Questões do ENEM: Linguagens e Regência

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Resultados

146 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 8.

  • A69293DC-CD

    Português

    Crase
    Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão pode referir-se ao texto abaixo; consulte-o, quando necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

    Empreendedores e suas bolinhas de gude
    Por Romero Rodrigues
    Imagem da questão de Português, da prova de 2019
    (Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br – 25/09/19 – texto adaptado)

    Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 08, 15 e 27.
    Escolha uma alternativa para a questão a69293dc-cd
  • CBCB8283-CB

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

    AS CRÔNICAS DE NÁRNIA

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    (1) Viagens ao fim do mundo, criaturas fantásticas e batalhas épicas entre o bem e o mal – o que mais um leitor poderia querer de um livro? O livro que tem tudo isso é “O leão, a feiticeira e o guarda-roupa”, escrito em 1949 por Clive Staples Lewis. Mas Lewis não parou por aí. Seis outros livros vieram depois e, juntos, ficaram conhecidos como “As Crônicas de Nárnia”.

    (2) Em um universo completamente mágico e original, C.S. Lewis conduz a terra de Nárnia desde a sua criação até o seu fim em sete livros incríveis. “As Crônicas de Nárnia” é um conjunto de histórias que abrangem diversas épocas dentro de um cenário repleto de castelos, membros da realeza, guerreiros, criaturas fantásticas, feiticeiras e uma mitologia bem extensa.

    (3) O autor buscou uma forma de elaborar a história da Bíblia em um contexto original e inspirado no livro sagrado, de modo que até mesmo quem não concorda com os seus preceitos e ensinamentos sinta interesse em iniciar a sua leitura. Além disso, há também referências claras às mitologias grega e nórdica e aos contos de fada, além da inserção de seres icônicos como o Papai Noel. Desde o Gênese ao Apocalipse, Nárnia vivencia muitos períodos, nos quais questões muito diferentes são abordadas. Entretanto, há um elemento comum em todos os livros: os papéis principais são dados a crianças. São esses pequenos heróis que se descobrem grandes salvadores e se sentem no dever de lutar para proteger a terra que tanto amam e que depende deles.

    (4) A oposição entre Aslam e Tash começa a ganhar força no decorrer da cronologia dos livros, sempre camuflada em um contexto de conflitos por terras e guerras entre reinos. Em “A Última Batalha”, é citado que Aslam remete ao bem e Tash, ao mal. Qualquer um que estiver seguindo a um dos dois e praticar o bem estará, na verdade, seguindo a Aslam. Se for o oposto, estará seguindo a Tash. Ambos são os contrastes de atitudes boas e ruins que podem ser cometidas de acordo com o caráter, o comportamento e as escolhas de cada um.

    (5) No geral, os personagens de mais destaque em toda a obra são: Aslam, Digory Kirke, Polly Plummer, A Feiticeira Branca, Pedro Pevensie, Susana Pevensie, Edmundo Pevensie, Lucy Pevensie, Sr. Tumnus, Os Castores, Caspian X, Ripchip, Trumpkin, Shasta, Aravis, Eustáquio Mísero, Jill Pole, Brejeiro, Rilian, Confuso, Manhoso, Tirian e Tash. Cada um possui uma personalidade bastante distinta do outro e todos apresentam características que os tornam originais e clássicos em uma obra que é considerada essencial na vida de uma criança, mas que também pode ser apreciada por pessoas de qualquer faixa etária.

    [...]

    LIMA, Victor. Disponível em:. Acesso em: 09 maio 2019 (adaptado)

    TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    As assertivas a seguir se referem aos TEXTOS 1 e 2. Analise-as

    I. O TEXTO 2 remete explicitamente ao objeto temático do TEXTO 1 – “As Crônicas de Nárnia”. Assim, considerando-se o título do livro “O leão, a feiticeira e o guarda-roupa” (1º parágrafo do TEXTO 1), verifica-se que, no TEXTO 2, a referência à obra de Lewis é feita também por elementos não verbais.

    II. Entre os dois períodos do TEXTO 2 há uma relação semântica de causa e consequência. Situação semelhante ocorre em “Cada um possui uma personalidade bastante distinta do outro e todos apresentam características que os tornam originais e clássicos [...].” (5º parágrafo do TEXTO 1).

    III. Em “Estou indo para Nárnia!” (TEXTO 2), a preposição “para” indica que a personagem irá permanentemente para lá, ao passo que “Estou indo a Nárnia!” expressa a ideia de que a ida não é definitiva, ou seja, pressupõe-se a intenção de que haja uma volta.

    IV. Em “Lewis conduz a terra de Nárnia desde a sua criação até o seu fim em sete livros incríveis.” (2º parágrafo do TEXTO 1), verifica-se um desrespeito à regência verbal. Segundo a norma culta, deveria ser “Lewis conduz à terra de Nárnia [...]”.

    V. Com base nas informações contidas no TEXTO 1, é possível se inferir que, no TEXTO 2, a personagem sente-se insatisfeita com a realidade do mundo em que está inserida. Por essa razão, está fugindo para Nárnia, um lugar mágico e original.

    Estão CORRETAS, apenas, as afirmativas

    Escolha uma alternativa para a questão cbcb8283-cb
  • 460DC802-BA

    Português

    Crase
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 14, 40, 48 e 73, nessa ordem.
    Escolha uma alternativa para a questão 460dc802-ba
  • B1ECB48A-05

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Como e por que leio o romance brasileiro

         Leitora apaixonada, fã de carteirinha, me envolvo com os romances de que gosto: curto, torço, roo as unhas, leio de novo um pedaço que tenha me agradado de forma particular. Se não gosto, largo no meio ou até no começo. O autor tem vinte ou trinta páginas para me convencer de que seu livro vai fazer diferença. Pois acredito piamente que a leitura faz a diferença. Se não, adeus! O livro volta para a estante e vou cuidar de outra coisa...
          Ao terminar a leitura de um romance de que gosto, fico com vontade de dividi-lo com os amigos. Recomendar a leitura, emprestar, dar de presente. Mas, sobretudo, discutir. Nada melhor do que conversar sobre livros... eu acho uma coisa, meu amigo acha outra, a colega discorda de nós dois...
         Na discussão, pode tudo, só não pode não achar nada nem concordar com todo mundo. No fim do papo, cada um fica mais cada um, ouvindo os outros. Quem sabe o livro tem mais de um sentido? Como foi mesmo aquele lance? E aquele personagem... vilão ou herói?
           Na minha geração e nas minhas relações, é assim que se lê romance.
        A leitura de romance, no entanto, não é só esta leitura envolvida e vertiginosa. Junto com o suspense, ao lado do mergulho na história, transcorre o tempo de decantação. Enredo, linguagem e personagens depositam-se no leitor. Passam a fazer parte da vida de quem lê. Vêm à tona meio sem aviso, aos pedaços, evocados não se sabe bem por quais articulações...
        Vida e literatura enredam-se em bons e em maus momentos, e os romances que leio passam a fazer parte da minha vida, me expressam em várias situações.

    Marisa Lajolo. Como e por que ler o romance brasileiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004, p. 13-14.
    As normas sintáticas da concordância e da regência verbal foram integralmente respeitadas na seguinte alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão b1ecb48a-05
  • B0424820-02

    Português

    Regência
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considere o poema de Chacal para responder à questão.


    Beijo beijos


    qual o sentido da palavra beijo?

    ato de tocar com os lábios em alguém

    ou alguma coisa, fazendo leve sucção; ósculo?

    ou aquele que o cauã reymond deu na mariana

    ximenes na novela?

    ou aquele que você deu no daniel que só você sentiu?

    que é diferente do que eu dei na dolores que nunca

    vou esquecer.

    já a gabi, sempre que sai de casa, dá em sua mãe

    um beijo automático

    parecido com os dois beijos de cumprimento que eu

    dou numa garota

    se estiver no rio, um em são paulo ou três em minas

    gerais.

    diferente ainda do beijo de despedida apaixonado que

    você deu no julinho

    quando ele foi para a austrália

    diferente do derradeiro beijo no leito de morte que o

    luís deu na laís, sua avó

    ou do beijo da traição de judas ou do beijo que a

    princesa deu no sapo.

    diante de tantos sentidos diferentes da palavra beijo,

    a melhor forma de saber o que significa é ir direto ao

    assunto:

    língua pra que te quero!

    (Murundum, 2012.)

    Em “a melhor forma de saber o que significa é ir direto ao assunto”, o termo sublinhado é um verbo 
    Escolha uma alternativa para a questão b0424820-02
  • DA8389F0-76

    Português

    Regência
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a regência, no trecho destacado, apresenta-se de acordo com a da norma-padrão.
    Escolha uma alternativa para a questão da8389f0-76
  • D7E06CFD-FF

    Português

    Regência
    UNICENTRO · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Gramaticalmente, é correto o emprego de onde indicando lugar real, e não lugar virtual. Para esse último emprego, a língua dispõe de outras formas pronominais, como em que, no qual, através do qual, pelo qual, entre outras, a depender do campo semântico em que for empregado.


    Assim, percebe-se que o emprego de onde (l. 2), como palavra curinga ou vicária, nesse contexto, é a gramatical, e uma forma de corrigi-lo seria a sua substituição por

    Escolha uma alternativa para a questão d7e06cfd-ff
  • 6C6963F5-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFT · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Opinião não é argumento
    Aqui está uma história que pode ser verdadeira no contexto atual do Brasil. Um jovem professor de Filosofia, instruindo seus alunos à Filosofia da Religião, introduz, à maneira que a Filosofia opera há séculos, argumentos favoráveis e contrários à existência de Deus. Um dos alunos se queixa, para o diretor e também nas onipresentes redes sociais, de que suas crenças religiosas estão sendo atacadas. “Eu tenho direito às minhas crenças”. O diretor concorda com o aluno e força o professor a desistir de ensinar Filosofia da Religião.
    Mas o que é exatamente um “direito às minhas crenças”? [...] O direito à crença, nesse caso, poderia ser visto como o “direito evidencial”. Alguém tem um direito evidencial à sua crença se estiver disposto a fornecer evidências apropriadas em apoio a ela. Mas o que o estudante e o diretor estão reivindicando e promovendo não parece ser esse direito, pois isso implicaria precisamente a necessidade de pôr as evidencias à prova.
    Parece que o estudante está reivindicando outra coisa, um certo “direito moral” à sua crença, como avaliado pelo filósofo americano Joel Feinberg, que trabalhou temas da Ética, Teoria da Ação e Filosofia Política. O estudante está afirmando que tem o direito moral de acreditar no que quiser, mesmo em crenças falsas.
    Muitas pessoas acham que, se têm um direito moral a uma crença, todo mundo tem o dever de não as privar dessa crença, o que envolve não criticá-la, não mostrar que é ilógica ou que lhe falta apoio evidencial. O problema é que essa é uma maneira cada vez mais comum de pensar sobre o direito de acreditar. E as grandes perdedoras são a liberdade de expressão e a democracia.
    [...] A defesa de uma crença está restrita ao uso de métodos que pertence ao espaço das razões – argumentação e persuasão, em vez de força. Você tem o direito de avançar sua crença na arena pública usando os mesmos métodos de que seus oponentes dispõem para dissuadi-lo. O pior acontece quando crenças se materializam em opinião, e são usadas como substitutas de argumentos, quando o “Eu tenho direito às minhas crenças” se transforma em “Eu tenho direito à minha opinião”. Crenças e opiniões não são argumentos. Mais precisamente, crenças diferem de opinião, que diferem de fatos, que diferem de argumentos. Um fato é algo que pode ser comprovado verdadeiro. Por exemplo, é um fato que Júpiter é o maior planeta do sistema solar tanto em diâmetro quanto em massa. Esse fato pode ser provado pela observação ou pela consulta a uma fonte fidedigna.
    Uma crença é uma ideia ou convicção que alguém aceita como verdade, como “passar debaixo de uma escada dá azar”. Isso certamente não pode ser provado (ou pelo menos nunca foi). Mas a pessoa ainda pode manter sua crença, como vimos, se não pelo “direito evidencial”, apelando para o “direito moral”. Ou ainda, pelo mesmo “direito moral”, deixar de acreditar no que ela própria pensa ser evidência, como no caso do famoso dito (atribuído a Sancho Pança): “Não creio em bruxas, ainda que existam”. [...]

    Fonte: CARNIELLI, Walter. Página Aberta. In: Revista Veja. Edição 2578, ano 51, nº 16. São Paulo: Editora Abril, 2018, p. 64 (fragmento adaptado). 
    Em relação aos verbos de ligação, analise as afirmativas.

    I. Em: “Crenças e opiniões não são argumentos”, o verbo destacado sugere, predominantemente, um aspecto de aparência de estado.

    II. Em: “Jupiter é o maior planeta do sistema solar”, o verbo destacado sugere, predominantemente, um estado permanente.

    III. Em: “Crenças é uma ideia ou convicção que alguém aceita como verdade [...]”, o verbo destacado sugere, predominantemente, um aspecto permanente.


    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c6963f5-fd
  • C1528EC1-F2

    Português

    Regência
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Releia o excerto abaixo para a questão.


        No bojo das ações referentes aos cortes gigantescos no orçamento de C&T, [...] o comunicado da Capes sobre a possível interrupção do pagamento das bolsas de pesquisa, a partir de 2019, causou estremecimento na comunidade científica brasileira. Apesar disso, o que presenciamos tem sido pouco ou nenhum posicionamento da mídia tradicional, a qual, pelo contrário, tem atacado sobremaneira a comunidade científica brasileira.

    Assinale a alternativa verdadeira sobre regência nominal:
    Escolha uma alternativa para a questão c1528ec1-f2
  • 65A89E7A-D9

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Disponível em: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. acesso em: 16 mar. 2018.

    Observe as seguintes afirmações.


    I - “Emérita”, “árido”, “últimas”, “sinônimo”, “métodos”, “fônicos”, “analíticos” “sintéticos” são palavras acentuadas graficamente pela mesma regra.
    II - Se a palavra “tema” (l. 05) fosse substituída por “matéria”, o “ao” (l. 04) deveria ser substituído por “à”.
    III - A expressão “acerca de ” (l. 14) pode ser substituída por “sobre” sem nenhuma perda do sentido original do período.


    Quais stão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 65a89e7a-d9
  • 292E3FEE-D9

    Português

    Regência
    IF-TM · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    No texto (meme) em análise, percebe-se que há situações de regência que estão em desacordo com a norma-padrão formal. Assinale a alternativa que apresenta essas situações de acordo com a norma-padrão formal.
    Escolha uma alternativa para a questão 292e3fee-d9
  • 4F3544A1-C2

    Português

    Análise sintática
    UDESC · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Analise as proposições em relação à crônica De Mavioso Encanto, Marina Colasanti, ao Texto 4, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.

    ( ) Da leitura do período “Mas me amavam e acreditaram em mim” (linha 9), infere-se que os familiares, mesmo surpresos e duvidosos com a notícia, deixaram que o amor fosse mais forte que a dúvida.
    ( ) Em “Mas me amavam” (linha 9) e “Beijou-me na testa” (linha 12), quanto à colocação pronominal, têm-se próclise e ênclise, sequencialmente, porém, na segunda oração, o pronome pode estar também proclítico e, mesmo assim, mantém-se a língua culta e a correção gramatical.
    ( ) No período “Minha filha pediu que o descrevesse, pediu que o desenhasse e que o pintasse com todas as cores” (linhas 9 e 10) as palavras destacadas são, sequencialmente, na morfossintaxe, pronome pessoal/ objeto direto; pronome pessoal/objeto direto; pronome pessoal/objeto direto e artigo definido/adjunto adnominal.
    ( ) A estrutura “Sei que era um beija-flor feito os de antigamente” (linha 19) revela que o beija-flor, devido ao avanço da civilização, sofreu mutações e portanto diferente do beija flor conhecido em outra época.
    ( ) O verbo aspirar em “aspiraram as flores” (linha 21), quanto à regência, classifica-se como transitivo direto e o vocábulo flores, sintaticamente, é objeto direto. Substituindo-se o objeto direto pelo pronome pessoal oblíquo tem-se: aspiraram-nas.

    Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 4f3544a1-c2
  • 4F2B961A-C2

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    UDESC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Relacione as duas colunas pautando a transgressão, quanto à língua formal culta, identificada no Texto 3.

    (1) “Cosinhei as batatas” (linha 4)
    (2) “Dura é a cama que dormimos” (linha 10)
    (3) “vende eu para a Dona Julita” (linha 16)
    (4) “eu vi as lagrimas” (linha 20)
    (5) “os dramas que ali se desenrola” (linha 21)

    ( ) acentuação gráfica
    ( ) regência verbal
    ( ) concordância verbal
    ( ) ortografia
    ( ) emprego inadequado do pronome reto

    Assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo.

    Escolha uma alternativa para a questão 4f2b961a-c2
  • 4F1128EB-C2

    Português

    Análise sintática
    UDESC · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    O IMPOSSÍVEL CARINHO
    Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo
    Quero apenas contar-te a minha ternura
    Ah se em troca de tanta felicidade que me dás
    Eu te pudesse repor
    -Eu soubesse repor
    No coração despedaçado
    As mais puras alegrias de tua infância!

    Bandeira, Manuel. Melhores poemas, seleção de Francisco Assis Barbosa; [direção Edla Van Steen] -17 ed. - São Paulo: Global, 2015, p 77.
    Analise as proposições em relação à obra Melhores poemas, Manuel Bandeira, ao Texto 1, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.

    ( ) No verso “Quero apenas contar-te a minha ternura” há um período composto por duas orações. Na segunda oração o verbo, quanto à transitividade, é transitivo direto e indireto, pois tem dois complementos - objeto direto a minha ternura e objeto indireto te.
    ( ) Da leitura dos versos “Eu te pudesse repor” e “-Eu soubesse repor-” pressupõe-se que o verbo repor foi repetido para enfatizar a ansiedade do poeta quanto a fazer com que algo retornasse à situação anterior - a felicidade do ser amado.
    ( ) Da leitura dos versos 4 e 5 pressupõe-se a tristeza do eu-lírico, por sentir-se incapaz de restituir a alegria ao coração estilhaçado da mulher amada.
    ( ) A obra Melhores poemas reflete a poética bandeiriana, calcada já nas características da primeira fase do Modernismo, pois retrata a valorização da língua brasileira, ressaltando a integração entre a língua coloquial e a linguagem poética expressas pela liberdade formal dos versos livres e brancos e a negação do formalismo na literatura.
    ( ) A leitura do poema induz que as situações, ali apresentadas, revelam embaraço, e o título representa, de forma explícita e eficiente, este impasse.

    Assinale a alternativa correta, de cima para baixo
    Escolha uma alternativa para a questão 4f1128eb-c2
  • 23E63F79-B9

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho da notícia publicada no site da Revista Galileu, em julho de 2017, para responder à questão.


    Marvel criará primeiro super-herói chinês protagonista em HQs


        A Marvel vai criar, em parceria com a chinesa NetEase, o primeiro super-herói chinês a estrelar nos quadrinhos. Até hoje a empresa que pertence à Disney só mostrou chineses em papéis secundários, como Benedict Wong, de Doutor Estranho, e o vilão Mandarim, em Homem de Ferro.

        A franquia criadora de Homem-Aranha e X-Men, porém, já arrecadou US$ 1,175 bilhão na China com suas adaptações para o cinema. Por esse e por outros motivos, a ideia é que a parceria das empresas não fique só nas HQs, mas futuramente se transforme em outros produtos, como livros e jogos.


    (https://revistagalileu.globo.com. 11.07.2017. Adaptado)
    Em conformidade com as regras de regência e de colocação pronominal, a expressão destacada em “a ideia é que a parceria das empresas não fique só nas HQs” pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 23e63f79-b9
  • 72D37CCA-B5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IFN-MG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 04 e responda à questão.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    No trecho ―... uma alternativa a mídia comercial que distorce os fatos (...).‖ nota-se um desvio quanto à norma padrão de uso da linguagem em relação à (ao):
    Escolha uma alternativa para a questão 72d37cca-b5
  • A4900AD2-B5

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2:

    O assédio sexual feminino


    O empresário Márcio André Barbosa Barroso, 37 anos, o estagiário R., 27, o jornalista L., 44, e o assistente financeiro P., 35, não se conhecem, mas, caso se encontrassem, teriam experiências semelhantes para compartilhar. Eles tiveram de abandonar seus empregos por causa de uma violência sutil e silenciosa que afeta mais as mulheres, mas que resulta na mesma dor moral quando a vítima é um homem. Assediados sexualmente por suas chefes, foram perseguidos, humilhados e se tornaram alvo de chacota após recusarem as investidas delas. Barroso largou tudo e foi viajar pela Europa. R. desistiu do estágio. L. deixou o cargo e voltou para sua cidade natal. E P. abandonou o trabalho, mesmo sem ter outro emprego em vista. Histórias de homens que foram coagidos e humilhados por rejeitarem suas chefes e tiveram de deixar seus empregos por causa disso. 

    “Ela passava a mão em mim, me convidava para sair e queria ir para minha casa. Um dia até mordeu as minhas costas”, conta Barroso, que, no ano passado, enfrentou, durante dois meses, as cantadas de sua chefe na empresa de telefonia celular na qual trabalhava, em Brasília. “As pessoas riam de mim o tempo todo”, lembra. Ao se sentir rejeitada, a mulher, por volta dos 50 anos, passou a persegui-lo. Chegou a criar situações para que ele fosse demitido, como lhe atribuir faltas, mesmo diante de um atestado médico. As consultas eram justamente para se tratar da síndrome do pânico que desenvolveu devido à opressão que sofria. 

    Barroso tentou denunciá-la, mas foi em vão. “Achavam que eu estava mentindo, que era um absurdo uma mulher assediar um homem.” Sem saber a quem recorrer, ele procurou a Justiça. O assédio sexual é crime no Brasil desde 2001. Apesar de as mulheres terem hoje mais liberdade sexual e ocuparem mais cargos de chefia, os casos de assédio delas contra eles ainda são considerados raros. Estima-se que eles sejam vítimas em apenas um de cada 100 casos. Ainda assim, dificilmente essas histórias se transformam em ações ou chegam aos consultórios. 

    (Texto adaptado. Disponível em:<https://istoe.com.br/103744_O+ ASSEDIO+ SEXUAL+ FEMININO/> . Acesso em: 31 jul. 2018.) 

    Releia o trecho:


    “Ela passava a mão em mim, me convidava para sair e queria ir para minha casa. Um dia até mordeu as minhas costas”, conta Barroso, que, no ano passado, enfrentou, durante dois meses, as cantadas de sua chefe na empresa de telefonia celular na qual trabalhava, em Brasília. “As pessoas riam de mim o tempo todo”, lembra. Ao se sentir rejeitada, a mulher, por volta dos 50 anos, passou a persegui-lo. Chegou a criar situações para que ele fosse demitido, como lhe atribuir faltas, mesmo diante de um atestado médico.


    Sobre a construção “como lhe atribuir faltas”, pode-se afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão a4900ad2-b5
  • B723C7D2-B4

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Universidade Estadual de Montes Claros - MG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda a questão que a ele se referem ou que o tomam como ponto de partida.

    Sem os jovens, futuro da política é sombrio

    (Marcos da Costa, O Estadão)  

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018


    Disponível em: <https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/sem-os-jovens-futuro-da-politica-e-sombrio/>. Publicado em: 6 jun. 2018. Acesso em: 26 jun. 2018. 

    Nesta questão, temos, por um lado, as conjunções ou locuções conjuntivas e, por outro, os galicismos. Sobre isso, explanemos:

    1.º) Relativamente às conjunções e locuções conjuntivas, assim se constituem seus sentidos: estabelecem, por não terem “vida” própria, uma conexão entre construções frasais e, para produzir sentidos, medeiam essas frases, levando o teor do conteúdo enunciado a produzir um sentido em detrimento de outro(s).

    2.º) Acerca dos galicismos, são palavras de origem francesa, utilizadas no português:
    A tradição normativa [...] no Brasil (ver Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa) considera que as locuções conjuntivas «de forma a»/«de forma a que», [...] «de modo a», «de modo a que», «de maneira a»/«de maneira a que», «de sorte a»/«de sorte a que» são galicismos, pelo que são preferíveis as sequências sem a preposição a, isto é, «de forma que», [...] «de modo que», «de maneira que», «de sorte que».
    Apesar disso, na atualidade, o uso está a impor as formas com a referida preposição, havendo, portanto, maior tolerância com «de maneira a», «de modo a », etc., com infinitivo. É o que se conclui das palavras de Maria Helena de Moura Neves (Guia de Uso do Português, São Paulo, Editora Unesp, 2003), a respeito do português do Brasil: «As lições normativas tradicionais condenam o uso da expressão de maneira a, mas ela é mais usual (52%), nos diversos registros. Muitos países, por exemplo, indexaram seus bens de capital, de MANEIRA a criar compensações em torno da inflação
    Disponível em:<https://ciberduvidas.iscte-iul.pt>. Acesso em: 26 jun. 2018.

    Partindo desses aspectos, por meio do trecho: “É nosso papel, enquanto na vanguarda social, trabalhar para inserir os jovens no espectro da política, de modo a que se transformem em protagonistas da contemporaneidade.” (linhas 38-39), pode-se afirmar que  
    Escolha uma alternativa para a questão b723c7d2-b4
  • DC0D41C0-B2

    Português

    Crase
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão. 
    Entalhando a felicidade
    “Madeira é um elemento que tem que ser respeitado. Eu nasci numa casa de madeira, me criei numa casa de madeira. Ela era feita com árvores retiradas dali, da região”, conta José Belaque, 63. O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta. Após uma vida dedicada ao trabalho contínuo e sistemático, Belaque parece ter encontrado, na madeira, a felicidade.
    As peças são criadas para discursar. Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana, período que estudou em um trabalho como guia turístico. Formas, desenhos, cores, tudo leva ao passado. “A minimização, ou seja, a cozinha do adulto que tinha nas fazendas, agora é feita para as bonecas. A criança vai aprendendo, por meio do brinquedo, a história”, afirma.
    História na expressão e na própria madeira. “Isso tudo é um resgate. Foi uma árvore que deu frutos, sombra, conforto e de repente ela se torna um elemento positivo”, defende. “Quando eu era criança, não tinha indústria de brinquedos e a gente queria brincar. Então, os avós e pais construíam os brinquedos de uma forma artesanal. Eu quis voltar num tempo em que se construíam os brinquedos, elementos decorativos e móveis dentro de casa”, afirma.
    Há quatro anos, tomou a decisão de viver da arte após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado. A oficina funciona no fundo da casa de Belaque. “Eu estou fazendo uma coisa que amo fazer, na hora em que tenho interesse, então eu digo que estou no período fetal. Eu almoço quando tenho fome, levanto quando o corpo pede, trabalho e me estendo até de madrugada quando estou empolgado”, sorri.
    E vai criando conforme suas crenças e constatações expressas na madeira. Recicladas e não recicladas, afirma usar mais o pínus por questão de respeito e custo. As madeiras de primeira linha que possui são controladas e faz questão de afirmar: “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle, se não tiver eu não aceito, não compro. Não dou força para criar-se esse comércio”, argumenta.
    No fim, o resultado é a felicidade baseada no respeito pela natureza, pela arte e pela sua história. “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante, porque a felicidade não é o dinheiro que traz. É você realizar aquilo que gosta de fazer. Isso é felicidade”, acredita.
    (Adaptado de: GONÇALVES, É. Entalhando a felicidade. Londrina: Folha de Londrina, Folha Mais, 26 e 27 de maio de 2018, p. 1). 

    Em relação aos recursos linguístico-semânticos presentes no texto, considere as afirmativas a seguir.

    I. Na oração “Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana”, a presença da preposição a deve-se à exigência feita pelo verbo.

    II. Em “O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta”, não se emprega a crase porque o a é uma mera preposição.

    III. Em “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante”, o conectivo “mas” estabelece uma relação de oposição com a ideia expressa anteriormente.

    IV. Em “Então, os avós e pais construíam os brinquedos de forma artesanal” a partícula “então” estabelece uma relação de alternância.

    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão dc0d41c0-b2
  • BD1A58C2-B0

    Português

    Morfologia
    UDESC · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Analise as proposições em relação à obra Nós, Salim Miguel, ao Texto 4, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.

    ( ) No sintagma “por que então aquele salto” (linhas 7 e 8), a expressão destacada, quanto à morfologia, é constituída de preposição e pronome relativo.
    ( ) Nos períodos “O comissário pediu que o gerente o ajudasse” (linha 1) e “puxou-a” (linha 11), se os vocábulos destacados forem substituídos por lhe, não há prejuízo quanto ao sentido original do texto e nem quanto à regência verbal.
    ( ) Na obra, o autor nomeou as personagens com pronomes pessoais e pronomes indefinidos. Somente a personagem Eu possui sobrenome - Fleury, sobrenome que lembrava um torturador da época da ditadura militar, no Brasil.
    ( ) Da leitura da obra, infere-se que o contratado como “matador” era, também, um possível candidato a vereador em Alagoas.
    ( ) O vocábulo “florzinhas” (linha 10), usado frequentemente na linguagem popular, é anômalo de florezinhas que é a forma considerada gramaticalmente correta na linguagem culta, segundo o plural dos substantivos diminutivos.

    Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
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