Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

9.017 questões encontradas. Mostrando a página 425 de 451.

  • 6C7061A0-EB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta sobre o excerto da “Estória do ladrão e do papagaio”, que integra o livro Luuanda, de José Luandino Vieira, apresentado a seguir.

    “Nem uazekele kié-uazeka kiambote, nem nada, era só assim a outra maneira civilizada como ele dizia; mas também depois ficava na boa conversa de patrícios e, então, aí o quimbundo já podia se assentar no meio de todas as palavras, ele até queria, porque para falar bem-bem português não podia, o exame da terceira é que estava lhe tirar agora e por isso não aceitava falar um português de toda a gente, só queria falar o mais superior.”
    Escolha uma alternativa para a questão 6c7061a0-eb
  • 6C6C4E3C-EB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta sobre Luuanda, de José Luandino Vieira.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c6c4e3c-eb
  • 6FD3A251-E8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Observe o fragmento abaixo de um conto de Clarice Lispector:


    “Nas árvores as frutas eram pretas, doces como mel. Havia no chão caroços secos cheios de circunvoluções, como pequenos cérebros apodrecidos. O banco estava manchado de sucos roxos. Com suavidade intensa rumorejavam as águas. No tronco da árvore pregavam-se as luxuosas patas de uma aranha. A crueza do mundo era tranqüila. O assassinato era profundo. E a morte não era o que pensávamos. Ao mesmo tempo que imaginário – era um mundo de se comer com os dentes, um mundo de volumosas dálias e tulipas. Os troncos eram percorridos por parasitas folhudos, o abraço era macio, colado. Como a repulsa que precedesse uma entrega – era fascinante, a mulher tinha nojo, e era fascinante. As árvores estavam carregadas, o mundo era tão rico que apodrecia. Quando Ana pensou que havia crianças e homens grandes com fome, a náusea subiu-lhe à garganta, como se ela estivesse grávida e abandonada. A moral do jardim era outra. Agora que o cego a guiara até ele, estremecia nos primeiros passos de um mundo faiscante, sombrio, onde vitórias-régias boiavam monstruosas. As pequenas flores espalhadas na relva não lhe pareciam amarelas ou rosadas, mas cor de mau ouro e escarlates. A decomposição era profunda, perfumada... Mas todas as pesadas coisas, ela via com a cabeça rodeada por um enxame de insetos, enviados pela vida mais fina do mundo. A brisa se insinuava entre as flores. Ana mais adivinhava que sentia o seu cheio adocicado... O jardim era tão bonito que ela teve medo do Inferno.” (LISPECTOR, C. Amor. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. P. 25)
    Quando a personagem pensa nas crianças e nos homens grandes com fome, há uma reversão de perspectiva de sentimentos em relação àquele universo que acaba lhe subindo uma náusea na garganta e a moral do Jardim Botânico se torna outra. Depois de uma série de novas percepções espantosas, ela termina com uma sentença terrível: “O jardim era tão bonito que ela teve medo do Inferno.” Desta maneira, fica estabelecido no fragmento que a personagem terá de:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fd3a251-e8
  • 6FCFE7E4-E8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe o fragmento abaixo de um conto de Clarice Lispector:


    “Nas árvores as frutas eram pretas, doces como mel. Havia no chão caroços secos cheios de circunvoluções, como pequenos cérebros apodrecidos. O banco estava manchado de sucos roxos. Com suavidade intensa rumorejavam as águas. No tronco da árvore pregavam-se as luxuosas patas de uma aranha. A crueza do mundo era tranqüila. O assassinato era profundo. E a morte não era o que pensávamos. Ao mesmo tempo que imaginário – era um mundo de se comer com os dentes, um mundo de volumosas dálias e tulipas. Os troncos eram percorridos por parasitas folhudos, o abraço era macio, colado. Como a repulsa que precedesse uma entrega – era fascinante, a mulher tinha nojo, e era fascinante. As árvores estavam carregadas, o mundo era tão rico que apodrecia. Quando Ana pensou que havia crianças e homens grandes com fome, a náusea subiu-lhe à garganta, como se ela estivesse grávida e abandonada. A moral do jardim era outra. Agora que o cego a guiara até ele, estremecia nos primeiros passos de um mundo faiscante, sombrio, onde vitórias-régias boiavam monstruosas. As pequenas flores espalhadas na relva não lhe pareciam amarelas ou rosadas, mas cor de mau ouro e escarlates. A decomposição era profunda, perfumada... Mas todas as pesadas coisas, ela via com a cabeça rodeada por um enxame de insetos, enviados pela vida mais fina do mundo. A brisa se insinuava entre as flores. Ana mais adivinhava que sentia o seu cheio adocicado... O jardim era tão bonito que ela teve medo do Inferno.” (LISPECTOR, C. Amor. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. P. 25)
    Em “...o mundo era tão rico que apodrecia.”, a antítese revela uma extraordinária capacidade de percepção da personagem porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fcfe7e4-e8
  • 6FCC9F09-E8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Observe o fragmento abaixo de um conto de Clarice Lispector:


    “Nas árvores as frutas eram pretas, doces como mel. Havia no chão caroços secos cheios de circunvoluções, como pequenos cérebros apodrecidos. O banco estava manchado de sucos roxos. Com suavidade intensa rumorejavam as águas. No tronco da árvore pregavam-se as luxuosas patas de uma aranha. A crueza do mundo era tranqüila. O assassinato era profundo. E a morte não era o que pensávamos. Ao mesmo tempo que imaginário – era um mundo de se comer com os dentes, um mundo de volumosas dálias e tulipas. Os troncos eram percorridos por parasitas folhudos, o abraço era macio, colado. Como a repulsa que precedesse uma entrega – era fascinante, a mulher tinha nojo, e era fascinante. As árvores estavam carregadas, o mundo era tão rico que apodrecia. Quando Ana pensou que havia crianças e homens grandes com fome, a náusea subiu-lhe à garganta, como se ela estivesse grávida e abandonada. A moral do jardim era outra. Agora que o cego a guiara até ele, estremecia nos primeiros passos de um mundo faiscante, sombrio, onde vitórias-régias boiavam monstruosas. As pequenas flores espalhadas na relva não lhe pareciam amarelas ou rosadas, mas cor de mau ouro e escarlates. A decomposição era profunda, perfumada... Mas todas as pesadas coisas, ela via com a cabeça rodeada por um enxame de insetos, enviados pela vida mais fina do mundo. A brisa se insinuava entre as flores. Ana mais adivinhava que sentia o seu cheio adocicado... O jardim era tão bonito que ela teve medo do Inferno.” (LISPECTOR, C. Amor. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. P. 25)
    Nas sentenças “Os troncos eram percorridos por parasitas folhudos, o abraço era macio, colado. Como repulsa que precedesse uma entrega – era fascinante, a mulher tinha nojo, e era fascinante”, o travessão encerra uma relação íntima com a natureza ao mesmo tempo assustadora, já que ela:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fcc9f09-e8
  • 6FC86D3D-E8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Observe o fragmento abaixo de um conto de Clarice Lispector:


    “Nas árvores as frutas eram pretas, doces como mel. Havia no chão caroços secos cheios de circunvoluções, como pequenos cérebros apodrecidos. O banco estava manchado de sucos roxos. Com suavidade intensa rumorejavam as águas. No tronco da árvore pregavam-se as luxuosas patas de uma aranha. A crueza do mundo era tranqüila. O assassinato era profundo. E a morte não era o que pensávamos. Ao mesmo tempo que imaginário – era um mundo de se comer com os dentes, um mundo de volumosas dálias e tulipas. Os troncos eram percorridos por parasitas folhudos, o abraço era macio, colado. Como a repulsa que precedesse uma entrega – era fascinante, a mulher tinha nojo, e era fascinante. As árvores estavam carregadas, o mundo era tão rico que apodrecia. Quando Ana pensou que havia crianças e homens grandes com fome, a náusea subiu-lhe à garganta, como se ela estivesse grávida e abandonada. A moral do jardim era outra. Agora que o cego a guiara até ele, estremecia nos primeiros passos de um mundo faiscante, sombrio, onde vitórias-régias boiavam monstruosas. As pequenas flores espalhadas na relva não lhe pareciam amarelas ou rosadas, mas cor de mau ouro e escarlates. A decomposição era profunda, perfumada... Mas todas as pesadas coisas, ela via com a cabeça rodeada por um enxame de insetos, enviados pela vida mais fina do mundo. A brisa se insinuava entre as flores. Ana mais adivinhava que sentia o seu cheio adocicado... O jardim era tão bonito que ela teve medo do Inferno.” (LISPECTOR, C. Amor. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. P. 25)
    Quando o narrador descreve as percepções da personagem e seqüencia três sentenças conclusivas de um estado de espírito (A crueza do mundo era tranqüila. O assassinato era profundo. E a morte não era o que pensávamos), o verbo “ser” funciona como:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fc86d3d-e8
  • 6FA985DB-E8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFAC · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Observe o parágrafo abaixo:


    “O ex-prefeito de Juiz de Fora Carlos Alberto Bejani é mesmo um fenômeno. Em pleno Brasil do ano de 2008, onde tão pouca gente chega a se meter em algum problema mais sério, de verdade, por cometer atos de delinqüência na vida pública, ele conseguiu ser preso duas vezes seguidas, entre abril e junho. Para começar, deixou-se pegar em flagrante, naquele tipo de cena que hoje em dia se tornou um clássico da nossa política: recebendo pacotes de dinheiro vivo, em valor um pouco acima de 1,1 milhão de reais, numa gravação com imagem e som. Ficou catorze dias na cadeia e foi solto, como acontece sempre: e, como acontece sempre, tudo deveria ir acabando por aí. Neste caso, porém, nem mesmo a incomparável proteção que as leis e a justiça brasileira oferecem a gente como o exprefeito foi suficiente para mantê-lo solto. O documento que ele apresentou para justificar a origem do dinheiro – a já tradicional venda de uma ‘fazenda’, variante da venda de bois, cavalos etc. – foi considerado falso. Diante de sua absoluta falta de cuidado com o que dizia enquanto era gravado, ficou claro que o dinheiro lhe fora entregue em troca da concessão de diversos aumentos no preço das passagens municipais de ônibus. Contra todas as expectativas, o homem teve de voltar ao presídio.” (GUZZO, J. R. Agravo x embargo. Veja, São Paulo, 25 jun. 2008. Seções, p. 140) 
    Quando o autor nos fala da apresentação do documento como defesa do ex-prefeito, abrindo um travessão a seguir (– a já tradicional venda de uma ‘fazenda’, variante da venda de bois, cavalos etc.), este recurso enfatiza um aspecto:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fa985db-e8
  • 40A25DA6-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    I. Pouco a pouco, tinha-se inclinado; fincara os cotovelos no mármore da mesa e metera o rosto entre as mãos espalmadas. Não estando abotoadas, as mangas caíram naturalmente, e eu vi-lhe metade dos braços, muito claros, e menos magros do que se poderiam supor. A vista não era nova para mim, posto também não fosse comum; naquele momento, porém, a impressão que tive foi grande. As veias eram tão azuis, que, apesar da pouca claridade, podia contá-las do meu lugar. A presença de Conceição espertara-me ainda mais que o livro. Continuei a dizer o que pensava das festas da roça e da cidade, e de outras coisas que me iam vindo à boca. Falava emendando os assuntos, sem saber por que, variando deles ou tornando aos primeiros, e rindo para fazê-la sorrir e ver-lhe os dentes que luziam de brancos, todos iguaizinhos.

    ASSIS, Machado de. Missa do galo: variações sobre o mesmo tema. São Paulo: Summus, 1977. p. 17.


    II. Hoje, sinto-me especialmente bem. Muito alivia-me o Natal quando se avizinha. Mais uma estação vencida galhardamente. Logo depois do almoço apurei-me na colônia, fui bem farto ao passá-la pelo corpo. Encareci a Conceição que se encarregasse pessoalmente de meus trajes. Afinal, um homem é a sua aparência. Como sempre, obedeceu-me. A bem da verdade, ela jamais me desagravou com atitudes hostis. E mesmo quando supôs que da rua eu trazia-lhe algum desgosto, nunca me levantou a voz. E não é feia, a minha Conceição. Ocorre apenas que os mesmos encantos que em outra mulher reluzem firmemente, nela, por mistério que não explico, simplesmente empalidecem. Com esta verdade, já estou bem conformado. Se ao menos Conceição soubesse rir!

    PIÑON, Nélida. Missa do galo: variações sobre o mesmo tema. São Paulo: Summus, 1977. p. 26. 
    Identifique as afirmativas verdadeiras (V) e as falsas (F).

    Considerando-se os trechos I e II, pode-se afirmar:


    ( ) Em ambos, evidencia-se a mesma imagem de Conceição, precisa em seus detalhes.

    ( ) Tanto no trecho I quanto no II, acentua-se a subserviência da mulher em relação ao homem.

    ( ) No trecho I, a figura feminina exerce certo fascínio sobre o narrador; já no II, a mulher em foco é desprovida de atributos sedutores.

    ( ) No trecho I, Conceição é revelada fisicamente em atributos conhecidos que adquirem novo valor, enquanto no II, o narrador mostra-se íntimo de Conceição e emite juízo de valor a respeito das atitudes dela.


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão 40a25da6-e7
  • 409E1A6F-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    I. Pouco a pouco, tinha-se inclinado; fincara os cotovelos no mármore da mesa e metera o rosto entre as mãos espalmadas. Não estando abotoadas, as mangas caíram naturalmente, e eu vi-lhe metade dos braços, muito claros, e menos magros do que se poderiam supor. A vista não era nova para mim, posto também não fosse comum; naquele momento, porém, a impressão que tive foi grande. As veias eram tão azuis, que, apesar da pouca claridade, podia contá-las do meu lugar. A presença de Conceição espertara-me ainda mais que o livro. Continuei a dizer o que pensava das festas da roça e da cidade, e de outras coisas que me iam vindo à boca. Falava emendando os assuntos, sem saber por que, variando deles ou tornando aos primeiros, e rindo para fazê-la sorrir e ver-lhe os dentes que luziam de brancos, todos iguaizinhos.

    ASSIS, Machado de. Missa do galo: variações sobre o mesmo tema. São Paulo: Summus, 1977. p. 17.


    II. Hoje, sinto-me especialmente bem. Muito alivia-me o Natal quando se avizinha. Mais uma estação vencida galhardamente. Logo depois do almoço apurei-me na colônia, fui bem farto ao passá-la pelo corpo. Encareci a Conceição que se encarregasse pessoalmente de meus trajes. Afinal, um homem é a sua aparência. Como sempre, obedeceu-me. A bem da verdade, ela jamais me desagravou com atitudes hostis. E mesmo quando supôs que da rua eu trazia-lhe algum desgosto, nunca me levantou a voz. E não é feia, a minha Conceição. Ocorre apenas que os mesmos encantos que em outra mulher reluzem firmemente, nela, por mistério que não explico, simplesmente empalidecem. Com esta verdade, já estou bem conformado. Se ao menos Conceição soubesse rir!

    PIÑON, Nélida. Missa do galo: variações sobre o mesmo tema. São Paulo: Summus, 1977. p. 26. 
    No trecho I, o personagem narrador revela-se
    Escolha uma alternativa para a questão 409e1a6f-e7
  • 40953A6D-E7

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Na última estrofe, a expressão “vendavais do inverno” metaforiza
    Escolha uma alternativa para a questão 40953a6d-e7
  • 4091CB59-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    No poema,
    Escolha uma alternativa para a questão 4091cb59-e7
  • 408E848C-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Tem comprovação no texto a ideia expressa na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão 408e848c-e7
  • 4085F82F-E7

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    No último parágrafo do texto
    Escolha uma alternativa para a questão 4085f82f-e7
  • 4081A78A-E7

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    No fragmento “Tudo é relevante; e nenhuma coisa é automaticamente mais relevante que outra.” (l. 40-42),
    Escolha uma alternativa para a questão 4081a78a-e7
  • 407DA8C4-E7

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Sobre o segundo parágrafo do texto, está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 407da8c4-e7
  • 40749DFB-E7

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    A alternativa em que o termo transcrito é um elemento sequenciador do discurso é
    Escolha uma alternativa para a questão 40749dfb-e7
  • 4070E2F7-E7

    Português

    Advérbios
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    O fragmento transcrito apresenta, na superfície textual, elemento linguístico indicador de tempo em
    Escolha uma alternativa para a questão 4070e2f7-e7
  • 406DA538-E7

    Português

    Advérbios
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Analise o fragmento “Isso é comumente interpretado como se significasse que a apreciação estética fosse puramente formal, desprezando conteúdo ou significado.” (l. 5-7) e indique a afirmação correta sobre ele
    Escolha uma alternativa para a questão 406da538-e7
  • 406ACBC0-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    De acordo com o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 406acbc0-e7