Questões do ENEM: Linguagens e Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.

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955 questões encontradas. Mostrando a página 32 de 48.

  • C2B971C6-23

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 003.jpg O título do texto soa contraditório, se a verossimilhança for tomada como uma semelhança com o mundo real, com aquilo que se conhece e se compreende.

    Essa contradição se desfaz porque, na interpretação do autor, a ficção organiza elementos da vida, enquanto a realidade é considerada como:

    Escolha uma alternativa para a questão c2b971c6-23
  • C1769F20-23

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 002.jpg Vereis que não hão de ser tão frequentes as controvérsias… (l. 27)

    A previsão de Bilac sobre a diminuição das controvérsias ou polêmicas, por causa da vitória da imagem sobre a palavra, baseia-se em uma pressuposição acerca da maneira de representar a realidade.

    Essa pressuposição está enunciada em:

    Escolha uma alternativa para a questão c1769f20-23
  • C04158A9-23

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 002.jpg O cinema se popularizou no Brasil depois de esta crônica ter sido escrita. Nela, porém, o autor já antecipa o advento do novo meio de comunicação. Um trecho que comprova tal afirmativa é:

    Escolha uma alternativa para a questão c04158a9-23
  • BF0FB19B-23

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 002.jpg O texto, apesar de escrito no início do século XX, demonstra surpreendente atualidade, conferida sobretudo por uma semelhança entre a vida moderna da época e a experiência contemporânea.

    Essa semelhança está exemplificada na passagem apresentada em:

    Escolha uma alternativa para a questão bf0fb19b-23
  • BDDE63EF-23

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 002.jpg Vem perto o dia em que soará para os escritores a hora do irreparável desastre e da derradeira desgraça. (l.1-2).

    A profecia para os escritores, anunciada na primeira frase do texto de forma extremamente negativa, se opõe ao tom e à conclusão do texto. Considerando esse contraste, o texto de Bilac pode ser qualificado basicamente como:

    Escolha uma alternativa para a questão bdde63ef-23
  • BCAA86AD-23

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 002.jpg Já em 1901, o escritor Olavo Bilac temia que a imagem substituísse a escrita. No entanto, ele reconhecia aspectos positivos dessa possível substituição. Um desses aspectos é observado no seguinte trecho:

    Escolha uma alternativa para a questão bcaa86ad-23
  • EDAD1762-16

    Português

    Coesão e coerência
    UNB · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 026.jpg Com relação a aspectos gramaticais do texto acima, assinale a opção correta.

    Escolha uma alternativa para a questão edad1762-16
  • DA400580-16

    Português

    Interpretação de Textos
    UNB · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 021.jpg Depreende-se do texto apresentado que:

    Escolha uma alternativa para a questão da400580-16
  • 107726B4-64

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    A última oração “e o livro anda devagar”, do período abaixo, expressa, dentro do contexto,

    “O maior defeito deste livro és tu, leitor. Tu tens pressa de envelhecer, e o livro anda devagar” (Machado de Assis).

    Escolha uma alternativa para a questão 107726b4-64
  • 2197D905-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Contestado - Santa Catarina · 2012Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    Assinale a alternativa em que a expressão entre parênteses pode substituir o segmento destacado em negrito sem prejuízo do sentido dado no texto 1.
    Escolha uma alternativa para a questão 2197d905-fd
  • BA3CAD6E-FB

    Português

    Adjetivos
    FGV · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    Tendo em vista o contexto, sobre os seguintes trechos, só NÃO é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão ba3cad6e-fb
  • EFFF2F59-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    (Adaptado de: http://www.google.com.br/entrevista Mário Sérgio Cortella/educar para transformar. Acesso em 25 mai 2012 )

    Com base no TEXTO 02, responda à questão.

    Assinale a alternativa em que o significado de via equivale ao do mesmo termo em “via escola pública” (linha 08).
    Escolha uma alternativa para a questão efff2f59-f8
  • EFF87910-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    (Adaptado de: http://www.google.com.br/entrevista Mário Sérgio Cortella/educar para transformar. Acesso em 25 mai 2012 )

    Com base no TEXTO 02, responda à questão.

    Assinale, dentre as palavras das alternativas abaixo, a única que substitui “equívoco” (linha 03), sem alterar o sentido do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão eff87910-f8
  • EFDA98A1-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012



    (Adaptado de: <http: //www.google.com.br.monografias.com/integração escola-família>. Acesso em: 25 mai.2012 )


    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    Assinale a alternativa em que há oposição semântica entre os termos.
    Escolha uma alternativa para a questão efda98a1-f8
  • EFD30F78-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2012Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012



    (Adaptado de: <http: //www.google.com.br.monografias.com/integração escola-família>. Acesso em: 25 mai.2012 )


    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    O termo “padrões” (linha 22) equivale semanticamente a:
    Escolha uma alternativa para a questão efd30f78-f8
  • EFCEA9B2-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012



    (Adaptado de: <http: //www.google.com.br.monografias.com/integração escola-família>. Acesso em: 25 mai.2012 )


    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    O verbo “delegam” (linha 20) pode ser substituído, sem que se altere o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão efcea9b2-f8
  • 3C64F9EB-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.


    Jeitinho e jeitão: uma tentativa de interpretação do caráter brasileiro


    Nascido inicialmente das contradições entre uma ordem liberal formal e uma realidade escravista, o jeitinho transformou-se em código geral de sociabilidade.
    Recordo um caso pessoal, passado há muito tempo. Eu trabalhava com Celso Furtado (rigorosamente antijeitinho), que recebia um diretor do Banco Interamericano de Desenvolvimento, por sinal um conterrâneo seu. Este, vendo-me por perto, e julgando que eu não era parte da conversa, pediu-me água. Pediu a primeira, a segunda e a terceira vez. Fui obrigado a dizer-lhe que não confundisse gentileza com servilismo, e que da próxima vez ele mesmo se servisse. Não ocorria àquele senhor que alguém que não fosse da sua grei pudesse tomar parte de uma conversa com altos representantes da banca interamericana. A origem do jeitinho, assim como a da cordialidade teorizada por Sérgio Buarque, se explica pela incompletude das relações mercantis capitalistas. Parece sempre que as pessoas estão “sobrando”. Elas são como que resquícios de relações não mercantis, não cabem no universo da civilidade. E às pessoas que sobram pode ser pedida qualquer coisa, já que é obrigação do dominado servir ao dominante.
    Qualquer reunião brasileira está cheia de batidinhas nas costas na hora do cumprimento, impondo logo de saída uma intimidade que é intimatória e intimidatória. Um dos cumprimentos mais característicos de Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, é bater com as costas da mão na barriga dos interlocutores. Mesmo em encontros formais, o primeiro gesto de Lula ao se aproximar de qualquer pessoa é tocar-lhe a barriga.
    A matriz desses gestos encontra-se evidentemente no longo período escravagista. Nele, o corpo dos negros era propriedade, podia ser tocado e usado. O surpreendente é que esses gestos e costumes tenham persistido ao longo de 100 anos de vigência de um capitalismo pleno. O escravismo e a escravidão não explicam inteiramente a “longa duração” da informalidade generalizada e dos hábitos que a acompanham. Os Estados Unidos tiveram um sistema escravista que chegou até a organizar fazendas de criação de negros. A ruptura com o escravismo custou à nação norte-americana uma guerra civil que deixou marcas até hoje. Mas o jeitinho não foi o expediente que usaram para superar os problemas colocados pelo capitalismo que avança.
    Aqui, o jeitinho das classes dominantes se impôs na abolição da escravatura. Primeiro veio a Lei do Ventre Livre: garotos e garotas negros eram libertados em meio à escravidão. Mas como inexistia a perspectiva de terem terra, emprego ou salário, a libertação não lhes servia para quase nada. 
    Depois veio a Lei dos Sexagenários. Aos 60 anos, os negros que ainda estivessem vivos eram libertados. Ora, já se sabia que a vida média de um escravo não alcançava os 40 anos. Como mostrou Luiz Felipe de Alencastro em O Tratado dos Viventes, depois de décadas de labuta no eito, o consumo do trabalho pelo capital não era uma metáfora: o negro era um molambo de gente, e não um homem livre, mesmo quando libertado pela Lei dos Sexagenários.
    O que parecia cautela e previsão era, na verdade, o jeitinho (e o jeitão) em movimento. Gradualmente, até a chamada Lei Áurea, a escravidão persistiu. Isso criou uma superpopulação trabalhadora que o sistema produtivo não tinha como incorporar. Com a industrialização, tão sonhada pelos modernos, o problema se agravou. Tendo que copiar uma industrialização de matriz exógena, que tende sempre à economia do trabalho, os excedentes populacionais cresceram exponencialmente.
    Assim, o chamado trabalho informal tornou-se estrutural no capitalismo brasileiro. É ele que regula a taxa de salários, e não as normas trabalhistas fundadas por Vargas. A partir daí todas as burlas são permitidas e estimuladas. A pergunta que um candidato a emprego mais ouve é: com carteira ou sem carteira? O funcionário com carteira resulta em descontos para a Previdência. Ou, se o salário for um pouquinho melhor, até para o Imposto de Renda. A resposta do candidato ao emprego é óbvia: sem carteira.
    Quando o trabalhador ou trabalhadora que têm consciência dos seus direitos recusam o emprego sem carteira, às vezes, escutam “malandro, não quer trabalhar”.
    Em qualquer setor, em qualquer atividade, o jeitinho se impõe. O executivo de terno italiano de grife, o apresentador da televisão e a atriz de um musical não são assalariados. São pessoas jurídicas, PJs, unicamente para que empresas paguem menos impostos. Advogados, dentistas e prestadores de serviços oferecem seus préstimos com ou sem recibo, e esse último é mais barato. Bancários, telefonistas, vendedores e outras tantas categorias viram sua profissão periclitar: eles são agora atendentes de call centers, terceirizados por grandes empresas. O jeitinho é a regra não escrita, sem exigência legal, mas seguida ao pé da letra nas relações micro e macrossociais. Está tão estabelecido, é tão natural que estranhá-lo (hoje menos do que ontem, reconheça-se) pode ser entendido como pedantismo, arrogância ou ignorância: “Nego metido a besta”, é a sentença. A não resolução da questão do trabalho, o seu estatuto social, é no fundo a matriz do jeitinho. Simpático, ele é uma das maiores marcas do moderno atraso brasileiro. (Francisco de Oliveira, revista piauí n. 73, outubro 2012, excerto). 
    Assinale a opção que apresenta, respectivamente, o significado das palavras “grei”, “exógena” e “periclitar”, conforme elas são empregadas no texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c64f9eb-ed
  • 3C611C1D-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.


    Jeitinho e jeitão: uma tentativa de interpretação do caráter brasileiro


    Nascido inicialmente das contradições entre uma ordem liberal formal e uma realidade escravista, o jeitinho transformou-se em código geral de sociabilidade.
    Recordo um caso pessoal, passado há muito tempo. Eu trabalhava com Celso Furtado (rigorosamente antijeitinho), que recebia um diretor do Banco Interamericano de Desenvolvimento, por sinal um conterrâneo seu. Este, vendo-me por perto, e julgando que eu não era parte da conversa, pediu-me água. Pediu a primeira, a segunda e a terceira vez. Fui obrigado a dizer-lhe que não confundisse gentileza com servilismo, e que da próxima vez ele mesmo se servisse. Não ocorria àquele senhor que alguém que não fosse da sua grei pudesse tomar parte de uma conversa com altos representantes da banca interamericana. A origem do jeitinho, assim como a da cordialidade teorizada por Sérgio Buarque, se explica pela incompletude das relações mercantis capitalistas. Parece sempre que as pessoas estão “sobrando”. Elas são como que resquícios de relações não mercantis, não cabem no universo da civilidade. E às pessoas que sobram pode ser pedida qualquer coisa, já que é obrigação do dominado servir ao dominante.
    Qualquer reunião brasileira está cheia de batidinhas nas costas na hora do cumprimento, impondo logo de saída uma intimidade que é intimatória e intimidatória. Um dos cumprimentos mais característicos de Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, é bater com as costas da mão na barriga dos interlocutores. Mesmo em encontros formais, o primeiro gesto de Lula ao se aproximar de qualquer pessoa é tocar-lhe a barriga.
    A matriz desses gestos encontra-se evidentemente no longo período escravagista. Nele, o corpo dos negros era propriedade, podia ser tocado e usado. O surpreendente é que esses gestos e costumes tenham persistido ao longo de 100 anos de vigência de um capitalismo pleno. O escravismo e a escravidão não explicam inteiramente a “longa duração” da informalidade generalizada e dos hábitos que a acompanham. Os Estados Unidos tiveram um sistema escravista que chegou até a organizar fazendas de criação de negros. A ruptura com o escravismo custou à nação norte-americana uma guerra civil que deixou marcas até hoje. Mas o jeitinho não foi o expediente que usaram para superar os problemas colocados pelo capitalismo que avança.
    Aqui, o jeitinho das classes dominantes se impôs na abolição da escravatura. Primeiro veio a Lei do Ventre Livre: garotos e garotas negros eram libertados em meio à escravidão. Mas como inexistia a perspectiva de terem terra, emprego ou salário, a libertação não lhes servia para quase nada. 
    Depois veio a Lei dos Sexagenários. Aos 60 anos, os negros que ainda estivessem vivos eram libertados. Ora, já se sabia que a vida média de um escravo não alcançava os 40 anos. Como mostrou Luiz Felipe de Alencastro em O Tratado dos Viventes, depois de décadas de labuta no eito, o consumo do trabalho pelo capital não era uma metáfora: o negro era um molambo de gente, e não um homem livre, mesmo quando libertado pela Lei dos Sexagenários.
    O que parecia cautela e previsão era, na verdade, o jeitinho (e o jeitão) em movimento. Gradualmente, até a chamada Lei Áurea, a escravidão persistiu. Isso criou uma superpopulação trabalhadora que o sistema produtivo não tinha como incorporar. Com a industrialização, tão sonhada pelos modernos, o problema se agravou. Tendo que copiar uma industrialização de matriz exógena, que tende sempre à economia do trabalho, os excedentes populacionais cresceram exponencialmente.
    Assim, o chamado trabalho informal tornou-se estrutural no capitalismo brasileiro. É ele que regula a taxa de salários, e não as normas trabalhistas fundadas por Vargas. A partir daí todas as burlas são permitidas e estimuladas. A pergunta que um candidato a emprego mais ouve é: com carteira ou sem carteira? O funcionário com carteira resulta em descontos para a Previdência. Ou, se o salário for um pouquinho melhor, até para o Imposto de Renda. A resposta do candidato ao emprego é óbvia: sem carteira.
    Quando o trabalhador ou trabalhadora que têm consciência dos seus direitos recusam o emprego sem carteira, às vezes, escutam “malandro, não quer trabalhar”.
    Em qualquer setor, em qualquer atividade, o jeitinho se impõe. O executivo de terno italiano de grife, o apresentador da televisão e a atriz de um musical não são assalariados. São pessoas jurídicas, PJs, unicamente para que empresas paguem menos impostos. Advogados, dentistas e prestadores de serviços oferecem seus préstimos com ou sem recibo, e esse último é mais barato. Bancários, telefonistas, vendedores e outras tantas categorias viram sua profissão periclitar: eles são agora atendentes de call centers, terceirizados por grandes empresas. O jeitinho é a regra não escrita, sem exigência legal, mas seguida ao pé da letra nas relações micro e macrossociais. Está tão estabelecido, é tão natural que estranhá-lo (hoje menos do que ontem, reconheça-se) pode ser entendido como pedantismo, arrogância ou ignorância: “Nego metido a besta”, é a sentença. A não resolução da questão do trabalho, o seu estatuto social, é no fundo a matriz do jeitinho. Simpático, ele é uma das maiores marcas do moderno atraso brasileiro. (Francisco de Oliveira, revista piauí n. 73, outubro 2012, excerto). 
    Assinale a opção em cuja frase a palavra “caráter” tem o mesmo sentido daquele empregado no título do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c611c1d-ed
  • 41EE33E3-EA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Luterana do Brasil · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A questão refere-se ao fragmento da reportagem Aids: tendência de aumento entre jovens, de Flavia Bemfica, disponível no site: http://www.sinprors.org.br/extraclasse/set12/ imprimir.asp?id_conteudo=436.  


    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    Leia o trecho que segue e assinale a alternativa que substitui, sem perda de sentido, os termos sublinhados.


    “No final de agosto, um manifesto de instituições e pesquisadores passou quase despercebido do grande público e teve pouca repercussão na imprensa”. (l. 1-2) 
    Escolha uma alternativa para a questão 41ee33e3-ea
  • C74007F5-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-BA · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2012
    Imagem da questão de Português, da prova de 2012Imagem da questão de Português, da prova de 2012
    “A desigualdade é tamanha que esvazia nossa democracia e cerceia nossa economia.” (l. 08-09)


    Reestruturando o período, identifique a alternativa que mantém as mesmas ideias do original:
    Escolha uma alternativa para a questão c74007f5-e6