Questões do ENEM: Linguagens e Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
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955 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 48.
1FB5CA7E-89 Comecei a escrever muito cedo, menina. A escrita pra mim sempre foi um suporte para lidar com o mundo e, ao mesmo tempo, também colocar um questionamento para o mundo. Muitas das minhas perguntas de infância, de adolescência, foram respondidas ou aprofundadas através da escrita e da leitura. Todas as minhas questões da adolescência, aquelas dúvidas, eu só aguentei com a ajuda da escrita. Além das perguntas da adolescência, pelas quais todo mundo passa nessa fase da vida, também foi marcante o momento em que percebi as questões raciais. Eu como menina negra. O que havia de estranho nisso tudo, notar a questão racial, a pobreza em que a gente vivia. Naquele momento eu já sabia que queria alguma coisa, só não sabia o quê. Mas uma coisa eu tinha certeza: que aquela vida que eu tinha não podia ser eterna. Eu tinha a certeza que aquela vida não era justa. Eu não sabia se a escrita poderia ser um caminho para mim, mas a escrita já era uma necessidade. Já era um alento e ao mesmo tempo também um local de tormento, um lugar onde eu colocava todas as minhas dúvidas. [...]Eu digo que tudo que escrevo, seja de um ponto de vista crítico, como pesquisadora, ou de um ponto de vista da criação literária, é profundamente marcado pela minha condição de mulher negra na sociedade brasileira. O que tenho percebido é o seguinte: essa “escrevivência” tem ajudado outras mulheres a se perceberem. Percebo cada vez mais que, na medida em que essas mulheres se encontram nos meus textos e encontram os meus textos, elas se apossam da vida com muito mais certeza. Acho que a minha escrita tem possibilitado que essas mulheres acreditem mais em si mesmas, que se reconheçam, que sabemos ser muito difícil. A literatura que nós conhecemos, essa literatura canônica, ela não nos representa e quando nos representa é sempre de uma maneira limitada, de uma maneira estereotipada. Então o meu texto é um lugar onde as mulheres se sentem em casa, se sentem reconhecidas de verdade.Disponível em: https://medium.com/mulheres-que-escrevem/mulheres-que-escrevem-entrevista-conceicao-evaristo-fa243ff84284. Acesso em: 6 jan. 2026.Na entrevista, a escritora, poetisa, professora e pesquisadora brasileira Conceição Evaristo usa o termo “escrevivência” para se referir ao processo deB83EBF1B-7B Português
Interpretação de TextosCentro Universitário UNICEPLAC · 2026MédioEntre para guardar nos favoritosTinha-me lembrado a definição que José Dias dera deles, “olhos de cigana oblíqua e dissimulada”. Eu não sabia o que era obliqua, mas dissimulada sabia, e queria ver se podiam chamar assim. Capitu deixou-se fitar e examinar. Só me perguntava o que era, se nunca os vira, eu nada achei extraordinário; a cor e a doçura eram minhas conhecidas. A demora da contemplação creio que lhe deu outra ideia do meu intento; imaginou que era um pretexto para mirá-los mais de perto, com os meus olhos longos, constantes, enfiados neles, e a isto atribuo que entrassem a ficar crescidos, crescidos e sombrios, com tal expressão que...Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros, mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me. Quantos minutos gastamos naquele jogo? Só os relógios do céu terão marcado esse tempo infinito e breve. A eternidade tem as suas pêndulas; nem por não acabar nunca deixa de querer saber a duração das felicidades e dos suplícios.Machado de Assis. Dom Casmurro (fragmento). In: Obras Completas de Machado de Assis, vol. I. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (originalmente datado de 1899-1900).No texto, a palavra “intento” (último período do primeiro parágrafo) está empregada com o mesmo sentido de1F6AC3C6-76 Português
Interpretação de TextosUEA · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, para responder a questão
Ricardo agarrou o cálice com delicadeza e respeito, levou-o aos lábios e foi como se todo ele bebesse o licor nacional.
— Está bom, hein?— indagou o major.
— Magnífico — fez Ricardo, estalando os lábios.
— É de Angra. Agora tu vais ver que magnífico vinho do Rio Grande temos… Qual Borgonha! Qual Bordeaux! Temos no Sul muito melhores…
E o jantar correu assim, nesse tom. Quaresma exaltando os produtos nacionais: a banha, o toucinho e o arroz; a irmã fazia pequenas objeções e Ricardo dizia: “É, é, não há dúvida” — rolando nas órbitas os olhos pequenos, franzindo a testa diminuta que se sumia no cabelo áspero, forçando muito a sua fisionomia miúda e dura a adquirir uma expressão sincera de delicadeza e satisfação.
Acabado o jantar foram ver o jardim. Era uma maravilha; não tinha nem uma flor… Certamente não se podia tomar por tal míseros beijos-de-frade, palmas-de-santa-rita, quaresmas lutulentas1 , manacás melancólicos e outros belos exemplares dos nossos campos e prados. Como em tudo o mais, o major era em jardinagem essencialmente nacional. Nada de rosas, de crisântemos, de magnólias — flores exóticas; as nossas terras tinham outras mais belas, mais expressivas, mais olentes2 , como aquelas que ele tinha ali.
Ricardo ainda uma vez concordou e os dois entraram na sala, quando o crepúsculo vinha devagar, muito vagaroso e lento, como se fosse um longo adeus saudoso do sol ao deixar a terra, pondo nas coisas a sua poesia dolente3 e a sua deliquescência4 .
Mal foi aceso o gás, o mestre de violão empunhou o instrumento, apertou as cravelhas, correu a escala, abaixando-se sobre ele como se o quisesse beijar. Tirou alguns acordes, para experimentar; e dirigiu-se ao discípulo, que já tinha o seu em posição:
— Vamos ver. Tire a escala, major.
(Triste fim de Policarpo Quaresma, 2010.)
1 lutulento: lamacento, lodoso.
2 olente: cheiroso, perfumado.
3 dolente: lamentosa, queixosa.
4 deliquescência: propriedade que certas substâncias têm de extrair água.
“Qual Borgonha! Qual Bordeaux! Temos no Sul muito melhores…” (4o parágrafo)
Mantendo a correção gramatical e o sentido original do texto, a palavra sublinhada pode ser substituída por:
52A127EA-75 Português
Interpretação de TextosFaculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia o capítulo intitulado “A borboleta preta” do romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.No dia seguinte, como eu estivesse a preparar-me para descer, entrou no meu quarto uma borboleta [...]. A borboleta, depois de esvoaçar muito em torno de mim, pousou-me na testa. Sacudi-a, ela foi pousar na vidraça; e, porque eu a sacudisse de novo, saiu dali e veio parar em cima de um velho retrato de meu pai. Era negra como a noite. O gesto brando com que, uma vez posta, começou a mover as asas, tinha um certo ar escarninho, que me aborreceu muito. Dei de ombros, saí do quarto; mas tornando lá, minutos depois, e achando-a ainda no mesmo lugar, senti um repelão dos nervos, lancei mão de uma toalha, bati-lhe e ela caiu.Não caiu morta; ainda torcia o corpo e movia as farpinhas da cabeça. Apiedei-me; tomei-a na palma da mão e fui depô-la no peitoril da janela. Era tarde; a infeliz expirou dentro de alguns segundos. Fiquei um pouco aborrecido, incomodado.— Também por que diabo não era ela azul? disse comigo.E esta reflexão, — uma das mais profundas que se tem feito, desde a invenção das borboletas, — me consolou do malefício, e me reconciliou comigo mesmo. Deixei-me estar a contemplar o cadáver, com alguma simpatia, confesso. Imaginei que ela saíra do mato, almoçada e feliz. A manhã era linda. Veio por ali fora, modesta e negra, espairecendo as suas borboletices, sob a vasta cúpula de um céu azul, que é sempre azul, para todas as asas. Passa pela minha janela, entra e dá comigo. Suponho que nunca teria visto um homem; não sabia, portanto, o que era o homem; descreveu infinitas voltas em torno do meu corpo, e viu que me movia, que tinha olhos, braços, pernas, um ar divino, uma estatura colossal. Então disse consigo: “Este é provavelmente o inventor das borboletas.” A ideia subjugou-a, aterrou-a; mas o medo, que é também sugestivo, insinuou-lhe que o melhor modo de agradar ao seu criador era beijá-lo na testa, e beijou-me na testa. Quando enxotada por mim, foi pousar na vidraça, viu dali o retrato de meu pai, e não é impossível que descobrisse meia verdade, a saber, que estava ali o pai do inventor das borboletas, e voou a pedir- -lhe misericórdia.Pois um golpe de toalha rematou a aventura. Não lhe valeu a imensidade azul, nem a alegria das flores, nem a pompa das folhas verdes, contra uma toalha de rosto, dois palmos de linho cru. Vejam como é bom ser superior às borboletas! Porque, é justo dizê-lo, se ela fosse azul, ou cor de laranja, não teria mais segura a vida; não era impossível que eu a atravessasse com um alfinete, para recreio dos olhos. Não era. Esta última ideia restituiu-me a consolação; uni o dedo grande ao polegar, despedi um piparote e o cadáver caiu no jardim. Era tempo: aí vinham já as próvidas formigas… Não, volto à primeira ideia; creio que para ela era melhor ter nascido azul.(Memórias póstumas de Brás Cubas, 2001.)No primeiro parágrafo, o narrador vale-se de uma expressão idiomática cujo sentido indica indiferença em:02BACA86-74 Português
Interpretação de TextosUEA · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, para responder à questão.Ricardo agarrou o cálice com delicadeza e respeito, levou-o aos lábios e foi como se todo ele bebesse o licor nacional.— Está bom, hein?— indagou o major.— Magnífico— fez Ricardo, estalando os lábios. — É de Angra. Agora tu vais ver que magnífico vinho do Rio Grande temos… Qual Borgonha! Qual Bordeaux! Temos no Sul muito melhores…E o jantar correu assim, nesse tom. Quaresma exaltando os produtos nacionais: a banha, o toucinho e o arroz; a irmã fazia pequenas objeções e Ricardo dizia: “É, é, não há dúvida” — rolando nas órbitas os olhos pequenos, franzindo a testa diminuta que se sumia no cabelo áspero, forçando muito a sua fisionomia miúda e dura a adquirir uma expressão sincera de delicadeza e satisfação.Acabado o jantar foram ver o jardim. Era uma maravilha; não tinha nem uma flor… Certamente não se podia tomar por tal míseros beijos-de-frade, palmas-de-santa-rita, quaresmas lutulentas1 , manacás melancólicos e outros belos exemplares dos nossos campos e prados. Como em tudo o mais, o major era em jardinagem essencialmente nacional. Nada de rosas, de crisântemos, de magnólias — flores exóticas; as nossas terras tinham outras mais belas, mais expressivas, mais olentes2 , como aquelas que ele tinha ali.Ricardo ainda uma vez concordou e os dois entraram na sala, quando o crepúsculo vinha devagar, muito vagaroso e lento, como se fosse um longo adeus saudoso do sol ao deixar a terra, pondo nas coisas a sua poesia dolente3 e a sua deliquescência4.Mal foi aceso o gás, o mestre de violão empunhou o instrumento, apertou as cravelhas, correu a escala, abaixando-se sobre ele como se o quisesse beijar. Tirou alguns acordes, para experimentar; e dirigiu-se ao discípulo, que já tinha o seu em posição:— Vamos ver. Tire a escala, major.(Triste fim de Policarpo Quaresma, 2010.)1 lutulento: lamacento, lodoso.2 olente: cheiroso, perfumado.3 dolente: lamentosa, queixosa.4 deliquescência: propriedade que certas substâncias têm de extrair água.“Qual Borgonha! Qual Bordeaux! Temos no Sul muito melhores…” (4o parágrafo)Mantendo a correção gramatical e o sentido original do texto, a palavra sublinhada pode ser substituída por:E55C2965-74 Português
Interpretação de TextosUEA · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, considere o artigo escrito por Rafael Magalhães dos Santos e editado por Layse Ventura.A televisão já foi vista como o fim do cinema. Mas, em vez de morrer, a sétima arte evoluiu: criou novas linguagens, reinventou formatos e encontrou seu próprio espaço. Hoje, a Inteligência Artificial é tratada como a próxima ameaça às indústrias criativas. Será? A história mostra que, diante de grandes mudanças, quem inova sobrevive — e ainda brilha.Para salvar a experiência do cinema diante da televisão, a indústria apostou na inovação técnica e estética. Vieram o widescreen, o 3D e o som multicanal, criando um espetáculo que nenhuma TV da época podia replicar. As produções também aceleraram a adoção do filme colorido e passaram a se associar a eventos de “alta cultura”, como teatro e ópera, com filmes mais longos, aberturas e intervalos.Nem todas as ideias pegaram — e algumas soaram até ridículas, como o “smell-o-vision”, que liberava cheiros durante o filme Scent of Mystery (1960). Ainda assim, o esforço de inovar transformou a própria linguagem do cinema.O impacto foi tão profundo que o cinema deixou de disputar espaço com a TV e criou uma experiência sensorial própria. Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência, era uma forma de transformar limitações em novas possibilidades estéticas. Em vez de resistir à mudança, o cinema a incorporou como motor de evolução.A Inteligência Artificial gera hoje o mesmo frio na barriga que a televisão causou décadas atrás. Textos, músicas, pinturas e roteiros podem ser produzidos em minutos, desafiando a ideia de autoria e talento humano. Mas, assim como o cinema não desapareceu, a criação humana também não precisa ser substituída, ela pode evoluir junto.A IA não é apenas uma máquina de cópias. Ela pode ser uma ferramenta de experimentação, inspiração e até democratização do acesso criativo. Em vez de temer o que a tecnologia pode fazer, a chave está em usá-la para ampliar o que só os humanos conseguem transmitir: emoção, nuance, surpresa.A Inteligência Artificial pode ser a faísca de uma nova era nas artes. A criatividade continua a ser um terreno humano — e, agora, com novos instrumentos para explorá-lo como nunca antes.(www.olhardigital.com.br, 02.05.2025. Adaptado.)“Em vez de temer o que a tecnologia pode fazer, a chave está em usá-la para ampliar o que só os humanos conseguem transmitir” (6o parágrafo)Sem modificar o sentido da frase, a expressão sublinhada pode ser substituída porE5571301-74 Português
Interpretação de TextosUEA · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, considere o artigo escrito por Rafael Magalhães dos Santos e editado por Layse Ventura.A televisão já foi vista como o fim do cinema. Mas, em vez de morrer, a sétima arte evoluiu: criou novas linguagens, reinventou formatos e encontrou seu próprio espaço. Hoje, a Inteligência Artificial é tratada como a próxima ameaça às indústrias criativas. Será? A história mostra que, diante de grandes mudanças, quem inova sobrevive — e ainda brilha.Para salvar a experiência do cinema diante da televisão, a indústria apostou na inovação técnica e estética. Vieram o widescreen, o 3D e o som multicanal, criando um espetáculo que nenhuma TV da época podia replicar. As produções também aceleraram a adoção do filme colorido e passaram a se associar a eventos de “alta cultura”, como teatro e ópera, com filmes mais longos, aberturas e intervalos.Nem todas as ideias pegaram — e algumas soaram até ridículas, como o “smell-o-vision”, que liberava cheiros durante o filme Scent of Mystery (1960). Ainda assim, o esforço de inovar transformou a própria linguagem do cinema.O impacto foi tão profundo que o cinema deixou de disputar espaço com a TV e criou uma experiência sensorial própria. Inovar não era apenas uma questão de sobrevivência, era uma forma de transformar limitações em novas possibilidades estéticas. Em vez de resistir à mudança, o cinema a incorporou como motor de evolução.A Inteligência Artificial gera hoje o mesmo frio na barriga que a televisão causou décadas atrás. Textos, músicas, pinturas e roteiros podem ser produzidos em minutos, desafiando a ideia de autoria e talento humano. Mas, assim como o cinema não desapareceu, a criação humana também não precisa ser substituída, ela pode evoluir junto.A IA não é apenas uma máquina de cópias. Ela pode ser uma ferramenta de experimentação, inspiração e até democratização do acesso criativo. Em vez de temer o que a tecnologia pode fazer, a chave está em usá-la para ampliar o que só os humanos conseguem transmitir: emoção, nuance, surpresa.A Inteligência Artificial pode ser a faísca de uma nova era nas artes. A criatividade continua a ser um terreno humano — e, agora, com novos instrumentos para explorá-lo como nunca antes.(www.olhardigital.com.br, 02.05.2025. Adaptado.)“Para salvar a experiência do cinema diante da televisão, a indústria apostou na inovação técnica e estética.” (2o parágrafo)No contexto em que se encontra, a palavra sublinhada deve ser entendida como:FD8C8429-74 Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosLixo verde é composto por resíduos vegetais biodegradáveis que vêm principalmente de casas e jardins. Isso inclui restos como aparas de grama, folhas que caíram, pedaços de frutas e vegetais, além de flores e plantas que já não estão boas, e também galhos e troncos menores. A principal característica desse tipo de lixo é que ele pode ser transformado em composto. Esse composto é muito rico e ajuda a tornar o solo mais fértil de forma sustentável.(https://diamundialdalimpeza.com.br)Na natureza, em áreas florestais, o “lixo verde” corresponde àF6150B38-6E Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
Adaptado de: FARACO, C. A. Apresentação. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.Considere as seguintes propostas de substituição de palavras no texto.1- Atadas (l. 12) por agrupadas.2- Forjaram (l. 47) por criaram.3- Olhar (l. 56) por ponto de vista.Quais propostas, considerando o contexto de ocorrência, indicam que a segunda palavra é uma substituição adequada para a primeira no texto?F60FC861-6E Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.
Adaptado de: FARACO, C. A. Apresentação. História sociopolítica da língua portuguesa. São Paulo: Parábola Editorial, 2016.Assinale a alternativa que apresenta sinônimos contextuais adequados para as palavras heterogeneidade (l. 04), autônomas (l. 16) e advieram (l. 43), respectivamente.142B9229-69 Português
Interpretação de TextosEnsino Einstein · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o poema de José Carlos Capinan (1941-) para responder à questão.o rebanho e o homemO rebanho trafega com tranquilidade o caminho:é sempre uma surpresa ao rebanho que ele chegueao campo ou ao matadouro.Nenhuma raivanenhuma esperança o rebanho leva,pouco importa que a flor sucumba aos cascosou ainda que sobreviva.Nenhuma pergunta o rebanho não diz:até na sede ele é tranquiloaté na guerra ele é mudo —o rebanho não pronuncia,usa a luz mas nunca explica a sua faltausa o alimento sem nunca se perguntar.Sobre o rebanho o sexoque ele nunca explicavae as fêmeas cobertasrecebem a fecundidade sem admiração.A morte ele desconhece, e a sua vida,no rebanho não há companheiroshá cada corpo em si sem lucidez alguma.O rebanho não vê a cara dos homensaceita o caminho e vai escorrendonum andar pesado sobre os campos.(Heloisa Buarque de Hollanda (org.). 26 poetas hoje: antologia, 2021.)Há entre os vocábulos “morte” e “vida” (18° verso) uma relação lógica semelhante à relação existente entre:14142737-69 Português
AdvérbiosEnsino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritosExamine a tirinha do cartunista André Dahmer, publicada na rede social X, em 18.03.2025, para responder à questão.
Na situação apresentada, o sentido da “impermanência” é estabelecido pela palavra5170E47D-47 Português
Interpretação de TextosFAME · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
‘A Geração Ansiosa’ e a nova caverna de Platão
Vício da geração Z, internet e as redes sociais são catalisadores para uma infância cada vez mais ansiosa, solitária e fragilizada
Onde brincam as crianças? [“Where do the children play?”] perguntava‑se Cat Stevens, no rescaldo da contracultura, numa canção belíssima de crítica ao desenvolvimento técnico e ao crescimento econômico desenfreado. Entre muitas outras coisas, os versos de Stevens aludiam ao fuzuê urbano e à falta de espaço nas cidades. O tempo respondeu à pergunta de Stevens de maneira inusitada: elas brincam em seus celulares.
[...]
LEITE, J. G. P. ‘A Geração Ansiosa’ e a nova caverna de Platão. Carta Capital. Disponível em: https://www.cartacapital. com.br/opiniao/a-geracao-ansiosa-e-a-nova-caverna-de-platao/. Acesso em: 20 fev. 2025. [Fragmento]
A escolha da palavra “fuzuê” reforça a intencionalidade comunicativa do texto porque1ECA2316-E3 Português
Interpretação de TextosIF-PE · 2025FácilEntre para guardar nos favoritosPara responder à questão, analise o trecho a seguir.
Não conseguindo que o gato comesse o papagaio, bateu-lhe mesmo — horror! — pela primeira vez. Mas o gato se recusou. Duas horas depois, porém, vencido pela fome, aproximou-se do prato e engoliu o papagaio todo. Imediatamente subiu-lhe uma ânsia do estômago, ele olhou para a dona e, enquanto esta chorava de alegria, começou a gritar (num tom meio currupaco, meio miau-miau-au, mas perfeitamente compreensível):
— Madame, foge pelo amor de Deus! Foge, madame, que o prédio vai cair! Corre, madame, que o prédio vai cair!
No trecho, a conjunção “porém” pode ser substituída, sem causar alteração de sentido, por02BF2E8B-D7 Português
Interpretação de TextosUNICAMP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosSomos muitas, somos múltiplas, somos mil-lheres, cacicas, parteiras, benzedeiras, pajés, agricultoras, professoras, advogadas, enfermeiras e médicas nas múltiplas Ciências do Território e da Universidade. Somos antropólogas, deputadas e psicólogas. Somos muitas transitando do chão da aldeia para o chão do mundo. Mulheres terra, mulheres água, mulheres biomas, mulheres espiritualidade, mulheres árvores, mulheres raízes, mulheres sementes e não somente mulheres, guerreiras da ancestralidade.(Adaptado de ANMIGA. “Manifesto das primeiras brasileiras”. Disponível em https://anmiga.org/manifesto/. Acesso em 10/09/2024.)O uso da expressão de “mil-lheres” no texto indica02BC6F41-D7 Português
Interpretação de TextosUNICAMP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir para responder à questão.
Brasil pode perder o Pantanal até o fim deste século, afirma Marina Silva
Sofrendo com secas e incêndios extremos, o Pantanal pode ser destruído por completo até o fim deste século se o mundo não for capaz de reverter as mudanças climáticas causadas principalmente pela queima de combustíveis fósseis, que estão provocando eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes e intensos. Foi o que disse a Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, em audiência na Comissão de Meio Ambiente do Senado na 4ª feira (4/9) sobre as queimadas e a estiagem prolongada que atinge a maior parte do país – com prejuízo maior ao Pantanal e à Amazônia.
Marina não tirou o fim da maior planície alagável do planeta da cabeça. A Ministra mencionou o que cientistas de todo o mundo apontam há décadas: ou agimos para conter a crise climática, eliminando petróleo, gás fóssil e carvão, combatendo o desmatamento e modificando o uso do solo pelo setor agropecuário, ou ela irá acabar com biomas, com a biodiversidade e com a Humanidade. [...].
(Adaptado de ClimaInfo, 5 de setembro de 2024. Disponível em https://climainfo. org.br/ 2024/09/04/brasil-pode-perder-o-pantanal-ate-o-fim-deste-seculo-afirma-marina-silva/. Acesso em 12/09/2024.)
No excerto “Marina não tirou o fim da maior planície alagável do planeta da cabeça”, a expressão “maior planície alagável” é empregada como recurso para retomar1AAC897B-71 Português
AdjetivosFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2024Entre para guardar nos favoritosAs frases a seguir mostram uma palavra sublinhada; assinale a frase em que é apresentado um antônimo adequado dessa palavra.1A94E87E-71 Português
Interpretação de TextosFaculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2024Entre para guardar nos favoritosTodas as frases a seguir mostram vocábulos idênticos repetidos; assinale a frase em que esses vocábulos mostram significados diferentes.7D7921D6-68 Português
Interpretação de TextosUEG · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosA construção social do ser humano


BERGER, Peter L.; LUCKMANN, Thomas. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. 36. ed. Petrópolis: Vozes, 2014. p. 68-73. [Adaptado].
Em “o organismo humano manifesta uma imensa plasticidade em suas respostas às forças ambientais que atuam sobre ele” (linhas 20-21), o termo “plasticidade” pode ser substituído, sem prejuízo na coesão e no sentido, por8CB107EF-0E Português
Fonemas e LetrasUFPR · 2024FácilEntre para guardar nos favoritosLeia os quadrinhos abaixo:

Disponível em: https://www.instagram.com/tirinhadearmandinho.
Assinale a alternativa que aponta o fenômeno linguístico que provoca humor nesses quadrinhos.