Questões do ENEM: Linguagens e Pontuação

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Resultados

337 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 17.

  • FA6409A8-73

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Em todas as frases a seguir foi proposta uma modificação na pontuação original. Assinale aquela em que essa modificação não interfere com o sentido da frase.
    Escolha uma alternativa para a questão fa6409a8-73
  • 37B90248-9C

    Português

    Advérbios
    UEMG · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto I


    Imagem da questão de Português, da prova de 2022


    Laerte.

    Disponível em: https://www.instagram.com/p/CWtk14SFixR/. Acesso em 19 jan. 2022.


    Texto II

    Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

    Luiz Vaz de Camões

    Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,

    Muda-se o ser, muda-se a confiança;

    Todo o mundo é composto de mudança,

    Tomando sempre novas qualidades.


    Continuamente vemos novidades,

    Diferentes em tudo da esperança;

    Do mal ficam as mágoas na lembrança,

    E do bem, se algum houve, as saudades.


    O tempo cobre o chão de verde manto,

    Que já coberto foi de neve fria,

    E em mim converte em choro o doce canto.


    E, afora este mudar-se cada dia,

    Outra mudança faz de mor espanto:

    Que não se muda já como soía.


    Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/2513/mudam-se-ostempos-mudam-se-as-vontades. Acesso em 17 jan. 2022.


    Glossário:

    Soía: costumava

    Assinale a alternativa correta a respeito de elementos linguísticos presentes no Texto II.
    Escolha uma alternativa para a questão 37b90248-9c
  • E0F0C512-7A

    Português

    Pontuação
    Universidade de Vassouras · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2022

    “As primeiras grandes repúblicas burguesas, bem como o Estado imaginado por

    Hobbes, eram baseados na exclusão – existiam para servir às

    necessidades das classes proprietárias” (l. 2-4)


    No trecho, o travessão pode ser substituído, mantendo o sentido global da frase, pelo seguinte conectivo:

    Escolha uma alternativa para a questão e0f0c512-7a
  • E0D1FCDD-7A

    Português

    Pontuação
    Universidade de Vassouras · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2022

    “Resultado: estava sempre chegando atrasado ao emprego, o que lhe valera não poucas repreensões do chefe.” (l. 3-4)

    “ele reconhecia, necessária: espantava completamente seu sono.” (l. 8-9)


    Nos trechos em destaque, as expressões apresentadas após os dois-pontos assumem valor, respectivamente, de:

    Escolha uma alternativa para a questão e0d1fcdd-7a
  • 3C838AE8-73

    Português

    Pontuação
    Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2021Entre para guardar nos favoritos
    Quanto ao emprego de vírgulas, as frases listadas a seguir, que têm a saúde como tema, estão corretas, a exceção de uma.

    Assinale-a. 
    Escolha uma alternativa para a questão 3c838ae8-73
  • BCE6603C-04

    Português

    Pontuação
    UFGD · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa cujo texto está corretamente pontuado.
    Escolha uma alternativa para a questão bce6603c-04
  • 3EB002B7-75

    Português

    Pontuação
    UECE · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3


    Imagem da questão de Português, da prova de 2021

    Adaptado de NEVES, Cynthia Agra de Brito. “Slam” é voz de identidade e resistência dos poetas contemporâneos. Disponível em https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-humanas/slam-e-voz-de-identidade-e-resistencia-dos-poetas-contemporaneos/ Acesso em 14 de setembro de 2021.

    Atente para o seguinte trecho: “‘promover a poesia oral, falar poesias, ler, escrever, promover batalhas de performances poéticas, é transformar os slams em linguagem’ e, pensando nisso, levou o slam às escolas, pois ‘poesia é educação’” (linhas 195-200). Quanto ao uso das aspas, é correto afirmar que indica 
    Escolha uma alternativa para a questão 3eb002b7-75
  • D8999DA1-05

    Português

    Análise sintática
    PUC-MINAS · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2 / Parte 2
    A importância do ato de ler2
    Paulo Freire

    Continuando neste esforço de “re-ler” momentos fundamentais de experiências de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio em mim constituindo através de sua prática, retomo o tempo em que, como aluno do chamado curso ginasial, me experimentei na percepção crítica dos textos que lia em classe, com a colaboração, até hoje recordada, do meu então professor de língua portuguesa. Não eram, porém, aqueles momentos puros exercícios de que resultasse um simples dar-nos conta de uma página escrita diante de nós que devesse ser cadenciada, mecânica e enfadonhamente “soletrada” e realmente lida. Não eram aqueles momentos “lições de leitura”, no sentido tradicional desta expressão. Eram momentos em que os textos se ofereciam à nossa inquieta procura, incluindo a do então jovem professor José Pessoa.

    Algum tempo depois, como professor também de português, nos meus vinte anos, vivi intensamente a importância de ler e de escrever, no fundo indicotomizáveis, com os alunos das primeiras séries do então chamado curso ginasial. A regência verbal, a sintaxe de concordância, o problema da crase, o sinclitismo pronominal, nada disso era reduzido por mim a tabletes de conhecimentos que devessem ser engolidos pelos estudantes. Tudo isso, pelo contrário, era proposto à curiosidade dos alunos de maneira dinâmica e viva, no corpo mesmo de textos, ora de autores que estudávamos, ora deles próprios, como objetos a serem desvelados e não como algo parado, cujo perfil eu descrevesse. Os alunos não tinham que memorizar mecanicamente a descrição do objeto, mas apreender a sua significação profunda. Só apreendendo-a seriam capazes de saber, por isso, de memorizá-la, de fixá-la. A memorização mecânica da descrição do elo não se constitui em conhecimento do objeto. Por isso, é que a leitura de um texto, tomado como pura descrição de um objeto é feita no sentido de memorizá-la, nem é real leitura, nem dela portanto resulta o conhecimento do objeto de que o texto fala. 

    Creio que muito de nossa insistência, enquanto professoras e professores, em que os estudantes “leiam”, num semestre, um sem-número de capítulos de livros, reside na compreensão errônea que às vezes temos do ato de ler. Em minha andarilhagem pelo mundo, não foram poucas as vezes em que jovens estudantes me falaram de sua luta às voltas com extensas bibliografias a serem muito mais “devoradas" do que realmente lidas ou estudadas. [...] 

    A insistência na quantidade de leituras sem o devido adentramento nos textos a serem compreendidos, e não mecanicamente memorizados, revela uma visão mágica da palavra escrita. Visão que urge ser superada. A mesma, ainda que encarnada desde outro ângulo, que se encontra, por exemplo, em quem escreve, quando identifica a possível qualidade de seu trabalho, ou não, com a quantidade de páginas escritas. No entanto, um dos documentos filosóficos mais importantes de que dispomos, As teses sobre Feuerbach, de Marx, tem apenas duas páginas e meia... 

    Parece importante, contudo, para evitar uma compreensão errônea do que estou afirmando, sublinhar que a minha crítica à magicização da palavra não significa, de maneira alguma, uma posição pouco responsável de minha parte com relação à necessidade que temos, educadores e educandos, de ler, sempre e seriamente, os clássicos neste ou naquele campo do saber, de nos adentrarmos nos textos, de criar uma disciplina intelectual, sem a qual inviabilizamos a nossa prática enquanto professores e estudantes. 
    Atente para o excerto dado:

    A regência verbal, a sintaxe de concordância, o problema da crase, o sinclitismo pronominal, nada disso era reduzido por mim a tabletes de conhecimentos que devessem ser engolidos pelos estudantes. Tudo isso, pelo contrário, era proposto à curiosidade dos alunos de maneira dinâmica e viva, no corpo mesmo de textos, ora de autores que estudávamos, ora deles próprios, como objetos a serem desvelados e não como algo parado, cujo perfil eu descrevesse. Os alunos não tinham que memorizar mecanicamente a descrição do objeto, mas apreender a sua significação profunda.

    Nesse trecho destacado, vemos o emprego da vírgula – importante sinal de pontuação – com as funções indicadas a seguir, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão d8999da1-05
  • D884162F-05

    Português

    Pontuação
    PUC-MINAS · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos
    As aspas e outras marcações da escrita obedecem a um código convencionado e, portanto, a um sistema de regras. Vejamos em que circunstâncias se usam as aspas (duplas) com maior frequência:

    1) Antes e depois de uma citação textual ou para assinalar transcrições textuais, ou seja, indicar no texto que você está escrevendo, uma palavra ou expressão que foi usada pelo autor citado ou que costuma ser associada a ele;

    2) Quando no trecho citado entre aspas existem palavras aspeadas, você deve destacá-las com aspas simples. Em resumo, usam-se aspas simples dentro de aspas duplas. Além desses casos, elas são também usadas para:

    3) Marcar apelidos, nomes e títulos (de livros, revistas, obras de arte etc.);

    4) Ressaltar gírias, neologismos, estrangeirismos ou quaisquer palavras estranhas ao contexto vernáculo;

    5) Destacar as alíneas nas citações de textos legais;

    6) Realçar palavras e expressões a que se quer dar um sentido particular ou figurado.

    É neste último caso que as aspas simples indicam o emprego de palavras em sentido diverso do que lhe é habitual.

    Fonte:
    MARTINO, Agnaldo; LENZA, Pedro (coord.). Português esquematizado: gramática, interpretação de texto,
    redação oficial, redação discursiva. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2015. p. 241. Adaptado.


    Atente para os excertos e justificativas e assinale a correlação CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão d884162f-05
  • DF2E1CF1-7B

    Português

    Pontuação
    USP · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2021

    As vírgulas em "E depois, o silêncio." (L. 1) e em "Mas seu rosto continua sorrindo, para sempre." (L. 2-3) são usadas, respectivamente, com a mesma finalidade que as vírgulas em
    Escolha uma alternativa para a questão df2e1cf1-7b
  • D77D8430-72

    Português

    Pontuação
    UNIFESP · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    Cruz na porta da tabacaria!
    Quem morreu? O próprio Alves? Dou
    Ao diabo o bem-’star que trazia.
    Desde ontem a cidade mudou.

    Quem era? Ora, era quem eu via.
    Todos os dias o via. Estou
    Agora sem essa monotonia.
    Desde ontem a cidade mudou.

    Ele era o dono da tabacaria.
    Um ponto de referência de quem sou.
    Eu passava ali de noite e de dia.
    Desde ontem a cidade mudou.

    Meu coração tem pouca alegria,
    E isto diz que é morte aquilo onde estou.
    Horror fechado da tabacaria!
    Desde ontem a cidade mudou.

    Mas ao menos a ele alguém o via,
    Ele era fixo, eu, o que vou,
    Se morrer, não falto, e ninguém diria:
    Desde ontem a cidade mudou.

    (Obra poética, 1997.)
    O eu lírico recorre a um sinal de pontuação para indicar a supressão de um verbo em
    Escolha uma alternativa para a questão d77d8430-72
  • A7645935-70

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Universidade de Pernambuco · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos

    O Texto  serve de base para a questão.

    Texto 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2021

    Disponível em: https://redeglobo.globo.com/sp/eptv/eptv-na-escola-ribeirao/noticia/a-leitura-como-aliada-da-boa-redacao.ghtml 

    Prevalece, na parte verbal do Texto, o emprego da norma culta da língua. Nesse contexto, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão a7645935-70
  • F9E18D7C-6B

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos

    Muito do que gastamos (e nos desgastamos) nesse consumismo feroz podia ser negociado com a gente mesmo: uma hora de alegria em troca daquele sapato. Uma tarde de amor em troca da prestação do carro do ano; um fim de semana em família em lugar daquele trabalho extra que está me matando e ainda por cima detesto.


    Não sei se sou otimista demais, ou fora da realidade. Mas, à medida que fui gostando mais do meu jeans, camiseta e mocassins, me agitando menos, querendo ter menos, fui ficando mais tranquila e mais divertida. Sapato e roupa simbolizam bem mais do que isso que são: representam uma escolha de vida, uma postura interior.


    Nunca fui modelo de nada, graças a Deus. Mas amadurecer me obrigou a fazer muita faxina nos armários da alma e na bolsa também. Resistir a certas tentações é burrice; mas fugir de outras pode ser crescimento, e muito mais alegria.


    LUFT, L. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2011.


    Nesse texto, há duas ocorrências de dois-pontos. Na primeira, eles anunciam uma enumeração das negociações que podemos fazer conosco. Na segunda, eles introduzem uma

    Escolha uma alternativa para a questão f9e18d7c-6b
  • 415A4E3E-6A

    Português

    Pontuação
    URCA · 2021Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Observe a imagem a seguir e assinale a alternativa CORRETA, quanto ao emprego de pontuação:

    Imagem da questão de Português, da prova de 2021
    HIDALGO, Emilio Sanchéz. Barbie e Ken, chacota dos opositores aos antipetistas ricos. Disponível em <https://brasil.elpais.com/brasil/2018/10/23/politica/1540287712_846177.html>
    Escolha uma alternativa para a questão 415a4e3e-6a
  • 11B8DEF5-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade de Pernambuco · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1 


    13 DE MAIO


    Foi quando eu era seminarista no interior de São Paulo. Era 13 de maio de 1966 e os meus colegas de seminário, quase todos descendentes de italianos ou alemães, resolveram homenagear o dia da abolição dos escravos com um almoço. Nós, os poucos negros ou pardos da turma, fomos "convidados" a sentar na mesa central do refeitório, decorada com as palavras 'Navio Negreiro'. Quando vi aquilo me recusei e me sentei numa mesa lateral, com todos os outros colegas. Pois os organizadores daquilo me pegaram à força, me arrastaram e me fizeram sentar na marra junto aos outros negros, no que considerei uma ofensa gravíssima. Arrumei as malas para ir embora, mas fui convencido a ficar pelo padre do local. Ele me recomendou que deixasse o ódio passar e que tomasse aquele episódio como bandeira de luta para um mundo melhor. E, de fato, aquele episódio alterou radicalmente a direção da minha vida. Foi a partir de então que tirei a foto do meu pai, que era negro, do fundo da minha mala, e coloquei-a ao lado da fotografia da minha mãe, branca, com os meus objetos pessoais.


    Frei David Raimundo dos Santos, 63 anos, frade, fundador da ONG Educafro. Disponível em: www.educafro.org.br Acesso em: 15 set. 2020. Adaptado.

    Quanto aos recursos lexicais, gramaticais e gráficos empregados no Texto 1 e seus efeitos nos sentidos, analise as afirmativas a seguir.

    1) As aspas em "convidados" revelam que o narrador ficou surpreso ao ser convidado para o evento do dia 13 de Maio.
    2) A designação 'Navio Negreiro‘ para a mesa de refeição foi ofensiva ao narrador, porque simboliza a opressão e a violência que vitimam os negros, há séculos.
    3) Em: "Quando vi aquilo", o pronome (destacado) se refere ao trecho "mesa central do refeitório, decorada com as palavras 'Navio Negreiro'"; o uso de 'aquilo', nesse caso, reforça que o narrador despreza a ação de seus colegas e discorda dela. 4) O termo "bandeira de luta" sinaliza a ideia de "ir à forra", "passar por cima", isto é, destruir a supremacia branca.

    Estão CORRETAS:
    Escolha uma alternativa para a questão 11b8def5-6a
  • 6264C494-8E

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos
    NÃO SE COME DINHEIRO
    Ailton Krenak

         Quando falo de humanidade não estou falando só Homo sapiens, me refiro a uma imensidão de seres que nós excluímos desde sempre: caçamos a baleia, tiramos barbatanas de tubarão, matamos leão e o penduramos na parede para mostrar que somos mais bravos que ele. Além da matança de todos os outros humanos que nós achamos que não tinham nada, que estavam aí só para nos suprir com roupa, comida, abrigo. Somos a praga do planeta, uma espécie de ameba gigante. Ao longo da história, os humanos, aliás, esse clube exclusivo da humanidade - que está na declaração universal dos direitos humanos e nos protocolos das instituições -, foram devastando tudo ao seu redor. É como se tivessem elegido uma casta, a humanidade, e todos que estão fora dela são as sub-humanidades. Não são só os caiçaras, quilombolas e os povos indígenas, mas toda vida que deliberadamente largamos à margem do caminho. E o caminho é o progresso: essa ideia prospectiva de que estamos indo para algum lugar. Há um horizonte, estamos indo para lá, e vamos largando no percurso tudo o que não interessa; o que sobra, a sub-humanidade - alguns de nós fazemos parte dela.
         É incrível que esse vírus que está aí agora esteja atingindo só as pessoas. Foi uma manobra fantástica do organismo da Terra (...) dizer: "Respirem agora, eu quero ver.” [...] Estamos sendo lembrados de que somos tão vulneráveis que, se cortarem nosso ar poralguns minutos, nós morremos. Não é preciso nenhum sistema bélico complexo para apagar essa tal humanidade: se extingue com a mesma facilidade que os mosquitos de uma sala depois de aplicado um aerossol. Nós não estamos com nada: essa é a declaração da Terra.
         E, se nós não estamos com nada, deveríamos ter contato com a experiência de estar vivos para além dos aparatos tecnológicos que podemos inventar. A ideia da economia, por exemplo, essa coisa invisível a não ser por aquele emblema de cifrão. Pode ser uma ficção afirmar que se a economia não estiver funcionando plenamente nós morremos. Nós poderíamos colocar todos os dirigentes do banco central em um cofre gigante e deixá-los vivendo lá, qual economia deles. Ninguém come dinheiro.
         Hoje de manhã eu vi um indígena norte-americano do conselho dos anciãos do povo lakota falar sobre o coronavírus. É um homem de uns setenta e poucos anos, chamado Wakya Um Manee, também conhecido como Vernon Foster.
    (Vernon, que é um típico nome americano, pois quando os colonos chegaram na América, além de proibirem as línguas nativas, mudavam os nomes das pessoas.) Pois, repetindo as palavras de um ancestral, ele dizia: "quando o último peixe estiver nas águas e a última árvore for removida da Terra, só então o homem perceberá que ele não é capaz de comer seu dinheiro”.

    KRENAK, Ailton. Não se come dinheiro. In: Avida não é útil.
    SP: Companhia das Letras, 2020. Adaptado.
    "Quando falo de humanidade não estou falando só Homo sapiens, me refiro a uma imensidão de seres que nós excluímos desde sempre: caçamos baleia, tiramos barbatanas de tubarão, matamos leão e o penduramos na parede para mostrar que somos mais bravos que ele.”

    As expressões introduzidas pelos dois-pontos estabelecem com o trecho anterior uma relação de:
    Escolha uma alternativa para a questão 6264c494-8e
  • 9C8E6CD4-5F

    Português

    Figuras de Linguagem
    ENEM · 2020MédioEntre para guardar nos favoritos
    O ouro do século 21

    Cério, gadolínio, lutécio, promécio e érbio; sumário, térbio e disprósio; hólmio, túlio e itérbio. Essa lista de nomes esquisitos e pouco conhecidos pode parecer a escalação de um time de futebol, que ainda teria no banco de reservas lantânio, neodímio, praseodímio, európio, escândio e ítrio. Mas esses 17 metais chamados de terras-raras, fazem parte da vida de quase todos os humanos do planeta. Chamados por muitos de “ouro do século 21", "elementos do futuro" ou “vitaminas da indústria", eles estão nos materiais usados na fabricação de lâmpadas, telas de computadores, tablets e celulares, motores de carros elétricos, baterias e até turbinas eólicas. Apesar de tantas aplicações, o Brasil, dono da segunda maior reserva do mundo desses metais, parou de extraí-los e usá-los em 2002. Agora, volta a pensar em retomar sua exploração.

    SILVEIRA. E. Disponível em: www.revistaplaneta.com.br
    Acesso em: 6 dez 2017 (adaptado)

    As aspas sinalizam expressões metafóricas empregadas intencionalmente pelo autor do texto para
    Escolha uma alternativa para a questão 9c8e6cd4-5f
  • 089F8E69-33

    Português

    Pontuação
    PUC - RS · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto 1.

    TEXTO 1


    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    Adaptado de: Coleção base do saber: filosofia. São Paulo: Rideel, 2008.
    Considere as propostas para alterar a pontuação do texto.


    I. Na linha 02, poderiam ser inseridos dois-pontos depois de “perguntamos”, sem prejuízos à correção do texto.

    II. O ponto final depois de “universal” (linha 16) poderia ser corretamente substituído por vírgula.

    III. Na linha 16, a vírgula depois de “verdadeira” poderia ser corretamente substituída por dois-pontos.


    Está/Estão correta(s) apenas a(s) proposta(s)
    Escolha uma alternativa para a questão 089f8e69-33
  • 3000038D-FD

    Português

    Pontuação
    INSPER · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    Tudo o que você queria saber sobre gastronomia japonesa 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2019


        O Google Arts & Culture lançou nessa semana a mostra “Meshiagare! Sabores do Japão”, uma coleção com mais de 130 exposições virtuais sobre o assunto. Trata-se da segunda maior coleção sobre cultura japonesa on-line — a primeira chama-se “Made in Japan” e destaca o artesanato. O lançamento aconteceu no mesmo dia em que a mostra foi apresentada no Japão.

        Ela é dividida em três temas: a cultura, os pratos e os ingredientes. E o conteúdo é bastante variado. Dos fatos desde o Período Edo até os mangás que tratam do tema e contam histórias como a do pai que cozinhava para a família e a da garota que sonhava em produzir o melhor saquê do Japão.

        Mas há tanto conteúdo que se perder faz parte da diversão. Na seção sobre a arte do chá japonês há detalhes desde a fermentação até os tipos de cerimonial, disponíveis em vídeo. O saquê também merece uma atenção especial: da mais antiga fábrica da bebida em Kyoto até o método de produção.

        Enfim, um passeio virtual prazeroso pela cultura gastronômica do Japão. E de graça. Vem!

    (Marcelo Katsuki. https://marcelokatsuki.blogfolha.uol.com.br,

    14.09.2019. Adaptado.) 

    Em “Ela é dividida em três temas: a cultura, os pratos e os ingredientes” (2º parágrafo), o sinal de dois-pontos é empregado para indicar que haverá pormenorização da expressão “três temas”. Tal emprego dos dois-pontos poderia ocorrer em:  
    Escolha uma alternativa para a questão 3000038d-fd
  • 6B22E7D0-01

    Português

    Artigos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    Assinale a alternativa correta
    Escolha uma alternativa para a questão 6b22e7d0-01