Questões do ENEM: Linguagens e Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

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Resultados

163 questões encontradas. Mostrando a página 6 de 9.

  • CEAD3E96-B5

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    Os verbos estão majoritariamente flexionados:
    Escolha uma alternativa para a questão cead3e96-b5
  • CEA9179A-B5

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    Sobre a expressão em destaque no verso 13 – “E há de deixar-me apenas os cabelos” – é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão cea9179a-b5
  • 5B4EF10C-3C

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    1,7% dos municípios brasileiros, e apenas isso, _____monitorado a qualidade do ar. ______ no país 252 estações que efetuam esse acompanhamento ambiental – nos EUA são cinco mil estações. Os dados_____ estudo exclusivo do Instituto Saúde e Sustentabilidade.

    (IstoÉ, 16.07.2014. Adaptado)

    Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:


    Escolha uma alternativa para a questão 5b4ef10c-3c
  • 274AB4B3-F9

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o verbo grifado está no mesmo tempo do verbo em: Ele era um fingidor.
    Escolha uma alternativa para a questão 274ab4b3-f9
  • 3017A546-E2

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Católica de Pelotas · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Em “No dia seguinte, não houve concentração juvenil,” (linha 52), o tempo verbal é
    Escolha uma alternativa para a questão 3017a546-e2
  • 1D7E681F-DE

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    FGV · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Machado de Assis, Quincas Borba. 

    Empregou-se o presente com ideia de futuro no seguinte excerto do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 1d7e681f-de
  • D1D5423C-DC

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Texto I
    Esses Moços
    01 Esses moços, pobres moços
    02 Ah! Se soubessem o que eu sei
    03 Não amavam...
    04 Não passavam aquilo que eu já passei
    05 Por meus olhos
    06 Por meus sonhos
    07 Por meu sangue, tudo enfim
    08 É que eu peço a esses moços
    09 Que acreditem em mim
    10 Se eles julgam
    11 Que há um lindo futuro
    12 Só o amor nesta vida conduz
    13 Saibam que deixam o céu por ser escuro
    14 E vão ao inferno
    15 À procura de luz
    16 Eu também tive nos meus belos dias
    17 Essa mania que muito me custou
    18 E só as mágoas eu trago hoje em dia
    19 E essas rugas o amor me deixou!
    Lupicínio Rodrigues (1948)

    Texto II
    Capítulo LXXIII / O contrarregra
    Imagem da questão de Português, da prova de 2013
    Machado de Assis, Dom Casmurro (1899)

    Obs.: dandy (dândi): homem elegante, que se traja com apuro
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão d1d5423c-dc
  • D1B8CB14-DC

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão
    Diário de bordo
    Imagem da questão de Português, da prova de 2013
    Carlos Heitor Cony
    Assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão d1b8cb14-dc
  • 8621D281-C6

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UECE · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO II

    PORTÃO

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Carlos Drummond de Andrade: Poesia e Prosa. Editora Nova Aguilar:1988. p. 506-507.
    Considere as seguintes afirmações sobre os dois versos finais.

    I. A separação desses dois versos em uma estrofe é um recurso que enfatiza as ideias de exclusão, parcialidade e preconceito presentes no poema.

    II. Os dois versos constituem um enunciado que expressa uma afirmação de valor individual ou particular.

    III. Esse enunciado apresenta a estrutura linguística do axioma (máxima, provérbio, anexim): é breve, expressa um conceito sobre a realidade, tem o objetivo de ensinar e emprega o presente do indicativo.


    Está correto o que se afirma apenas em
    Escolha uma alternativa para a questão 8621d281-c6
  • 3FAE117E-B0

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    PUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Pneumotórax

    Manuel Bandeira
    Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos.
    A vida inteira que podia ter sido e que não foi.
    Tosse, tosse, tosse.

    Mandou chamar o médico:

    – Diga trinta e três.
    – Trinta e três... trinta e três... trinta e três...
    – Respire.

    ...............................................................................................................................

    – O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado.
    – Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax?
    – Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino.

    BANDEIRA, Manuel. Libertinagem & Estrela da manhã. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993, p. 30.
    I. O verbo “poder”, embora formalmente no imperfeito do indicativo, indica hipótese, possibilidade.
    II. O uso do discurso direto tem como efeito conferir ao poema um tom prosaico.
    III. A conjunção “e”, no segundo verso, tem valor adversativo.


    Tendo em conta as afirmativas acima, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3fae117e-b0
  • 9B3D228B-B0

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    PUC-MINAS · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo e responda, em seguida, a questão.

    O xadrez de Marina

    SÃO PAULO — Eduardo Campos não é um "zero", como Ciro Gomes o chamou na sua tola e habitual verborragia, tampouco é o estrategista político formidável, tal qual passou a ser pintado em Brasília após a surpreendente filiação da ex-senadora Marina Silva ao seu PSB.
    O governador de Pernambuco é um construtor de pontes, paciente e habilidoso, que consegue se manter como interlocutor de quase todo o mundo, de Lula a Serra, de Bornhausen e Ronaldo Caiado a Marina. É um conciliador que parece mais mineiro do que o próprio Aécio Neves.
    É evidente que esses traços o ajudaram a se posicionar no momento em que Marina precisava achar uma saída para o imbróglio em que se meteu ao não conseguir oficializar a tal Rede Sustentabilidade -- não se filiar a um partido significaria abdicar totalmente da eleição presidencial; entrar numa sigla qualquer apenas para ser candidata seria um gesto personalista que poderia arranhar a imagem da nova política, que Marina tanto cultiva.
    Mas, na prática, o governador pernambucano foi um agente passivo nessa história toda. Se alguém anteviu alguma coisa, foi Marina. A ex-senadora criou o principal fato político desde a eleição de Dilma e ainda jogou sobre Campos a responsabilidade de crescer nas pesquisas em pouco tempo, ao deixar claro que, se o governador não se viabilizar, ela pode concorrer.
    No cenário anterior, Campos seria um vitorioso se terminasse a eleição presidencial do ano que vem com cerca de 15% dos votos. Atingiria seu objetivo de tornar-se um nome nacionalmente conhecido a fim de, quatro anos depois, disputar a sucessão para valer.
    Agora, após o empurrão da ex-senadora, se Campos não atingir esse patamar nos próximos meses, antes mesmo de a campanha eleitoral começar, poderá ser forçado a abdicar da candidatura em favor de Marina. 

    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/rogeriogentile/2013/10/1354262-o-xadrez-de-marina.shtml. Acesso em: 10 out. 2013. 
    Todos os excertos a seguir trazem considerações que pertencem ao campo da suposição ou hipótese, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 9b3d228b-b0
  • 91BB1292-AF

    Português

    Coesão e coerência
    UNESP · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão toma por base uma passagem de um livro de José Ribeiro sobre o folclore nacional.



    Curupira


           Na teogonia* tupi, o anhangá, gênio andante, espírito andejo ou vagabundo, destinava-se a proteger a caça do campo. Era imaginado, segundo a tradição colhida pelo Dr. Couto de Magalhães, sob a figura de um veado branco, com olhos de fogo.
          Todo aquele que perseguisse um animal que estivesse amamentando corria o risco de ver Anhangá e a visão determinava logo a febre e, às vezes, a loucura. O caapora é o mesmo tipo mítico encontrado nas regiões central e meridional e aí representado por um homem enorme coberto de pelos negros por todo o rosto e por todo o corpo, ao qual se confiou a proteção da caça do mato. Tristonho e taciturno, anda sempre montado em um porco de grandes dimensões, dando de quando em vez um grito para impelir a vara. Quem o encontra adquire logo a certeza de ficar infeliz e de ser mal sucedido em tudo que intentar. Dele se originaram as expressões portuguesas caipora e caiporismo, como sinônimo de má sorte, infelicidade, desdita nos negócios. Bilac assim o descreve: “Companheiro do curupira, ou sua duplicata, é o Caapora, ora gigante, ora anão, montado num caititu, e cavalgando à frente de varas de porcos do mato, fumando cachimbo ou cigarro, pedindo fogo aos viajores; à frente dele voam os vaga-lumes, seus batedores, alumiando o caminho”.
         Ambos representam um só mito com diferente configuração e a mesma identidade com o curupira e o jurupari, numes que guardam a floresta. Todos convergem mais ou menos para o mesmo fim, sendo que o curupira é representado na região setentrional por um “pequeno tapuio” com os pés voltados para trás e sem os orifícios necessários para as secreções indispensáveis à vida, pelo que a gente do Pará diz que ele é músico. O Curupira ou Currupira, como é chamado no sul, aliás erroneamente, figura em uma infinidade de lendas tanto no norte como no sul do Brasil. No Pará, quando se viaja pelos rios e se ouve alguma pancada longínqua no meio dos bosques, “os romeiros dizem que é o Curupira que está batendo nas sapupemas, a ver se as árvores estão suficientemente fortes para sofrerem a ação de alguma tempestade que está próxima. A função do Curupira é proteger as florestas. Todo aquele que derriba, ou por qualquer modo estraga inutilmente as árvores, é punido por ele com a pena de errar tempos imensos pelos bosques, sem poder atinar com o caminho de casa, ou meio algum de chegar até os seus”. Como se vê, qualquer desses tipos é a manifestação de um só mito em regiões e circunstâncias diferentes.

    (O Brasil no folclore, 1970.)



    (*) Teogonia, s.f.: 1. Filos. Doutrina mística relativa ao nascimento dos deuses, e que frequentemente se relaciona com a formação do mundo. 2. Conjunto de divindades cujo culto forma o sistema religioso dum povo politeísta. (Dicionário Aurélio Eletrônico – Século XXI.)
    Todo aquele que perseguisse um animal que estivesse amamentando corria o risco de ver Anhangá [...].


    Se a frase apresentada for reescrita trocando-se perseguisse, que está no pretérito imperfeito do modo subjuntivo, por perseguir, futuro do mesmo modo, as formas estivesse e corria assumirão, por correlação de modos e tempos, as seguintes flexões:
    Escolha uma alternativa para a questão 91bb1292-af
  • D45B0AFC-96

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    CEDERJ · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
                                                        Infância

         
    Uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

          Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

          Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

          Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

          Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

          À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

            Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso. E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo.

          Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


                                                     RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 1995. p.187-191.

    Leia o trecho:

    Uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim.

    As formas verbais assinaladas indicam, respectivamente, os seguintes aspectos do passado:
    Escolha uma alternativa para a questão d45b0afc-96
  • DDE48721-24

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    SENAC-SP · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
                                                                       
                                                     CÓDIGOS E LINGUAGENS
    Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

                Em 1876, os Estados Unidos comemoraram o centenário de sua independência com um evento de encher os olhos. Realizada na Filadélfia, a “Exposição internacional de arte, manufatura e produtos do solo e das minas" ocupava uma área quase do tamanho do parque do Ibirapuera, em São Paulo.
                 Nesse ambiente de excitação e curiosidade, o professor escocês Alexandre Graham Bell, de 29 anos, parecia deslocado.Seus primeiros dias na feira foram de desânimo e frustração. Ele trazia de Boston, cidade em que morava, uma engenhoca chamada de “novo aparato acionado pela voz humana". A organização da feira lhe destinara uma pequena mesa escondida no fundo de um corredor. Era um espaço fora do roteiro dos juízes encarregados de avaliar e premiar as invenções. Como se inscrevera na última hora, seu nome nem sequer aparecia na programação oficial.
                 Tudo isso mudou devido a uma extraordinária coincidência. Em um final de tarde, uma voz fina e esganiçada chamou-lhe a atenção:
                 − Mr. Graham Bell?
                 Ao se virar, ele deparou-se com o imperador do Brasil, dom Pedro II. Os dois tinham se conhecido semanas antes, em Boston, onde Graham Bell criara uma escola para surdos-mudos.
                − O que o sr. está fazendo aqui? − perguntou dom Pedro.
                Graham Bell contou-lhe que acabara de patentear um mecanismo capaz de transmitir a voz humana. A cena que se seguiu é hoje parte dos grandes momentos da história da ciência. Escoltado pelo imperador do Brasil, por um batalhão de repórteres e pelos juízes, que, àquela altura, estavam por perto, Graham Bell pediu que dom Pedro II se postasse a cerca de cem metros e mantivesse junto aos ouvidos uma pequena concha metálica conectada a um fio de cobre. No extremo oposto da fiação, pronunciou as seguintes palavras, da peça Hamlet, de William Shakespeare:
                 − To be or not to be (ser ou não ser).
                 − Meu Deus, isso fala! Exclamou dom Pedro II.
                 Mais tarde rebatizado como telefone, o aparato seria considerado um dos marcos do século XIX, chamado de “Século das luzes" devido às inovações científicas que mudaram radicalmente a vida das pessoas. Encomendado por dom Pedro II pessoalmente a Graham Bell, o telefone chegou ao Rio de Janeiro antes mesmo de ser adotado em alguns países europeus supostamente mais desenvolvidos do que o Brasil.
                               (Adaptado de Laurentino Gomes. 1889. São Paulo, Editora Globo, 2013, formato ebook)
    “Emprega-se esse tempo verbal quando nos transportamos mentalmente a uma época passada e descrevemos o que então era presente".
                                                      (BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. Rio de Janeiro: 
                                                                                                                                            Nova Fronteira, 2009)


    O verbo empregado nos tempo e modo descritos acima está sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão dde48721-24
  • 0C4B5C7F-64

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UNEAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para as questões.

    XI
    Aquela senhora tem um piano
    Que é agradável, mas não é o correr dos rios
    Nem o murmúrio que as árvores fazem...
    Para que é preciso ter um piano?
    O melhor é ter ouvidos
    E amar a Natureza.

    PESSOA, Fernando. O guardador de rebanhos. Poemas completos de Alberto Caeiro.
    In:GALHOZ, Maria Aliete. Fernando Pessoa: obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1999. p. 213 (Fragmento).

    Entre as análises abaixo, acerca do texto,

    I. Caso trocássemos o verbo “fazer” (3º verso, 1ª estrofe) para o pretérito perfeito do indicativo composto (Nem o murmúrio que as árvores têm feito), haveria mudança de sentido, uma vez que expressa uma ação habitual, que se repete.

    II. A forma nominal que aparece no 2º verso da 1ª estrofe (“o correr”) é infinitivo impessoal, equivale a um substantivo (corrida).

    III. Há, no poema, três formas nominais no infinitivo (correr, ter e amar); entretanto, duas delas equivalem a substantivo.

    IV. No verso “Aquela senhora tem um piano”, o verbo “ter” ficaria no futuro do pretérito do indicativo, se o fato fosse uma suposição ou hipótese (Aquela mulher teria um piano).

    V. No 2º verso (1ª estrofe), aparecem dois conectores, os quais servem de elementos articuladores entre as orações. Um deles, expressa ideia de adversidade, oposição.

    estão corretos os itens

    Escolha uma alternativa para a questão 0c4b5c7f-64
  • FD1588E0-64

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UNEAL · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Nos versos abaixo, o espaço pontilhado pode ser preenchido com a seguinte forma verbal:

    “Bebe enquanto puderes; quando tu e os teus já ................... partido, uma outra gente possa te redimir da terra que te abraça” (Lord Byron).

    Escolha uma alternativa para a questão fd1588e0-64
  • 4C918EAD-2B

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade do Contestado - Santa Catarina · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    A alternativa que apresenta redação mais adequada às normas da língua padrão escrita é:
    Escolha uma alternativa para a questão 4c918ead-2b
  • 4A9CBB10-DF

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UFRN · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    O TRAPICHE


    SOB A LUA, NUM VELHO TRAPICHE ABANDONADO, as crianças dormem. Antigamente aqui era o mar. Nas grandes e negras pedras dos alicerces do trapiche as ondas ora se rebentavam fragorosas, ora vinham se bater mansamente. A água passava por baixo da ponte sob a qual muitas crianças repousam agora, iluminadas por uma réstia amarela de lua. Desta ponte saíram inúmeros veleiros carregados, alguns eram enormes e pintados de estranhas cores, para a aventura das travessias marítimas. Aqui vinham encher os porões e atracavam nesta ponte de tábuas, hoje comidas. Antigamente diante do trapiche se estendia o mistério do mar oceano, as noites diante dele eram de um verde escuro, quase negras, daquela cor misteriosa que é a cor do mar à noite. Hoje a noite é alva em frente ao trapiche. É que na sua frente se estende agora o areal do cais do porto. Por baixo da ponte não há mais rumor de ondas. A areia invadiu tudo, fez o mar recuar de muitos metros. Aos poucos, lentamente, a areia foi conquistando a frente do trapiche. Não mais atracaram na sua ponte os veleiros que iam partir carregados. Não mais trabalharam ali os negros musculosos que vieram da escravatura. Não mais cantou na velha ponte uma canção um marinheiro nostálgico. A areia se estendeu muito alva em frente ao trapiche. E nunca mais encheram de fardos, de sacos, de caixões, o imenso casarão. Ficou abandonado em meio ao areal, mancha negra na brancura do cais.


    AMADO, Jorge. Capitães da Areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 25

    Em relação aos tempos verbais presentes no fragmento, o narrador emprega
    Escolha uma alternativa para a questão 4a9cbb10-df
  • 02AFE737-DB

    Português

    Artigos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012
    Adaptado de Chega de saudade, de Ruy Castro
    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 02afe737-db
  • 194F4A25-B6

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Polivalência: do mito... para a realidade

        A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.

        Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo?

        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI.

        Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.

        Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.

    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado) 

    Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta.
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