Questões do ENEM: Linguagens e Termos essenciais da oração: Sujeito e Predicado

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117 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 6.

  • CE24573F-29

    Português

    Análise sintática
    UNESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho extraído do livro A dança do universo do físico brasileiro Marcelo Gleiser para responder à questão.

          Durante o século VI a.C., o comércio entre os vários Estados gregos cresceu em importância, e a riqueza gerada levou a uma melhoria das cidades e das condições de vida. O centro das atividades era em Mileto, uma cidade-Estado situada na parte sul da Jônia, hoje a costa mediterrânea da Turquia. Foi em Mileto que a primeira escola de filosofia pré-socrática floresceu. Sua origem marca o início da grande aventura intelectual que levaria, 2 mil anos depois, ao nascimento da ciência moderna. De acordo com Aristóteles, Tales de Mileto foi o fundador da filosofia ocidental.

          A reputação de Tales era legendária. Usando seu conhecimento astronômico e meteorológico (provavelmente herdado dos babilônios), ele previu uma excelente colheita de azeitonas com um ano de antecedência. Sendo um homem prático, conseguiu dinheiro para alugar todas as prensas de azeite de oliva da região e, quando chegou o verão, os produtores de azeite de oliva tiveram que pagar a Tales pelo uso das prensas, que acabou fazendo uma fortuna.

          Supostamente, Tales também previu um eclipse solar que ocorreu no dia 28 de maio de 585 a.C., que efetivamente causou o fim da guerra entre os lídios e os persas. Quando lhe perguntaram o que era difícil, Tales respondeu: “Conhecer a si próprio”. Quando lhe perguntaram o que era fácil, respondeu: “Dar conselhos”. Não é à toa que era considerado um dos Sete Homens Sábios da Grécia Antiga. No entanto, nem sempre ele era prático. Um dia, perdido em especulações abstratas, Tales caiu dentro de um poço. Esse acidente aparentemente feriu os sentimentos de uma jovem escrava que estava em frente ao poço, a qual comentou, de modo sarcástico, que Tales estava tão preocupado com os céus que nem conseguia ver as coisas que estavam a seus pés.

                                                                 (A dança do universo, 2006. Adaptado.)

    Em “Tales também previu um eclipse solar que ocorreu no dia 28 de maio de 585 a.C.” (3° parágrafo), o termo destacado exerce função de
    Escolha uma alternativa para a questão ce24573f-29
  • 8C97D68F-F8

    Português

    Sintaxe
    UEG · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. p. 15. (Adaptado).
    Comparando-se as frases “A população humana se aproxima da marca de 7 bilhões” (linha 13) e “Compreender os princípios ecológicos é um passo necessário para lidar com esses problemas” (linhas 18-19), verifica-se que os trechos sublinhados desempenham a função sintática de
    Escolha uma alternativa para a questão 8c97d68f-f8
  • 4E5657F8-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
        “Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu. Coragem para a luta.” Bastante experimentei depois a verdade deste aviso, que me despia, num gesto, das ilusões de criança educada exoticamente na estufa de carinho que é o regime do amor doméstico; diferente do que se encontra fora, tão diferente, que parece o poema dos cuidados maternos um artifício sentimental, com a vantagem única de fazer mais sensível a criatura à impressão rude do primeiro ensinamento, têmpera brusca da vitalidade na influência de um novo clima rigoroso. Lembramo-nos, entretanto, com saudade hipócrita, dos felizes tempos; como se a mesma incerteza de hoje, sob outro aspecto, não nos houvesse perseguido outrora, e não viesse de longe a enfiada das decepções que nos ultrajam. 
        Eufemismo, os felizes tempos, eufemismo apenas, igual aos outros que nos alimentam, a saudade dos dias que correram como melhores. Bem considerando, a atualidade é a mesma em todas as datas.

    Raul Pompeia, O Ateneu.  
    Na frase “disse-me meu pai”, ocorre ordem indireta, uma vez que seu sujeito está posposto ao verbo. No texto, há outros exemplos desse tipo de inversão. Considere os seguintes trechos:

    I “que me despia, num gesto, das ilusões de criança educada exoticamente na estufa de carinho”;
    II “que parece o poema dos cuidados maternos um artifício sentimental”;
    III “e não viesse de longe a enfiada das decepções”.


    Configura também frase com sujeito posposto a que está citada em
    Escolha uma alternativa para a questão 4e5657f8-fd
  • A8A2A84C-FC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta sobre o enunciado “eles deixavam o poste” (texto 2, linha 02).
    Escolha uma alternativa para a questão a8a2a84c-fc
  • A87C5DA5-FC

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    Universidade Federal do Ceará · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Na frase “Por que infernizam tanto a nossa vida?” (texto 1, linha 10), o verbo está na terceira pessoa do plural porque o sujeito:
    Escolha uma alternativa para a questão a87c5da5-fc
  • 352CFE62-FC

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A oração destacada em: O que me interessa aqui é uma oração __________ cujo termo introdutório tem como função sintática __________.
    Escolha uma alternativa para a questão 352cfe62-fc
  • 35129DE2-FC

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A forma do verbo sublinhado em “é só mais uma convenção que, se é que um dia teve sentido, reencena-se agora apenas como gesto esvaziado” (linhas 02-04) justifica-se por o sujeito ser:
    Escolha uma alternativa para a questão 35129de2-fc
  • 0B1E6041-E4

    Português

    Adjetivos
    Centro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    A CHAVE
    Ela abre mais do que uma porta, inaugura um novo tempo
    IVAN MARTINS


        Certos objetos dão a exata medida de um relacionamento. A chave, por exemplo. Embora caiba no bolso, ela tem importância gigantesca na vida dos casais. O momento em que você oferece a chave da sua casa é aquele em que você renuncia à sua privacidade, por amor. Quando pede a chave de volta - ou troca a fechadura da porta - está retomando aquilo que havia oferecido, por que o amor acabou.
        O primeiro momento é de exaltação e esperança. O segundo é sombrio.
        Quem já passou pela experiência sabe como é gostoso carregar no bolso - ou na bolsa - aquela cópia de cinco reais que vai dar início à nova vida. Carregada de expectativas e temores, a chave será entregue de forma tímida e casual, como se não fosse importante, ou pode vir embalada em vinho e flores, pondo violinos na ocasião. Qualquer que seja a cena, não cabe engano: foi dado um passo gigantesco. Alguém pôs na mão de outro alguém um totem de confiança.
        Não interessa se você dá ou ganha a chave, a sensação é a mesma. Ou quase.
        Quem a recebe se enche de orgulho. No auge da paixão, e a pessoa que provoca seus melhores sentimentos (a pessoa mais legal do mundo, evidentemente) põe no seu chaveiro a cópia discreta que abre a casa dela. Você só nota mais tarde, quando chega à sua própria casa e vai abrir a porta. Primeiro, estranha a cor e o formato da chave nova, mas logo entende a delicadeza da situação. Percebe, com um sorriso nos lábios, que suas emoções são compartilhadas. Compreende que está sendo convidado a participar de outra vida. Sente, com enorme alívio, que foi aceito, e que uma nova etapa tem início, mais intensa e mais profunda que anterior. Aquela chave abre mais do que uma porta. Abre um novo tempo.
        O momento de entregar a chave sempre foi para mim o momento de máximo otimismo.
        [...]
        Você tem certeza de que a outra pessoa ficará feliz e comovida, mas ao mesmo tempo teme, secretamente, ser recusado. Então vê nos olhos dela a alegria que havia antecipado e desejado. O rosto querido se abre num sorriso sem reservas, que você não ganharia se tivesse lhe dado uma joia ou uma aliança. (Uma não vale nada; para a outra ela não está pronta). Por isto ela esperava, e retribui com um olhar cheio de amor. Esse é um instante que viverá na sua alma para sempre. Nele, tudo parece perfeito. É como estar no início de um sonho em que nada pode dar errado. A gente se sente adulto e moderno, herdeiro dos melhores sonhos da adolescência, parte da espécie feliz dos adultos livres que são amados e correspondidos - os que acharam uma alma gêmea, aqueles que jamais estarão sozinhos.
        Se as chaves de despedida parecem a pior coisa do mundo, não são.
        [...]
        A gente sabe que essas coisas, às vezes, são efêmeras, mas é tão bonito. Pode ser que dentro de três meses ou três anos a chave inútil e esquecida seja encontrada no bolso de uma calça ou no fundo de uma bolsa. Ela já não abrirá porta alguma exceto a da memória, que poderá ser boa ou ruim. O mais provável é que o tato e a visão daquela ferramenta sem propósito provoquem um sorriso agridoce, grisalho de nostalgia. Essa chave do adeus não dói, ela constata e encerra.
        Nestes tempos de arrogante independência, em que a solidão virou estandarte exibido como prova de força, a doação de chaves ganhou uma solenidade inesperada. Com ela, homens e mulheres sinalizam a disposição de renunciar a um pedaço da sua sagrada liberdade pessoal. Sugerem ao outro que precisam dele e o desejam próximo. Cedem o seu terreno, correm o risco. É uma forma moderna e eloquente de dizer “eu te amo”. E, assim como a outra, dispensa “eu também”. Oferece a chave quem está pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca, oferecendo a sua, quem sente que é o caso, verdadeiramente. Nada mais triste que uma chave falsa. Ela parece abrir uma esperança, mas abre somente uma ilusão.
    Adaptado de http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2015/04/chave.html
    Em relação ao excerto: “Oferece a chave quem está pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca, oferecendo a sua, quem sente que é o caso, verdadeiramente.”, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b1e6041-e4
  • C7B2EE82-E3

    Português

    Análise sintática
    Centro universitário FAG · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia, atentamente, o Texto I para responder à questão.


    TEXTO I

    Mas pensar positivo funciona?

        Funciona. Mas não como a maioria das pessoas gostaria. O pensamento positivo não vai engordar sua conta bancária do dia para a noite. Nem fará carros e diamantes orbitar ao seu redor. Porém, segundo várias pesquisas, uma atitude otimista pode influenciar muito a resistência do organismo às doenças. Uma comprovação disso veio da Universidade Harvard, nos EUA. Há 5 anos, um grupo de médicos da instituição descobriu que pensar positivamente pode fazer bem para os pulmões. Os pesquisadores avaliaram o estado de saúde de 670 homens na faixa dos 60 anos de idade. Também aplicaram testes de personalidade para identificar quem eram os otimistas e os pessimistas.
        Depois de 8 anos, constatou-se que a turma do bom humor tinha um sistema imunológico mais resistente a doenças pulmonares quando comparada ao grupo dos estressados. Até mesmo os fumantes otimistas apresentaram resultados melhores que os adeptos do tabagismo que eram, digamos, baixo-astral. O coração também bate melhor quando estamos com bom humor. Os pesquisadores do Instituto Delfland de Saúde Mental, na Holanda, monitoraram homens com idade entre 64 e 84 anos durante 15 anos. A incidência de enfartes e derrames foi menor entre os que tinham uma atitude positiva. Os otimistas apresentaram ainda 55% menos risco de ter doenças cardíacas. O que essas pesquisas revelam pode soar óbvio: pessoas com disposição para ver o lado positivo da vida tendem a cuidar mais da saúde, a praticar exercícios e se alimentar melhor.
    (Fonte: Revista Superinteressante, 2007). 
    Do período em destaque “constatou-se que a turma do bom humor tinha um sistema imunológico mais resistente a doenças pulmonares” infere-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão c7b2ee82-e3
  • AC6D934F-D6

    Português

    Sintaxe
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema de Fernando Pessoa para responder à questão


    Autopsicografia 

    O poeta é um fingidor. 
    Finge tão completamente 
    Que chega a fingir que é dor 
    A dor que deveras sente.


    E os que leem o que escreve, 
    Na dor lida sentem bem, 
    Não as duas que ele teve, 
    Mas só a que eles não têm. 


    E assim nas calhas de roda 
    Gira, a entreter a razão, 
    Esse comboio de corda 
    Que se chama o coração.

    (Obra poética, 1984.)

    Para a correta compreensão da terceira estrofe, deve-se entender que o sujeito de “Gira” é
    Escolha uma alternativa para a questão ac6d934f-d6
  • DBC59564-BB

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    BLACH, Mateus. Patrimônio Cultural, parte II: a contemporaneidade. Disponível em:. Acesso em: 9 nov. 2014. 

    No que se refere aos aspectos linguísticos do texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão dbc59564-bb
  • CDEAB55A-B8

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    UECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Luís Nassif. Coluna Econômica.07/09/2013. 

    Atente ao que se diz sobre o seguinte enunciado: “No entanto, não se considere um modelo consolidado” (linhas 56-57).


    I. Para ser entendido, o enunciador exige a cooperação do leitor, que deverá, por inferência, saber de qual modelo ele fala.

    II. Ao enunciado falta uma expressão que desempenhe o papel de sujeito da voz passiva do verbo considerar.

    III. Dependendo do contexto, a não explicitação do sujeito do verbo considerar torna o enunciado passível de duas leituras: 1. No entanto, não considere a si mesmo um modelo consolidado. 2. No entanto, não seja considerado (o modelo da Internet) como um modelo consolidado.


    Está correto o que se diz em

    Escolha uma alternativa para a questão cdeab55a-b8
  • CDA94C94-B8

    Português

    Advérbios
    UECE · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    LISPECTOR, Clarice. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. Organização e introdução. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 186-187.

    O primeiro enunciado do texto “Não, nunca me acontecem milagres” (linha 1) tem algumas peculiaridades. Assinale a alternativa correta em relação a esse enunciado.
    Escolha uma alternativa para a questão cda94c94-b8
  • DB6E426B-B6

    Português

    Coesão e coerência
    UFAL · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    [...] Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na área do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala. [...]
    RAMOS, Graciliano. Vidas secas. Rio de Janeiro: Record, 2008.

    Analise as assertivas abaixo, baseando-se no período: “Fazia horas que procuravam uma sombra.”
    I. A primeira oração do período apresenta um sujeito inexistente e o verbo encontra-se impessoal.
    II. Pode-se substituir o verbo da oração “Fazia horas” por uma locução verbal (“Devem fazer...”), alterando assim a classificação do sujeito.
    III. A segunda oração do referido período é classificada como subordinada substantiva.

    verifica-se que está(ão) correta(s)
    Escolha uma alternativa para a questão db6e426b-b6
  • 5B5A67D8-3C

    Português

    Sintaxe
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Redundâncias

    Ter medo da morte
    é coisa dos vivos
    o morto está livre
    de tudo o que é vida

    Ter apego ao mundo
    é coisa dos vivos
    para o morto não há
    (não houve)
    raios rios risos

    E ninguém vive a morte
    quer morto quer vivo
    mera noção que existe
    só enquanto existo
    (Ferreira Gullar, Muitas vozes)
    Em relação à oração – é coisa dos vivos –, os enunciados – Ter medo da morte – (1.ª estrofe) e – Ter apego ao mundo – (2.ª estrofe) exercem a função sintática de
    Escolha uma alternativa para a questão 5b5a67d8-3c
  • FB4D9620-3B

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    USP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

                          Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Considere os seguintes comentários sobre diferentes elementos linguísticos presentes no texto:


    I. Em “alcançou o capanga um casal de velhinhos” (L. 1-2), o contexto permite identificar qual é o sujeito, mesmo este estando posposto.


    II. O verbo sublinhado no trecho “que seguiam diante dele o mesmo caminho” (L. 2-3) poderia estar no singular sem prejuízo para a correção gramatical.


    III. No trecho “que destinavam eles uns cinquenta mil-réis” (L. 5), podeͲse apontar um uso informal do pronome pessoal reto “eles”, como na frase “Você tem visto eles por aí?”.


    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão fb4d9620-3b
  • ED17B07F-08

    Português

    Interpretação de Textos
    UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para responder a questão.

                                   Estudo ajuda a desvendar a linguagem das plantas

                   Nova pesquisa descobriu particularidades genéticas relacionadas à
                       produção de compostos químicos que permitem a comunicação
                                                        entre as plantas

          Pesquisas recentes têm demonstrado o funcionamento de habilidades das plantas até então desconhecidas. Entre elas, a de se comunicar por meio de compostos voláteis: viajando pelo ar, eles servem de alerta para a presença de herbívoros potencialmente perigosos, induzindo outras plantas a tornarem suas folhas mais resistentes. Esses compostos, também chamados de metabólitos, são sintetizados por vários genes diferentes. Além de ajudarem na sobrevivência das plantas, podem ser benéficos aos humanos, dando origem a vários tipos de medicamentos.
          Uma nova pesquisa feita no Instituto para a Ciência Carnegie, nos Estados Unidos, revelou mais informações sobre o mecanismo de comunicação vegetal. Publicado nesta quinta-feira na revista Science, o estudo descobriu que os genes responsáveis por sintetizar metabólitos especializados — ou seja, que têm funções específicas para o desenvolvimento e sobrevivência das plantas — são diferentes do restante dos genes do vegetal. Eles evoluem, organizam-se no DNA e são ativados de forma diferente.
          Para os autores do estudo, essa descoberta poderá ajudar a desenvolver novas estratégias de pesquisas sobre o funcionamento das plantas, o que pode impactar estudos em áreas que vão desde a agricultura até a criação de novos medicamentos.
          Os pesquisadores chegaram a essa conclusão após criarem um sistema computacional capaz de analisar o genoma de uma planta e dar informações sobre os metabólitos. A equipe comparou o genoma de dezesseis espécies vegetais diferentes — incluindo flores, algas e musgos.
          “Apesar de nossa saúde e bem-estar dependerem muito de compostos químicos vindos de plantas, sabemos pouco sobre como eles  são produzidos e sua real diversidade na natureza", diz Seung Yon
    Rhee, coordenador do estudo. “Esperamos que esses resultados permitam que cientistas usem as características dos genes que sintetizam os metabólitos especializados para descobrir como eles beneficiam as plantas e como podem nos beneficiar também."

                                                                                                                             Revista veja online – 01/05/2014 Observe cada fragmento e assinale a alternativa incorreta.
    Escolha uma alternativa para a questão ed17b07f-08
  • 682FA8A3-06

    Português

    Morfologia
    UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO III

                            O amor não tem nada a ver com a idade

          Penso saber que o amor não tem nada que ver com a idade, como acontece com qualquer outro sentimento. Quando se fala de uma época a que se chamaria de descoberta do amor, eu penso que essa é uma maneira redutora de ver as relações entre as pessoas vivas. O que acontece é que há toda uma história nem sempre feliz do amor que faz que seja entendido que o amor numa certa idade seja natural, e que noutra idade extrema poderia ser ridículo. Isso é uma ideia que ofende a disponibilidade de entrega de uma pessoa a outra, que é em que consiste o amor.
          Eu não digo isto por ter a minha idade e a relação de amor que vivo. Aprendi que o sentimento do amor não é mais nem menos forte conforme as idades, o amor é uma possibilidade de uma vida inteira, e se acontece, há que recebê-lo. Normalmente, quem tem ideias que não vão neste sentido, e que tendem a menosprezar o amor como fator de realização total e pessoal, são aqueles que não tiveram o privilégio de vivê-lo, aqueles a quem não aconteceu esse mistério.

                                                                                              José Saramago, em “Revista Máxima, Outubro 1990" Observe os excertos abaixo e a classificação para a palavra em destaque. A seguir assinale a alternativa correta.

    I – Em “Penso saber que o amor não tem nada a ver com a idade, como acontece com qualquer outro sentimento.", a oração apresenta um sujeito indeterminado, indicado pela palavra PENSO.
    II – Em “Isso é uma ideia que ofende a disponibilidade de entrega de uma pessoa a outra,..." QUE é uma preposição.
    III – Em “Eu não digo isto por ter a minha idade e a relação de amor que vivo.", a palavra ISTO classifica-se como pronome demonstrativo.
    Escolha uma alternativa para a questão 682fa8a3-06
  • C6DB9EAC-F6

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos


    Pá, pá, pá



    Imagem da questão de Português, da prova de 2013


    VERISSIMO, Luis Fernando. Comédias da vida privada: 101 crônicas escolhidas. 15. ed. Porto Alegre: L&PM, 1995, p. 199-201. 



    Com base no texto, responda à questão

    Releia o enunciado a seguir (transcrito do texto 2) e a reescrita sugerida:

    I. “A americana estava há pouco tempo no Brasil. Queria aprender o português depressa, por isto prestava muita atenção em tudo que os outros diziam” (linhas 01-02).
    II. “A americana estava há pouco tempo no Brasil. Queria aprender o português depressa, por isto prestava muita atenção em tudo que diziam”.

    Sobre o sujeito de “diziam”, o enunciado II, em relação ao enunciado I:
    Escolha uma alternativa para a questão c6db9eac-f6