Questões do ENEM: Linguagens e Flexão verbal de número (singular, plural)

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Resultados

55 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 3.

  • F5EF51B7-6E

    Português

    Crase
    UFRGS · 2025Entre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.

    Q1_8.png (293×565)
    Q1_8_.png (292×224)
    Q1_8__.png (293×565)
    Q1_8___.png (296×209)


    Adaptado de KENEDY, E. Celulares não vão derreter o cérebro de seus filhosmas quase. Disponível em: <https://lefufrj.wordpress.com/2024/12/16/celulares-naovao-derreter-o-cerebro-de-seus-filhos-mas-quase/>.
    Acesso em: 25 ago. 2025.
    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 47, 54, 74 e 94, nesta ordem.
    Escolha uma alternativa para a questão f5ef51b7-6e
  • 7DECE543-68

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    Ensino Einstein · 2025Entre para guardar nos favoritos

    Examine a tirinha de Rafa Figueiredo, publicada em 27.01.2023, para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2025

    Mantendo o sentido geral da tirinha, caso a fala estivesse no plural, dirigindo-se a “vocês”, os verbos assumiriam as seguintes formas:
    Escolha uma alternativa para a questão 7dece543-68
  • 02C44169-D7

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    UNICAMP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Se pensarmos o Brasil a partir das cosmologias e histórias indígenas, veremos que esta nação é múltipla e nela coexistem maneiras distintas de pensar e de viver. E mesmo que a vivência em um território comum nos coloque o desafio de construir um campo de ação política que nos unifique como cidadãos, as cosmologias indígenas não podem ser reduzidas às formas ocidentais de pensar e de ordenar o mundo.

    As experiências e os saberes indígenas consideram o universo em sua totalidade e inserem o ser humano em uma complexa rede de relações que envolvem os seres, naturais e sobrenaturais, integrando a vida como um todo. Essas cosmologias não se confundem e nem podem ser contidas dentro da lógica materialista e mercadológica, com a qual estamos habituados.

    (BONIN, Iara Tatiana. Cosmovisão indígena e modelo de desenvolvimento. In: Encarte Pedagógico V – Jornal Porantim, ano XXXVI, n. 376, Brasília, Junho/Julho 2015, p.1.)
    Para Iara Bonin, articular a cosmovisão indígena a um modelo de desenvolvimento para o Brasil é um desafio coletivo. No texto, isso é marcado pelo uso de verbos em 
    Escolha uma alternativa para a questão 02c44169-d7
  • 38F49F67-03

    Português

    Análise sintática
    UECE · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1


    81% dos adolescentes têm dois ou mais fatores de risco para saúde, aponta pesquisa da UFMG e Unifesp


    Q1_8.png (328×433)
    Q_1_8.png (325×392)
    Q__1_8.png (320×121)


    Do HOJE EM DIA - portal@hojeemdia.com.br em 18/07/2024 . Adaptado.
    Assinale com V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma a seguir.


    ( ) Em “81% dos adolescentes têm dois ou mais fatores de risco para saúde [...]” (título), o verbo destacado concorda com o numeral.

    ( ) Em “Há uma necessidade urgente de abordagens dinâmicas e proativas que capacitem os adolescentes a assumir a corresponsabilidade por sua saúde.” (linhas 28-31), o termo destacado se refere a toda a população.

    ( ) No trecho “É o que mostra trabalho feito por pesquisadores das universidades federais de Minas (UFMG) e de São Paulo (Unifesp).” (linhas 06-09), entende-se, pela construção sintática, que há mais de uma universidade federal em cada um dos estados mencionados, Minas e São Paulo.


    A sequência correta, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 38f49f67-03
  • 72509EDE-7B

    Português

    Crase
    UFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritos

    Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 



    Imagem da questão de Português, da prova de 2022

    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 01, 32 e 43, nessa ordem.
    Escolha uma alternativa para a questão 72509ede-7b
  • 4955FFA5-0B

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    UECE · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2021

    A escolha pelo uso da primeira pessoa plural, no texto 2,
    Escolha uma alternativa para a questão 4955ffa5-0b
  • DF3AA985-7B

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    USP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Romance LIII ou Das Palavras Aéreas


    Ai, palavras, ai, palavras,

    que estranha potência, a vossa!

    Ai, palavras, ai, palavras,

    sois de vento, ides no vento,

    no vento que não retorna,

    e, em tão rápida existência,

    tudo se forma e transforma!


    Sois de vento, ides no vento,

    e quedais, com sorte nova! (...)


    Ai, palavras, ai, palavras,

    que estranha potência, a vossa!

    Perdão podieis ter sido!

    - sois madeira que se corta,

    - sois vinte degraus de escada,

    - sois um pedaço de corda...

    - sois povo pelas janelas,

    cortejo, bandeiras, tropa...


    Ai, palavras, ai, palavras,

    que estranha potência, a vossa!

    Éreis um sopro na aragem...

    - sois um homem que se enforca!

    Cecília Meireles, Romanceiro da Inconfidência

    Ao substituir a pessoa verbal utilizada para se referir ao substantivo "palavras" pela 3ª pessoa do plural, os verbos dos versos "sois de vento, ides no vento," (v. 4) / "Perdão podieis ter sido!" (v. 12) / "Éreis um sopro na aragem..." (v. 20) seriam conjugados conforme apresentado na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão df3aa985-7b
  • 6B268AAA-01

    Português

    Adjetivos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2019

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 6b268aaa-01
  • 70E57906-FF

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNICENTRO · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Credo


    “Padre Nosso que estás no Céu,”

    perdi meu Credo que tu me deste.

    Eu era menino: Creio em Deus Padre...

    Que força me dava a tua oração!

    Santa Maria, mãe de Jesus,

    perdi as armas que Deus me deu!

    “Padre Nosso que estás no Céu,”

    santificado seja teu nome,

    seja feita — a tua vontade,

    e faze que eu ache meu credo de novo!

    Eu era menino: Creio em Deus Padre...

    Que força me dava a tua oração!

    Santa Maria, mãe de Jesus,

    Procura pra mim, meu Creio em Deus Padre,

    Santa Maria, mãe de Jesus!


    LIMA, Jorge de. Poesia completa. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. v. 1. p. 135-6.



    Em Credo, o poeta muda o tratamento do "Pai Nosso", normalmente apresentado na segunda pessoa do plural, para a segunda pessoa do singular

    Se voltarmos a segunda pessoa do plural, as formas em negrito no poema passariam a ser, nessa ordem, grafadas assim:

    Escolha uma alternativa para a questão 70e57906-ff
  • 7D00C448-EA

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Alagoas · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o texto seguinte.

    Sobre a alagoanidade
    Extraído do livro “Notas Sobre Leitura”, de Sidney Wanderley 

        Certa feita, em conversa com a jornalista Janayna Ávila, disse-lhe considerar a alagoanidade um nativismo para broncos. De fato, exaspera-me esta questão – monocórdia, obsessiva, recorrente e estéril – da identidade de um povo, qualquer que seja ele. Acrescentei gaiatamente que a viçosanidade – atributo inconfundível de qualquer bípede implume nascido em Viçosa de Alagoas – consiste no amor desmedido às bolachas de padaria, à xistose e à zabumba. Aliás, esse troço de amor desmedido e acrítico ao torrão natal é coisa que fede e da qual desconfio visceralmente.
        Tomo sempre um susto danado quando meu interlocutor, com ares de sociólogo, antropólogo, etnólogo ou besteirólogo, invariavelmente posudo e sisudo, assevera-me existir a ironia tipicamente alagoana, a maledicência inconfundivelmente caeté ou o humor característico de quem por aqui nasceu. Não ignoro que há uma diferença nítida e notória entre o humor inglês e o humor italiano; mas o que diferencia o humor de um alagoano do humor de um capixaba ou de um sergipano? Acaso rimos mais graciosamente que esses outros, ou emitimos algum som inconfundível quando gargalhamos?
        Haver uma ironia, um humor, uma maledicência, uma violência ou um ressentimento inconfundivelmente alagoanos parece-me um disparate tão considerável quanto haver um futebol alagoano, uma poesia alagoana ou uma cardiologia alagoana. O que há é gente a jogar bola, a compor poemas ou a distrair-se remuneradamente com  cateteres nos limites desta modestíssima unidade federativa.
        Arrisco imaginar o muxoxo de desdém e o coice de impaciência que Graciliano Ramos, nosso ícone maior, não dispensaria a quem fosse importuná-lo com essa conversa mole de alagoanidade. A alagoanidade do caráter predatório e tirânico de Paulo Honório; a alagoanidade lastimável e prepotente do soldado amarelo; a alagoanidade agônica da cachorra Baleia, à beira da morte, a sonhar com um mundo repleto de preás; a alagoanidade adiposa e burguesa de Julião Tavares acoplada à alagoanidade ressentida e assassina de Luís da Silva; a alagoanidade mendicante e fétida de Venta-Romba... Melhor deixar em paz o homo quebrangulensis.
        Ocorre-me agora um dilema visceral: opto pela concisão (“as mesmas vinte palavras”) de nosso romancista maior ou pela incontinência verbal de nosso poeta maior, o palmarino Jorge de Lima? Deverei, de imediato, atribuir alguma média ponderada a suas obras e a seus espíritos e obter algum valor que exprima com exatidão e fidedignidade a alma média do homo alagoensis, afogada por inteiro numa mescla de nossos pontos/homens culminantes. Assim, decerto obterei por fim essa tão apregoada quanto fictícia alagoanidade – força vital, espírito motor, éter, suprassumo, élan, quinta-essência – que nos desconfunde e anima.
        Que pecado para um alagoano típico preferir o primeiro (“há sempre um copo de mar” – não necessariamente alagoano – “para um homem navegar”) e o quarto cantos de Invenção de Orfeu (“O perigo da vida são os vácuos”), bem como a difícil decifração do Livro de sonetos, ao Jorge de Lima dengoso e aliciante dos Poemas negros e ao devoto fervoroso de A túnica inconsútil. Que ato bárbaro de antialagoanidade – digno talvez de um fim similar ao que obtiveram Zumbi, Julião Tavares, Baleia e Calabar – preferir a viagem ao lado da vaca palustre e bela e do cavalo erudito e em chamas, ao passeio pelo parnasianismo sentencioso e de fácil consagração de “O acendedor de lampiões”!
        Advogo, sim, uma alagoanidade esculhambada, disforme, banguela, antropofágica (com direito a sardinhas e Sardinha), macunaímica (“Ai! que preguiça!” desse papo infausto e broncoposudo de identidade cultural etc. e coisa e tal), desbragadamente inclusiva e insaciavelmente cosmofágica. Uma alagoanidade tal a de dona Nise da Silveira, que soube unir os tórridos loucos e os gatos tupiniquins à psicologia dos arquétipos junguianos, oriundos da fria e fleumática Suíça. Uma alagoanidade que acolha o cego Homero e o boêmio Zé do Cavaquinho, os epilépticos Dostoiévski e Machado de Assis e o desassossegado Breno Accioly, a mitologia nórdica e o reisado, a madeleine proustiana e as bolachas Pirauê da padaria de Viçosa, o puteiro do finado Mossoró e as libidinagens de Molly Bloom, os travestis da Pajuçara e os versos de Whitman e Lorca, os labirintos borgianos e os descaminhos da feira do Rato, o mujique russo e o sertanejo de Dois Riachos, os feitiços verbais de Guimarães Rosa e o segredo sagrado do camarão do Bar das Ostras, o decassílabo camoniano e o martelo agalopado dos cantadores de viola da minha já recuada infância.
        Uma alagoanidade que me permita ser os trezentos, os trezentos e cinquenta que trago em mim desde a nascença e que se finarão em breve, felizmente, pois viver por vezes é um bocado custoso e prolongado. Ai, que preguiça! e que vontade de adormecer, profundamente, em Viçosa, na confluência dos rios Paraíba, Tejo, Ganges, Mississippi e Eufrates.

    P.S.: Dez ou doze coisas em que creio piamente: 1) na metempsicose; 2) nas almas motrizes dos planetas e do Sol; 3) no dilúvio universal; 4) nos vórtices cartesianos; 5) na hereditariedade dos caracteres adquiridos; 6) no geocentrismo: 7) na finitude do universo: 8) na teoria do flogisto; 9) no saci-pererê, no lobisomem e na caipora; e, last but not least, 10) na alagoanidade.

    (Disponível em:<http://www.agendaa.tnh1.com.br/vida/literatura/7576/2018/12/1existe-uma-alagoanidade-leia-artigo-do-poeta-sidney-wanderleyem-livro-lancado-nesta-quarta>. Acesso em 5/3/2018)
    Quanto aos aspectos linguístico-discursivos do texto, assinale a alternativa que apresenta uma afirmação INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 7d00c448-ea
  • DBF93B17-DC

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto III para responder à questão

    Texto III

    Declaração

    1. Nós, chefes de Estado e de Governo e altos representantes, reunidos na sede das Nações Unidas em Nova York de 25 a 27 de setembro de 2015 no momento em que a Organização comemora seu septuagésimo aniversário, decidimos hoje sobre os novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável Globais.

    2. Em nome dos povos que servimos, nós adotamos uma decisão histórica sobre um conjunto de objetivos e metas universais e transformadoras que é abrangente, de longo alcance e centrado nas pessoas. Comprometemo-nos a trabalhar incansavelmente para a plena implementação dessa agenda em 2030. Reconhecemos que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, é o maior desafio global e um requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável. Estamos empenhados em alcançar o desenvolvimento sustentável nas suas três dimensões – econômica, social e ambiental – de forma equilibrada e integrada. Também vamos dar continuidade às conquistas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e buscar atingir suas metas inacabadas.

    3. Nós resolvemos, entre agora e 2030, acabar com a pobreza e a fome em todos os lugares; combater as desigualdades dentro e entre os países; construir sociedades pacíficas, justas e inclusivas; proteger os direitos humanos e promover a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e meninas; e assegurar a proteção duradoura do planeta e seus recursos naturais. Resolvemos também criar condições para um crescimento sustentável, inclusivo e economicamente sustentado, prosperidade compartilhada e trabalho decente para todos, tendo em conta os diferentes níveis de desenvolvimento e capacidades nacionais.

    4. Ao embarcarmos nessa grande jornada coletiva, comprometemo-nos que ninguém será deixado para trás. Reconhecendo a dignidade da pessoa humana como fundamental, queremos ver os objetivos e metas cumpridos para todas as nações e povos e para todos os segmentos da sociedade. E faremos o possível para alcançar, em primeiro lugar, aqueles que ficaram mais para trás. (...)

    Traduzido pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), última edição em 13 de outubro de 2015. Acesse este documento em inglês em http://bit.ly/2030agenda

    Fonte: Disponível em < https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/>. Acesso em 28 de abril de 2019. Adaptado. 
    O uso da primeira pessoa do plural no texto III tem como efeito de sentido:
    Escolha uma alternativa para a questão dbf93b17-dc
  • 4CEEC3E2-FD

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    A um passarinho

    Para que vieste
    Na minha janela
    Meter o nariz?
    Se foi por um verso
    Não sou mais poeta
    Ando tão feliz!
    Se é para uma prosa
    Não sou Anchieta
    Nem venho de Assis.
    Deixa-te de histórias
    Some-te daqui!

    (Vinicius de Moraes)

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018
    Os dois últimos versos trazem a forma verbal no Imperativo Afirmativo, na segunda pessoa do singular (tu). Se estivessem na segunda pessoa do plural (vós), teríamos:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ceec3e2-fd
  • 296B9283-D9

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    IF-TM · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe o poema abaixo, retirado do livro “Eu me chamo Antônio” (2013), de Pedro Antônio Gabriel Anhorn, e responda à questão.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    O verbo “ter”, conjugado como “têm”, no poema, pode ser classificado como
    Escolha uma alternativa para a questão 296b9283-d9
  • D8BD795A-D6

    Português

    Análise sintática
    Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Questão

        A importância da educação em ética médica na formação do profissional de Medicina, no Brasil, é reconhecida há muito tempo. As transformações tecnológicas, sociais, legais, econômicas e morais ocorridas de forma acelerada, nas últimas décadas, incentivaram o surgimento de uma comunidade global mais integrada e esclarecida, com impacto no exercício das profissões de saúde. Na Medicina, novas questões éticas são constantemente incorporadas à reflexão, levando a uma contínua necessidade de renovação e atualização de seu ensino. O surgimento da bioética, em 1971, despertou a atenção para a necessidade de uma abordagem transdisciplinar e holística sobre os aspectos éticos em saúde, ampliando o escopo das disciplinas de deontologia e ética médica para a consideração de outras questões que extrapolam simples aplicações práticas de conceitos éticos no campo profissional, além de abrir pontes para a reflexão sobre o futuro da humanidade.

     DANTAS, Flávio; SOUSA, Evandro Guimarães de. Ensino da Deontologia, Ética Médica e Bioética nas Escolas Médicas Brasileiras: uma Revisão Sistemática. Disponível em: <http://www.scielo.br> . Acesso em: abr. 2018.
    Sobre os recursos linguísticos que compõem o texto, está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão d8bd795a-d6
  • 4F385F27-C2

    Português

    Análise sintática
    UDESC · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Assinale a alternativa incorreta em relação à crônica De Mavioso Encanto, Marina Colasanti, e ao Texto 4.
    Escolha uma alternativa para a questão 4f385f27-c2
  • 23F16682-B9

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Uma frase que apresenta uso de todas as formas verbais em conformidade com a norma-padrão da língua está em:
    Escolha uma alternativa para a questão 23f16682-b9
  • 1E8BC42B-B5

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal de Viçosa · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto III

    Estas mensagens constam em algumas versões do sistema operacional Windows 10, e surgem na tela do usuário quando o programa detecta que a bateria do computador pessoal (PC) utilizado possui, respectivamente, 10% e 7% de carga. 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Fonte: Windows 10

    Em relação à frase "Conecte seu PC agora", é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 1e8bc42b-b5
  • E5FBAEFA-3F

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UEL · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    “Tem uma frase boa que diz: uma língua é um dialeto com exércitos. Um idioma só morre se não tiver poder político”, explica Bruno L’Astorina, da Olimpíada Internacional de Linguística. E não dá para discordar. Basta pensar na infinidade de idiomas que existiam no Brasil (ou em toda América Latina) antes da chegada dos europeus – hoje são apenas 227 línguas vivas no país. Dominados, os índios perderam sua língua e cultura. O latim predominava na Europa até a queda do Império Romano. Sem poder, as fronteiras perderam força, os germânicos dividiram as cidades e, do latim, surgiram novos idiomas. Por outro lado, na Espanha, a poderosa região da Catalunha ainda mantém seu idioma vivo e luta contra o domínio do espanhol.

    Não é à toa que esses povos insistem em cuidar de seus idiomas. Cada língua guarda os segredos e o jeito de pensar de seus falantes. “Quando um idioma morre, morre também a história. O melhor jeito de entender o sentimento de um escravo é pelas músicas deles”, diz Luana Vieira, da Olimpíada de Linguística. Veja pelo aimará, uma língua falada por mais de 2 milhões de pessoas da Cordilheira dos Andes. Nós gesticulamos para trás ao falar do passado. Esses povos fazem o contrário. “Eles acreditam que o passado precisa estar à frente, pois é algo que já não visualizamos. E o futuro, desconhecido, fica atrás, como se estivéssemos de costas para ele”, explica.

    CASTRO, Carol. Blá-blá-blá sem fim. Galileu, ed. 317, dez. 2017, p. 31.

    Sobre as formas verbais sublinhadas no texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e5fbaefa-3f
  • 2DC51E8B-CC

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    IFF · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto I


                                         Feliz por nada


          Geralmente, quando uma pessoa exclama “Estou tão feliz!”, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.

          Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou. Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.

          Feliz por nada, nada mesmo? Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza. “Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?

          Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma. Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo? Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.

          Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.

          Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre. Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto? 

          A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bemintencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.

          Ser feliz por nada talvez seja isso.

    MEDEIROS, Martha. Felicidade crônica. 15.ed. Porto Alegre: L&PM, 2016. p. 86-87. 

    Determinadas categorias gramaticais podem produzir diferentes efeitos de sentido nos contextos em que estão inseridas, como é o caso dos verbos. Alguns deles, em tempos simples ou integrando uma locução verbal, podem denotar ideias ou “matizes” denominados aspectos. Examine as alternativas e indique em qual delas o aspecto verbal está INCORRETAMENTE analisado:
    Escolha uma alternativa para a questão 2dc51e8b-cc