Questões do ENEM: Linguagens e Denotação e Conotação

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Resultados

110 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 6.

  • C6E4A986-D8

    Português

    Denotação e Conotação
    IFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    A respeito da conotação e da denotação, observe o quadrinho a seguir e assinale a alternativa correta.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Escolha uma alternativa para a questão c6e4a986-d8
  • AC876E2C-D8

    Português

    Denotação e Conotação
    IFF · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Analise as afirmativas a seguir sobre a tirinha abaixo.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016


    Disponível em: portaldoprofessor.mec.gov.br. Acesso em: 31 out. 2016.


    I) O efeito humorístico da tira é causado pela interpretação denotativa da expressão polissêmica “pedacinho de terra”.

    II) Além do efeito humorístico, está implícita na tirinha uma crítica à realidade social das classes menos favorecidas.

    III) O efeito humorístico da tira é causado pela interpretação conotativa da expressão polissêmica “pedacinho de terra”.

    IV) O autor critica, implicitamente, as pessoas ambiciosas, que só pensam em acumular bens materiais.



    Estão corretas as afirmativas:

    Escolha uma alternativa para a questão ac876e2c-d8
  • ADD3941B-CB

    Português

    Denotação e Conotação
    IF-PR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A bola

        Muito antes de o Brasil ter-se tornado campeão mundial de futebol, nossos antepassados já faziam as suas “peladas”. Só que não eram como as de hoje. O futebol veio muito depois, com suas regras criadas pelos ingleses.

        Mas a bola, ou pelota, ou balão, ou “menina”, ou “redonda”, como dizem os locutores de futebol, já era usada desde a pré-história. É mencionada nos livros mais antigos e nas mais antigas gravuras. Homero e outros escritores da antiga Grécia nos contam que o jogo de bola era considerado importante para dar maior elasticidade e graça ao corpo. São encontradas referências sobre jogos de bola entre os egípcios e mesmo entre os hebreus, que pouco se dedicavam ao atletismo.

        Os antigos romanos não eram também muito apreciadores de esportes. Gostavam de assistir às lutas dos gladiadores, é verdade, mas só de assistir: não participavam. Pois, mesmo entre eles, os jogos de bola eram muito difundidos.

        Antigas bolas também não eram como as de hoje. As primeiras eram feitas de pedaços de couro costurados e “recheadas” dos mais diversos materiais. A menor delas, a harpastum, era uma bola muito dura e socada de penas. As maiores, as follis, eram cheias de ar, feitas de bexigas de animais, muito parecidas com as bolas atuais.

    (Adaptado de: Manual do Escoteiro Mirim. São Paulo: Nova Cultura, 1985. p. 45-46.)

    Em relação ao texto, considere as afirmativas a seguir.

    I) No primeiro parágrafo, a palavra peladas está entre aspas porque está empregada com sentido metafórico.

    II) No terceiro parágrafo, a regência do verbo assistir está incorreta, pois não admite preposição no sentido de ver/presenciar.

    III) No terceiro parágrafo, o termo difundidos foi empregado no sentido de conhecidos ou propagados.

    Está(ão) correta(s) apenas:

    Escolha uma alternativa para a questão add3941b-cb
  • ADC063C9-CB

    Português

    Denotação e Conotação
    IF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    O que causa humor na tira é:
    Escolha uma alternativa para a questão adc063c9-cb
  • 483C9158-B6

    Português

    Denotação e Conotação
    IF-RR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder a questão, considere o poema Ave Roraima da poetisa Eli Macuxi:

    Ave Roraima

    Ave Roraima que canta
    Feito pássaro mítico.
    No peito de quem se encanta
    Por seus líricos fascínios
    Correm rios, cores quentes
    Queimam lavrados ardentes
    Choram guaribas no cio.
    Mesmo quem vem do asfalto
    Do barulho e da poeira
    Quando vê é roraimeira
    Pretoneubereliakin...
    Ave Roraima que canta
    Amor que chega e suplanta
    Todos males em mim!
    Partindo do pressuposto de que todo texto literário é resultado de um trabalho de linguagem feito com o objetivo de produzir determinados efeitos, considere as alternativas abaixo e assinale a correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 483c9158-b6
  • C0B135BF-B0

    Português

    Crase
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    O educador e filósofo brasileiro Mario Sérgio Cortella faz uso de uma definição interessante para que as pessoas possam entender um pouco melhor a diferença entre ética e moral. Segundo ele, ética “é o conjunto de valores e princípios que se utiliza para responder às três grandes questões da vida: quero?; devo?; posso?”. Já a moral, é “a prática de uma ética. A concepção ética é o princípio, moral é a prática”. Mas nem tudo que quero posso; nem tudo que posso devo; e nem tudo que devo quero. “Você tem paz de espírito quando aquilo que você quer é ao mesmo tempo o que você pode e o que você deve”, dispara o filósofo. Sendo assim, não é difícil constatar que o Brasil vive atualmente uma crise moral. As pessoas que ocupam os mais altos níveis de poder “querem”, “não devem” e “não podem” cometer determinados atos. Mas o que vem ocorrendo é que, infelizmente, a maioria leva em consideração o “querem” e acabam fazendo tudo o que podem e o que não podem – ou não deveriam. E as ações impensadas resultaram no cenário que se vê hoje, o que leva, inevitavelmente, a uma crise na economia e a um sentimento de descrença na população em geral.


    (Adaptado de: ANDRICH, M. O que quero, devo e posso fazer? Revista Brasileira de Administração. n.112. maio/jun. 2016. p.25.)
    Com base no texto, considere as afirmativas a seguir.


    I. Em “responder às três grandes questões”, a crase está relacionada ao substantivo feminino determinado.

    II. Em “dispara o filósofo”, o verbo está sendo usado em sentido figurado.

    III. Em “resultaram no cenário” a palavra sublinhada pode ser substituída por panorama.

    IV. Em “Você tem paz de espírito”, a expressão sublinhada remete à ideia de benevolência.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c0b135bf-b0
  • D1695397-E4

    Português

    Denotação e Conotação
    PUC-GO · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 4

    Não desejei a morte de minha filha. Ou desejei? Aí é que reside a dúvida, é onde habita o nó que nada nem ninguém no mundo tem o poder de desatar. O inconsciente, desculpe-me a vulgaridade do termo, minha filha, é uma merda. Sendo autônomo, o inconsciente age por si, sem pedir licença nem se revelar. Desejei ou não a morte de minha filha, hein? Você pode responder a essa pergunta? Alguém pode? Eu não posso. Busquei na fonte a resposta e ela não veio. Como minha filha havia feito, busquei nas águas do Cristal a cura imediata para uma dor que parecia infinda. A ferida tinha sido cavada pelas águas, então elas que tratassem de cicatrizá-la. O rio recusou meu corpo, mas não a dor. Nem o aconselhamento. Pediu tempo, apenas. Permaneci plantada no barranco, juntando ao seu caudal minhas lágrimas secas. Disseram que eu tinha enlouquecido, talvez tivesse mesmo. Em diálogo profundo, as águas me fizeram compreender verdades para as quais eu nunca havia me atinado. Todo rio tem seu leito, suas margens, seu limite, toda vez que ele avança além de seu leito original provoca estragos, descalabros. O rio de nossa vida não é diferente. Ele também está sujeito a limitações intransponíveis. Existe você e você; seu campo de visão, a capacidade de administrar o próprio caudal. Tem a hora de abrir e a hora de fechar as comportas. Felicidade ou dor, a escolha é sua, depende do grau de intensidade que você der a cada coisa. Hoje posso dizer que me conheço um pouquinho, mesmo assim, perguntas continuam sem resposta.

    (BARROS, Adelice da Silveira. Mesa dos inocentes. Goiânia: Kelps, 2010. p. 23.)

    O Texto 4, fragmento do romance Mesa dos inocentes, confirma a ideia de que o texto literário é um objeto de linguagem cuja função é confrontar o leitor com o mundo engendrado na obra. Para mobilizar o leitor de ficção, há comumente um investimento do autor no aspecto conotativo da linguagem. Identifique, a seguir, os itens que confirmam esse aspecto:
    I - “O rio recusou meu corpo, mas não a dor” .
    II - “Todo rio tem seu leito, suas margens, seu limite”.
    III - “O rio de nossa vida não é diferente”.
    IV - “Tem a hora de abrir e a hora de fechar as comportas”.

    Marque a alternativa em que todos os itens estão corretos:
    Escolha uma alternativa para a questão d1695397-e4
  • FD89775D-06

    Português

    Denotação e Conotação
    UNICENTRO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o conto a seguir e responda à questão.

    Preciosidade (para Mafalda)

    De manhã cedo era sempre a mesma coisa renovada: acordar. O que era vagaroso, desdobrado, vasto. Vastamente ela abria os olhos. Tinha quinze anos e não era bonita. Mas por dentro da magreza, a vastidão quase majestosa em que se movia como dentro de uma meditação. E dentro da nebulosidade algo precioso. Que não se espreguiçava, não se comprometia, não se contaminava. Que era intenso como uma joia. Ela acordava antes de todos, pois para ir à escola teria que pegar um ônibus e um bonde, o que lhe tomaria uma hora. O que lhe daria uma hora. De devaneio agudo como um crime. O vento da manhã violentando a janela e o rosto até que os lábios ficavam duros, gelados. Então ela sorria. Como se sorrir fosse em si um objetivo. Tudo isso aconteceria se tivesse a sorte de “ninguém olhar para ela”. Era uma manhã ainda mais fria e escura que as outras, ela estremeceu no suéter. A branca nebulosidade deixava o fim da rua invisível. Tudo estava algodoado, não se ouviu sequer o ruído de algum ônibus que passasse pela avenida. Foi andando para o imprevisível da rua. As casas dormiam nas portas fechadas. Os jardins endurecidos de frio. No ar escuro, mais que no céu, no meio da rua uma estrela. Uma grande estrela de gelo que não voltara ainda, incerta no ar, úmida, informe. Surpreendida no seu atraso, arredondava- -se na hesitação. Ela olhou a estrela próxima. Caminhava sozinha na cidade bombardeada. Não, ela não estava sozinha. Com os olhos franzidos pela incredulidade no fim longínquo de sua rua, de dentro do vapor, viu dois homens. Dois rapazes vindo. Olhou ao redor como se pudesse ter errado de rua ou de cidade. Mas errara os minutos: saíra de casa antes que a estrela e dois homens tivessem tempo de sumir. Seu coração se espantou. O que se seguiu foram quatro mãos difíceis, foram quatro mãos que não sabiam o que queriam, quatro mãos erradas de quem não tinha a vocação, quatro mãos que a tocaram tão inesperadamente que ela fez a coisa mais certa que poderia ter feito no mundo dos movimentos: ficou paralisada. Eles, cujo papel predeterminado era apenas o de passar junto do escuro de seu medo, e então o primeiro dos sete mistérios cairia; eles que representariam apenas o horizonte de um só passo aproximado, eles não compreenderam a função que tinham e, com a individualidade dos que têm medo, haviam atacado. Foi menos de uma fração de segundo na rua tranquila. Numa fração de segundo a tocaram como se a eles coubessem todos os sete mistérios. Que ela conservou todos, e mais larva se tornou, e mais sete anos de atraso. Quando foi molhar os cabelos diante do espelho, ela era tão feia. Ela possuía tão pouco, e eles haviam tocado. Ela era tão feia e preciosa. Estava pálida, os traços afinados. As mãos, umedecendo os cabelos, sujas de tinta ainda do dia anterior. “Preciso cuidar mais de mim”, pensou. Não sabia como. A verdade é que cada vez sabia menos como. A expressão do nariz era a de um focinho apontando na cerca. Voltou ao banco e ficou quieta, com um focinho. “Uma pessoa não é nada.” “Não”, retrucou-se em mole protesto, “não diga isso”, pensou com bondade e melancolia. “Uma pessoa é alguma coisa”, disse por gentileza. Mas no jantar a vida tomou um senso imediato e histérico:
    – Preciso de sapatos novos! Os meus fazem muito barulho, uma mulher não pode andar com salto de madeira, chama muita atenção! Ninguém me dá nada! Ninguém me dá nada! – e estava tão frenética e estertorada que ninguém teve coragem de lhe dizer que não os ganharia. Só disseram:
    – Você não é uma mulher e todo salto é de madeira. Até que, assim como uma pessoa engorda, ela deixou, sem saber por que processo, de ser preciosa. Há uma obscura lei que faz com que se proteja o ovo até que nasça o pinto, pássaro de fogo. E ela ganhou os sapatos novos.

    (LISPECTOR, C. Laços de Família. São Paulo: Rocco, 1998. p.95-108.)
    Sobre a linguagem do conto, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.

    ( ) Há a presença constante do sentido conotativo da linguagem.
    ( ) A linguagem é predominantemente coloquial, com certo desleixo em algumas situações.
    ( ) Há predomínio da linguagem poética, trazendo um alto lirismo ao conto.
    ( ) É possível perceber que a autora utiliza uma linguagem objetiva, sem grandes descrições ou elementos conotativos.
    ( ) Há uma mescla entre as variedades padrão e coloquial da língua dando mais verossimilhança à personagem.

    Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
    Escolha uma alternativa para a questão fd89775d-06
  • 2CCF06C0-06

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica a seguir e responda à questão.

    Receita para mal de amor

    Minha querida amiga:
    Sim, é para você mesma que estou escrevendo – você que aquela noite disse que estava com vontade de me pedir conselhos, mas tinha vergonha e achava que não valia a pena, e acabou me formulando uma pergunta ingênua:
    – Como é que a gente faz para esquecer uma pessoa?
    E logo depois me pediu que não pensasse nisso e esquecesse a pergunta, dizendo que achava que tinha bebido um ou dois uísques a mais...
    Sei como você está sofrendo, e prefiro lhe responder assim pelas páginas de uma revista – fazendo de conta que me dirijo a um destinatário suposto.
    Destinatário, destinatária... Bonita palavra: não devia querer dizer apenas aquele ou aquela a quem se destina uma carta, devia querer dizer também a pessoa que é dona do destino da gente. Joana é minha destinatária. Meu destino está em suas mãos; a ela se destinam meus pensamentos, minhas lembranças, o que sinto e o que sou: todo este complexo mais ou menos melancólico e todavia tão veemente de coisas que eu nasci e me tornei.
    Se me derem para encher uma fórmula impressa ou uma ficha de hotel eu poderei escrever assim:
    Procedência – São Paulo; Destino – Joana. Pois é somente para ela que eu marcho. No táxi, no bonde, no avião, na rua, não interessa a direção em que me movo, meu destino é Joana. Que importa saber que jamais chegarei ao meu destino?
    Isso eu gostaria de lhe dizer, minha amiga, com a autoridade triste do mais vivido e mais sofrido: amar é um ato de paciência e de humildade; é uma longa devoção. Você me responderá que não é nada disso; que você já chegou ao seu destinatário e foi devolvida como se fosse uma carta com o endereço errado.
    Que teve alguns dias, algumas horas de felicidade, e por isso agora sofre de maneira insuportável. Então lhe aconselho a comprar um canivete bem amolado e afinar dezoito pedacinhos de pau até ficarem bem pontudos, bem lisos, perfeitamente torneados – e depois deixá-los a um canto. Apanhar uma folha de papel tamanho ofício e enchê-la com o nome de seu amado, escrevendo uma letra bem bonita, de preferência com tinta azul. Em seguida faça com essa folha um aviãozinho, e o jogue pela janela.
    Observe o voo e a aterrissagem. Depois desça, vá lá fora, apanhe o avião de papel, desdobre a folha novamente (pode passá-la a ferro, para o serviço ficar mais perfeito e não haver mais nenhum indício da construção aeronáutica) e volte a dobrá-la, desta vez ao meio. Dobre outras vezes, até obter o menor retângulo possível. Então, com o canivete, vá cortando as partes dobradas até transformar toda a folha em minúsculos papeizinhos, tão pequenos que o nome de seu amado não deve caber inteiro em nenhum deles. Aí, apanhe todos aqueles pauzinhos que tinha deixado a um canto e, com os pedacinhos de papel, faça uma fogueira com o máximo cuidado até que restem somente cinzas. A seguir poderá repetir a operação...
    – Adianta alguma coisa?
    Por favor, querida amiga, não me faça esta pergunta. Nada adianta coisa alguma, a não ser o tempo; e fazer fogueirinhas é um meio tão bom quanto qualquer outro de passar o tempo.

    (BRAGA, R. A Traição das Elegantes. Rio de Janeiro: Record, 1982. p.17.)
    Acerca dos recursos linguísticos presentes na crônica, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 2ccf06c0-06
  • B2098F6C-DD

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Textos para a questão

    Texto I
    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    Adaptado de www.significados.com.br

    Texto II
    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    Adaptado de www.sobiologia.com.br

    Texto III
    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    www.googleimagens.com

    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão b2098f6c-dd
  • F5F5A4B6-D8

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO IV

    Quando me apaixono
     esse ar de abandono me toma a cara 
    cão sem dono, fala amara, 
    não tenho mais sono 
    não quero comida.

    O desejo 
    me escancara pra vida.

    (ELIMACUXI. Amor para quem odeia. Boa Vista: Série Máfia do Verso 3, 2013.)
    Assinale a alternativa FALSA, a partir do TEXTO IV.
    Escolha uma alternativa para a questão f5f5a4b6-d8
  • F5E8A183-D8

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO III

    Ela se despiu como quem vestia a pele. 
    Yara saiu dos rios e seduziu o pescador. 
    Fizeram amor toda noite na areia, 
    na canoa, dentro do Uraricoera. 
    havia puçanga* em seu corpo, 
    havia urucum em seus lábios, jenipapo no corpo, 
    um redemoinho no ventre. 
    Ela o estrangulou ao amanhecer e 
    saiu com um filho no ventre.

    *Poção mágica utilizada pelos indígenas. (FIOROTTI, Devair. Livro dos amores. São Paulo: Patuá, 2014.)

    Assinale a alternativa FALSA, a partir dos TEXTOS I, II e III.
    Escolha uma alternativa para a questão f5e8a183-d8
  • C2123191-9A

    Português

    Coesão e coerência
    PUC-GO · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 7

                                       Memórias de um pesquisador

          Não era bem vida, era uma modorra – mas de qualquer modo suportável e até agradável. Terminou bruscamente, porém, eu estando com vinte e oito anos e um pequeno bujão de gás explodindo mesmo à minha frente, no laboratório de eletrônica em que trabalhava, como auxiliar. Me levaram às pressas para o hospital, os médicos duvidando que eu escapasse. Escapei, mas não sem danos. Perdi todos os dedos da mão esquerda e três (sobraram o polegar e o mínimo) da direita. Além disso fiquei com o rosto seriamente queimado. Eu já não era bonito antes, mas o resultado final – mesmo depois das operações plásticas – não era agradável de se olhar. Deus, não era nada agradável.

          No entanto, nos primeiros meses após o acidente eu não via motivos para estar triste. Aposentei-me com um bom salário. Minha velha tia, com quem eu morava, desvelava-se em cuidados. Preparava os pastéis de que eu mais gostava, cortava-os em pedacinhos que introduzia em minha boca – derramando sentidas lágrimas cuja razão, francamente, eu não percebia. Deves chorar por meu pai – eu dizia – que está morto, por minha mãe que está morta, por meu irmão mais velho que está morto; mas choras por mim. Por quê? Escapei com vida de uma explosão que teria liquidado qualquer um; não preciso mais trabalhar; cuidas de mim com desvelo; de que devo me queixar?

          Cedo descobri. Ao visitar certa modista.

          Esta senhora, uma viúva recatada mas ardente, me recebia todos os sábados, dia em que os filhos estavam fora. Quando me senti suficientemente forte telefonei explicando minha prolongada ausência e marcamos um encontro.

          Ao me ver ficou, como era de se esperar, consternada. Vais te acostumar, eu disse, e propus irmos para a cama. Me amava, e concordou. Logo me deparei com uma dificuldade: o coto (assim eu chamava o que tinha me sobrado da mão esquerda) e a pinça (os dois dedos restantes da direita) não me forneciam o necessário apoio. O coto, particularmente, tinha uma certa tendência a resvalar pelo corpo coberto de suor da pobre mulher. Seus olhos se arregalavam; quanto mais apavorada ficava, mais suava e mais o coto escorregava.

          Sou engenhoso. Trabalhando com técnicos e cientistas aprendi muita coisa, de modo que logo resolvi o problema: com uma tesoura, fiz duas incisões no colchão. Ali ancorei coto e pinça. Pude assim amá-la, e bem. 

          – Não aguentava mais – confessei, depois. – Seis meses no seco!

          Não me respondeu. Chorava. – Vais me perdoar, Armando – disse – eu gosto de ti, eu te amo, mas não suporto te ver assim. Peço-te, amor, que não me procures mais.

          – E quem vai me atender daqui por diante? – perguntei, ultrajado.

          Mas ela já estava chorando de novo. Levantei-me e saí. Não foi nessa ocasião, contudo, que fiquei deprimido. Foi mais tarde; exatamente uma semana depois.

          [...]

    (SCLIAR, Moacyr. Melhores contos. Seleção de Regina Zilbermann. São Paulo: Global, 2003. p. 176-177.)

    No Texto 7, o enunciador descreve (assinale a alternativa correta):
    Escolha uma alternativa para a questão c2123191-9a
  • DC45AC5F-FA

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade Federal do Ceará · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa cuja frase apresenta, no texto, sentido denotativo.
    Escolha uma alternativa para a questão dc45ac5f-fa
  • E2AF6D3A-E6

    Português

    Denotação e Conotação
    IF-BA · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014


    Do ponto de vista composicional e semântico, a única afirmativa em desacordo com as características do texto “Exaltação ao Nordeste” é a explicitada na alternativa

    Escolha uma alternativa para a questão e2af6d3a-e6
  • 4D6CF3C7-E6

    Português

    Denotação e Conotação
    IF-BA · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    Em relação aos aspectos linguísticos presentes no texto I, é possível afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 4d6cf3c7-e6
  • 4F0C3C5C-E5

    Português

    Denotação e Conotação
    FMP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2


        São muitos e variados os analistas do mundo virtual. Gente que lida com tecnologia acaba por tentar entender também de comportamentos. Explicam quase tudo o que você deve saber das redes sociais, do perfil de quem está no Facebook e do público que vai consumir a novidade do ...... que vem.

        Mas estão escassos os que vão além do chute e oferecem a compreensão de coisas do mundo real com a mesma capacidade de convencimento dos analistas do mundo virtual. Sei, você vai dizer que é tudo a mesma coisa, porque são as pessoas que fazem o mundo virtual. Pois então ...... os rolezinhos causam tanto estranhamento?

        Os jovens das periferias invadem shoppings para zoar. Circulam pelos corredores, se beijam, cantam, revoam. Inquietam, assustam, constrangem e também, claro, entusiasmam quem ...... o início de um fenômeno social com potencial transformador.


    (Extraído do artigo intitulado “As nossas bolhas”, de Moisés Mendes, publicado no jornal Zero Hora de 19.1.2014, p.14.) 
    Atente para as seguintes afirmativas referentes ao texto 2:


    I – A palavra “zoar”, na primeira frase do último parágrafo, tem, entre outros, o sentido de “caçoar”.

    II – A palavra “chute”, na primeira frase do segundo parágrafo, está usada em sentido conotativo.

    III – A troca da palavra “estranhamento”, na última frase do segundo parágrafo, por “estranheza” não modificaria o significado da frase.



    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f0c3c5c-e5
  • 2DDBEB1F-D8

    Português

    Denotação e Conotação
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Sem aspas na língua


        De início, o que me incomodava era o peso desproporcional que as aspas dão à palavra. Se escrevo mouse pad, por exemplo, suscito em seu pensamento apenas o quadradinho discreto que vive ao lado do teclado, objeto não mais notável na economia do cotidiano do que as dobradiças da janela ou o porta-escova de dentes. Já "mouse pad" parece grafado em neon, brilha diante de seus olhos como o luminoso de uma lanchonete americana. Desequilibra.
        Tá legal, eu aceito o argumento: não se pode exigir do leitor que saiba outra língua além do português. Se encasqueto em ornar meu texto com "dramblys" ou "haveloos" - termos em lituano e holandês para elefante e mulambento, respectivamente -, as aspas surgem para acalmar quem me lê, como se dissessem: "Queridão, os termos discriminados são coisa doutras terras e doutra gente, nada que você devesse conhecer".
        Pois é essa discriminação o que, agora sei, mais me incomoda. Vejo por trás das aspas uma pontinha de xenofobia, como se para circular entre nós a palavra estrangeira precisasse andar com o passaporte aberto, mostrando o carimbo na entrada e na saída.
        Ora, por quê? Será que "blackberries" rolando livremente por nossa terra poderiam frutificar e, como ervas daninhas, roubar os nutrientes da graviola, da mangaba e do cajá? "Samplers", sem as barrinhas duplas de proteção, acabariam poluindo o português com "beats" exógenos, condenando-o a uma versão "remix"? Caso recebêssemos "blowjobs" sem o supracitado preservativo gráfico, doenças venéreas se espalhariam por nosso exposto vernáculo?
        Bobagem, pessoal. Livremos as nossas frases desses arames farpados, desses cacos de vidro. A língua é viva: quanto mais línguas tocar, mais sabores irá provar e experiências poderá acumular.


                                Antônio Prata, Folha de S. Paulo, 22/05/2013. Adaptado

    O título do texto resulta de um trocadilho com a frase feita de origem popular “não ter papas na língua”. Comparados título e frase feita, pode-se afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 2ddbeb1f-d8
  • DBC13564-BB

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade do Estado da Bahia · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    BLACH, Mateus. Patrimônio Cultural, parte II: a contemporaneidade. Disponível em:. Acesso em: 9 nov. 2014. 

    É exemplo de linguagem conotativa o fragmento apresentado na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão dbc13564-bb
  • 10882B26-4A

    Português

    Denotação e Conotação
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    a gente gostaria de ver nossos problemas resolvidos por decreto (v. 3-5)

    A expressão sublinhada tem sentido figurado que, no contexto, corresponde a: 

    Escolha uma alternativa para a questão 10882b26-4a