, p. 93. Coleção “Os Pensadores”.

    Esse tipo de raciocínio, descrito por Hume, conduz o entendimento humano a uma situação distinta da certeza racional, uma espécie de “falha”, representada pelo(a)
    Escolha uma alternativa para a questão dbf94e19-a6