Questões do ENEM: Linguagens e Pronomes pessoais oblíquos

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

85 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 5.

  • 623AD18A-76

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade Virtual de São Paulo · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que apresenta um período escrito de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.
    Escolha uma alternativa para a questão 623ad18a-76
  • BDF308A9-FF

    Português

    Coesão e coerência
    UNICENTRO · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder a questão

          Um humano sai em busca de um mamute, persegue-o durante o dia, arma a emboscada e, depois de inúmeras tentativas, consegue matá-lo e abocanhar seu quinhão de carne.
          Em seguida, exausto, volta para casa com o firme propósito de deitar e rolar no tapete com o filho, contar historinhas repetitivas e ignorar a bronca merecida do pimpolho, pois, afinal, trata-se de um pai/mãe ausente o dia todo.
          Antes de dormir, ainda se verá no espelho com um olhar de feroz reprovação pela falta de tempo e de pique para a ginástica, para o sexo e para a vida social.
      Bem-vindo à geração cem por cento, que acredita que pode e deve dar conta de tudo e de fazer escolhas que não impliquem perdas.
          Uma aluna comentou esse fenômeno sabiamente: "Escolha sua perda!". Sim, é disso que se trata. Uma ínfima parcela da população pode se dar ao luxo de não ter que caçar seu mamute diariamente. Além disso, temos outras aspirações, que nos fazem mais do que caçadores, que nos fazem humanos.
      Ainda assim, somos assombrados pela ideia de que nossos filhos serão traumatizados pela nossa ausência. Aqui funciona a lógica de que pai e mãe são oxigênio, de que qualquer outro adulto cuidando deles será fatal. [...]
          Nossos filhos viverão em média 4 a 5 décadas mais do que nós -ou seja, os deixaremos órfãos, na melhor das hipóteses. Ausência fundamental que marca o sentido da parentalidade, pois acarreta criar sujeitos rumo à autonomia.
    [...]
       Há, ainda, outras ausências, menos radicais do que a morte, com as quais devemos aprender a lidar. Ausentamonos trabalhando, amando outras pessoas, amando outras coisas e amando a nós mesmos. [...] Ninguém merece ser tudo para um pai ou uma mãe. Por outro lado, nenhum adulto merece criar uma criança sem ajuda, sem respiro, tendo que gostar de brincar por obrigação. [...]
          A tarefa parental é imensa e vitalícia. Será exercida por quem assumir essa responsabilidade radical, não cabendo aqui fazer diferença entre homens e mulheres, pais e mães. Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos.
          Então, façamos a lição de casa. O que realmente é possível para cada família específica, para além de um mundo fantasioso no qual os pais se dedicariam integralmente aos filhos como se isso fosse bom para as crianças? Perguntemo-nos também o que é desejável para nós, pois a presença ressentida não passa desapercebida aos pequenos.
          Ao deixá-los com outros, sejam familiares ou profissionais, cabe assumir essa escolha, não valendo controlar à distância avós, babás e professores, o que é enlouquecedor. Enfim, escolha sua perda e aprenda a se ausentar.
    (Folha de São Paulo, VERA IACONELLI, 10 set. 2017, com adaptações)
    A partir do trecho: “Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos”, é correto considerar que o pronome em destaque refere-se a:
    Escolha uma alternativa para a questão bdf308a9-ff
  • 4898E9C6-F9

    Português

    Coesão e coerência
    UNIVILLE Universidade · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 4898e9c6-f9
  • 982A55F2-D7

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema “A última nau”, da obra Mensagem, de Fernando Pessoa, para responder à questão.

    Levando a bordo El-Rei D. Sebastião,
    E erguendo, como um nome, alto o pendão
    Do Império,
    Foi-se a última nau, ao sol aziago1
    Erma2 , e entre choros de ânsia e de pressago3
    Mistério.

    Não voltou mais. A que ilha indescoberta
    Aportou? Voltará da sorte incerta
    Que teve?
    Deus guarda o corpo e a forma do futuro,
    Mas Sua luz projeta-o, sonho escuro
    E breve.

    Ah, quanto mais ao povo a alma falta,
    Mais a minha alma atlântica se exalta
    E entorna,
    E em mim, num mar que não tem tempo ou spaço,
    Vejo entre a cerração teu vulto baço
    Que torna.

    Não sei a hora, mas sei que há a hora,
    Demore-a Deus, chame-lhe a alma embora
    Mistério.
    Surges ao sol em mim, e a névoa finda:
    A mesma, e trazes o pendão ainda
    Do Império.

    (Obra poética, 1987.)
    1aziago: funesto.
    2erma: solitária.
    3pressago: presságio.
    Os pronomes oblíquos assumem, geralmente, a função de complementos verbais. Em “projeta-o” (2ª estrofe) e “Demore-a” (4ª estrofe), os pronomes oblíquos referem-se, respectivamente, aos termos
    Escolha uma alternativa para a questão 982a55f2-d7
  • C8F40E6C-B2

    Português

    Análise sintática
    IF-PE · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Piaimã

         A inteligência do herói estava muito perturbada. Acordou com os berros da bicharia lá em baixo nas ruas, disparando entre as malocas temíveis. E aquele diacho de sagui-açu (...) não era saguim não, chamava elevador e era uma máquina. De-manhãzinha ensinaram que todos aqueles piados berros cuquiadas sopros roncos esturros não eram nada disso não, eram mas cláxons campainhas apitos buzinas e tudo era máquina. As onças pardas não eram onças pardas, se chamavam fordes hupmobiles chevrolés dodges mármons e eram máquinas.
       O herói aprendendo calado. De vez em quando estremecia. Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada. Tomou-o um respeito cheio de inveja por essa deusa de deveras forçuda, Tupã famanado que os filhos da mandioca chamavam de Máquina, mais cantadeira que a Mãe-d’água, em bulhas de sarapantar. Então resolveu ir brincar com a Máquina pra ser também imperador dos filhos da mandioca. Mas as três cunhãs deram muitas risadas e falaram que isso de deuses era gorda mentira antiga, que não tinha deus não e que com a máquina ninguém não brinca porque ela mata. A máquina não era deus não, nem possuía os distintivos femininos de que o herói gostava tanto. Era feita pelos homens. Se mexia com eletricidade com fogo com água com vento com fumo, os homens aproveitando as forças da natureza. Porém jacaré acreditou? nem o herói!
    [... ]
         Estava nostálgico assim. Até que uma noite, suspenso no terraço dum arranhacéu com os manos, Macunaíma concluiu: — Os filhos da mandioca não ganham da máquina nem ela ganha deles nesta luta. Há empate.
    ANDRADE, Mário. Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. Belo Horizonte: Itatiaia, 1986. p. 110.
    No que se refere às relações sintáticas utilizadas na construção do trecho transcrito de Macunaíma, no TEXTO, analise as afirmativas a seguir.

    I. Em “A inteligência do herói estava muito perturbada”, na primeira linha do texto, “muito perturbada”, funciona como predicativo do sujeito.
    II. Em “Tomou-o um respeito cheio de inveja”, “um respeito cheio de inveja” funciona como objeto direto da forma verbal “tomou”.
    III.No trecho “Tomou-o um respeito cheio de inveja”, o pronome oblíquo em “Tomou-o” é um elemento catafórico que se remete à expressão “o herói”, no início do segundo parágrafo.
    IV.No período “Voltava a ficar imóvel escutando assuntando maquinando numa cisma assombrada”, a expressão “numa cisma assombrada”, sintaticamente, funciona como adjunto adverbial.
    V. Em “A máquina não era deus não, nem possuía os distintivos femininos de que o herói gostava tanto”, a forma verbal gostava possui dois objetos indiretos, respectivamente, “deus” e “distintivos femininos”.

    Estão CORRETAS apenas as proposições
    Escolha uma alternativa para a questão c8f40e6c-b2
  • 8055E4C1-B0

    Português

    Coesão e coerência
    UNEMAT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A CASA CAIU

         O empreiteiro Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, contou ao juiz Sérgio Moro, em depoimento em Curitiba, que o apartamento tríplex, no Guarujá, era do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que este lhe deu ordens para destruir toda a documentação que juntou contendo dados sobre depósitos de propinas. O ex-ministro de Lula e de Dilma Rousseff, Antônio Palocci, se dispôs a fornecer fatos, nomes, endereços e documentos que darão trabalho por pelo menos mais de um ano à força-tarefa da Operação Lava Jato. Ou seja, a casa de Lula caiu e a batata dos ex-presidentes petistas pode queimar mais cedo do que se pensava.
    José Nêumanne

    Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3, na sexta-feira, 21 de abril de 2007. Disponível em: www.estadao.com.br Acesso em maio 2017. (Adaptado)
    Em uma produção textual, os pronomes este e lhe são elementos usados para referência, podendo se relacionar a termos já citados ou a termos posteriores a eles. No texto A casa caiu, tais pronomes se referem respectivamente
    Escolha uma alternativa para a questão 8055e4c1-b0
  • BF3B63FE-07

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    UNICENTRO · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    UNGUER, Roberto Mangabeira. Uma vida Humana. Folha de São Paulo, São Paulo, 11 setembro [2001?]. Opinião, Tendências/Debates.

    Marque V ou F, conforme sejam as afirmativas verdadeiras ou falsas.


    ( ) Em “Cada um de nós nasce enquadrado.” (l. 1), o termo qualificador “enquadrado” poderia ser usado no plural concordando com o pronome “nós”.

    ( ) As palavras “época” (l. 4), “indivíduo” (l. 7), “espírito” (l. 11) e “raízes” (l. 15) são acentuadas pela mesma razão.

    ( ) Em “Para que ela não nos desumanize, temos de continuar a senti-la” (l. 23-24), o pronome”ela” e a contração “la” são termos anafóricos que retomam a palavra “mutilação” (l. 22).

    ( ) As vírgulas em “Depois, já mutilados e lutando, vemo-nos novamente presos” (l. 28-29) são aplicadas pelo mesmo motivo que em “Rendemo-nos, por descrença e desesperança, a essa circunstância” (l. 32-33).


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

    Escolha uma alternativa para a questão bf3b63fe-07
  • 849F815A-06

    Português

    Coesão e coerência
    UFRGS · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Considere as afirmações abaixo, acerca das relações referenciais no texto.

    I - dessas variedades (l. 30-31) retoma as variedades escritas e faladas constitutivas da chamada norma culta (l. 24-26).
    II - la (l. 42) retoma toda uma cultura escolar (l. 39-40).
    III- Essa compreensão (l. 45) retoma uma adequada compreensão da heterogeneidade linguística do país, sua história social e suas características atuais (l. 42-45).

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 849f815a-06
  • 91188EF2-FF

    Português

    Coesão e coerência
    UNICENTRO · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

      Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    GUIMARAENS, Alphonsus. Hão de chorar por ela os cinamomos.

    Disponível em: <http://brasilescola.uol.com.br/literatura/cinco-poemasalphonsus-guimaraens.htm>;. Acesso em: 22 set. 2016.

    Em relação ao emprego dos verbos e pronomes do poema, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 91188ef2-ff
  • 91110A24-FF

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO III.

        “— és filho de uma pisadela e de um beliscão; mereces que um pontapé te acabe a casta. [...] O menino suportou tudo com coragem de mártir, apenas abriu ligeiramente a boca quando foi levantado pelas orelhas: mal caiu, ergueu-se, embarafustou pela porta fora, e em três pulos estava dentro da loja do padrinho, e atracando-se-lhe às pernas.” 
    ALMEIDA, Manuel A. de. Memórias de um Sargento de Milícias.
    Disponível em: <http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros. 
    Acesso em: 22 set. 2016.


    TEXTO IV.

         Algum tempo hesitei se deveria abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; [...] Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo; diferença radical entre este livro e o Pentateuco.
    MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Memórias Póstumas de Brás Cubas
    Disponível em:< http://educacao.globo.com/literatura/assunto/resumos-de-livros>.
    Acesso em 22 set. 2016
    Em relação à análise dos elementos linguísticos que estruturam o texto IV, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 91110a24-ff
  • 2B90FF1D-FD

    Português

    Morfologia - Pronomes
    Universidade Federal do Ceará · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    ALVES, Rubem. As cores do crepúsculo. A estética do envelhecer. São Paulo: Papirus, 2014, p. 18-25. 

    A questão baseia-se no texto 1 da Língua Portuguesa I.


    Assinale a alternativa em que o pronome sublinhado tem valor de reciprocidade
    Escolha uma alternativa para a questão 2b90ff1d-fd
  • 3331DBC7-F1

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade do Vale do Paraíba · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os versos, abaixo, e responda à questão.


    Dê-me um cigarro

    Diz a gramática

    Do professor e do aluno

    ANDRADE, O. Obras completas. Volumes 6-7. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1972.

    Em “Dê-me um cigarro”, quanto à colocação do pronome oblíquo “me”, em obediência às normas gramaticais da Língua Portuguesa, ocorreu
    Escolha uma alternativa para a questão 3331dbc7-f1
  • 67C1CD47-DD

    Português

    Advérbios
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Vera Teixeira de Aguiar, O verbal e o não verbal

    Assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 67c1cd47-dd
  • DD40EEAF-D8

    Português

    Coesão e coerência
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Nas frases a seguir, estão sublinhadas algumas palavras que podem ser substituídas por pronomes. Selecione a alternativa que contém os pronomes adequados, respectivamente, quando feita a substituição desses nomes.


    I – Marta esteve presente na festa do seu professor.
    II – A menina de olhos azuis é filha do meu irmão.
    III – Minha irmã emprestou a mim um casaco.
    IV – Dei aos meus filhos presentes úteis.
    V – O médico abraçou seu antigo paciente.

    Escolha uma alternativa para a questão dd40eeaf-d8
  • AB798421-B3

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    IF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Assinale a alternativa que registra a mesma incorreção gramatical, contida no texto abaixo, segundo a norma padrão.

    Escorpião: Os desafios podem lhe atrair, mas talvez não seja o dia de lhe fazerem bem (Gazeta do Povo, 13/09/2016).

    Escolha uma alternativa para a questão ab798421-b3
  • 5B8CE779-B0

    Português

    Análise sintática
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    MEIRELES, C.Romanceiro da Inconfidência. 3.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989, p.182. 



    TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Disponível em:< http://filosofiavo2.blogspot.com.br/2011/04/argumento-falacias.html>
    Acesso em: 07 out 2016. 



    TEXTO 3
    Fuja da falácia no texto argumentativo

    (Mayra Gabriella de Rezende Pavan)
    Em um texto argumentativo, é importante tomar cuidado com a falácia, ou seja, argumentos falsos, ilógicos, raciocínios infundados, pois prejudicam a argumentação. 
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Falar que o ovo é “fruto” do coelho é um argumento falso (falácia). Entretanto, apesar de ilógico, na
    Páscoa, todos o aguardam

           Todo texto argumentativo busca convencer. Para alcançar esse objetivo, os argumentos tornam-se imprescindíveis. Há várias estratégias argumentativas, as citações, exemplos, argumento, contra-argumento, entre outras.
           Todos os argumentos são válidos? Posso usar qualquer exemplo para embasar meu texto? Ao argumentar, buscam-se razões que embasem uma conclusão, por isso é preciso tomar cuidado com as falácias.
           Falácia é um substantivo, derivado de um adjetivo latino fallace, que significa enganador, ilusório. Todas as vezes em que um raciocínio errado ou mentiroso é colocado como verdadeiro ocorre a falácia.
    [...]
            Por isso, é preciso estar atento à construção textual, porque o texto argumentativo deve usar argumentos plausíveis, pautados na lógica. Então, cuidado com aqueles que parecem sustentar uma conclusão, mas na realidade não sustentam. [...]  
    Disponível em:< http://portugues.uol.com.br/redacao/fuja-falacia-no-texto-argumentativo.html>
    Acesso em: 07 out 2016.


    TEXTO 4
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016      Disponível em http://acervo.novaescola.org.br/lingua-portuguesa/fundamentos/leitura-textoscomplexidades-diferentes-466478.shtml
    Acesso em: 07 out 2016. 

    “Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas... como lá vêm vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que também eles tomem parte na confraternização.”
    Sobre o trecho transcrito, NÃO é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 5b8ce779-b0
  • 29EA373B-1C

    Português

    Morfologia - Pronomes
    FGV · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A única frase em que o emprego do pronome “lhe” está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa é:
    Escolha uma alternativa para a questão 29ea373b-1c
  • 449B3BD7-FC

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
       A obra clássica, segundo o escritor italiano Ítalo Calvino, “nunca termina de dizer aquilo que ele tem para dizer”. É um grande campo de onde é possível extrair centenas de informações e multiplicidades. Entretanto, cada lugar do mundo e cada geração a lê sob diferentes prismas. O que o torna imortal são os valores implícitos nele. Um livro clássico pode ter quinhentos ou cinquenta anos. Ele independe da idade. É como se elas fossem espelhos, onde a humanidade pudesse fazer a leitura de si mesma: suas agruras, seus anseios, sua moral, seus medos, seus segredos, sua identidade. (Revista Educação, Ano 10, nº 116) 
    O texto apresenta problemas em relação à coesão, pois emprega inadequadamente alguns pronomes (em negrito). Assinale a alternativa correta em relação ao emprego desses elementos referenciais.
    Escolha uma alternativa para a questão 449b3bd7-fc
  • 34F9DE17-FC

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    Universidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada é um pronome apassivador.
    Escolha uma alternativa para a questão 34f9de17-fc
  • 44EE719F-3C

    Português

    Morfologia - Pronomes
    UNESP · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Cena V – JORGE, MADALENA E MARIA
    JORGE – Ora seja Deus nesta casa!
    (Maria beija-lhe o escapulário1 e depois a mão; Madalena somente o escapulário.)
    MADALENA – Sejais bem-vindo, meu irmão!
    MARIA – Boas tardes, tio Jorge!
    JORGE – Minha senhora mana! A bênção de Deus te cubra, filha! Também estou desassossegado como vós, mana Madalena: mas não vos aflijais, espero que não há de ser nada. É certo que tive umas notícias de Lisboa...
    MADALENA (assustada) – Pois que é, que foi?
    JORGE – Nada, não vos assusteis; mas é bom que estejais prevenida, por isso vo-lo digo. Os governadores querem sair da cidade... é um capricho verdadeiro... Depois de aturarem metidos ali dentro toda a força da peste, agora que ela está, se pode dizer, acabada, que são raríssimos os casos, é que por força querem mudar de ares.
    MADALENA – Pois coitados!...
    MARIA – Coitado do povo! Que mais valem as vidas deles? Em pestes e desgraças assim, eu entendia, se governasse, que o serviço de Deus e do rei me mandava ficar, até a última, onde a miséria fosse mais e o perigo maior, para atender com remédio e amparo aos necessitados. Pois, rei não quer dizer pai comum de todos?
    JORGE – A minha donzela Teodora! Assim é, filha, mas o mundo é doutro modo: que lhe faremos?
    MARIA – Emendá-lo.
    JORGE (para Madalena, baixo) – Sabeis que mais? Tenho medo desta criança.
    MADALENA (do mesmo modo) – Também eu.
    JORGE (alto) – Mas enfim, resolveram sair: e sabereis mais que, para corte e “buen retiro” dos nossos cinco reis, os senhores governadores de Portugal por D. Filipe de Castela, que Deus guarde, foi escolhida esta nossa boa vila de Almada, que o deveu à fama de suas águas sadias, ares lavados e graciosa vista.
    MADALENA – Deixá-los vir.
    JORGE – Assim é: que remédio! Mas ouvi o resto. O nosso pobre Convento de São Paulo tem de hospedar o senhor arcebispo D. Miguel de Castro, presidente do governo. Bom prelado é ele; e, se não fosse que nos tira do humilde sossego de nossa vida, por vir como senhor e príncipe secular... o mais, paciência. Pior é o vosso caso...
    MADALENA – O meu!
    JORGE – O vosso e de Manuel de Sousa: porque os outros quatro governadores – e aqui está o que me mandaram dizer em muito segredo de Lisboa – dizem que querem vir para esta casa, e pôr aqui aposentadoria2 .
    MARIA (com vivacidade) – Fechamos-lhes as portas. Metemos a nossa gente dentro – o terço3 de meu pai tem mais de seiscentos homens – e defendemo-nos. Pois não é uma tirania?... E há de ser bonito!... Tomara eu ver seja o que for que se pareça com uma batalha! 
    JORGE – Louquinha!
    MADALENA – Mas que mal fizemos nós ao conde de Sabugal e aos outros governadores, para nos fazerem esse desacato? Não há por aí outras casas; e eles não sabem que nesta há senhoras, uma família... e que estou eu aqui?... (Teatro, vol. 3, 1844.)
    1 escapulário: faixa de tecido que frades e freiras de certas ordens religiosas cristãs usam pendente sobre o peito.
    2 pôr aposentadoria: ficar, morar.
    3 terço: corpo de tropas dos exércitos português e espanhol dos séculos XVI e XVII.
    “Nada, não vos assusteis; mas é bom que estejais prevenida, por isso vo-lo digo.”
    Em relação à forma verbal “digo”, os pronomes oblíquos átonos “vo-lo” atuam, respectivamente, como
    Escolha uma alternativa para a questão 44ee719f-3c