Questões do ENEM: Linguagens e Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.
Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
- Filtrando por
- LinguagensRemover este filtro
- Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.Remover este filtro
- Limpar tudo
Resultados
955 questões encontradas. Mostrando a página 15 de 48.
D5C2FE37-C2 Leia o poema “Correspondida”, de Eli Macuxi, e responda à Questão 04:você me apetecee a vida transbordafeito bárbara horda.para minha alegriao som que mais te aprazestá mais nas loucaspalavras sombriasdas minhas roucascordas vocais.(Amor para quem odeia, 2016, p. 25)Os termos grifados no poema “Correspondida” poderiam perfeitamente ser substituídos por:8860DBE9-B6 Português
Interpretação de TextosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosNSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Disponível em: <http://www.meusdicionarios.com.br/humildade>. Acesso em: 09 ago. 2016.
Em qual das alternativas o vocábulo substitui convenientemente “eufemismo” (l. 15)?AEDFD36F-B6 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho a seguir:A partir da sua condição social de mulher, negra, favelada, catadora de lixo e mãe solteira, Carolina Maria de Jesus, em Quarto de despejo, compôs um angustiante retrato do Brasil em meados do século XX. Para isso, utilizou de figuras de linguagem como metáforas, metonímias, comparações, analogias e ironias, que, somadas à sua coloquialidade, consolidaram uma das manifestações mais representativas do lirismo presente na fala do povo brasileiro.Entre as citações abaixo, retiradas de Quarto de despejo, ASSINALE aquela que NÃO apresenta linguagem figurada.127983EC-B6 Português
Interpretação de TextosIF-RR · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto ‘Cresce violência nas escolas’ e responda à questão.
Os atos de violência contra os professores têm aumentado, de maneira inquietadora, apesar das medidas tomadas pelas autoridades para coibilos, como mostram dados levantados pela reportagem do Estado nas escolas públicas e particulares de ensino fundamental e médio do Estado de São Paulo. No primeiro semestre deste ano, foram registrados nada menos do que 548 boletins de ocorrência de agressão física de alunos contra professores, o que dá uma média de três por dia.
No caso da rede pública estadual, que conta com 5,2 mil unidades, dados da Secretaria da Educação indicam que aqueles casos de agressão subiram de 188 em 2015 para 249 em 2016. O problema não é de hoje. Resultados de um levantamento publicado em 2013 mostram que 44% dos professores da rede de ensino básico já haviam sofrido algum tipo de violência, sendo as mais comuns as verbais (39%) e as de assédio moral (10%). As de violência física não passavam de 5%, o que indica que a situação vem piorando.
Esse problema é um grande desafio para as autoridades porque tem vários aspectos importantes a serem atacados ao mesmo tempo, tais como a quebra de disciplina e autoridade – que começa em casa –, sem as quais a escola não funciona, a desestruturação da família, as carências sociais, a falta de perspectiva profissional para os jovens, em contraste com a sedução das drogas e do tráfico, e a difusão da cultura da violência. Sem se esquecer de que esse tipo de violência não é exclusivo das regiões e populações mais carentes.
Em contraposição a esta situação estarrecedora, em 2009, as autoridades educacionais de São Paulo lançaram a ideia inovadora da criação da figura de um professor mediador de conflitos para promover o diálogo e melhorar as relações entre os professores e os alunos. A ideia teve o apoio do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) e da Prefeitura da capital e a participação, em sua implantação, do Tribunal de Justiça. A intenção dessa iniciativa é resolver os conflitos dentro da escola, evitando que eles descambem para a violência.
“Buscamos evitar a judicialização de conflitos. Desde criança se aprende que violência se responde com violência. E assim a justiça se tornou uma espécie de vingança”, afirma o juiz Egberto de Almeida Penido, que participa de um dos projetos desse programa, indicando o esforço que os mediadores devem fazer para matar no nascedouro o ciclo de ódio que leva à agressão.
Um exemplo dos resultados que podem ser obtidos com a ação dos mediadores de conflitos, citado pela reportagem, é o da Escola Estadual Sérgio Murilo Raduan, no Jardim Varginha, extremo sul da capital. Ali, só no primeiro bimestre de 2016, foram registrados 46 casos de desrespeito ao professor ou funcionário por aluno e neste ano, no mesmo período, o número baixou para 12 por causa do diálogo promovido entre as partes pelos mediadores, precedido de uma calma conversa com o aluno exaltado.
Apesar desses resultados animadores, os números que mostram o aumento das agressões deixam claro que a ação dos mediadores de conflito não é uma panaceia. Tem limites. Quando o diálogo falha e a agressão ocorre, quebrando o princípio da autoridade – além, é claro, do dano físico ou moral causado ao agredido –, o caso tem de ter desdobramentos administrativos e criminais. O agressor tem de ser responsabilizado por seus atos.
Todos os esforços devem ser feitos, em todos os planos possíveis, para atacar o complexo problema da violência entre os jovens. Mas, ultrapassado o limite da integridade física e moral, assim como o da disciplina em sala de aula, não pode haver tolerância com a violência. O recente episódio da brutal agressão sofrida pela professora Márcia Friggi, da cidade de Indaial, em Santa Catarina – que está longe de ser um caso isolado –, vítima de um aluno de 15 anos, que já havia agredido antes a própria mãe, mostra o alto preço que sempre se paga por tolerar a impunidade, dentro ou fora das escolas.
O Estado de S. Paulo, 25 agosto 2017.
Disponível em http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,cresceviolencia-nas-escolas,70001949611. Acesso em 30.11.2017
No trecho “a ação dos mediadores de conflito não é uma panaceia”, a palavra em destaque pode ser substituída sem alterar o significado, por:1267EBB1-B6 Português
Análise sintáticaIF-RR · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o poema “Velho Lucas”, de Eli Macuxi, e responda à questão :Assim que por gente me entendipor sua causa acrediteique namorava um bem-te-vie pelo amor me apaixoneiVocê tirou meus dentes de leitee dizia à ‘sua menina’que deveria jogá-los no telhadodeclamando uma rima ......Quantas vezes cortou minha franja?Quantas vezes fingiu brincar de manja?Quantas vezes me fez ler um mapa?Quantas vezes me educou no tapa?Num doze de março você veio ao mundosem saber como seria profundoo sulco na alma da filha mais velhaque tanto temeu ser analfabetaAcho que deu certo, meu velho paivocê atingiu a sua meta ...e a ninguém, mais do que a vocêresponsabilizo hojepor eu pretender ser poeta.Amor para quem odeia, 2ª ed. 2016, p. 23-24.Aponte a alternativa que contém erro de análise:
5F686A3B-B5 Português
Conjunções: Relação de causa e consequênciaIF-PR · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosO texto a seguir servirá de base para a questão.
Os financiamentos imobiliários com recursos da poupança ([Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo] SBPE) totalizaram R$ 20,6 bilhões no primeiro semestre deste ano, montante 9,1% inferior ao registrado em igual intervalo de 2016, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
Foram financiadas, com recursos das cadernetas de poupança, 82,5 mil unidades entre aquisições e construções no período, recuo de 17,9% em relação à primeira metade de 2016, quando 100,5 mil imóveis foram financiados.
Apenas em junho, conforme a Abecip, o montante de financiamento imobiliário alcançou R$ 3,8 bilhões, alta de 6,5% em relação a maio, mas retração de 11,1% no período de um ano. A quantidade de imóveis financiados no mês passado subiu 5,7% e recuou 22%, nas mesmas bases de comparações, para 15,4 mil unidades.
“O primeiro semestre foi ruim. Esperamos decrescimento menor ou ao menos empate com o ano passado e isso não aconteceu, mas o patamar de empréstimos continuou interessante”, disse o presidente da Abecip, Gilberto Abreu, em coletiva de imprensa, lembrando que as empresas estão em um ritmo menor de construção de novos empreendimentos após um ciclo de elevados estoques (Estadão, 26/07/2017).
Analise o último parágrafo do texto, transcrito a seguir, e depois escolha a alternativa correta.“O primeiro semestre foi ruim. Esperamos (1) decrescimento (2) menor ou ao menos empate (3) com o ano passado e (4) isso não aconteceu, mas o patamar de empréstimos continuou interessante”, disse o presidente da Abecip, Gilberto Abreu, em coletiva de imprensa, lembrando que as empresas estão em um ritmo menor de construção de novos empreendimentos após um ciclo de elevados estoques.Há uma inadequação:5F5F378B-B5 Português
Denotação e ConotaçãoIF-PR · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
A respeito dos anúncios, analise as afirmativas a seguir.
I) Ambos os textos exploram o recurso da polissemia.
II) Os textos são impróprios; utilizam palavras ofensivas ou da gíria.
III) O primeiro texto utiliza o recurso da intertextualidade, remetendo a “pai dos burros”.
IV) No segundo texto, “pública” e “privada” são antônimos.
V) As palavras “burro” e “privada” foram usadas em seu sentido denotativo.
Estão corretas apenas:
3C4BFDAE-B5 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosNós, os brasileirosUma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.(Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51)
(...) porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas (...)Os articuladores destacados podem ser substituídos, sem prejuízo do significado original no texto, por:3C4938A3-B5 Português
Interpretação de TextosIF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosNós, os brasileirosUma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”.Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.(Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51)
Assinale a alternativa em que o significado da palavra em destaque está INCORRETAMENTE interpretado.0EE5A1FE-B4 Português
Interpretação de TextosIF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO IV
QUANTO TEMPO VOCÊ PRECISA FICAR LONGE DO CELULAR E DAS REDES PARA UMA
'DESINTOXICAÇÃO DIGITAL' EFETIVA?



(Texto adaptado. Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39402166)
A expressão “com adicções a”, na primeira linha, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido por:0ED13A9E-B4 Português
ArtigosIF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO II:

Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho. Acessado em mar.2017)
Sobre a tirinha anterior, produzida em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres, assinale a alternativa INCORRETA.34A049A2-B4 Português
Coesão e coerênciaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosEleição na França neste domingo determina o caminho da Europa.É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global, uma espécie de reedição do choque do Brexit e Donald Trump. A publicação de e-mails roubados do Em Marcha!, o partido do candidato Emmanuel Macron, contamina a votação deste domingo na França, onde o centrista disputa a presidência com Marine Le Pen, líder do partido de extrema direita Frente Nacional. Macron é o favorito. A operação é similar à que golpeou a candidata democrata Hillary Clinton nas eleições norte-americanas de novembro e pode ter contribuído para a vitória do republicano Donald Trump. Como nos EUA, os franceses escolhem entre dois programas antagônicos, que conduzem a França e seus parceiros europeus por caminhos opostos. Se for necessário lembrar que as eleições francesas são globais, e que a que se disputa neste 7 de maio, na França, terá ecos além de suas fronteiras, aí está a “ação de pirataria maciça e coordenada” que o Em Marcha! denunciou na sexta-feira à noite. Pouco antes, tinham começado a ser divulgadas em fóruns da internet e nas redes sociais, informações internas do partido em forma de e-mails, contratos e documentos contábeis.Durante todos os meses de longa campanha, a França temeu uma operação desse tipo. Como Clinton, Macron defende manter a política externa vigorosa diante da Rússia de Vladimir Putin. Como Trump – ou, pelo menos, o Trump da campanha –, Le Pen se declara próxima de Putin e defende uma guinada na política externa francesa para acomodar os interesses russos.(…)A eleição é feita como um referendo múltiplo. É um referendo sobre a Europa e o euro, e um segundo turno do referendo sobre a Constituição européia de 2005, que ganhou o não. Le Pen propõe em seu programa a saída da UE e do euro para voltar ao franco, posição que suavizou na reta final da campanha. Macron promove uma maior integração europeia, a partir de um relançamento da aliança franco-alemã, que foi o motor da construção da comunidade desde sua fundação depois da Segunda Guerra Mundial. Os franceses terão hoje duas opções muito contrastantes: UE e euro, sim ou não.(...)BASSETS, Marc. Eleição na França neste domingo determina o caminho da Europa. Disponível em:<http://www.caldeiraopolitico.com.br/materias/40076/17/Eleicao-naFrancca-neste-domingo determina-o-caminho-da-Europa>. Acesso em 09.05.2017.A frase: “É o ponto culminante de uma campanha atípica, cheia de escândalos e guinadas inesperadas, uma eleição genuinamente francesa e ao mesmo tempo global” pode ser reescrita, sem perda do seu sentido original, conforme se apresenta em apenas uma das alternativas:F6C7DB0E-B2 Português
Interpretação de TextosIF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
Disponível em: http://www.a12.com/redacaoa12/opiniao/doses-de-altruismo. Acesso: 10 out. 2017.
Analisando o diálogo entre as personagens e o contexto da tira que constitui o TEXTO 3, pode-se afirmar queC59AC12D-B2 Português
Interpretação de TextosUniversidade do Estado da Bahia · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO:
O FIM DO EMPREGO
O futuro do trabalho no mundo globalizado


Adaptado de: MACHADO, João Luís de Almeida. O fim do emprego.O futuro do trabalho no mundo globalizado. Disponível em: <http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1069.Passim> . Acesso em: 24 nov. 2017.O que se afirma sobre fragmentos do texto está correto emI. “Por incrível que pareça” (l. 8) – enfatiza uma situação inesperada ou inusitada.II. “da noite para o dia” (l. 19) – expressa situação real e previsível.III. “Tampouco é possível” (l. 23) – reitera uma negação anterior.IV. “A despeito de” (l. 26) – equivale à expressão ao contrário de.V. “em momento algum” (l. 82) – expressa negação de circunstância temporal.A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é aBCE55E56-B1 Português
Coesão e coerênciaFATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosO título do artigo – Mais escolarizadas, mulheres ainda ganham menos e têm dificuldades de subir na carreira – poderia ser substituído, sem causar prejuízo de sentido, por:
4787C599-B1 Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Amazonas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir, antes de responder a questão:Foi no dia 13 de maio de 1881 que nasceu Afonso Henriques de Lima Barreto. Nos mesmos dia e mês da abolição da escravidão no Brasil, mas exatos sete anos antes. Aí estava uma coincidência de datas que para o futuro escritor faria toda a diferença: a ideia de liberdade significava um divisor de águas não só para a história do país como para o projeto libertário que Lima pretendeu realizar. Segundo ele, o fim do cativeiro e a conquista da liberdade eram troféus difíceis de guardar, sobretudo numa nação que admitiu escravos em todo o seu território durante quatro longos séculos. A data de nascimento no caso dele era, portanto, mero acaso; mas, quem sabe, premonição.Maio era também conhecido como o mês das flores; o mês sagrado para a poesia, conforme o futuro escritor gostava de lembrar. O dia 13 caiu numa sexta-feira; dia de sorte para alguns (e Lima sempre pensou dessa maneira), de azar para outros. O menino viria ao mundo numa casa modesta de Laranjeiras, arrabalde do Rio de Janeiro. O nome da rua, diz a lenda, vinha do rio Ipiranga: aquele em que d. Pedro I decretou a independência e fundou o Império. (Do livro “Lima Barreto: triste visionário”, de Lilia Moritz Schwarcz, p. 21. Texto adaptado.)A palavra “arrabalde” (constante do segundo parágrafo), tem o significado de:B0EF8768-B1 Português
Interpretação de TextosUDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 4
A PARTE BOA ERA LU.
TENTOU ESCOLA.
DOIS DIAS.
NO TERCEIRO,
SE JOGOU NO CHÃO.
NEM ARRASTADO.
JÁ NÃO FALAVA,
DESCONFIARAM:
ELE ESTAVA COM
ALGUM PROBLEMA.
SÓ PODIA SER A MÃE.
FUGIU DALI.
ISSO DÁ PROBLEMA,
MÃE FUGIR.
TODO MUNDO ACHA.
PROBLEMA CERTO.
CLARO QUE É.
MAS TINHA MAIS.
LU PODIA NÃO FALAR,
MAS COMPUTAVA.
E A MÃE LEVOU O NOTE.
ESTÁ CERTO.
RUIM, MÃE IR.
MAS LU POUCO A VIA.
ERA CHEGADA
A UMA BALADA.
ALI, NO MEIO DO NADA.
QUEM CUIDAVA DELE
ERA O PAI.
SEMPRE FOI.
SEM A MÃE, FOI RUIM.
SEM O NOTE, FOI PIOR.
DAÍ QUEREREM
UMA BABÁ.
PRESENÇA FEMININA.
PODIA AJUDAR.
E CHAMARAM CARLA.
VIGNA, Elvira. Vitória Valentina.1ª. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2016.
Analise as proposições em relação à obra Vitória Valentina, Elvira Vigna, e ao Texto 4.I. Pela leitura do excerto infere-se que é unânime pensar que a presença da mãe é fundamental para o desenvolvimento e o equilíbrio da criança, assim Carla foi chamada para minimizar a ausência da figura materna.II. Da leitura do texto, infere-se que Lu não era apenas mimado, mas também tímido e reservado, pois usava o note para fazer seus registros.III. Em: “MAS LU POUCO A VIA” se o pronome destacado for substituído por LHE, ocorre transgressão quanto à regência do verbo VER.IV. Infere-se da leitura da obra que a personagem Carla simboliza a liberdade porque, ao invés de casar com Stan (um homem rico), prefere ficar sozinha, livre e cuidar da própria vida.V. Em: “TODO MUNDO ACHA” ao se acrescentar o vocábulo O antes da palavra MUNDO, ocorre mudança de significado na expressão.Assinale a alternativa correta.B0E0E22F-B1 Português
Coesão e coerênciaUDESC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
Analise as proposições em relação à obra Quarenta dias, Maria Valéria Rezende, e ao Texto 3.I. No excerto, Alice, a personagem-narradora, deixa transparecer que já adquiriu hábitos próprios de moradores de rua tais como: lavar a própria roupa em lugares públicos, secar as roupas em praças, dormir em rodoviárias.II. No segmento “A mulher era bem mais velha que eu” (linha 16) o termo destacado refere-se à personagem Lola que, no final da narrativa, incentiva Alice a sair das ruas e a voltar para a casa.III. Na estrutura “Tu é nova por aqui, veio de onde” (linha 14) ao mesmo tempo em que se tem o registro do “falar gaúcho”, evidencia-se desvio gramatical em relação à concordância verbal.IV. Em “fui tomar café na bodeguinha da minha conterrânea” (linha 2) e “feito um estandarte” (linha 8) os vocábulos destacados podem ser substituídos por compatrícia e insulto, respectivamente, e, ainda assim, mantêm-se o sentido e a coerência do texto.V. Infere-se da leitura do período “Saí da rodoviária com Cícero redivivo” (linha 6) que Cícero, de tempos em tempos, era restituído à vida, e usado como desculpa para que Alice continuasse sua peregrinação pelas ruas de Porto Alegre.Assinale a alternativa correta.B0C40E5A-B1 Português
Coesão e coerênciaUDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
Analise as proposições em relação ao Texto 1.I. No período “E ardia, o corte, ardia a esperança” (linha 1) o verbo está repetido. Na primeira oração o verbo foi empregado no sentido denotativo e na segunda oração no sentido conotativo, resultando na figura de linguagem prosopopeia.II. No sintagma “E aquela humilhação ardia como o corte” (linhas 4 e 5) a palavra destacada dá ideia comparativa e pode ser substituída por tal qual, sem que ocorra transgressão à gramática normativa e ao sentido no texto.III. Da leitura do período “Fora humilhado (também)” (linha 3), infere-se que a palavra também reforça não apenas a dor física como também a moral.IV. A leitura da estrutura verbal “num daqueles domingos em que as pessoas são geralmente felizes, antes de começar o Fantástico, ao menos” (linhas 3 e 4) traz para o leitor que no programa Fantástico há apenas notícias trágicas, deprimentes, desagradáveis.V. Nas orações “Foi o mastigar do tempo” (linha 7) e “mas era uma imagem viva” (linhas 9 e 10) as expressões destacadas equivalem a o passar e não esquecida, sequencialmente.Assinale a alternativa correta.4C571EDF-B1 Português
CraseIFF · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 4
Leia a charge a seguir e responda à próxima questão.

Disponível em: <https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+atividade+f%C3%ADsica&tbm=isch&imgil=WFt
4U_3LQ2efpM%253A%253BRHPY29Cleow3gM%253Bhttp%25253A%25252F%25252Fmovimentoc
cm.blogspot.com%25252Fp%25252Fcharges.html&source=iu&pf=m&fir=WFt4U_3LQ2efpM%253A%
252CRHPY29Cleow3gM%252C_&usg=__sYXZJOxy9utCcILX-jhg8vPaGs%3D&biw=1366&bih=662&ved=0ahUKEwicoous8PTAhVIW5AKHbTdAfwQyjcILw&ei=Oj4BWZydCci2wQS0u4fgDw#imgrc=FQLFvgngx8MfnM>
Acesso em: 26 abr 2017.
A presença do acento grave pode alterar ou não o sentido de um enunciado.
Marque a alternativa na qual a presença de tal acento traz alteração semântica para a frase.