Questões do ENEM: Linguagens e Coesão e coerência

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Resultados

771 questões encontradas. Mostrando a página 36 de 39.

  • 3321474F-B5

    Português

    Análise sintática
    UECE · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    Felicidade clandestina

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    (Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

    Indique a opção que traz um comentário INCORRETO sobre o trecho “E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha.” (linhas 73-75).
    Escolha uma alternativa para a questão 3321474f-b5
  • 3319065F-B5

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    Felicidade clandestina

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    (Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

    Atente para o que é dito sobre a frase inicial do sexto parágrafo: “Mas não ficou simplesmente nisso” (linha 39).

    I - A partícula “mas” tem, no texto, a propriedade de atuar sobre o receptor e tentar levá-lo a aceitar o ponto de vista do locutor.
    II - O “mas” sugere que o locutor se antecipa a uma possível conclusão apressada do interlocutor sobre o que vinha sendo informado.
    III - O vocábulo “nisso” retoma um elemento único do parágrafo anterior – “dia seguinte” (linha 33).

    Está correto o que é dito
    Escolha uma alternativa para a questão 3319065f-b5
  • 33118518-B5

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    Felicidade clandestina

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    (Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

    Considere o trecho entre as linhas 106 e 109, quando o narrador retoma o título: “Felicidade clandestina”: “Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim”. Em seguida determine o(s) item(ns) que oferece(m) um comentário coerente em relação ao título, tomando o texto como um todo.

    I - O clandestino relaciona-se com o proibido, algo que tem poder desestruturador. E esse poder a leitura consegue ter, quando realizada com intensidade.
    II - A erotização da leitura – o erótico é sempre visto como ilegal e/ou ilegítimo – que a personagem-narradora promove pode justificar a clandestinidade.
    III - O prazer intenso provocado pela leitura envolve não só o cérebro, o intelecto, mas os sentidos, o corpo, a libido, daí a clandestinidade.

    São coerentes os comentários feitos
    Escolha uma alternativa para a questão 33118518-b5
  • 330D85E9-B5

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    Felicidade clandestina

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    (Clarice Lispector. Clarice na cabeceira. p. 185-188. Adaptação.)

    Ao longo do texto, distribuem-se expressões que, reunidas, apontam para o título.
    Marque a opção que mostra uma ou mais dessas expressões. 
    Escolha uma alternativa para a questão 330d85e9-b5
  • C405DFF3-B5

    Português

    Coesão e coerência
    UESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    Os dois segmentos a seguir formariam, coerentemente, um só segmento se fossem unidos pela seguinte expressão conectora:


    1) A Internet é, por assim dizer, um livro interativo.

    2) Plugados à rede, somos, autores e leitores.

    Escolha uma alternativa para a questão c405dff3-b5
  • C3FA89DA-B5

    Português

    Coesão e coerência
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    Considerando a coerência requerida para o Texto 2, pode-se reconhecer uma ligação, historicamente sequenciada, entre quatro elementos referidos no texto, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão c3fa89da-b5
  • C3D46406-B5

    Português

    Coesão e coerência
    UESPI · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    Observe o seguinte fragmento: “Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos”. Nesse fragmento, o pronome sublinhado:


    1) é adequado a um texto de nível formal.

    2) funciona como um elemento de coesão.

    3) retoma toda a afirmação anterior.

    4) poderia também estar no plural.


    Estão corretas: 

    Escolha uma alternativa para a questão c3d46406-b5
  • 46C450AE-B4

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    HILLMAN, James. A força do caráter: e a poética de uma vida longa. Tradução Eliana Sabino. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. p. 16. Tradução de: The force og character. 
    Sobre o segundo parágrafo, está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 46c450ae-b4
  • 91F2368C-B3

    Português

    Coesão e coerência
    FUVEST · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão

    Leia esta notícia científica:

    Há 1,5 milhão de anos, ancestrais do homem moderno deixaram pegadas quando atravessaram um campo lamacento nas proximidades do Ileret, no norte do Quênia. Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu essas marcas recentemente e mostrou que elas são muito parecidas com as do “Homo sapiens”: o arco do pé é alongado, os dedos são curtos, arqueados e alinhados. Também, o tamanho, a profundidade das pegadas e o espaçamento entre elas refletem a altura, o peso e o modo de caminhar atual. Anteriormente, houve outras descobertas arqueológicas, como, por exemplo, as feitas na Tanzânia, em 1978, que revelaram pegadas de 3,7 milhões de anos, mas com uma anatomia semelhante à de macacos. Os pesquisadores acreditam que as marcas recém-descobertas pertenceram ao “Homo erectus”.

    Revista FAPESP, nº 157, março de 2009. Adaptado.  
    No trecho “semelhante à de macacos”, fica subentendida uma palavra já empregada na mesma frase. Um recurso linguístico desse tipo também está presente no trecho assinalado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 91f2368c-b3
  • 91E879F2-B3

    Português

    Coesão e coerência
    FUVEST · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010 

    Mário Quintana, As cem melhores crônicas brasileiras.  


    *Glossário:

    estremunhado: mal acordado.

    chiru: que ou aquele que tem pele morena, traços acaboclados

    (regionalismo: Sul do Brasil).  



    Considerando que “silepse é a concordância que se faz não com a forma gramatical das palavras, mas com seu sentido, com a ideia que elas representam”, indique o fragmento em que essa figura de linguagem se manifesta.
    Escolha uma alternativa para a questão 91e879f2-b3
  • 514166EC-B1

    Português

    Coesão e coerência
    UEMG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    LEIA a tira abaixo para responder ao que se pede.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Disponível em HTTP:tirinhasdografield.bogspot.com.br


    O pronome demonstrativo usado por uma das personagens, no segundo quadrinho, é um elemento de coesão textual que se refere

    Escolha uma alternativa para a questão 514166ec-b1
  • FED5F4B3-B0

    Português

    Coesão e coerência
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. São Paulo: Bertrand Brasil,

    2003, Prefácio. Adaptado. Não paginado.

    “A partir daí, podemos assumir, mas com plena consciência, o destino antropológico do homo sapiens-demens, que implica nunca cessar de fazer dialogar em nós mesmos sabedoria e loucura, ousadia e prudência, economia e gasto, temperança e ‘consumação’, desprendimento e apego.” (l. 55-60)

    Sobre o fragmento em destaque, pode-se afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão fed5f4b3-b0
  • FEC04054-B0

    Português

    Coesão e coerência
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. São Paulo: Bertrand Brasil,

    2003, Prefácio. Adaptado. Não paginado.

    A alternativa que relaciona, respectivamente, as palavras “sapiens” (l. 2) e “demens” (l. 5) a referências adequadas, de acordo com o contexto, é a
    Escolha uma alternativa para a questão fec04054-b0
  • 5492A33B-AF

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Instruções: Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.


    Banana, a fruta mais consumida e perigosa do mundo

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010


    (Adaptado de Sergio Augusto, O Estado de S. Paulo, 26/04/2008)

    Em 1911, os “soldados da banana” invadiram Honduras, depuseram o presidente e ainda exigiram que o seu substituto os reembolsasse pelas despesas da invasão.

    Outra redação para o segmento destacado acima, que mantém a clareza e a conformidade com o padrão culto, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 5492a33b-af
  • 54875D47-AF

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - Campinas · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Instruções: Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.


    Banana, a fruta mais consumida e perigosa do mundo

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010


    (Adaptado de Sergio Augusto, O Estado de S. Paulo, 26/04/2008)

    O segmento do texto que está adequadamente formulado com outras palavras é:
    Escolha uma alternativa para a questão 54875d47-af
  • 5479E6EE-AF

    Português

    Análise sintática
    PUC - Campinas · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Instruções: Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.


    Banana, a fruta mais consumida e perigosa do mundo

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010


    (Adaptado de Sergio Augusto, O Estado de S. Paulo, 26/04/2008)

    Só as espécies variam: ao todo, 35; algumas exclusivas de determinadas regiões; todas pertencentes a um gênero de vegetal (herbáceo rizomatoso, de folhas basais imbricadas e inflorescências terminais), cujo nome científico, Musa, nada tem a ver com as deusas inspiradoras da Grécia.

    Considerado o trecho acima, em seu contexto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 5479e6ee-af
  • 54766F45-AF

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - Campinas · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Instruções: Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.


    Banana, a fruta mais consumida e perigosa do mundo

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010


    (Adaptado de Sergio Augusto, O Estado de S. Paulo, 26/04/2008)

    banana é banana em todos os quadrantes. Só as espécies variam... (1º parágrafo)

    Integrando os segmentos acima em uma única frase, ela preserva o sentido original e a correção se for assim formulada: banana é banana em todos os quadrantes,
    Escolha uma alternativa para a questão 54766f45-af
  • 1921EE29-AF

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - RS · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Responder a questão com base no texto1.


    TEXTO 1

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

     http://pessoas.hsw.uol.com.br/medo1.htm

    01/09/2009 (adaptado).

    INSTRUÇÃO: Para responder a questão, analise as possibilidades de reescrita do primeiro parágrafo do texto 1, apresentadas abaixo.

    I. Com o passar do tempo, as pessoas que sentiram medo tiveram mais pressão evolutiva favorável, pois, assim como acontece com os animais, o medo promove a sobrevivência humana. O medo nos leva a evitar situações que representam perigos em nossas vidas: carros em alta velocidade, animais venenosos e doenças contagiosas.

    II. O medo é um sentimento que sempre esteve ligado a pressão evolutiva favorável. O receio de carros em alta velocidade, de animais venenosos e de doenças contagiosas, com o decorrer do tempo, promoveu a sobrevivência, tanto em seres humanos quanto em animais.

    III. Tanto nos seres humanos quanto nos animais, o propósito do medo é o de promover a sobrevivência. Ao longo do tempo, as pessoas que sentiram medo evoluíram mais favoravelmente do que as que não o sentiram. Assim, quem tem medo de carros em alta velocidade, de animais venenosos e de doenças contagiosas tem mais chances de sobreviver do que as pessoas que não têm.

    IV. A pressão evolutiva favorável está ligada ao sentimento de medo, tanto nos homens quanto nos animais. Como o objetivo do medo é promover a sobrevivência é de se esperar que, o receio de carros em alta velocidade, de animais venenosos e de doenças contagiosas leve a pessoa a se proteger e, consequentemente, a viver mais.

    Os parágrafos corretos e coerentes são, apenas,
    Escolha uma alternativa para a questão 1921ee29-af
  • 89725404-AF

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - Campinas · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo.

         Do primitivismo de Pau-Brasil, saiu em 1927 o movimento Antropófago, chefiado por Oswald de Andrade, com Tarsila do Amaral, Raul Bopp, Antônio de Alcântara Machado e outros. A posição anterior é aí requintada em sentido mitológico e simbólico mais amplo, com uma verdadeira filosofia embrionária da cultura. Oswald propugnava uma atitude brasileira de devoração ritual dos valores europeus, a fim de superar a civilização patriarcal e capitalista, com as suas normas rígidas no plano social e os seus recalques impostos, no plano psicológico.
    (Antonio Candido e José Aderaldo Castello, Presença da Literatura Brasileira − Modernismo. 6. ed. Rio de Janeiro/S. Paulo: Difel, 1977. p. 16) 
    O que nesse trecho se afirma pode ser adequadamente ilustrado com esta passagem de Oswald de Andrade:
    Escolha uma alternativa para a questão 89725404-af
  • 894A717C-AF

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - Campinas · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, considere o texto abaixo.


         Creio que a posição de José de Alencar, quanto ao processo de colonização, é clara. No último capítulo de Iracema, quando Poti se converte, o narrador se regozija: “Germinou a palavra do Deus verdadeiro na terra selvagem; e o bronze sagrado ressoou nos vales onde rugia o maracá”. A frase diz tudo: não há relativismo religioso em Alencar: Tupã é o deus falso; o deus dos cristãos é o deus verdadeiro. E a civilização cristã é, já pelo fato de ser cristã, superior.

    (Paulo Franchetti, “Apresentação” a Iracema, de José de Alencar. S.Paulo: Ateliê Editorial, 2006. p. 82) 

    Na passagem citada Germinou a palavra do Deus verdadeiro na terra selvagem; e o bronze sagrado ressoou nos vales onde rugia o maracá,

    I. deve-se entender que há uma correspondência entre palavra do Deus e bronze sagrado, ambas as expressões referindo-se à propagação da fé cristã.
    II. os verbos ressoar e rugir estão empregados de modo a sublinhar a distinção entre a religião cristã e as crenças indígenas.
    III. expressa-se, em linguagem figurada, a reação do colonizador diante das aspirações dos colonos nacionalistas.


    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 894a717c-af