Questões do ENEM: Linguagens e Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.

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955 questões encontradas. Mostrando a página 37 de 48.

  • E79FB738-94

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

                       O fim do marketing
    A empresa vende ao consumidor
    — com a web não é mais assim


    Com a internet se tornando onipresente, os Quatro Ps do
    marketing — produto, praça, preço e promoção — não funcionam
    mais. O paradigma era simples e unidirecional: as
    empresas vendem aos consumidores. Nós criamos produtos;
    fixamos preços; definimos os locais onde vendê-los; e fazemos
    anúncios. Nós controlamos a mensagem. A internet transforma
    todas essas atividades.
    (...)
    Os produtos agora são customizados em massa, envolvem
    serviços e são marcados pelo conhecimento e os gostos dos
    consumidores. Por meio de comunidades online, os consumidores
    hoje participam do desenvolvimento do produto. Produtos
    estão se tornando experiências. Estão mortas as velhas
    concepções industriais na definição e marketing de produtos.
    (...)

    Graças às vendas online e à nova dinâmica do mercado,
    os preços fixados pelo fornecedor estão sendo cada vez mais
    desafiados. Hoje questionamos até o conceito de “preço”, à
    medida que os consumidores ganham acesso a ferramentas
    que lhes permitem determinar quanto querem pagar. Os consumidores
    vão oferecer vários preços por um produto, dependendo
    de condições específicas. Compradores e vendedores
    trocam mais informações e o preço se torna fluido. Os mercados,
    e não as empresas, decidem sobre os preços de produtos
    e serviços.
    (...)
    A empresa moderna compete em dois mundos: um físico
    (a praça, ou marketplace) e um mundo digital de informação
    (o espaço mercadológico, ou marketspace). As empresas não
    devem preocupar-se com a criação de um web site vistoso,
    mas sim de uma grande comunidade online e com o capital
    de relacionamento. Corações, e não olhos, são o que conta.
    Dentro de uma década, a maioria dos produtos será vendida
    no espaço mercadológico. Uma nova fronteira de comércio é a
    marketface — a interface entre o marketplace e o marketspace.
    (...)
    Publicidade, promoção, relações públicas etc. exploram
    “mensagens” unidirecionais, de um-para-muitos e de tamanho
    único, dirigidas a consumidores sem rosto e sem poder.
    As comunidades online perturbam drasticamente esse modelo.
    Os consumidores com frequência têm acesso a informações
    sobre os produtos, e o poder passa para o lado deles. São eles
    que controlam as regras do mercado, não você. Eles escolhem
    o meio e a mensagem. Em vez de receber mensagens enviadas
    por profissionais de relações públicas, eles criam a “opinião
    pública” online.
       Os marqueteiros estão perdendo o controle, e isso é muito bom.
    (Don Tapscott. O fim do marketing. INFO, São Paulo,Editora Abril, janeiro 2011, p. 22.)

    Publicidade, promoção, relações públicas etc. exploram “mensagens" unidirecionais, de um-para-muitos e de tamanho único, dirigidas a consumidores sem rosto e sem poder.

    Nesta passagem do quinto parágrafo, ao empregar a expressão consumidores sem rosto e sem poder, o autor sugere que:
    Escolha uma alternativa para a questão e79fb738-94
  • E78A34F8-94

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    UNESP · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Uma campanha alegre, IX
    Há muitos anos que a política em Portugal apresenta este
    singular estado:
    Doze ou quinze homens, sempre os mesmos, alternadamente
    possuem o Poder, perdem o Poder, reconquistam o Poder,
    trocam o Poder... O Poder não sai duns certos grupos,
    como uma pela* que quatro crianças, aos quatro cantos de
    uma sala, atiram umas às outras, pelo ar, num rumor de risos.
    Quando quatro ou cinco daqueles homens estão no Poder,
    esses homens são, segundo a opinião, e os dizeres de todos os
    outros que lá não estão — os corruptos, os esbanjadores da
    Fazenda, a ruína do País!
    Os outros, os que não estão no Poder, são, segundo a sua
    própria opinião e os seus jornais — os verdadeiros liberais, os
    salvadores da causa pública, os amigos do povo, e os interesses
    do País.
    Mas, coisa notável! — os cinco que estão no Poder fazem
    tudo o que podem para continuar a ser os esbanjadores da
    Fazenda e a ruína do País, durante o maior tempo possível! E
    os que não estão no Poder movem-se, conspiram, cansam-se,
    para deixar de ser o mais depressa que puderem — os verdadeiros
    liberais, e os interesses do País!
    Até que enfim caem os cinco do Poder, e os outros, os
    verdadeiros liberais, entram triunfantemente na designação
    herdada de esbanjadores da Fazenda e ruína do País; em tanto
    que os que caíram do Poder se resignam, cheios de fel e de tédio
    — a vir a ser os verdadeiros liberais e os interesses do País.
    Ora como todos os ministros são tirados deste grupo de
    doze ou quinze indivíduos, não há nenhum deles que não tenha
    sido por seu turno esbanjador da Fazenda e ruína do País...
    Não há nenhum que não tenha sido demitido, ou obrigado
    a pedir a demissão, pelas acusações mais graves e pelas votações
    mais hostis...
    Não há nenhum que não tenha sido julgado incapaz de
    dirigir as coisas públicas — pela Imprensa, pela palavra dos
    oradores, pelas incriminações da opinião, pela afirmativa
    constitucional do poder moderador...
    E todavia serão estes doze ou quinze indivíduos os que
    continuarão dirigindo o País, neste caminho em que ele vai,
    feliz, abundante, rico, forte, coroado de rosas, e num chouto**
    tão triunfante!
    (*) Pela: bola.
    (**) Chouto: trote miúdo.
                        (Eça de Queirós. Obras. Porto: Lello & Irmão-Editores, [s.d.].)
    Considerando que o último parágrafo do fragmento representa uma ironia do cronista, seu significado contextual é:
    Escolha uma alternativa para a questão e78a34f8-94
  • E784AC2E-94

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNESP · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Uma campanha alegre, IX
    Há muitos anos que a política em Portugal apresenta este
    singular estado:
    Doze ou quinze homens, sempre os mesmos, alternadamente
    possuem o Poder, perdem o Poder, reconquistam o Poder,
    trocam o Poder... O Poder não sai duns certos grupos,
    como uma pela* que quatro crianças, aos quatro cantos de
    uma sala, atiram umas às outras, pelo ar, num rumor de risos.
    Quando quatro ou cinco daqueles homens estão no Poder,
    esses homens são, segundo a opinião, e os dizeres de todos os
    outros que lá não estão — os corruptos, os esbanjadores da
    Fazenda, a ruína do País!
    Os outros, os que não estão no Poder, são, segundo a sua
    própria opinião e os seus jornais — os verdadeiros liberais, os
    salvadores da causa pública, os amigos do povo, e os interesses
    do País.
    Mas, coisa notável! — os cinco que estão no Poder fazem
    tudo o que podem para continuar a ser os esbanjadores da
    Fazenda e a ruína do País, durante o maior tempo possível! E
    os que não estão no Poder movem-se, conspiram, cansam-se,
    para deixar de ser o mais depressa que puderem — os verdadeiros
    liberais, e os interesses do País!
    Até que enfim caem os cinco do Poder, e os outros, os
    verdadeiros liberais, entram triunfantemente na designação
    herdada de esbanjadores da Fazenda e ruína do País; em tanto
    que os que caíram do Poder se resignam, cheios de fel e de tédio
    — a vir a ser os verdadeiros liberais e os interesses do País.
    Ora como todos os ministros são tirados deste grupo de
    doze ou quinze indivíduos, não há nenhum deles que não tenha
    sido por seu turno esbanjador da Fazenda e ruína do País...
    Não há nenhum que não tenha sido demitido, ou obrigado
    a pedir a demissão, pelas acusações mais graves e pelas votações
    mais hostis...
    Não há nenhum que não tenha sido julgado incapaz de
    dirigir as coisas públicas — pela Imprensa, pela palavra dos
    oradores, pelas incriminações da opinião, pela afirmativa
    constitucional do poder moderador...
    E todavia serão estes doze ou quinze indivíduos os que
    continuarão dirigindo o País, neste caminho em que ele vai,
    feliz, abundante, rico, forte, coroado de rosas, e num chouto**
    tão triunfante!
    (*) Pela: bola.
    (**) Chouto: trote miúdo.
                        (Eça de Queirós. Obras. Porto: Lello & Irmão-Editores, [s.d.].)
    ... cheios de fel e de tédio...
    Nesta passagem do sexto parágrafo, o cronista se utiliza figuradamente da palavra fel para significar
    Escolha uma alternativa para a questão e784ac2e-94
  • 3BEC5A9E-8D

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A questão toma por base uma passagem do romance O sertanejo, do romântico brasileiro José de Alencar (1829-1877).

                                                          O sertanejo

          O moço sertanejo bateu o isqueiro e acendeu fogo num toro carcomido, que lhe serviu de braseiro para aquentar o ferro; e enquanto esperava, dirigiu-se ao boi nestes termos e com um modo afável:

          – Fique descansado, camarada, que não o envergonharei levando-o à ponta de laço para mostrá-lo a toda aquela gente! Não; ninguém há de rir-se de sua desgraça. Você é um boi valente e destemido; vou dar-lhe a liberdade. Quero que viva muitos anos, senhor de si, zombando de todos os vaqueiros do mundo, para um dia, quando morrer de velhice, contar que só temeu a um homem, e esse foi Arnaldo Louredo.

          O sertanejo parou para observar o boi, como se esperasse mostra de o ter ele entendido, e continuou:

          – Mas o ferro da sua senhora, que também é a minha, tenha paciência, meu Dourado, esse há de levar; que é o sinal de o ter rendido o meu braço. Ser dela, não é ser escravo; mas servir a Deus, que a fez um anjo. Eu também trago o seu ferro aqui, no meu peito. Olhe, meu Dourado. O mancebo abriu a camisa, e mostrou ao boi o emblema que ele havia picado na pele, sobre o seio esquerdo, por meio do processo bem conhecido da inoculação de uma matéria colorante na epiderme. O debuxo de Arnaldo fora estresido com o suco do coipuna, que dá uma bela tinta escarlate, com que os índios outrora e atualmente os sertanejos tingem suas redes de algodão.

          Depois de ter assim falado ao animal, como a um homem que o entendesse, o sertanejo tomou o cabo de ferro, que já estava em brasa, e marcou o Dourado sobre a pá esquerda.

          – Agora, camarada, pertence a D. Flor, e portanto quem o ofender tem de haver-se comigo, Arnaldo Louredo. Tem entendido?... Pode voltar aos seus pastos; quando eu quiser, sei onde achá-lo. Já lhe conheço o rasto.

          O Dourado dirigiu-se com o passo moroso para o mato; chegado à beira, voltou a cabeça para olhar o sertanejo, soltou um mugido saudoso e desapareceu.

          Arnaldo acreditou que o boi tinha-lhe dito um afetuoso adeus.

          E o narrador deste conto sertanejo não se anima a afirmar que ele se iludisse em sua ingênua superstição.

                                                                                               (José de Alencar. O sertanejo. Rio de Janeiro:

                                                                                      Livraria Garnier, [s.d.]. tomo II, p. 79-80. Adaptado.)

    O emprego da palavra camarada pelo vaqueiro, com relação ao boi, caracteriza:

    I. Uma expressão de fadiga.

    II. Uma atitude amistosa para com o boi.

    III. O tratamento do animal como um companheiro.

    IV. O desprezo pelo boi como um inimigo.

    É correto o que se afirma apenas em:

    Escolha uma alternativa para a questão 3bec5a9e-8d
  • 3BE1B514-8D

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A questão toma por base uma passagem do romance O sertanejo, do romântico brasileiro José de Alencar (1829-1877).

                                                          O sertanejo

          O moço sertanejo bateu o isqueiro e acendeu fogo num toro carcomido, que lhe serviu de braseiro para aquentar o ferro; e enquanto esperava, dirigiu-se ao boi nestes termos e com um modo afável:

          – Fique descansado, camarada, que não o envergonharei levando-o à ponta de laço para mostrá-lo a toda aquela gente! Não; ninguém há de rir-se de sua desgraça. Você é um boi valente e destemido; vou dar-lhe a liberdade. Quero que viva muitos anos, senhor de si, zombando de todos os vaqueiros do mundo, para um dia, quando morrer de velhice, contar que só temeu a um homem, e esse foi Arnaldo Louredo.

          O sertanejo parou para observar o boi, como se esperasse mostra de o ter ele entendido, e continuou:

          – Mas o ferro da sua senhora, que também é a minha, tenha paciência, meu Dourado, esse há de levar; que é o sinal de o ter rendido o meu braço. Ser dela, não é ser escravo; mas servir a Deus, que a fez um anjo. Eu também trago o seu ferro aqui, no meu peito. Olhe, meu Dourado. O mancebo abriu a camisa, e mostrou ao boi o emblema que ele havia picado na pele, sobre o seio esquerdo, por meio do processo bem conhecido da inoculação de uma matéria colorante na epiderme. O debuxo de Arnaldo fora estresido com o suco do coipuna, que dá uma bela tinta escarlate, com que os índios outrora e atualmente os sertanejos tingem suas redes de algodão.

          Depois de ter assim falado ao animal, como a um homem que o entendesse, o sertanejo tomou o cabo de ferro, que já estava em brasa, e marcou o Dourado sobre a pá esquerda.

          – Agora, camarada, pertence a D. Flor, e portanto quem o ofender tem de haver-se comigo, Arnaldo Louredo. Tem entendido?... Pode voltar aos seus pastos; quando eu quiser, sei onde achá-lo. Já lhe conheço o rasto.

          O Dourado dirigiu-se com o passo moroso para o mato; chegado à beira, voltou a cabeça para olhar o sertanejo, soltou um mugido saudoso e desapareceu.

          Arnaldo acreditou que o boi tinha-lhe dito um afetuoso adeus.

          E o narrador deste conto sertanejo não se anima a afirmar que ele se iludisse em sua ingênua superstição.

                                                                                               (José de Alencar. O sertanejo. Rio de Janeiro:

                                                                                      Livraria Garnier, [s.d.]. tomo II, p. 79-80. Adaptado.)

    Considere as seguintes palavras do texto:

    I. Moço.

    II. Mancebo.

    III. Sertanejo.

    IV. Valente.

    As palavras utilizadas pelo narrador para referir-se a Arnaldo Louredo estão contidas apenas em:

    Escolha uma alternativa para a questão 3be1b514-8d
  • 3BC5098A-8D

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A questão toma por base uma passagem da Proposta Curricular do Estado de São Paulo (2008).

                                   Prioridade para a competência da leitura e da escrita

          A humanidade criou a palavra, que é constitutiva do humano, seu traço distintivo. O ser humano constitui-se assim um ser de linguagem e disso decorre todo o restante, tudo o que transformou a humanidade naquilo que é. Ao associar palavras e sinais, criando a escrita, o homem construiu um instrumental que ampliou exponencialmente sua capacidade de comunicar-se, incluindo pessoas que estão longe no tempo e no espaço.

          Representar, comunicar e expressar são atividades de construção de significado relacionadas a vivências que se incorporam ao repertório de saberes de cada indivíduo. Os sentidos são construídos na relação entre a linguagem e o universo natural e cultural em que nos situamos. E é na adolescência, como vimos, que a linguagem adquire essa qualidade de instrumento para compreender e agir sobre o mundo real.

          A ampliação das capacidades de representação, comunicação e expressão está articulada ao domínio não apenas da língua mas de todas as outras linguagens e, principalmente, ao repertório cultural de cada indivíduo e de seu grupo social, que a elas dá sentido. A escola é o espaço em que ocorre a transmissão, entre as gerações, do ativo cultural da humanidade, seja artístico e literário, histórico e social, seja científico e tecnológico. Em cada uma dessas áreas, as linguagens são essenciais.

          As linguagens são sistemas simbólicos, com os quais recortamos e representamos o que está em nosso exterior, em nosso interior e na relação entre esses âmbitos; é com eles também que nos comunicamos com os nossos iguais e expressamos nossa articulação com o mundo.

          Em nossa sociedade, as linguagens e os códigos se multiplicam: os meios de comunicação estão repletos de gráficos, esquemas, diagramas, infográficos, fotografias e desenhos. O design diferencia produtos equivalentes quanto ao desempenho ou à qualidade. A publicidade circunda nossas vidas, exigindo permanentes tomadas de decisão e fazendo uso de linguagens sedutoras e até enigmáticas. Códigos sonoros e visuais estabelecem a comunicação nos diferentes espaços. As ciências construíram suas próprias linguagens, plenas de símbolos e códigos. A produção de bens e serviços foi em grande parte automatizada e cabe a nós programar as máquinas, utilizando linguagens específicas. As manifestações artísticas e de entretenimento utilizam, cada vez mais, diversas linguagens que se articulam.

          Para acompanhar tal contexto, a competência de leitura e de escrita vai além da linguagem verbal, vernácula – ainda que esta tenha papel fundamental – e refere-se a sistemas simbólicos como os citados, pois essas múltiplas linguagens estão presentes no mundo contemporâneo, na vida cultural e política, bem como nas designações e nos conceitos científicos e tecnológicos usados atualmente.

                                                    (Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Língua Portuguesa / Coord.

                                                                              Maria Inês Fini. São Paulo: SEE, 2008. p. 16. Adaptado.)

    A escola é o espaço em que ocorre a transmissão, entre as gerações, do ativo cultural da humanidade, seja artístico e literário, histórico e social, seja científico e tecnológico.

    Considerando o período transcrito, analise as seguintes palavras:

    I. risco.

    II. legado.

    III. patrimônio.

    IV. déficit.

    As palavras que poderiam substituir, sem perda relevante de sentido, a palavra “ativo" no período transcrito estão contidas, apenas, em:


    Escolha uma alternativa para a questão 3bc5098a-8d
  • 2A22863B-CF

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-BA · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    imagem-002.jpg

    Analise as correspondências entre a palavra transcrita e o seu significado no texto, marcando V para as afirmações verdadeiras e F, para as falsas.

    ( ) "vorazes" (l. 25) - ávidos
    ( ) "filão" (l. 30) - mercado
    ( ) "desprendimento" (l. 39) - independência
    ( ) "cativar"(l. 50) - atrair
    ( ) "autonomia" (l. 57) - autoridade

    A alternativa que indica a seqüência correta, de cima para baixo, é a:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a22863b-cf
  • 7E76B618-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Para responder à questão 30, considere as afirmativas a seguir, referentes aos textos 1, 2 e 3.

    I. Os textos 1 e 2 têm em comum o uso da primeira pessoa e o fato de constituírem relatos pessoais.

    II. O texto 1 apresenta uma sequência de ações, enquanto o texto 2 enfatiza uma situação específica.

    III. Considerando o trecho “A China, nação que mais polui e que mais consome matéria-prima” ( texto 3, linhas 36 e 37), seria possível imaginar que o narrador do texto 1 é um chinês.

    IV. O texto 1 generaliza a relação homem- natureza, enquanto o texto 3 define os espaços em que ocorre essa relação: na China e no Maracanã.

    Estão corretas apenas as afirmativas

    Escolha uma alternativa para a questão 7e76b618-27
  • 7BC58315-27

    Português

    Figuras de Linguagem
    PUC - RS · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 059.jpg INSTRUÇÃO: Responder à questão 27 com base nas afirmativas abaixo.

    No texto 3, o autor

    I. adota diferentes recursos de linguagem, como expressões metafóricas.

    II. apresenta dados da realidade para sustentar seu ponto de vista.

    III. utiliza interrogações de bom efeito retórico, mas não apresenta respostas para elas.

    IV. dirige- se a um público leitor especializado em ecossistemas.

    Estão corretas apenas as afirmativas



    Escolha uma alternativa para a questão 7bc58315-27
  • 7ADBF810-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 058.jpg INSTRUÇÃO: Responder à questão 26 analisando as afirmativas e preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).

    ( ) A descrição presente nas linhas 03 a 05 está para a vida assim como a ideia iniciada por “Só que” ( linha 09) está para a morte.

    ( ) “montão de gente” ( linha 04), “cheguei na beira” ( linha 06), “monte de coisinhas” ( linhas 06 e 07) são construções exclusivas do falar infantil.

    ( ) No trecho das linhas 03 a 05, verbos como “era” e “caminhava” contribuem para formar o cenário decorrente da ação “levaram” ( linhas 01 e 02).

    ( ) Embora sem nexos explícitos, o texto finaliza (“Só que... casa” linhas 09 a 11) com duas conclusões interrelacionadas: uma referente a morte e outra a desconsolo.

    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 7adbf810-27
  • 79F40F31-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 058.jpg INSTRUÇÃO: Responder à questão 25 com base nas ideias que completam a frase a seguir.

    O texto permite concluir que a narradora

    1. valoriza mais as boas lembranças do que as más.

    2. chama o que vê na praia de “coisinhas prateadas” porque não conhece ainda a palavra “peixes”.

    3. assusta- se com as ondas inquietas e a multidão que invade a praia.

    4. passa por uma quebra de expectativa no decorrer do episódio narrado.

    5. foi mais de uma vez à beira do mar.

    Apenas estão corretas as afirmativas

    Escolha uma alternativa para a questão 79f40f31-27
  • 790B8DFD-27

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 057.jpg INSTRUÇÃO: Para responder à questão 24, leia as informações sobre as palavras numeradas de 1 a 4 e preencha os parênteses com V (verdadeiro) e F (falso).

    1. “implacável” ( linha 02)

    2. “irrespirável” ( linha 03)

    3. “irreciclável” ( linha 16)

    4. “biodesagradável” ( linha 16)

    Sobre essas palavras, afirma- se:

    ( ) todas contêm um elemento negativo.

    ( ) o sufixo – ável denota a ideia de “passível de”, diferentemente de – adas, em “arrasadas” ( linha 08), que denota processo concluído.

    ( ) nas palavras 1 e 2, um mesmo prefixo assume grafias diversas, em decorrência das letras (“p” e “r”) seguintes.

    ( ) a palavra 4 apresenta um elemento a mais do que as palavras 1 e 2.

    O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 790b8dfd-27
  • 78268831-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 057.jpg Considerando o sentido de algumas palavras/ expressões no texto, NÃO é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 78268831-27
  • 773F99FB-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 057.jpg Considerando a forma e a função do texto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 773f99fb-27
  • 765A889F-27

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 057.jpg Pela leitura do texto, conclui- se que o narrador
    Escolha uma alternativa para a questão 765a889f-27
  • 5930D7B1-26

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - SP · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg Ao longo do texto, são empregadas as palavras “extraordinária”, “epopeia” e “épico”. Elas têm por objetivo:

    Escolha uma alternativa para a questão 5930d7b1-26
  • 583CF07B-26

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - SP · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg A ordem sintática contribui para a construção dos sentidos do texto. Em “percorreram o continente americano, de sul a norte, de carro”, há:

    Escolha uma alternativa para a questão 583cf07b-26
  • 564E4546-26

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - SP · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg No título da matéria, o uso do substantivo “pioneiros” decorre da necessidade de reforçar.

    Escolha uma alternativa para a questão 564e4546-26
  • 554233D5-26

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - SP · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg O texto de Diogo Schelp tem por função social.

    Escolha uma alternativa para a questão 554233d5-26
  • 431D46A7-12

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 037.jpg



    No trecho “dotadas da prerrogativa ou de competência”, a presença de artigo antes do primeiro substantivo e a sua ausência antes do segundo fazem que o sentido de cada um desses substantivos seja, respectivamente,

    Escolha uma alternativa para a questão 431d46a7-12