História
Conflitos na antiga Europa do LesteUniversidade Católica de Pelotas · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
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Leia as informações para responder a questão:

Após assinar no Palácio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, o decreto da SUPRA, que seria o passo inicial para a reforma agrária no Brasil, e o decreto da encampação das refinarias particulares de petróleo, o então presidente João Goulart anunciou o tabelamento dos aluguéis, e prometeu lutar pela reforma da Constituição, em um comício na Central do Brasil que ficou conhecido como Comício da Central.
(MANO, Lucyanne. 13 de março de 1964 – João Goulart e o comício das reformas Disponível em: http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=26143. Acesso em: 17 ago. 2014, às 10h00.)
Em 31 de março de 1964, as tropas do general Olímpio Mourão Filho saíram de Juiz de Fora, em Minas Gerais, em direção à capital do estado da Guanabara, para depor o presidente em exercício, João Goulart, e destruir o “demônio comunista”. Uma reação dramática e precipitada ao discurso de Jango na Central do Brasil em favor das reformas de base.
(PRIMI, Lilian. . In____Revista , ano 17, nº 67. O dia do golpe Caros Amigos Especial “Golpe, 50 anos”, abril de 2014, p. 4.)
Sobre os acontecimentos retratados nas informações, julgue os itens:
I. As propostas de Reforma de Base, entre elas a de reforma agrária, podem ser apontadas como justificativas para o golpe que depôs o presidente João Goulart em 1964.
II. O apoio do presidente João Goulart a movimentos comunistas, notadamente aos movimentos camponeses, foi uma das maiores justificativas para sua deposição pelo Congresso, com o apoio dos militares, em 1964.
III. A nacionalização de todas as refinarias e bancos estrangeiros foi a grande responsável pelo rompimento da elite com o presidente Jango e pela sua consequente deposição em 1964.
Está (ão) correto (s):

O servo pertence à terra e rende frutos ao dono da terra. O operário livre, pelo contrário, vende-se a si mesmo, e além disso por partes. Vende em leilão oito, dez, doze, quinze horas da sua vida, dia após dia, a quem melhor pagar, ao proprietário das matérias-primas, dos instrumentos de trabalho e dos meios de vida, isto é, ao capitalista. O operário não pertence nem a um proprietário nem à terra, mas oito, dez, doze, quinze horas da sua vida diária pertencem a quem as compra. O operário, quando quer, deixa o capitalista ao qual se alugou, e o capitalista despede-o quando acha conveniente, quando já não tira dele proveito ou o proveito que esperava. Mas o operário, cuja única fonte de rendimentos é a venda da força de trabalho, não pode deixar toda a classe dos compradores, isto é, a classe dos capitalistas, sem renunciar à existência. Ele não pertence a este ou àquele capitalista, mas à classe dos capitalistas, e compete-lhe a ele encontrar quem o queira, isto é, encontrar um comprador dentro dessa classe dos capitalistas.
(MARX, Karl. . Disponível em: Trabalho assalariado e capital http://www.marxists.org/portugues/marx/1849/04/05.htm. Acesso em: 15 ago. 2014, às 11h30.)
Tomando por base as informações contidas no texto, julgue os itens abaixo:
I. Apesar de livre, ao contrário do servo medieval que era preso à terra, o operário da sociedade industrial, ao vender sua força de trabalho para o capitalista, acaba se tornando, em certa medida, escravo do sistema que o criou.
II. Ao contrário do servo medieval, que produzia para sua própria subsistência, o operário tem na venda da força de trabalho sua única fonte de sobrevivência.
III. Apesar de contraditório, mesmo sendo explorado o operário acaba necessitando do fortalecimento do capitalismo, uma vez que, sem ele, encontraria dificuldades para conseguir os rendimentos necessários para sua sobrevivência.
Está (ão) correto (s):
Pesquisa recente publicada pelo Instituto de Pesquisas Econômicas (IPEA) sobre as migrações internas no Brasil evidencia existir uma relação entre probabilidade de migração e níveis de escolaridade, conforme tabela abaixo.

Http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/livro_brasil_desenvolvimento2013_vol03.pdf Acesso em 20/03/2013.
Com base na tabela, é correto afirmar:
Mais do que um problema relacionado à raça, o homicídio no Brasil sempre se caracterizou por ser um
tipo de crime vinculado ao território. Nas últimas décadas, as principais vítimas e autores de
assassinatos foram homens, jovens, moradores de bairros com pouca infraestrutura urbana dos
grandes centros metropolitanos. Eles mataram e morreram por viverem em locais com grande
quantidade de armas, marcados pela desordem. São territórios com frágil presença policial,
vulneráveis à ação daqueles que estão dispostos a tentar exercer o domínio pela violência.
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,homicidio-e-um-crime-territorial-e-nao-esta-vinculado-a-racas, 531604,0.htm. Acesso em 15/01/2014.
A afirmação que é coerente com a situação da violência homicida no Brasil e com o texto acima, de autoria do jornalista Bruno Paes Manso, é:
No Brasil há a presença de variados biomas e ecossistemas ricos em espécies animais, vegetais e micro-organismos. É o país com maior diversidade de anfíbios do mundo: 516 espécies. Possui 522 espécies de mamíferos, das quais 68 são endêmicas; 468 espécies de répteis, das quais 172 são endêmicas, e 1622 espécies de aves (uma em cada seis espécies de aves do mundo ocorre no Brasil).
Adaptado de Conhecer para conservar: As Unidades de Conservação do Estado de São Paulo. Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. 1999, p. 66.
Essas informações sobre a biogeografia do território brasileiro permitem concluir: