Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 240 de 451.

  • DF594BEC-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos


    No segundo e terceiro quadrinhos, a proposta de Armandinho é esclarecida através de informações verbais e não verbais. Nesses quadrinhos, por meio do desenho, representa(m)-se
    Escolha uma alternativa para a questão df594bec-de
  • DF546950-DE

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Santa Maria 2016, Análise sintática

    Faz parte do conhecimento de mundo dos leitores que melhorias do sistema viário levam muitas vezes a interferências negativas no meio ambiente, como a diminuição de áreas verdes, por exemplo. No primeiro quadrinho, Armandinho apresenta uma proposta original ao expressar uma ideia que não é congruente com esse conhecimento. Essa não congruência é percebida linguisticamente na escolha
    Escolha uma alternativa para a questão df546950-de
  • DF491835-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Santa Maria 2016, Interpretação de Textos


    Fonte: Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/caderno-rumo/pagina/a-nova-cidadania/>. Acesso em: 02 dez. 2016. (Adaptado)

    De acordo com o apresentado nos dois últimos parágrafos (ℓ.34-55), infere-se que

    I → ao redor de 53% dos brasileiros já estão se conectando à internet por dispositivos com mobilidade.

    II → a internet desempenha um papel importante na ocupação dos espaços urbanos devido ao potencial de meio para a articulação de seus usuários em torno de causas comuns.

    III → existe uma relação entre a rapidez da comunicação por aplicativos digitais e a apropriação do espaço público urbano.

    Está(ão) correta(s)
    Escolha uma alternativa para a questão df491835-de
  • DF46091F-DE

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/caderno-rumo/pagina/a-nova-cidadania/>. Acesso em: 02 dez. 2016. (Adaptado)

    Analisando a frase As tecnologias que nos apartam podem também nos mobilizar (ℓ. 51-52) e seu funcionamento no texto, observa-se que
    Escolha uma alternativa para a questão df46091f-de
  • DF41ABDD-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016Muito fácilEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/caderno-rumo/pagina/a-nova-cidadania/>. Acesso em: 02 dez. 2016. (Adaptado)

    A frase de abertura do quarto parágrafo (ℓ.34-36) destaca a opinião de Fabrício Tarouco, o qual percebe uma relação de identidade entre uma cidade e um laboratório a céu aberto. Tendo essa informação em mente, selecione a alternativa com uma opção adequada para a reescrita dessa parte do texto.

    Na percepção de Tarouco, as cidades
    Escolha uma alternativa para a questão df41abdd-de
  • DF3E7FBA-DE

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/caderno-rumo/pagina/a-nova-cidadania/>. Acesso em: 02 dez. 2016. (Adaptado)

    Com a frase “Houve uma época em que as pessoas passeavam pelas ruas” (ℓ.29-30), situa-se no tempo passado a existência de um comportamento habitual que não se estendeu até o presente. Considere que essa frase passe a expressar a expectativa de que, num futuro próximo, esse comportamento seja resgatado, como mostrado a seguir.

    ______________ uma época em que as pessoas
    ______________ novamente pelas ruas.

    A alternativa que completa as lacunas de acordo com a norma-padrão da escrita e com a intenção estabelecida é
    Escolha uma alternativa para a questão df3e7fba-de
  • DF3B4FA7-DE

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/caderno-rumo/pagina/a-nova-cidadania/>. Acesso em: 02 dez. 2016. (Adaptado)

    Analise as afirmativas sobre o emprego dos elementos coesivos destacados a seguir.

    I → No primeiro parágrafo, a contribuição de desde que (ℓ.6) é a de introduzir um segmento mostrando uma finalidade da ocupação organizada de ruas e das redes sociais.

    II → Ao longo do segundo parágrafo, a contribuição de quando é a de introduzir segmentos apresentando situações pelas quais se exercita a cidadania.

    III → No segundo parágrafo, a contribuição de ou (ℓ.20) é a de introduzir um segmento mostrando uma nova forma de participação popular com efeito político.

    Está(ão) correta(s)
    Escolha uma alternativa para a questão df3b4fa7-de
  • DF37588A-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/caderno-rumo/pagina/a-nova-cidadania/>. Acesso em: 02 dez. 2016. (Adaptado)

    De acordo com o teor do discurso citado (ℓ.29-33), a palavra que preenche coerentemente a lacuna do texto é
    Escolha uma alternativa para a questão df37588a-de
  • DF3341EF-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia o texto a seguir.


    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Santa Maria 2016, Interpretação de Textos


    Ao esclarecer o sentido de COM CICLOVIAS É A MESMA COISA, o adulto explicaria à criança que

    Escolha uma alternativa para a questão df3341ef-de
  • DF2F884A-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a introdução de uma matéria jornalística intitulada Pelo Caminhar.



    Fonte: Disponível em: <https://especiais.jconline.ne.10.uol.br/

    pelo-caminhar>. Acesso em: 11 nov. 2016.

    Dentre os processos de formação de palavras, está incluído o mecanismo em que uma palavra de uma classe passa a ser utilizada como sendo de outra classe, sem alterar a sua forma. Desse modo, adjetivos, advérbios e verbos, por exemplo, podem ser empregados como substantivos. No texto, esse mecanismo foi empregado, como fica evidenciado em
    Escolha uma alternativa para a questão df2f884a-de
  • DF2B8F8F-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a introdução de uma matéria jornalística intitulada Pelo Caminhar.



    Fonte: Disponível em: <https://especiais.jconline.ne.10.uol.br/

    pelo-caminhar>. Acesso em: 11 nov. 2016.

    De acordo com as ideias apresentadas no texto, a mobilidade a pé
    Escolha uma alternativa para a questão df2b8f8f-de
  • DF27FA7C-DE

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <www.pordentroemrosa.blogspot.com.br/2014/11/

    sorrir-faz-bem-armandinho.html. Acesso em: 19 nov. 2016.

    Assinale a alternativa em que a reescrita de uma das falas no primeiro quadrinho observa a concordância verbal da norma-padrão e mantém a coerência com o teor do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão df27fa7c-de
  • DF24F5F6-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Santa Maria · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos


    Fonte: Disponível em: <www.pordentroemrosa.blogspot.com.br/2014/11/

    sorrir-faz-bem-armandinho.html. Acesso em: 19 nov. 2016.

    Nos quadrinhos, é tematizado o espaço destinado na rua a uma travessia segura, deixando-se inferida(s) a(s) ideia(s) de que

    I → a delimitação de uma faixa para circulação dos pedestres no espaço público não é garantia de segurança na travessia.

    II → a existência de duas expressões em língua portuguesa para referência ao mesmo espaço público gera confusão entre os pedestres.

    III → os pedestres pessimistas têm menos chances de uma travessia segura do que os pedestres otimistas.

    Está(ão) correta(s)
    Escolha uma alternativa para a questão df24f5f6-de
  • E4ECE574-DE

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNIFESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o poema “Dissolução”, de Carlos Drummond de Andrade (1902- 1987), que integra o livro Claro enigma, publicado originalmente em 1951.

    Escurece, e não me seduz
    tatear sequer uma lâmpada.
    Pois que aprouve1 ao dia findar,
    aceito a noite.

    E com ela aceito que brote
    uma ordem outra de seres
    e coisas não figuradas.
    Braços cruzados.

    Vazio de quanto amávamos,
    mais vasto é o céu. Povoações
    surgem do vácuo.
    Habito alguma?

    E nem destaco minha pele
    da confluente escuridão.
    Um fim unânime concentra-se
    e pousa no ar. Hesitando.

    E aquele agressivo espírito
    que o dia carreia2 consigo,
    já não oprime. Assim a paz,
    destroçada.

    Vai durar mil anos, ou
    extinguir-se na cor do galo?
    Esta rosa é definitiva,
    ainda que pobre.

    Imaginação, falsa demente,
    já te desprezo. E tu, palavra.
    No mundo, perene trânsito,
    calamo-nos.
    E sem alma, corpo, és suave.

    (Claro enigma, 2012.)

    1 aprazer: causar ou sentir prazer; contentar(-se).
    2 carrear: carregar.
    Personificação: recurso expressivo que consiste em atribuir propriedades humanas a uma coisa, a um ser inanimado ou abstrato.

    (Dicionário Porto Editora da Língua Portuguesa.
    www.infopedia.pt. Adaptado.)

    Verifica-se a ocorrência desse recurso no seguinte verso:
    Escolha uma alternativa para a questão e4ece574-de
  • E4D6A1C8-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto do livro 24/7: capitalismo tardio e os fins do sono de Jonathan Crary para responder à questão. 

       No fim dos anos 1990, um consórcio espacial russo-europeu anunciou que construiria e lançaria satélites que refletiriam a luz do Sol para a Terra. O esquema previa colocar em órbita uma cadeia de satélites, sincronizados com o Sol, a uma altitude de 1700 quilômetros, cada um deles equipado com refletores parabólicos retráteis, da espessura de uma folha de papel. Quando completamente abertos, cada satélite-espelho, com duzentos metros de diâmetro, teria a capacidade de iluminar uma área da Terra de 25 quilômetros quadrados, com uma luminosidade quase cem vezes maior do que a da Lua. Em princípio, o projeto visava fornecer iluminação para a exploração industrial de recursos naturais em regiões remotas com longas noites polares, na Sibéria e no leste da Rússia, permitindo atividade ao ar livre, noite e dia. Mas o consórcio acabou expandindo seus planos para a possibilidade de oferecer iluminação noturna a regiões metropolitanas inteiras. Calculando que se reduziriam os custos de energia da iluminação elétrica, o slogan da empresa era “Luz do dia a noite toda”.
       A oposição ao projeto surgiu de imediato e de diversas frentes. Astrônomos temeram os efeitos nefastos da observação espacial a partir da Terra. Cientistas e ambientalistas apontaram consequências fisiológicas prejudiciais tanto aos animais quanto aos humanos, uma vez que a ausência de alternância regular entre dia e noite interromperia vários padrões metabólicos, inclusive o sono. Associações culturais e humanitárias também protestaram, alegando que o céu noturno é um bem comum ao qual toda a humanidade tem direito, e que desfrutar da escuridão da noite e observar as estrelas é um direito humano básico que nenhuma empresa pode eliminar. De qualquer modo, direito ou privilégio, ele já está sendo violado para mais da metade da população do planeta, em cidades que estão permanentemente envoltas na penumbra da poluição e na intensa iluminação.
       Defensores do projeto, todavia, afirmaram que tal tecnologia diminuiria o uso noturno de eletricidade e que a perda da noite e de sua escuridão seria um preço razoável, considerando-se a redução do consumo global de energia. Seja como for, esse empreendimento, ao fim inviável, ilustra o imaginário contemporâneo, para o qual um estado de iluminação contínua é inseparável da ininterrupta operação de troca e circulação globais. Em seus excessos empresariais, o projeto é uma expressão hiperbólica de uma intolerância institucional a tudo que obscureça ou impeça uma situação de visibilidade instrumentalizada e constante.

    (24/7: capitalismo tardio e os fins do sono, 2014. Adaptado.)
    Em relação ao projeto, a postura do autor é de
    Escolha uma alternativa para a questão e4d6a1c8-de
  • E4C768BD-DE

    Português

    Denotação e Conotação
    UNIFESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do conto “A igreja do Diabo”, de Machado de Assis (1839-1908), para responder à questão.

       Uma vez na terra, o Diabo não perdeu um minuto. Deu-se pressa em enfiar a cogula¹ beneditina, como hábito de boa fama, e entrou a espalhar uma doutrina nova e extraordinária, com uma voz que reboava nas entranhas do século. Ele prometia aos seus discípulos e fiéis as delícias da terra, todas as glórias, os deleites mais íntimos. Confessava que era o Diabo; mas confessava-o para retificar a noção que os homens tinham dele e desmentir as histórias que a seu respeito contavam as velhas beatas.
       – Sim, sou o Diabo, repetia ele; não o Diabo das noites sulfúreas, dos contos soníferos, terror das crianças, mas o Diabo verdadeiro e único, o próprio gênio da natureza, a que se deu aquele nome para arredá-lo do coração dos homens. Vede-me gentil e airoso. Sou o vosso verdadeiro pai. Vamos lá: tomai daquele nome, inventado para meu desdouro², fazei dele um troféu e um lábaro³ , e eu vos darei tudo, tudo, tudo, tudo, tudo, tudo...
       Era assim que falava, a princípio, para excitar o entusiasmo, espertar os indiferentes, congregar, em suma, as multidões ao pé de si. E elas vieram; e logo que vieram, o Diabo passou a definir a doutrina. A doutrina era a que podia ser na boca de um espírito de negação. Isso quanto à substância, porque, acerca da forma, era umas vezes sutil, outras cínica e deslavada.
       Clamava ele que as virtudes aceitas deviam ser substituídas por outras, que eram as naturais e legítimas. A soberba, a luxúria, a preguiça foram reabilitadas, e assim também a avareza, que declarou não ser mais do que a mãe da economia, com a diferença que a mãe era robusta, e a filha uma esgalgada4 . A ira tinha a melhor defesa na existência de Homero; sem o furor de Aquiles, não haveria a Ilíada: “Musa, canta a cólera de Aquiles, filho de Peleu”... [...] Pela sua parte o Diabo prometia substituir a vinha do Senhor, expressão metafórica, pela vinha do Diabo, locução direta e verdadeira, pois não faltaria nunca aos seus com o fruto das mais belas cepas do mundo. Quanto à inveja, pregou friamente que era a virtude principal, origem de prosperidades infinitas; virtude preciosa, que chegava a suprir todas as outras, e ao próprio talento.
       As turbas corriam atrás dele entusiasmadas. O Diabo incutia-lhes, a grandes golpes de eloquência, toda a nova ordem de coisas, trocando a noção delas, fazendo amar as perversas e detestar as sãs.
      Nada mais curioso, por exemplo, do que a definição que ele dava da fraude. Chamava-lhe o braço esquerdo do homem; o braço direito era a força; e concluía: Muitos homens são canhotos, eis tudo. Ora, ele não exigia que todos fossem canhotos; não era exclusivista. Que uns fossem canhotos, outros destros; aceitava a todos, menos os que não fossem nada. A demonstração, porém, mais rigorosa e profunda, foi a da venalidade5 . Um casuísta6 do tempo chegou a confessar que era um monumento de lógica. A venalidade, disse o Diabo, era o exercício de um direito superior a todos os direitos. Se tu podes vender a tua casa, o teu boi, o teu sapato, o teu chapéu, coisas que são tuas por uma razão jurídica e legal, mas que, em todo caso, estão fora de ti, como é que não podes vender a tua opinião, o teu voto, a tua palavra, a tua fé, coisas que são mais do que tuas, porque são a tua própria consciência, isto é, tu mesmo? Negá-lo é cair no absurdo e no contraditório. Pois não há mulheres que vendem os cabelos? não pode um homem vender uma parte do seu sangue para transfundi-lo a outro homem anêmico? e o sangue e os cabelos, partes físicas, terão um privilégio que se nega ao caráter, à porção moral do homem? Demonstrando assim o princípio, o Diabo não se demorou em expor as vantagens de ordem temporal ou pecuniária; depois, mostrou ainda que, à vista do preconceito social, conviria dissimular o exercício de um direito tão legítimo, o que era exercer ao mesmo tempo a venalidade e a hipocrisia, isto é, merecer duplicadamente.

    (Contos: uma antologia, 1998.)

    1cogula: espécie de túnica larga, sem mangas, usada por certos religiosos.
    2desdouro: descrédito, desonra.
    3lábaro: estandarte, bandeira.
    4esgalgado: comprido e estreito.
    5venalidade: condição ou qualidade do que pode ser vendido.
    6casuísta: pessoa que pratica o casuísmo (argumento fundamentado em raciocínio enganador ou falso).
    Estão empregados em sentido figurado os termos destacados nos seguintes trechos:
    Escolha uma alternativa para a questão e4c768bd-de
  • E4BCC7AD-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Caracterizou-o sempre um sincero amor pelas coisas de sua terra, pela sua gente, e se existe obra que possa ser chamada de brasileira, é a dele. Se seus assuntos eram o homem e a terra do Brasil, apanhados no Norte, no Sul, no Centro, a forma por que os explorava era também brasileira, pela sintaxe que empregava e pelos modismos que introduzia. O Brasil do campo e o das cidades está presente em sua obra, assim como o homem da sociedade, o homem da rua e o trabalhador rural. Abarcou os aspectos mais variados da nossa sensibilidade e da nossa formação, constituindo sua obra um painel a que nada falta, inclusive o índio, que nela tem participação considerável.

    (José Paulo Paes e Massaud Moisés (orgs).
    Pequeno dicionário de literatura brasileira, 1980. Adaptado.)

    Tal comentário refere-se ao escritor
    Escolha uma alternativa para a questão e4bcc7ad-de
  • E4A3A1BA-DE

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNIFESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o soneto “A uma dama dormindo junto a uma fonte”, do poeta barroco Gregório de Matos (1636-1696), para responder à questão.

    À margem de uma fonte, que corria,
    Lira doce dos pássaros cantores
    A bela ocasião das minhas dores
    Dormindo estava ao despertar do dia.

    Mas como dorme Sílvia, não vestia
    O céu seus horizontes de mil cores;
    Dominava o silêncio entre as flores,
    Calava o mar, e rio não se ouvia.

    Não dão o parabém à nova Aurora
    Flores canoras, pássaros fragrantes,
    Nem seu âmbar respira a rica Flora.

    Porém abrindo Sílvia os dois diamantes,
    Tudo a Sílvia festeja, tudo adora
    Aves cheirosas, flores ressonantes.

    (Poemas escolhidos, 2010.) 
    A sinestesia consiste em transferir percepções de um sentido para as de outro, resultando um cruzamento de sensações.

    (Celso Cunha. Gramática essencial, 2013.)

    Verifica-se a ocorrência desse recurso no seguinte verso:
    Escolha uma alternativa para a questão e4a3a1ba-de
  • E49FC0A9-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o soneto “A uma dama dormindo junto a uma fonte”, do poeta barroco Gregório de Matos (1636-1696), para responder à questão.

    À margem de uma fonte, que corria,
    Lira doce dos pássaros cantores
    A bela ocasião das minhas dores
    Dormindo estava ao despertar do dia.

    Mas como dorme Sílvia, não vestia
    O céu seus horizontes de mil cores;
    Dominava o silêncio entre as flores,
    Calava o mar, e rio não se ouvia.

    Não dão o parabém à nova Aurora
    Flores canoras, pássaros fragrantes,
    Nem seu âmbar respira a rica Flora.

    Porém abrindo Sílvia os dois diamantes,
    Tudo a Sílvia festeja, tudo adora
    Aves cheirosas, flores ressonantes.

    (Poemas escolhidos, 2010.) 
    No soneto, a seguinte expressão é empregada pelo eu lírico em lugar de sua musa Sílvia:
    Escolha uma alternativa para a questão e49fc0a9-de
  • E49B1F0B-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o soneto “A uma dama dormindo junto a uma fonte”, do poeta barroco Gregório de Matos (1636-1696), para responder à questão.

    À margem de uma fonte, que corria,
    Lira doce dos pássaros cantores
    A bela ocasião das minhas dores
    Dormindo estava ao despertar do dia.

    Mas como dorme Sílvia, não vestia
    O céu seus horizontes de mil cores;
    Dominava o silêncio entre as flores,
    Calava o mar, e rio não se ouvia.

    Não dão o parabém à nova Aurora
    Flores canoras, pássaros fragrantes,
    Nem seu âmbar respira a rica Flora.

    Porém abrindo Sílvia os dois diamantes,
    Tudo a Sílvia festeja, tudo adora
    Aves cheirosas, flores ressonantes.

    (Poemas escolhidos, 2010.) 
    Mais recorrente na poesia arcádica, verifica-se neste soneto barroco o recurso, sobretudo, ao seguinte lema latino:
    Escolha uma alternativa para a questão e49b1f0b-de