Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 50 de 451.

  • A9066510-03

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).

    No livro, há passagens em que o narrador não apenas narra algo, como também revela consciência do ato de narrar.
    Uma dessas passagens está transcrita em: 
    Escolha uma alternativa para a questão a9066510-03
  • A903B569-03

    Português

    Coesão e coerência
    UERJ · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).

    Os dois-pontos estabelecem coesão entre partes de uma frase, introduzindo diferentes ideias. Os dois-pontos introduzem ideia de modo em:
    Escolha uma alternativa para a questão a903b569-03
  • A90124A3-03

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).

    No primeiro sonho relatado no livro, o narrador se encontra em um teatro e acaba subindo ao palco para contar uma história.
    Pode-se inferir que a história contada manifesta o seguinte desejo do narrador em relação a seu Amigo Pintor:
    Escolha uma alternativa para a questão a90124a3-03
  • A8FE9EA3-03

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2023Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).

    Quando eu abri a porta, dois caras disseram que eram da polícia e me mandaram embora: queriam ficar sozinhos com o meu Amigo pra interrogar ele. Depois a gente ficou sabendo que o síndico tinha ido na polícia dizer que o meu Amigo estava morando aqui no prédio.

    (...)

    – Será que ele achava que ia ser preso de novo? – a minha mãe perguntou. (p. 28-30)

    A primeira versão de O Meu Amigo Pintor foi publicada logo após o fim da ditadura militar (1964-1985) no Brasil.

    Considerando esse período da história, o trecho destacado acima e o conjunto da narrativa, pode-se especular que o suicídio do pintor teria como causa:  
    Escolha uma alternativa para a questão a8fe9ea3-03
  • A8FC1FD3-03

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    UERJ · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).

    até o cochicho dele é um cochichão que a gente ouve lá da esquina. E então ele foi cochichãozando que o meu Amigo tinha ficado marcado (p. 29)

    Uma das características da escrita de Lygia Bojunga é a criação de palavras, como as sublinhadas acima.

    No trecho, o segmento adicionado à palavra cochichão para formar cochichãozando indica noção de:
    Escolha uma alternativa para a questão a8fc1fd3-03
  • A8F993BD-03

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).

    eu não curto aquele síndico. Uma vez ele disse que pintor que pinta mulher amarela é porque não sabe pintar mulher como ela é.

    Tipo do cara que não saca nada de arte, não é? (p. 28)
    No trecho, o narrador critica uma fala do síndico sobre a arte.
    A afirmação que reforça a crítica do narrador está presente em:
    Escolha uma alternativa para a questão a8f993bd-03
  • A8F6A04D-03

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).

    – O teu Amigo Pintor foi pro inferno.

    Levei um susto tão grande que a fala nem saiu logo. Ela disse:

    – Ele se matou. E diz que quem se mata vai pro inferno.

    (...)

    Empurrei o diabo da garota longe e vim m’embora. (p. 21-23)

    A passagem acima indica certa compreensão do suicídio, associada a algumas crenças. Em relação a tal compreensão, a alternância entre as palavras “inferno” e “diabo” nas falas dos personagens sugere uma crítica.

    Essa crítica se constrói por meio da seguinte figura de linguagem:

    Escolha uma alternativa para a questão a8f6a04d-03
  • A8EF567B-03

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).

    Na relação entre o menino Cláudio e seu Amigo, a pintura é tratada como uma forma de linguagem, cuja leitura pode ser aprendida.
    Nesse contexto, as cores adquirem significações, como se observa em:
    Escolha uma alternativa para a questão a8ef567b-03
  • A8ECC60E-03

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).

    No livro, os capítulos são nomeados por dias da semana.

    Essa representação do tempo e o modo como os eventos são abordados contribuem para construir uma narrativa baseada no seguinte aspecto:

    Escolha uma alternativa para a questão a8ecc60e-03
  • A8E9DA6D-03

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE O MEU AMIGO PINTOR, DE LYGIA BOJUNGA (Rio de Janeiro: Casa Lygia Bojunga, 2015).

    O suicídio é um tema central em O Meu Amigo Pintor.
    Com base no comportamento dos personagens adultos, deduz-se que esse tema se caracteriza como:
    Escolha uma alternativa para a questão a8e9da6d-03
  • A8DB04A4-03

    Português

    Coesão e coerência
    UERJ · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UERJ 2023, Coesão e coerência

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UERJ 2023, Coesão e coerência

    SARAH AZOUBEL e BIA GUIMARÃES

     Adaptado de cienciafundamental.blogfolha.uol.com.br, 05/12/2020.

    O próprio conceito de tempo passou por revoluções. Até o começo do século 20, a física o tratava como algo absoluto e uniforme, independentemente de quem o medisse. (l. 16-17)

    Considerando a sequência de ideias apresentadas no 5º parágrafo, a segunda frase do trecho citado poderia ser introduzida pela seguinte expressão:
    Escolha uma alternativa para a questão a8db04a4-03
  • A8D555EE-03

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UERJ 2023, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UERJ 2023, Interpretação de Textos

    SARAH AZOUBEL e BIA GUIMARÃES

     Adaptado de cienciafundamental.blogfolha.uol.com.br, 05/12/2020.

    O tempo incomoda (título)
    porque pensar no tempo não é nada confortável. (l. 8-9)

    porque pensar no tempo não é nada confortável. (l. 8-9) Dentre as frases a seguir, aquela que se contrapõe à visão sobre o tempo contida nas afirmações citadas acima é:
    Escolha uma alternativa para a questão a8d555ee-03
  • D7314CD3-C0

    Português

    Gêneros Textuais
    PUC - RS · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir consiste no trecho inicial do conto Além do ponto, que integra o livro Morangos Mofados (1982), de Caio Fernando Abreu (1948-1996).  

         Chovia, chovia, chovia e eu ia indo por dentro da chuva ao encontro dele, sem guarda-chuva nem nada, eu sempre perdia todos pelos bares, só uma garrafa de conhaque barato apertada contra o peito, parece falso dito desse jeito, mas bem assim eu ia no meio da chuva, uma garrafa de conhaque e um maço de cigarros molhados no bolso. Teve uma hora que eu podia ter tomado um táxi, mas não era muito longe, e se eu tomasse o táxi não poderia comprar cigarros nem conhaque, e eu pensei com força que seria melhor chegar molhado, porque então beberíamos o conhaque, fazia frio, nem tanto frio, mais umidade que entrava pelo pano das roupas, pela sola fina dos sapatos, e fumaríamos beberíamos sem medidas, haveria discos, sempre aquelas vozes roucas, aquele sax gemido e o olho dele posto em cima de mim, ducha morna distendendo meus músculos. Mas chovia ainda, meus olhos ardiam de frio e o nariz começava a escorrer, eu limpava com as costas da mão e o líquido do nariz endurecia logo sobre os pelos, eu enfiava as mãos avermelhadas nos bolsos e ia indo, eu ia indo pulando as poças d’água com as pernas geladas.

    ABREU, Caio Fernando. Morangos Mofados. São Paulo: Brasiliense, 1982. p. 34.

    Sobre o trecho, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão d7314cd3-c0
  • D72F450F-C0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto a seguir, que consiste no trecho inicial do conto Conversa de bois, que integra o livro Sagarana (1946), de João Guimarães Rosa (1908-1967). 

      Que já houve um tempo em que eles conversavam, entre si e com os homens, é certo e indiscutível, pois que bem comprovado nos livros das fadas carochas. Mas, hoje-em-dia, agora, agorinha mesmo, aqui, aí, ali e em toda a parte, poderão os bichos falar e serem entendidos, por você, por mim, por todo o mundo, por qualquer um filho de Deus?!
        – Falam, sim senhor, falam!... – afirma o Manuel Timborna, das Porteirinhas, – filho do Timborna velho, pegador de passarinhos, e pai dessa infinidade de Timborninhas barrigudos, que arrastam calças compridas e simulam todos o mesmo tamanho, a mesma idade e o mesmo bom-parecer; – Manuel Timborna, que, em vez de caçar serviço para fazer, vive falando invenções só lá dele mesmo, coisas que as outras pessoas não sabem e nem querem escutar.
        – Pode ser que seja, Timborna. Isso não é de hoje: ... “Visa sub obscurum noctis pecudesque locutae. Infandum!...” Mas, e os bois? Os bois também?...
       – Ora, ora!... Esses é que são os mais!... Boi fala o tempo todo. Eu até posso contar um caso acontecido que se deu.
       – Só se eu tiver licença de recontar diferente, enfeitado e acrescentado ponto e pouco...
        – Feito! Eu acho que assim até fica mais merecido, que não seja.
       E começou o caso, na encruzilhada da Ibiúva, logo após a cava do Mata-Quatro, onde, com a palhada de milho e o algodoal do pompons frouxos, se truncam as derradeiras roças da Fazenda dos Caetanos e o mato de terra ruim começa dos dois lados; ali, uma irara rolava e rodopiava, acabando de tomar banho de sol e poeira – o primeiro dos quatro ou cinco que ela saracoteia cada manhã.

    GUIMARÃES ROSA, João. Sagarana. Rio de Janeiro; São Paulo:
    Record, 1984. p. 303-304.
    A respeito do trecho selecionado e da obra de Guimarães Rosa, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão d72f450f-c0
  • D72D3207-C0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto a seguir, que consiste no trecho inicial do conto Conversa de bois, que integra o livro Sagarana (1946), de João Guimarães Rosa (1908-1967). 

      Que já houve um tempo em que eles conversavam, entre si e com os homens, é certo e indiscutível, pois que bem comprovado nos livros das fadas carochas. Mas, hoje-em-dia, agora, agorinha mesmo, aqui, aí, ali e em toda a parte, poderão os bichos falar e serem entendidos, por você, por mim, por todo o mundo, por qualquer um filho de Deus?!
        – Falam, sim senhor, falam!... – afirma o Manuel Timborna, das Porteirinhas, – filho do Timborna velho, pegador de passarinhos, e pai dessa infinidade de Timborninhas barrigudos, que arrastam calças compridas e simulam todos o mesmo tamanho, a mesma idade e o mesmo bom-parecer; – Manuel Timborna, que, em vez de caçar serviço para fazer, vive falando invenções só lá dele mesmo, coisas que as outras pessoas não sabem e nem querem escutar.
        – Pode ser que seja, Timborna. Isso não é de hoje: ... “Visa sub obscurum noctis pecudesque locutae. Infandum!...” Mas, e os bois? Os bois também?...
       – Ora, ora!... Esses é que são os mais!... Boi fala o tempo todo. Eu até posso contar um caso acontecido que se deu.
       – Só se eu tiver licença de recontar diferente, enfeitado e acrescentado ponto e pouco...
        – Feito! Eu acho que assim até fica mais merecido, que não seja.
       E começou o caso, na encruzilhada da Ibiúva, logo após a cava do Mata-Quatro, onde, com a palhada de milho e o algodoal do pompons frouxos, se truncam as derradeiras roças da Fazenda dos Caetanos e o mato de terra ruim começa dos dois lados; ali, uma irara rolava e rodopiava, acabando de tomar banho de sol e poeira – o primeiro dos quatro ou cinco que ela saracoteia cada manhã.

    GUIMARÃES ROSA, João. Sagarana. Rio de Janeiro; São Paulo:
    Record, 1984. p. 303-304.
    No trecho apresentado, registra-se o encontro entre dois universos contrastantes: o ________, na figura ________, que representa um cenário ________; e o ________, na figura ________, que representa um cenário ________.
    Escolha uma alternativa para a questão d72d3207-c0
  • D72B29C4-C0

    Português

    Gêneros Textuais
    PUC - RS · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    O poema a seguir integra o livro Primeiro caderno do aluno de poesia Oswald de Andrade (1927), de Oswald de Andrade (1890-1954). 

    Meus oito anos

    Oh que saudades que eu tenho
    Da aurora de minha vida
    Das horas
    De minha infância
    Que os anos não trazem mais
    Naquele quintal de terra
    Da Rua de Santo Antônio
    Debaixo da bananeira
    Sem nenhum laranjais

    Eu tinha doces visões
    Da cocaína da infância
    Nos banhos de astro-rei
    Do quintal de minha ânsia
    A cidade progredia
    Em roda de minha casa
    Que os anos não trazem mais
    Debaixo da bananeira
    Sem nenhum laranjais

    ANDRADE, Oswald de. Caderno de poesia do aluno Oswald
    (Poesias reunidas). São Paulo: Círculo do Livro, 1985. p. 158-159.

    Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações a respeito do poema e de seu autor.

    ( ) O poema de Oswald de Andrade faz uma releitura, em tom de paródia, do poema homônimo de Casimiro de Abreu, poeta romântico.
    ( ) A agramaticalidade do verso “Sem nenhum laranjais” relaciona-se com o projeto modernista brasileiro, que considerava o coloquialismo e a fala popular, entre outros elementos, como contribuições importantes para a construção de uma língua e uma literatura genuinamente brasileiras.
    ( ) A oposição entre o “quintal de terra/ Da Rua de Santo Antônio” e a cidade que “progredia/ Em roda de minha casa” assinala o processo de migração do campo para a cidade, antecipando uma temática que será recorrente no Romance de 30.

    O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão d72b29c4-c0
  • D6FB45A1-C0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base nos textos 1, 2 e 3.


    TEXTO 1

    Figura 1 de 3 da questão de Português, PUC - RS 2023, Interpretação de Textos

    Adaptado de: LUC, Mauren
    Após AVC, médica se forma usando comunicação
    por piscadas em aula e estágio.
    Disponível em: https://bit.ly/3F6WLQu.
    Acesso em: 03 maio 2022.




    TEXTO 2

    Figura 2 de 3 da questão de Português, PUC - RS 2023, Interpretação de Textos

    Adaptado de: MARQUES, Jairo. Como uma das maiores bandas
    de rock do mundo faz a diferença pela inclusão.
    Disponível em: https://bit.ly/3OAjYix. Acesso em: 27 abr. 2022.





    TEXTO 3

    Figura 3 de 3 da questão de Português, PUC - RS 2023, Interpretação de Textos

    Disponível em:
    https://bit.ly/3y6pkMl.
    Acesso em: 01 maio 2022.
    Assinale a alternativa INCORRETA sobre a relação entre os textos 1, 2 e 3.
    Escolha uma alternativa para a questão d6fb45a1-c0
  • D6F8FB95-C0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2023, Interpretação de Textos

    Adaptado de: MARQUES, Jairo. Como uma das maiores bandas
    de rock do mundo faz a diferença pela inclusão.
    Disponível em: https://bit.ly/3OAjYix. Acesso em: 27 abr. 2022.

    Sobre o conteúdo e a estrutura do texto 2, afirma-se:

    I. O desenvolvimento do tema é do particular para o geral.
    II. A frase “Foi um momento de fazer passarinhar o coração de quem tem fé na alma.” (linhas 05 e 06) revela a emoção do autor com a banda Coldplay.
    III. As expressões “o amplo convívio” (linha 29) e “a visibilidade” (linha 30) são complementares no texto.
    IV. A atitude da banda inglesa com o menino autista revela todo o seu prestígio.

    Estão corretas apenas as afirmativas
    Escolha uma alternativa para a questão d6f8fb95-c0
  • D6F6E82E-C0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2023, Interpretação de Textos

    Adaptado de: MARQUES, Jairo. Como uma das maiores bandas
    de rock do mundo faz a diferença pela inclusão.
    Disponível em: https://bit.ly/3OAjYix. Acesso em: 27 abr. 2022.

    As palavras a seguir estão relacionadas a seu significado no texto 2, EXCETO
    Escolha uma alternativa para a questão d6f6e82e-c0
  • D6F47D5A-C0

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - RS · 2023MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2023, Coesão e coerência

    Adaptado de: MARQUES, Jairo. Como uma das maiores bandas
    de rock do mundo faz a diferença pela inclusão.
    Disponível em: https://bit.ly/3OAjYix. Acesso em: 27 abr. 2022.

    Sobre os recursos linguísticos empregados no texto, afirma-se:

    I. O pronome “lhe” (linha 13) complementa o adjetivo “peculiar” (linha 13).
    II. As três ocorrências do verbo “parecer” (linhas 13, 34 e 38) conferem caráter de incerteza ao discurso do autor.
    III. As correlativas “não só ... como” (linhas 18 e 19) estabelecem relação de adição no período.
    IV. “Para” (linha 34) introduz a finalidade da expressão “oportunidade incrível” (linha 34).

    Estão corretas apenas as afirmativas
    Escolha uma alternativa para a questão d6f47d5a-c0