Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos
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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 234 de 451.
D529DCEE-05 Leia abaixo a letra da canção Mamãe Coragem – composição de Caetano Veloso e Torquato Neto, interpretação de Gal Costa – que integra o álbum Tropicália ou Panis et Circencis.Mamãe, mamãe, não choreA vida é assim mesmoEu fui emboraMamãe, mamãe, não choreEu nunca mais vou voltar por aíMamãe, mamãe, não choreA vida é assim mesmoEu quero mesmo é isto aquiMamãe, mamãe, não chorePegue uns panos pra lavarLeia um romanceVeja as contas do mercadoPague as prestaçõesSer mãeÉ desdobrar fibra por fibraOs corações dos filhosSeja felizSeja felizMamãe, mamãe, não choreEu quero, eu posso, eu quis, eu fizMamãe, seja felizMamãe, mamãe, não choreNão chore nunca mais, não adiantaEu tenho um beijo preso na gargantaEu tenho um jeito de quem não se espanta(Braço de ouro vale 10 milhões)Eu tenho corações fora do peitoMamãe, não choreNão tem jeitoPegue uns panos pra lavarLeia um romanceLeia “Alzira morta virgem”“O grande industrial”Eu por aqui vou indo muito bemDe vez em quando brinco CarnavalE vou vivendo assim: felicidadeNa cidade que eu plantei pra mimE que não tem mais fimNão tem mais fimNão tem mais fimConsidere as seguintes afirmações sobre a canção.I - A inversão apresentada na canção – é o/a filho/a jovem que consola a mãe e não o contrário – manifesta-se nas expressões comumente relacionadas ao vocabulário materno como “A vida é assim mesmo” e “Não chore nunca mais, não adianta”.II - A sirene ouvida na abertura da canção é uma provável referência às fábricas da cidade, para onde o sujeito cancional se desloca em busca de oportunidades que superem o trabalho doméstico, a rotina e os passatempos provincianos.III- O uso de “beijo” em vez de “grito”, no verso “Eu tenho um beijo preso na garganta”, expõe a ternura, apesar da rebeldia, que caracteriza o sujeito cancional.Quais estão corretas?
D4FC4405-05 Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o soneto de Luís de Camões e Soneto do amor total, de Vinícius de Moraes, abaixo.Luís de CamõesAmor é fogo que arde sem se ver;É ferida que dói e não se sente;É um contentamento descontente;É dor que desatina sem doer;É um não querer mais que bem querer;É solitário andar por entre a gente;É nunca contentar-se de contente;É cuidar que se ganha em se perder;É querer estar preso por vontade;É servir a quem vence, o vencedor;É ter com quem nos mata lealdade.Mas como causar pode seu favorNos corações humanos amizade,Se tão contrário a si é o mesmo Amor?Vinícius de MoraesAmo-te tanto, meu amor… não canteO humano coração com mais verdade…Amo-te como amigo e como amanteNuma sempre diversa realidade.Amo-te afim, de um calmo amor prestante,E te amo além, presente na saudade.Amo-te, enfim, com grande liberdadeDentro da eternidade e a cada instante.Amo-te como um bicho, simplesmente,De um amor sem mistério e sem virtudeCom um desejo maciço e permanente.E de te amar assim muito e amiúde,É que um dia em teu corpo de repenteHei de morrer de amar mais do que pude.Considere as seguintes afirmações sobre os dois poemas.I - Os dois poemas apresentam a temática amorosa: no soneto de Camões, o sujeito lírico define o amor; no soneto de Moraes, o sujeito lírico diz como ama.II - O soneto de Camões apresenta uma estrutura antitética nas três primeiras estrofes, como a exprimir o caráter contraditório do sentimento amoroso.III- O soneto de Vinícius de Moraes apresenta o sujeito lírico que ama de corpo e alma, ampliando o sentimento amoroso à dimensão física.Quais estão corretas?
BB313B3E-F7 Português
Interpretação de TextosUEG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir para responder à questão.

Considere o seguinte trecho:“Os gramáticos e os sociolinguistas, cada um com seu viés, costumam dizer que o padrão linguístico é usado pelas pessoas representativas de uma sociedade. Os gramáticos dizem isso, mas acabam não analisando o padrão, nem recomendando-o de fato. Recomendam uma norma, uma norma ideal”. (linhas 9-11).Sírio Possenti apresenta nesse trecho uma caracterização da atividade dos gramáticos. Para isso, o autor508421C7-F7 Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
Kacio Pacheco. Disponível em www.metropoles.com. Acesso em nov. 2015.
O governo de Dilma Rousseff passou por pressões de alguns partidos políticos que se mobilizaram para pedir seu impeachment. Uma das razões está nas denúncias de corrupção na Petrobrás, empresa petrolífera brasileira. Essa situação é explorada, na figura acima, pelo cartunista Kacio Pacheco. Ao analisar o enunciado “cadê meus peixes” a partir de sua relação com o contexto de fala cultural e a politica brasileira, afirma-se que:507DE390-F7 Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos“GOVERNO VAI INVESTIR R$ 10 MILHÕES EM ESTUDO DA FOSFOETANOLAMINAMinistério da Ciência e Tecnologia quer saber se a polêmica ‘pílula do câncer’ realmente é segura e funciona.O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai investir R$ 10 milhões em pesquisas sobre a fosfoetanolamina sintética, para descobrir se a polêmica substância produzida por um laboratório da Universidade de São Paulo (USP) tem mesmo potencial para tratar o câncer. [...] O compromisso foi acertado numa reunião do recém-empossado ministro Celso Pansera com representantes da comunidade científica e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ontem, em Brasília. [...] O pesquisador que orientou a pesquisa inicial, Gilberto Chierice, está aposentado. Ele defende a distribuição da substância, que acredita ser segura, apesar de não ter dados para comprovar isso. Segundo informações do MCTI, um primeiro repasse de R$ 2 milhões já sairá do orçamento da pasta neste ano. O restante será repassado em duas parcelas de R$ 4 milhões, nos próximos dois anos. [...] ‘Absurdo isso’, reagiu a pesquisadora Alicia Kowaltowski, do Instituto de Química da USP em São Paulo, ao ler a notícia nas redes sociais. ‘Atitudes completamente antiéticas por parte de um pesquisador sendo premiado com um ‘caminho paralelo’ de financiamento significativo, enquanto milhares de projetos regulares já aprovados seguem sem pagamento [...] É um desrespeito aos cientistas brasileiros sérios’.” (adaptado)Disponível em: ciencia.estadao.com.br/blogs/herton-escobar. Acesso em nov. 2015.A pesquisadora Alicia Kowaltowski mostra-se indignada frente à notícia do investimento em pesquisas sobre a ‘pílula do câncer’ e finaliza assim: “É um desrespeito aos cientistas brasileiros sérios”.A palavra em destaque, ao ser relacionada com todo o texto, deixa pressuposto que:507AC463-F7 Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: https://www.google.com.br /search?q=charges&espv =2&biw=1366&bih=25252Fcharges%25252Fpage%25252F8%25252 F&source=iu&pf=m&fir=CBth0t-ae Acesso em fev. 2016.
O emprego do verbo “sair” permite duas leituras: uma, dada pelo falante no quadro 1, e outra, compreendida pela personagem no quadro 2, o que se confirma na fala final do quadro 4.
Assinale a alternativa em que acontece o mesmo no emprego dos verbos.
50777631-F7 Português
Coesão e coerênciaUNEMAT · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos“Para abordar o direito dos índios a uma educação diferenciada, a Constituição de 1988 se impõe como o grande marco. Foi a partir dela(1) que se reconheceu aos índios o direito de permanecerem índios e terem suas tradições e modos de vida respeitados e protegidos pelo Estado brasileiro. Com a sua(2) promulgação, rompe-se com a tradição legislativa e administrativa que procurava incorporar os índios à comunhão nacional, pois os(3) concebia como categoria étnica e social transitória, a quem(4) cabia um único destino: seu desaparecimento cultural. A Constituição de 1988 inaugurou uma nova fase no relacionamento dos povos indígenas com o Estado e com a sociedade brasileira, reconhecendo suas(5) organizações sociais, costumes, línguas, crenças e tradições, e atribuindo ao Estado o dever de respeitar e proteger as manifestações das culturas indígenas”.GRUPIONI, Luís Donizete Benzi. Educação em Contexto da Diversidade Étnica: os povos no Brasil. In: RAMOS, Marise N.; ADÃO, Jorge M.; NASCIMENTO, Graciete Maria. Diversidade na educação: reflexões e experiências. Brasília: Secretaria de Educação Média e tecnológica, 2003.p.115. (adaptado)Para manter a coerência do texto, alguns elementos de coesão foram empregados na sua escrita, como os termos em negrito. Seguindo a enumeração dada a eles, considera-se que:7FD4557C-FF Português
Coesão e coerênciaUNICENTRO · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

DEGRADAÇÃO. Folha de S. Paulo. 14 set. [2002?]. Opinião. p. A 2.
Editorial.
Marque V ou F, conforme sejam as afirmativas verdadeiras ou falsas.( ) A degeneração moral da sociedade brasileira decorre da ausência de uma política publica e social do Estado.( ) Ao se referir à “degradação dos costumes” (l. 6), o articulista evidencia um conflito de gerações.( ) Os termos “comezinhas” (l. 32) e “furtar” (l. 34) significam, respectivamente, “difíceis” e “negar”.( ) A passagem “sob pena de desmoralizar-se ainda mais.” (l. 35) expressa uma ideia de consequência hipotética.A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é a7FCE8A40-FF Português
Figuras de LinguagemUNICENTRO · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

ANDRADE, Carlos Drummond de. Obra completa. Rio de Janeiro: Aguilar,
1964. p. 70.
Sobre o poema, é correto afirmar:7FCB3C38-FF Português
Interpretação de TextosUNICENTRO · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

ANDRADE, Carlos Drummond de. Obra completa. Rio de Janeiro: Aguilar,
1964. p. 70.
No texto, o sujeito poético7FC7F13C-FF Português
Interpretação de TextosUNICENTRO · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

ANDRADE, M. 50 poemas e um Prefácio interessantíssimo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
Em relação ao conteúdo e/ou à forma do poema, a alternativa inadequada é a7FC48A01-FF Português
Interpretação de TextosUNICENTRO · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

ANDRADE, M. 50 poemas e um Prefácio interessantíssimo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
Marque V ou F, conforme sejam as afirmativas verdadeiras ou falsas.( ) O poema reflete uma atitude de contestação frente a uma realidade social.( ) A maneira como o “burguês” se apresenta configura a classe média urbana.( ) O modus vivendus do burguês reflete uma visão de vida abastada culturalmente e economicamente..( ) Observa-se uma referência aos costumes sociais impostos por uma cultura importada.( ) O verso 26 “— Um colar... — Conto e quinhentos!!!” revela uma admiração pelo estético e a alegria de possui-lo.A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é a91110A24-FF Português
Análise sintáticaUNICENTRO · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO III.“— és filho de uma pisadela e de um beliscão; mereces que um pontapé te acabe a casta. [...] O menino suportou tudo com coragem de mártir, apenas abriu ligeiramente a boca quando foi levantado pelas orelhas: mal caiu, ergueu-se, embarafustou pela porta fora, e em três pulos estava dentro da loja do padrinho, e atracando-se-lhe às pernas.”ALMEIDA, Manuel A. de. Memórias de um Sargento de Milícias.Disponível em: <http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros.Acesso em: 22 set. 2016.Em relação à análise dos elementos linguísticos que estruturam o texto IV, é correto afirmar:TEXTO IV.Algum tempo hesitei se deveria abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; [...] Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo; diferença radical entre este livro e o Pentateuco.MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Memórias Póstumas de Brás Cubas.Disponível em:< http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros>.Acesso em 22 set. 2016910DA4F1-FF Português
Interpretação de TextosUNICENTRO · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO III.“— és filho de uma pisadela e de um beliscão; mereces que um pontapé te acabe a casta. [...] O menino suportou tudo com coragem de mártir, apenas abriu ligeiramente a boca quando foi levantado pelas orelhas: mal caiu, ergueu-se, embarafustou pela porta fora, e em três pulos estava dentro da loja do padrinho, e atracando-se-lhe às pernas.”ALMEIDA, Manuel A. de. Memórias de um Sargento de Milícias.Disponível em: <http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros.Acesso em: 22 set. 2016.TEXTO IV.Algum tempo hesitei se deveria abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; [...] Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo; diferença radical entre este livro e o Pentateuco.MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Memórias Póstumas de Brás Cubas.Disponível em:< http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros>.Acesso em 22 set. 2016Em relação aos fragmentos de textos III e IV, considerando-se autores, estilos e obras, é correto afirmar:910AA701-FF Português
Interpretação de TextosUNICENTRO · 2016Muito difícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO I.
SEUS OLHOS
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
De vivo luzir,
São meigos infantes, gentis, engraçados
Brincando a sorrir.
[...].
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
assim é que são.
Às vezes luzindo, serenos, tranquilos,
Às vezes vulcão!
Às vezes oh! Sim, derramam tão fraco,
Tão frouxo brilhar,
Que a mim me parece que o ar lhe falece.
E os olhos tão meigos, que o pranto umedece
Me fazem chorar.”
Dias, Gonçalves. Seus olhos. Disponível em:
http://www.vidaempoesia.com.br/goncalvesdias.htm.
Acesso em: 22 set.2016. Adaptado.
Pode-se inferir do texto II, excetoTEXTO II.O GONDOLEIRO DO AMORTeus olhos são negros, negrosComo as noites sem luar...São ardentes, são profundos,Como o negrume do mar;[...]Teu seio é vaga douradaAo tíbio clarão da lua,Que, ao murmúrio das volúpias,Arqueja, palpita nua;Como é doce, em pensamento,Do teu colo no langorVagar, naufragar, perder-seO Gondoleiro do amor!?[...]Por isso eu te amo, querida,Quer no prazer, quer na dor...Rosa! Canto! Sombra! Estrela!Do Gondoleiro do amor.ALVES, Castro. In: Presença da Literatura Brasileira: DRomantismo ao Simbolismo. 9. ed. São Paulo: DIFEL, 198 p. 60-2..Adaptado.91071CCF-FF Português
Figuras de LinguagemUNICENTRO · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO I.
SEUS OLHOS
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
De vivo luzir,
São meigos infantes, gentis, engraçados
Brincando a sorrir.
[...].
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
assim é que são.
Às vezes luzindo, serenos, tranquilos,
Às vezes vulcão!
Às vezes oh! Sim, derramam tão fraco,
Tão frouxo brilhar,
Que a mim me parece que o ar lhe falece.
E os olhos tão meigos, que o pranto umedece
Me fazem chorar.”
Dias, Gonçalves. Seus olhos. Disponível em:
http://www.vidaempoesia.com.br/goncalvesdias.htm.
Acesso em: 22 set.2016. Adaptado.
TEXTO II.O GONDOLEIRO DO AMORTeus olhos são negros, negrosComo as noites sem luar...São ardentes, são profundos,Como o negrume do mar;[...]Teu seio é vaga douradaAo tíbio clarão da lua,Que, ao murmúrio das volúpias,Arqueja, palpita nua;Como é doce, em pensamento,Do teu colo no langorVagar, naufragar, perder-seO Gondoleiro do amor!?[...]Por isso eu te amo, querida,Quer no prazer, quer na dor...Rosa! Canto! Sombra! Estrela!Do Gondoleiro do amor.ALVES, Castro. In: Presença da Literatura Brasileira: DRomantismo ao Simbolismo. 9. ed. São Paulo: DIFEL, 198 p. 60-2..Adaptado.A caracterização do amor e da amada, nos poemas I e II, comprova-se, respectivamente, com a utilização constante das figuras de linguagem denominadas de26A94B8C-FF Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/05/150428_parainglesver_adamsmith2_ss. Acesso em 25 ago. 2016.
Com base no texto 02, da Língua Portuguesa I, responda à questão.
Assinale a alternativa em que o verbo grifado assume mesmo sentido do empregado em “não há também exagero” (linha 08).
2688BCC9-FF Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. Rio de Janeiro: Editora Record, 1998. p. 18 a 31

Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/05/150428_parainglesver_adamsmith2_ss. Acesso em 25 ago. 2016.
Com base nos textos 01 e 02, responda à questão
Comparando-se os textos 01 e 02, é correto afirmar que ambos:
26837412-FF Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/05/150428_parainglesver_adamsmith2_ss. Acesso em 25 ago. 2016.
Com base no texto 02, responda à questão.
Assinale a alternativa que lista características do autor deduzidas da leitura do texto.
26807B47-FF Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/05/150428_parainglesver_adamsmith2_ss. Acesso em 25 ago. 2016.
Com base no texto 02, responda à questão.
Em vários pontos do texto, o autor deixa claro que expressa sua opinião e não uma verdade incontestável, como ocorre em: