Questões do ENEM: Linguagens e Sintaxe

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1.390 questões encontradas. Mostrando a página 33 de 70.

  • 0ED13A9E-B4

    Português

    Artigos
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO II:

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

         Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho. Acessado em mar.2017)

    Sobre a tirinha anterior, produzida em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres, assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 0ed13a9e-b4
  • 34C36AFF-B4

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    O romance O Tronco traz palavras como cidadona e calçadona, termos que fazem parte da cultura popular, típica do interior goiano que o romance aborda, comumente expressa na linguagem oral. A frase a seguir não faz parte do romance, foi adaptada. Assinale a alternativa CORRETA que a expressa em linguagem culta, inclusive observando a pontuação: Cidadonas quando ocês vim intermedia aí pra eu. Se vê o proprietário pede que me liga.
    Escolha uma alternativa para a questão 34c36aff-b4
  • 16D6C7EC-B3

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    IF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Fragmento 1
    Eu canto porque o instante existe
    e a minha vida está completa.
    Não sou alegre nem sou triste:
    sou poeta.
    [...]
    Sei que canto. E a canção é tudo.
    Tem sangue eterno a asa ritmada.
    E um dia sei que estarei mudo:
    — mais nada.
    (“Motivo”, Cecília Meirelles, Viagem, 1939)

    Fragmento 2
    A gente quer um lugar pra gente
    A gente quer é de papel passado
    Com festa, bolo e brigadeiro
    A gente quer um canto sossegado
    A gente quer um canto de sossego.
    (O descobrimento do Brasil, Legião Urbana, 1993)

    Leia os fragmentos para responder a questão:


    Tanto no Fragmento 1 como no Fragmento 2 aparece a palavra "canto". Sobre o emprego dessa palavra, é possível afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 16d6c7ec-b3
  • 29C70442-B3

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Montes Claros - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2016/04/1761289-quando-ira-a-maquina-superar-os-humanos.shtml>. Acesso em: 14 set.2017. Adaptado. 

    Nas quatro orações a seguir, encontra-se em destaque a partícula “que”. Em seu uso, essa partícula desempenha funções sintáticas distintas – de um enunciado para outro –, a depender do contexto e das ocorrências linguísticas presentes.

    Assinale, abaixo, apenas a alternativa em que a partícula em destaque apresenta uma função sintática diferente da ocorrida nas demais alternativas dessa questão.
    Escolha uma alternativa para a questão 29c70442-b3
  • 11B72730-B3

    Português

    Análise sintática
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a tira a seguir e marque a alternativa incorreta.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Escolha uma alternativa para a questão 11b72730-b3
  • 11B3E247-B3

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    Leia a notícia abaixo e responda à questão que se segue:

    Brasil é o país mais perigoso do mundo para
    ambientalistas
    País aparece no topo de ranking internacional pelo
    quinto ano consecutivo (Revista Caros Amigos, 13/7/2017)

                Nunca tantas pessoas foram assassinadas no mundo em defesa do meio ambiente como em 2016. A liderança do ranking que mapeia esse tipo de violência, mais uma vez, é do Brasil: foram 49 mortes no ano passado, divulgou a organização Global Witness nesta quinta-feira 13.
             "Não foi uma surpresa. O Brasil é o país mais perigoso do mundo para quem luta pelos direitos ligados à terra e à proteção do meio ambiente", afirma Billy Kyte, da organização inglesa. Em todo o mundo, 200 assassinatos de ativistas ambientais foram mapeados pela organização.                   
             "Isso é só a ponta do iceberg. Acreditamos que o número de mortes seja maior, mas nem sempre elas chegam ao conhecimento público, ou suas reais causas são relatadas", comenta Kyte.               
            A Global Witness reúne as informações desde 2002, e há cinco anos o Brasil apareceu pela primeira vez no topo da lista. Desde então, o país nunca mais perdeu a posição de "liderança".


    Amazônia: território violento
                 Rondônia, Maranhão e Pará – todos parte da Amazônia Legal – foram os estados mais violentos em 2016. Para a Comissão Pastoral da Terra (CPT), criada em 1975 e inicialmente ligada à Igreja Católica, o avanço da fronteira agrícola está por trás desse cenário.
             "A causa está na expansão do agronegócio, construção de grandes obras de infraestrutura como barragens e hidrelétricas, ferrovias", diz Thiago Valentin, da secretaria nacional da CPT. "É um problema histórico: a exploração de quem vem de fora sobre as pessoas que moram na região", acrescenta.
             Assim como a Global Winess, a CPT contabiliza assassinatos de lideranças comunitárias, indígenas, sem-terras, posseiros, trabalhadores rurais e quilombolas. Em 2016, o órgão contabilizou ainda mais mortes que a ONG: 61 vítimas.
            "Essas pessoas são muito muito mais que defensores ambientais. Estão lutando por direitos, por território, por terra, por água. Vai muito além da questão ambiental", reforça Valentin.


    Lobby do agronegócio
                O pesquisador Carlos Alberto Feliciano, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), publicou uma série de artigos sobre a violência no campo. Ele calcula que, desde o ano 2000, cerca de 1 milhão de famílias já sofreram ameaças em decorrência de conflitos. "Vão desde despejo, destruição da colheita e da casa e ameaças físicas", detalha Feliciano.
             A tendência é negativa, alerta o pesquisador. "O agronegócio precisa, até 2026, segundo dados divulgados pelo próprio setor, de 15 milhões de hectares. Para se expandir assim, haverá avanço sobre as terras de alguém. Então, a tendência é que essa violência aumente."
             "O lobby do agronegócio no Brasil é muito forte. E agora vemos um governo que está voltando atrás na proteção de leis ambientais, o que provoca mais mortes", critica Kyte.


    Como frear a violência
            Em todo o mundo, a luta pelos direitos da terra e pelos recursos naturais motivaram os 200 assassinatos registrados em 2016. "A imposição de projetos de mineração, hidrelétricas, exploração de madeira e agropecuária sobre o território ocupado por comunidades tradicionais, e sem o consentimento delas, impulsionam as mortes", avalia a Global Witness.
              Na Colômbia, onde o processo de paz foi negociado, o ano passado foi o mais letal da história para ativistas. Áreas até então ocupadas pelo movimento armado estão, agora, na mira de empresas extrativistas. E as comunidades que retornam para seus antigos territórios têm sido vítimas de ataques, segundo a organização.
              A Global Witness responsabiliza governos, empresas, investidores e parcerias bilaterais pelo cenário que leva às mortes. "Eles precisam atacar as causas do aumento da violência, não autorizar ou participar dos projetos. E mais: os assassinos precisam ser responsabilizados e presos", argumenta Kyte.
             No Brasil, o Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, criado em 2004, atende sete estados do país, mas não cobre os três com maior número de mortes em 2016 – Maranhão, Pará e Rondônia.
    A respeito dos aspectos relativos à concordância verbal presentes no Texto 1, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 11b3e247-b3
  • 11B0D3B0-B3

    Português

    Análise sintática
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    Leia a notícia abaixo e responda à questão que se segue:

    Brasil é o país mais perigoso do mundo para
    ambientalistas
    País aparece no topo de ranking internacional pelo
    quinto ano consecutivo (Revista Caros Amigos, 13/7/2017)

                Nunca tantas pessoas foram assassinadas no mundo em defesa do meio ambiente como em 2016. A liderança do ranking que mapeia esse tipo de violência, mais uma vez, é do Brasil: foram 49 mortes no ano passado, divulgou a organização Global Witness nesta quinta-feira 13.
             "Não foi uma surpresa. O Brasil é o país mais perigoso do mundo para quem luta pelos direitos ligados à terra e à proteção do meio ambiente", afirma Billy Kyte, da organização inglesa. Em todo o mundo, 200 assassinatos de ativistas ambientais foram mapeados pela organização.                   
             "Isso é só a ponta do iceberg. Acreditamos que o número de mortes seja maior, mas nem sempre elas chegam ao conhecimento público, ou suas reais causas são relatadas", comenta Kyte.               
            A Global Witness reúne as informações desde 2002, e há cinco anos o Brasil apareceu pela primeira vez no topo da lista. Desde então, o país nunca mais perdeu a posição de "liderança".


    Amazônia: território violento
                 Rondônia, Maranhão e Pará – todos parte da Amazônia Legal – foram os estados mais violentos em 2016. Para a Comissão Pastoral da Terra (CPT), criada em 1975 e inicialmente ligada à Igreja Católica, o avanço da fronteira agrícola está por trás desse cenário.
             "A causa está na expansão do agronegócio, construção de grandes obras de infraestrutura como barragens e hidrelétricas, ferrovias", diz Thiago Valentin, da secretaria nacional da CPT. "É um problema histórico: a exploração de quem vem de fora sobre as pessoas que moram na região", acrescenta.
             Assim como a Global Winess, a CPT contabiliza assassinatos de lideranças comunitárias, indígenas, sem-terras, posseiros, trabalhadores rurais e quilombolas. Em 2016, o órgão contabilizou ainda mais mortes que a ONG: 61 vítimas.
            "Essas pessoas são muito muito mais que defensores ambientais. Estão lutando por direitos, por território, por terra, por água. Vai muito além da questão ambiental", reforça Valentin.


    Lobby do agronegócio
                O pesquisador Carlos Alberto Feliciano, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), publicou uma série de artigos sobre a violência no campo. Ele calcula que, desde o ano 2000, cerca de 1 milhão de famílias já sofreram ameaças em decorrência de conflitos. "Vão desde despejo, destruição da colheita e da casa e ameaças físicas", detalha Feliciano.
             A tendência é negativa, alerta o pesquisador. "O agronegócio precisa, até 2026, segundo dados divulgados pelo próprio setor, de 15 milhões de hectares. Para se expandir assim, haverá avanço sobre as terras de alguém. Então, a tendência é que essa violência aumente."
             "O lobby do agronegócio no Brasil é muito forte. E agora vemos um governo que está voltando atrás na proteção de leis ambientais, o que provoca mais mortes", critica Kyte.


    Como frear a violência
            Em todo o mundo, a luta pelos direitos da terra e pelos recursos naturais motivaram os 200 assassinatos registrados em 2016. "A imposição de projetos de mineração, hidrelétricas, exploração de madeira e agropecuária sobre o território ocupado por comunidades tradicionais, e sem o consentimento delas, impulsionam as mortes", avalia a Global Witness.
              Na Colômbia, onde o processo de paz foi negociado, o ano passado foi o mais letal da história para ativistas. Áreas até então ocupadas pelo movimento armado estão, agora, na mira de empresas extrativistas. E as comunidades que retornam para seus antigos territórios têm sido vítimas de ataques, segundo a organização.
              A Global Witness responsabiliza governos, empresas, investidores e parcerias bilaterais pelo cenário que leva às mortes. "Eles precisam atacar as causas do aumento da violência, não autorizar ou participar dos projetos. E mais: os assassinos precisam ser responsabilizados e presos", argumenta Kyte.
             No Brasil, o Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, criado em 2004, atende sete estados do país, mas não cobre os três com maior número de mortes em 2016 – Maranhão, Pará e Rondônia.
    Em todas as alternativas a seguir, a classificação morfossintática das palavras destacadas está correta, exceto em:
    Escolha uma alternativa para a questão 11b0d3b0-b3
  • F6CBC5DC-B2

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PE · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Disponível em: http://www.a12.com/redacaoa12/opiniao/doses-de-altruismo. Acesso: 10 out. 2017.

    Releia o trecho abaixo, que corresponde à parte do diálogo presente no TEXTO 3, analise as proposições seguintes e assinale a alternativa CORRETA.


    “-Quando o frio chegar, vou renovar meu guarda-roupa de inverno.”


    I. À medida que o frio chegar, vou renovar meu guarda-roupa de inverno.

    II. Quanto mais o frio chegar, vou renovar meu guarda-roupa de inverno.

    III. Logo que o frio chegar, vou renovar meu guarda-roupa de inverno.

    IV. Sempre que o frio chegar, vou renovar meu guarda-roupa de inverno.

    V. Assim que o frio chegar, vou renovar meu guarda-roupa de inverno.


    O sentido do trecho está preservado, apenas, em

    Escolha uma alternativa para a questão f6cbc5dc-b2
  • F6C4D56D-B2

    Português

    Análise sintática
    IF-PE · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2

    “O BONZINHO SE DÁ MAL”: GENEROSIDADE E MANIPULAÇÃO


    (1) Você tenta levar sua vida direitinho. Busca ser cordial e ter empatia com o semelhante. Trata o outro bem, pois acha que é assim que qualquer criatura merece ser tratada. Com quem gosta mais, vai além. Se lhe sobra, compartilha. Quando vê o erro, o instinto de proteção passa na frente e você tenta alertar. Se cabem dois, por que ir sozinho? Isso te alegra, então eu fico contente.

    (2) A você, tudo isso parece ser natural, orgânico. E daí você se engana. De forma egoísta, acha que tem o direito de retirar do outro o direito de ser quem ele é. Quer recíproca, similaridade, espelhamento de atitudes. Vê injustiça na troca, acha que faz mais e recebe menos. “Trouxa, agora está aí cultivando mágoas. Da próxima vez, farei diferente”. E não reflete sobre tudo o que se passou.

    (3) Ser verdadeiramente generoso é uma virtude que contempla um pequeno punhado de pessoas. Em geral, emprestamos em vez de doar. E não fazemos isso por uma debilidade de caráter: a vida se mantém a partir de trocas, tudo só existe em relação.

    (4) Quando tentamos oferecer algo gratuitamente, inconscientemente esperamos alguma contrapartida: reconhecimento, carinho, atenção, prestígio, escuta, aprovação. Às vezes, buscamos apenas sermos percebidos e validados naquilo que somos, mas não cremos ser. É bem comum. Nisso, tornam-se admiráveis os que ajudam desconhecidos, sem se importarem com os problemas dos que estão próximos – a quem poderão cobrar pela generosidade?

    (5) O mesmo vale para os mercenários: aqueles que sabem dar preço às coisas mais impalpáveis, que encontram equivalência entre dois valores tão díspares, mas deixam as intenções às claras. Só nos sentimos enganados quando não deixamos às claras o preço das nossas atitudes.

    (6) A generosidade é uma das formas mais primitivas de manipulação desenvolvidas pelo ser humano. Vem do berço. Mais precisamente, do colo. A nossa primeira referência de doação vem da mãe, ou de quem exerceu esse papel. O bebê, indefeso e incapaz, estará submetido à oferta que provém dessa fonte. E aí aprendemos o que é chantagem emocional, que mais tarde se traduzirá no duelo entre o “só eu sei o que fiz por você” versus “você poderia ser melhor para mim”. Quem sai vencedor? A culpa. Justo ela, uma das emoções mais tóxicas que povoam nossa alma.

    (7) O comportamento de abuso é fruto desse eixo desestrutural, seja para o abusador ou para o abusado. Há, inclusive, uma espécie de alternância entre esses papéis. Quando o dito generoso se vê menosprezado pelo outro, diz: isso é um absurdo, depois de tudo que eu fiz. Mas não percebe o quanto esse fazer é, em si, uma atitude abusiva.

    (8) Isso não é uma ode ao egoísmo ou à ganância. Mas a partilha saudável é aquela que se dá em acordo, de forma pura. Se não consegue, melhor não ser generoso, para também não ser hipócrita. Ou, pior: emitir faturas para guardá-las na gaveta, à espera da melhor oportunidade de apresentá-la àquele que julgar devedor. Não esqueçamos: são as boas intenções que lotam o inferno.

    TORRES, João Rafael. “O bonzinho se dá mal”: generosidade e manipulação. Disponível em: https://www.metropoles.com/colunas-blogs/psique/o-bonzinho-se-da-mal-generosidade-e-manipulacao. Acesso: 08 out. 2017(adaptado).

    Releia o seguinte trecho, extraído do TEXTO 2, reflita sobre questões de coerência e coesão textuais e assinale a alternativa CORRETA.


    “(1) Você tenta levar sua vida direitinho. Busca ser cordial e ter empatia com o semelhante. Trata o outro bem, pois acha que é assim que qualquer criatura merece ser tratada. Com quem gosta mais, vai além. Se lhe sobra, compartilha. Quando o erro, o instinto de proteção passa na frente e você tenta alertar. Se cabem dois, por que ir sozinho? Isso te alegra, então eu fico contente.” (1º parágrafo).

    Escolha uma alternativa para a questão f6c4d56d-b2
  • F6B931DA-B2

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IF-PE · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

    ESTUDO REVELA QUE PRATICAR ATOS DE GENEROSIDADE TRAZ FELICIDADE

          Cientistas realizaram experimento em um laboratório em Zurique com 50 pessoas que relataram seus próprios níveis de felicidade após atos de generosidade


    (1) O que inspira os humanos a praticarem atos de generosidade? Economistas, psicólogos e filósofos refletem sobre esta questão há milênios.

    (2) Se pressupusermos que o comportamento humano é motivado, principalmente, pelo interesse pessoal, parece ilógico sacrificar voluntariamente os recursos pelos outros.

    (3) Na tentativa de resolver esse paradoxo, alguns especialistas formularam a teoria de que doar ou presentear satisfaz o desejo de elevar a posição do indivíduo em um grupo.

    (4) Outros sugeriram que o ato promove a cooperação tribal e a coesão - um elemento-chave na sobrevivência dos mamíferos. Outra explicação é que doamos apenas porque esperamos receber algo em troca.

    (5) Um estudo publicado recentemente sugere que a resposta pode ser muito mais simples: doar nos deixa felizes. Os cientistas realizaram um experimento em um laboratório em Zurique com 50 pessoas que relataram seus próprios níveis de felicidade após atos de generosidade.

    (6) Consistentemente, eles indicaram que doar era uma experiência de bem-estar.

    (7) Ao mesmo tempo, os exames de ressonância magnética revelaram que uma área do cérebro ligada à generosidade desencadeou uma resposta em outra parte relacionada à felicidade.

    (8) "Nosso estudo fornece evidências comportamentais e neurais que apoiam a ligação entre generosidade e felicidade", escreveu a equipe na revista científica Nature Communications.

    (9) Os pesquisadores informaram aos participantes que cada um deles teria à disposição um valor de 25 francos suíços (US$ 26) por semana durante quatro semanas.

    (10) Metade dos participantes foram convidados a se comprometer a gastar o dinheiro com outras pessoas, enquanto o resto poderia planejar como gastaria o dinheiro com eles próprios. Nenhum dinheiro foi realmente recebido ou gasto por nenhum dos dois grupos.

    (11) Depois de se comprometerem com os gastos, os participantes responderam às perguntas enquanto seus cérebros estavam sendo examinados. As perguntas evocaram cenários que opunham os próprios interesses dos participantes contra os interesses dos beneficiários da sua generosidade experimental.

    (12) Os pesquisadores examinaram a atividade em três áreas do cérebro - uma ligada ao altruísmo e ao comportamento social; uma segunda, à felicidade; e uma terceira área envolvida na tomada de decisões.

    (13) A equipe descobriu que o grupo que se comprometeu a doar o dinheiro relatou estar mais feliz do que os que iam gastar a quantia com eles próprios.

    (14) As descobertas têm implicações para a educação, política, economia e saúde pública, segundo os pesquisadores.

    (15) "A generosidade e a felicidade melhoram o bem-estar individual e podem facilitar o sucesso social", escreveram. 

    Jornal do Commércio. Disponível em: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/mundo/internacional/noticia/2017/07/12/estudo-revela-que-praticar-atos-de-generosidade-traz-felicidade-294878.php. Acesso: 08 out. 2017(adaptado).

    Analise as proposições a seguir, acerca da sintaxe de concordância em alguns trechos do TEXTO 1, e assinale a alternativa CORRETA.


    I. Em: “Nosso estudo fornece evidências comportamentais e neurais que apoiam a ligação [...]” (8º parágrafo), o termo em destaque deveria ter sido grafado no singular, concordando com “nosso estudo”.

    II. No trecho: “cada um deles teria à disposição [...]” (9º parágrafo), se pluralizássemos o termo destacado, a correção gramatical não seria prejudicada.

    III.Em: “Metade dos participantes foram convidados [...]” (10º parágrafo), o termo destacado tanto pode concordar com “participantes” quanto com “metade”, o que faculta sua pluralização.

    IV.No trecho: “foram convidados a se comprometer [...]” (10º parágrafo), a concordância está inadequada visto que ambas as formas verbais deveriam estar com a mesma flexão de número.

    V. Em: “o resto poderia planejar como gastaria [...]” (10º parágrafo), a concordância está adequada, uma vez que o termo em destaque concorda com “o resto”.


    Estão CORRETAS, apenas, as proposições

    Escolha uma alternativa para a questão f6b931da-b2
  • C5C58EAC-B2

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    AMADO, Jorge. Tenda dos milagres. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 175-176.

    Há a identificação correta de um fato de morfossintaxe devidamente marcado em

    I. “não lhe basta o que já sabe? (l. 1-2) – Caso de colocação pronominal.

    II. “Pedro Archanjo ria da pressa” (l. 3) – Conectivo que marca uma regência.

    III. “Longa e árida seria a relação” (l. 10) – Função de predicativo do sujeito.

    IV. “por ocasião do assalto à oficina” ( l. 29-30) – Objeto indireto.

    V. “gostava de tê-los à mão” (l. 34) – Adjunto adverbial.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5c58eac-b2
  • C5A187F4-B2

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade do Estado da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO: 


    O FIM DO EMPREGO

    O futuro do trabalho no mundo globalizado

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Adaptado de: MACHADO, João Luís de Almeida. O fim do emprego.
    O futuro do trabalho no mundo globalizado. Disponível em: <http:/
    /www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1069.
    Passim> . Acesso em: 24 nov. 2017.

    Observe o seguinte período:

    “adentramos um mundo em que o emprego, aquele vínculo entre empresa e empregado, que dá ao funcionário uma forte sensação de estabilidade associada a fatores, como os benefícios trabalhistas, e, principalmente, o salário mensal, está dando lugar ao conceito de trabalho. (l. 48-54)

    Há uma afirmação correta sobre fatos gramaticais presentes nesse trecho em

    I. O período é composto por coordenação.
    II. “está dando lugar” se refere a “o emprego”.
    III. “aquele vínculo entre empresa e empregado” constitui um aposto.
    IV. Há duas ocorrências do conectivo que, como conjunção integrante.
    V. “ao funcionário” tem a função de complemento nominal.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5a187f4-b2
  • A241C365-B2

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os versos do poema ''Os estatutos do homem'' de Tiago Melo para responder à questão:


    "O homem confiará no homem como um menino confia em outro"

    (...)

    "e saber que é a água

    que dá à planta o milagre da flor"

    (...)

    "Fica proibido o uso da palavra liberdade,

    a qual será suprimida dos dicionários"


    Observe a análise sintática dos termos a seguir:

    I. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (objeto indireto)

    II. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (adjunto adverbial)

    III. A expressão "o milagre da flor" - (objeto direto e indireto, respectivamente)

    IV. A expressão "em outro" - (objeto indireto do verbo confiar)


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão a241c365-b2
  • A23CF9C9-B2

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho da entrevista "A Filosofia é pop", feita com o filósofo Mario Sergio Cortella, publicada em maio de 2013, para responder à questão:

    Apesar de interessante, a filosofia costuma parecer chata. Além do seu dom de oratória, como transformou a matéria em algo instigante?
    Agradeço o elogio, mas quero fazer um reparo filosófico. Quando você diz que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, porque dom é algo que se recebe de fora. Ocorre que Deus não me escolheu e disse "você vai ser o cara". Tudo bem, sei que não foi isso que você quis dizer. Mas eu diria que tenho a prática, a intenção e o gosto. Minha intenção é fazer com que a filosofia seja simples sem ser simplória. Em outras palavras, que seja compreensível sem ser banalizável. Por exemplo, na semana da Rio+20, eu participei de um programa especial da Xuxa sobre sustentabilidade. Antes de entrar no ar, uma pessoa da produção me pediu para não usar o termo "biocídio" [eliminação de variadas formas de vida, inclusive a humana], porque não ia ser entendido. Então eu disse: "Lamento, não ajo dessa forma. Vou usar e explicar". Se eu recuso o uso, furto das pessoas o acesso a um conceito importante. Se uso sem explicar, estou dando uma demonstração tola de sabedoria. Mas, se uso e traduzo, estou partilhando. Eu quero que a filosofia seja compreensível.

    Fonte: http://www.revistaplaneta.com.br/a-filosofia-pop/ acessado em 17/08/2017


    Em conformidade com as regras gramaticais, todas as orações destacadas são subordinadas adverbiais, ou seja, elas indicam circunstâncias de tempo, condição, comparação, proporcionalidade entre outras. Como base nessa informação, analise as proposições a seguir:

    I. "porque dom é algo" / "porque não ia ser entendido" - são orações que indicam a causa do que se declara na oração principal;
    II. "Quando você diz" - a oração exprime ideia de tempo e essa circunstância foi estabelecida pela conjunção quando;
    III. "se eu recuso o uso" / "se uso" / "se uso" - as três orações exprimem a condição do fato expresso pela oração principal.
    IV. Transformando as orações adverbiais desenvolvidas, tais como: "Quando você diz que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, porque dom é algo que se recebe de fora." em orações reduzidas, teremos: "Ao dizer que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, por ser o dom algo que se recebe de fora."

    Podemos afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a23cf9c9-b2
  • C8F40E6C-B2

    Português

    Análise sintática
    IF-PE · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Piaimã

         A inteligência do herói estava muito perturbada. Acordou com os berros da bicharia lá em baixo nas ruas, disparando entre as malocas temíveis. E aquele diacho de sagui-açu (...) não era saguim não, chamava elevador e era uma máquina. De-manhãzinha ensinaram que todos aqueles piados berros cuquiadas sopros roncos esturros não eram nada disso não, eram mas cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas.
       O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d’água, em bulhas de sarapantar. Então resolveu ir brincar com a Máquina pra ser também imperador dos filhos da mandioca. Mas as três cunhãs deram muitas risadas e falaram que isso de deuses era gorda mentira antiga, que não tinha deus não e que com a máquina ninguém não brinca porque ela mata. A máquina não era deus não, nem possuía os distintivos femininos de que o herói gostava tanto. Era feita pelos homens. Se mexia com eletricidade com fogo com água com vento com fumo, os homens aproveitando as forças da natureza. Porém jacaré acreditou? nem o herói!
    [... ]
         Estava nostálgico assim. Até que uma noite, suspenso no terraço dum arranhacéu com os manos, Macunaíma concluiu: — Os filhos da mandioca não ganham da máquina nem ela ganha deles nesta luta. Há empate.
    ANDRADE, Mário. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. p. 110.
    No que se refere às relações sintáticas utilizadas na construção do trecho transcrito de Macunaíma, no TEXTO, analise as afirmativas a seguir.

    I. Em “A inteligência do herói estava muito perturbada”, na primeira linha do texto, “muito perturbada”, funciona como predicativo do sujeito.
    II. Em “Tomou-o um respeito cheio de inveja”, “um respeito cheio de inveja” funciona como objeto direto da forma verbal “tomou”.
    III.No trecho “Tomou-o um respeito cheio de inveja”, o pronome oblíquo em “Tomou-o” é um elemento catafórico que se remete à expressão “o herói”, no início do segundo parágrafo.
    IV.No período “Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada”, a expressão “numa cisma assombrada”, sintaticamente, funciona como adjunto adverbial.
    V. Em “A máquina não era deus não, nem possuía os distintivos femininos de que o herói gostava tanto”, a forma verbal gostava possui dois objetos indiretos, respectivamente, “deus” e “distintivos femininos”.

    Estão CORRETAS apenas as proposições
    Escolha uma alternativa para a questão c8f40e6c-b2
  • 50844ABE-B1

    Português

    Sintaxe
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à
    questão. 

         “Não havia um segundo a perder. Tirou o machado de sob o capote, levantando-o com as duas mãos e, com um gesto seco, quase mecânico, deixou-o cair na cabeça da velha. Suas mãos pareciam-lhe não ter mais forças. Entretanto, readquiriu-as assim que vibrou o primeiro golpe.
         A velha estava com a cabeça descoberta, como de hábito. Os cabelos claros, grisalhos e escassos, abundantemente oleados, formavam uma pequena trança, presa à nuca por um fragmento de pente. Como era baixa, o golpe atingiu-a nas têmporas. Deu um grito fraco e caiu, tendo tido, no entanto, tempo de levar as mãos à cabeça.”

    (DOSTOIÉVSKI, F. Crime e Castigo. São Paulo: Abril, 2010. p.111.)
    No trecho “Deu um grito fraco e caiu.”, o sujeito dos verbos destacados é
    Escolha uma alternativa para a questão 50844abe-b1
  • 50809212-B1

    Português

    Análise sintática
    FATEC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à
    questão. 

         “Não havia um segundo a perder. Tirou o machado de sob o capote, levantando-o com as duas mãos e, com um gesto seco, quase mecânico, deixou-o cair na cabeça da velha. Suas mãos pareciam-lhe não ter mais forças. Entretanto, readquiriu-as assim que vibrou o primeiro golpe.
         A velha estava com a cabeça descoberta, como de hábito. Os cabelos claros, grisalhos e escassos, abundantemente oleados, formavam uma pequena trança, presa à nuca por um fragmento de pente. Como era baixa, o golpe atingiu-a nas têmporas. Deu um grito fraco e caiu, tendo tido, no entanto, tempo de levar as mãos à cabeça.”

    (DOSTOIÉVSKI, F. Crime e Castigo. São Paulo: Abril, 2010. p.111.)
    Na passagem “Entretanto, readquiriu-as assim que vibrou o primeiro golpe.”, a palavra as
    Escolha uma alternativa para a questão 50809212-b1
  • 4FCCE2A8-B1

    Português

    Análise sintática
    FATEC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Recentemente, a agência de notícias BBC publicou uma reportagem sobre o controle imigratório no Canadá, com o seguinte título: 

    Atraindo cada vez mais brasileiros, Canadá se firma como destino global de imigrantes
    <https://tinyurl.com/m83b8bg> Acesso em: 17.02.2017.

    A relação entre as duas orações que compõem o título da notícia é de

    Escolha uma alternativa para a questão 4fcce2a8-b1
  • 478F2203-B1

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Amazonas · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a concordância está INCORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão 478f2203-b1
  • B0EF8768-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 4


    A PARTE BOA ERA LU.

    TENTOU ESCOLA.

    DOIS DIAS.

    NO TERCEIRO,

    SE JOGOU NO CHÃO.

    NEM ARRASTADO.

    JÁ NÃO FALAVA,

    DESCONFIARAM:

    ELE ESTAVA COM

    ALGUM PROBLEMA.

    SÓ PODIA SER A MÃE.

    FUGIU DALI.

    ISSO DÁ PROBLEMA,

    MÃE FUGIR.

    TODO MUNDO ACHA.

    PROBLEMA CERTO.

    CLARO QUE É.

    MAS TINHA MAIS.

    LU PODIA NÃO FALAR,

    MAS COMPUTAVA.

    E A MÃE LEVOU O NOTE.

    ESTÁ CERTO.

    RUIM, MÃE IR.

    MAS LU POUCO A VIA.

    ERA CHEGADA

    A UMA BALADA.

    ALI, NO MEIO DO NADA.

    QUEM CUIDAVA DELE

    ERA O PAI.

    SEMPRE FOI.

    SEM A MÃE, FOI RUIM.

    SEM O NOTE, FOI PIOR.

    DAÍ QUEREREM

    UMA BABÁ.

    PRESENÇA FEMININA.

    PODIA AJUDAR.

    E CHAMARAM CARLA.


    VIGNA, Elvira. Vitória Valentina.1ª. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2016.

    Analise as proposições em relação à obra Vitória Valentina, Elvira Vigna, e ao Texto 4.

    I. Pela leitura do excerto infere-se que é unânime pensar que a presença da mãe é fundamental para o desenvolvimento e o equilíbrio da criança, assim Carla foi chamada para minimizar a ausência da figura materna.
    II. Da leitura do texto, infere-se que Lu não era apenas mimado, mas também tímido e reservado, pois usava o note para fazer seus registros.
    III. Em: “MAS LU POUCO A VIA” se o pronome destacado for substituído por LHE, ocorre transgressão quanto à regência do verbo VER.
    IV. Infere-se da leitura da obra que a personagem Carla simboliza a liberdade porque, ao invés de casar com Stan (um homem rico), prefere ficar sozinha, livre e cuidar da própria vida.
    V. Em: “TODO MUNDO ACHA” ao se acrescentar o vocábulo O antes da palavra MUNDO, ocorre mudança de significado na expressão.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b0ef8768-b1