Questões do ENEM: Linguagens e Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

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Resultados

5.815 questões encontradas. Mostrando a página 111 de 291.

  • 3E159051-C4

    Português

    Denotação e Conotação
    UEG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Denotação e Conotação

    KING, Stephen. Sobre a escrita. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015. p.151.
    No enunciado “Essa busca na memória será breve, porém intensa, um tipo de evocação hipnótica”, a palavra “evocação” pode ser substituída, sem prejuízo gramatical e semântico, por
    Escolha uma alternativa para a questão 3e159051-c4
  • 3E119E40-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    KING, Stephen. Sobre a escrita. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015. p.151.
    O autor defende no texto a ideia de que uma descrição bem-sucedida está baseada na
    Escolha uma alternativa para a questão 3e119e40-c4
  • A2AD2E91-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    Era de jurema o bosque sagrado. Em torno corriam os troncos rugosos da árvore de Tupã; dos galhos pendiam ocultos pela rama escura os vasos do sacrifício; lastravam o chão as cinzas de extinto fogo, que servira à festa da última lua.

    Antes de penetrar o recôndito sítio, a virgem que conduzia o guerreiro pela mão hesitou, inclinando o ouvido sutil aos suspiros da brisa. Todos os ligeiros rumores da mata tinham uma voz para a selvagem filha do sertão. Nada havia porém de suspeito no intenso respiro da floresta.

    Iracema fez ao estrangeiro um gesto de espera e silêncio, e depois desapareceu no mais sombrio do bosque. O Sol ainda pairava suspenso no viso da serrania; e já noite profunda enchia aquela solidão.

    Quando a virgem tornou, trazia numa folha gotas de verde e estranho licor vazadas da igaçaba, que ela tirara do seio da terra. Apresentou ao guerreiro a taça agreste.

    — Bebe!

    Martim sentiu perpassar nos olhos o sono da morte; porém logo a luz inundou-lhe os seios d’alma; a força exuberou em seu coração. Reviveu os dias passados melhor do que os tinha vivido: fruiu a realidade de suas mais belas esperanças.

    Ei-lo que volta à terra natal, abraça sua velha mãe, revê mais lindo e terno o anjo puro dos amores infantis.

    Mas por que, mal de volta ao berço da pátria, o jovem guerreiro de novo abandona o teto paterno e demanda o sertão?

    Já atravessa as florestas; já chega aos campos do Ipu. Busca na selva a filha do pajé. Segue o rastro ligeiro da virgem arisca, soltando à brisa com o crebro suspiro o doce nome:

    — Iracema! Iracema!...
    ALENCAR, José de. Iracema. São Paulo: Saraiva, 2006. p. 28.

    O trecho apresentado é uma transcrição do livro Iracema, de José de Alencar, sobre o qual se verifica o seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão a2ad2e91-c4
  • A2613C28-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Observe a imagem e leia o texto a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    Douglas Okada. Vida no sítio, Óleo sobre tela, 60X 80 cm.
    Disponível em: <http://4.bp.blogspot.com/-CY0BBy9AXBk/T72Upt0-luI/AAAAAAAAHKE/pWjrj8LWYlQ/s640/DOUGLAS+OKADA+- +Vida+no+s%C3%ADtio+-+%C3%93leo+sobre+tela+-+60+x+80.jpg>. Acesso em: 07 maio 2018.

        O que frouxo falava: de outras, diversas pessoas e coisas, da Serra, do São Ão, travados assuntos, insequentes, como dificultação. A conversa era para teias de aranha. Eu tinha de entender-lhe as mínimas entonações, seguir seus propósitos e silêncios. Assim no fechar-se com o jogo, sonso, no me iludir, ele enigmava: E, pá:
        — Vosmecê agora me faça a boa obra de querer me ensinar o que é mesmo que é: fasmisgerado... faz-megerado...falmisgeraldo...familhas-gerado...?
        Disse, de golpe, trazia entre dentes aquela frase. Soara com riso seco. Mas, o gesto, que se seguiu, imperava-se de toda a rudez primitiva, de sua presença dilatada. Detinha minha resposta, não queria que eu a desse de imediato. E já aí outro susto vertiginoso suspendia-me: alguém podia ter feito intriga, invencionice de atribuir-me a palavra de ofensa àquele homem; que muito, pois, que aqui ele se famanasse, vindo para exigirme, rosto a rosto, o fatal, a vexatória satisfação?
    ROSA, Guimarães. Famigerado. In: Primeiras estórias. 12. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1981. p. 9
    O último parágrafo do excerto apresentado veicula, por parte do narrador, um sentimento de
    Escolha uma alternativa para a questão a2613c28-c4
  • A25E4E4B-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a imagem e leia o texto a seguir para responder à questão.


    Douglas Okada. Vida no sítio, Óleo sobre tela, 60X 80 cm.
    Disponível em: <http://4.bp.blogspot.com/-CY0BBy9AXBk/T72Upt0-luI/AAAAAAAAHKE/pWjrj8LWYlQ/s640/DOUGLAS+OKADA+- +Vida+no+s%C3%ADtio+-+%C3%93leo+sobre+tela+-+60+x+80.jpg>. Acesso em: 07 maio 2018.

        O que frouxo falava: de outras, diversas pessoas e coisas, da Serra, do São Ão, travados assuntos, insequentes, como dificultação. A conversa era para teias de aranha. Eu tinha de entender-lhe as mínimas entonações, seguir seus propósitos e silêncios. Assim no fechar-se com o jogo, sonso, no me iludir, ele enigmava: E, pá:
        — Vosmecê agora me faça a boa obra de querer me ensinar o que é mesmo que é: fasmisgerado... faz-megerado...falmisgeraldo...familhas-gerado...?
        Disse, de golpe, trazia entre dentes aquela frase. Soara com riso seco. Mas, o gesto, que se seguiu, imperava-se de toda a rudez primitiva, de sua presença dilatada. Detinha minha resposta, não queria que eu a desse de imediato. E já aí outro susto vertiginoso suspendia-me: alguém podia ter feito intriga, invencionice de atribuir-me a palavra de ofensa àquele homem; que muito, pois, que aqui ele se famanasse, vindo para exigirme, rosto a rosto, o fatal, a vexatória satisfação?
    ROSA, Guimarães. Famigerado. In: Primeiras estórias. 12. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1981. p. 9
    Tanto a pintura quanto o fragmento apresentados representam elementos de um espaço
    Escolha uma alternativa para a questão a25e4e4b-c4
  • A25B45B9-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    Sebastião Salgado. Éxodos. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/nucleos/cms/index.php?option=com_content&view=article&id=67:sebastiaosalgado&catid=14:folios>. Acesso em: 25 abr. 2018.

    O bicho
    Vi ontem um bicho
    Na imundície do pátio
    Catando comida entre os detritos.
    Quando achava alguma coisa,
    Não examinava nem cheirava:
    Engolia com voracidade.
    O bicho não era um cão,
    Não era um gato,
    Não era um rato.
    O bicho, meu Deus,
    era um homem.
    BANDEIRA, Manuel. O bicho. In: Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1986. p. 179.
    Tanto a fotografia quanto o poema estabelecem relações com um contexto de
    Escolha uma alternativa para a questão a25b45b9-c4
  • A2582D85-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    Sebastião Salgado. Éxodos. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/nucleos/cms/index.php?option=com_content&view=article&id=67:sebastiaosalgado&catid=14:folios>. Acesso em: 25 abr. 2018.

    O bicho
    Vi ontem um bicho
    Na imundície do pátio
    Catando comida entre os detritos.
    Quando achava alguma coisa,
    Não examinava nem cheirava:
    Engolia com voracidade.
    O bicho não era um cão,
    Não era um gato,
    Não era um rato.
    O bicho, meu Deus,
    era um homem.
    BANDEIRA, Manuel. O bicho. In: Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1986. p. 179.
    Tanto a fotografia quanto o poema apresentados veiculam uma preocupação de teor
    Escolha uma alternativa para a questão a2582d85-c4
  • A255261B-C4

    Português

    Análise sintática
    UEG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Não há para mim uma ruptura entre o saber empírico e o saber científico, mas uma superação. Essa superação se dá na medida em que a curiosidade ingênua, sem deixar de ser curiosidade, se torna crítica. Ao se fazer crítica, tornando-se então curiosidade epistemológica, metodicamente rigorosa na sua aproximação com o objeto, promove achados de maior exatidão.

    Na verdade, a curiosidade ingênua está associada ao saber do senso comum. É a mesma curiosidade que, se tornando crítica, passa a ser curiosidade epistemológica. Muda de qualidade, mas não de essência. A curiosidade de camponeses com quem tenho dialogado ao longo de minha experiência político-pedagógica é a mesma curiosidade com que cientistas ou filósofos acadêmicos admiram o mundo. Porém, os cientistas e os filósofos superam a ingenuidade da curiosidade do camponês ao aplicarem rigor metódico à sua curiosidade.

    A curiosidade como inquietação indagadora, como inclinação ao desvelamento de algo, como pergunta, como procura de esclarecimento, faz parte da vida. Não haveria criatividade sem a curiosidade que nos move e que nos põe pacientemente impacientes diante do mundo que não fizemos, acrescentando a ele algo que fazemos.

    Como manifestação da vida, a curiosidade humana vem sendo histórica e socialmente construída e reconstruída, precisamente porque a passagem da ingenuidade para a criticidade não se dá automaticamente. Uma das tarefas precípuas da prática educativa-progressista é exatamente o desenvolvimento da curiosidade crítica, insatisfeita, indócil. Curiosidade com que podemos nos defender dos "irracionalismos" decorrentes do ou produzidos pelo excesso de "racionalidade" de nosso tempo altamente tecnologizado.

    FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 55. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2017. p. 32-33. (Adaptado). 
    Considere o seguinte enunciado:

    “A curiosidade como inquietação indagadora, como inclinação ao desvelamento de algo, como pergunta, como procura de esclarecimento, faz parte da vida”.

    As expressões destacadas, colocadas entre o sujeito e o verbo, têm como função argumentativa
    Escolha uma alternativa para a questão a255261b-c4
  • A251E227-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Não há para mim uma ruptura entre o saber empírico e o saber científico, mas uma superação. Essa superação se dá na medida em que a curiosidade ingênua, sem deixar de ser curiosidade, se torna crítica. Ao se fazer crítica, tornando-se então curiosidade epistemológica, metodicamente rigorosa na sua aproximação com o objeto, promove achados de maior exatidão.

    Na verdade, a curiosidade ingênua está associada ao saber do senso comum. É a mesma curiosidade que, se tornando crítica, passa a ser curiosidade epistemológica. Muda de qualidade, mas não de essência. A curiosidade de camponeses com quem tenho dialogado ao longo de minha experiência político-pedagógica é a mesma curiosidade com que cientistas ou filósofos acadêmicos admiram o mundo. Porém, os cientistas e os filósofos superam a ingenuidade da curiosidade do camponês ao aplicarem rigor metódico à sua curiosidade.

    A curiosidade como inquietação indagadora, como inclinação ao desvelamento de algo, como pergunta, como procura de esclarecimento, faz parte da vida. Não haveria criatividade sem a curiosidade que nos move e que nos põe pacientemente impacientes diante do mundo que não fizemos, acrescentando a ele algo que fazemos.

    Como manifestação da vida, a curiosidade humana vem sendo histórica e socialmente construída e reconstruída, precisamente porque a passagem da ingenuidade para a criticidade não se dá automaticamente. Uma das tarefas precípuas da prática educativa-progressista é exatamente o desenvolvimento da curiosidade crítica, insatisfeita, indócil. Curiosidade com que podemos nos defender dos "irracionalismos" decorrentes do ou produzidos pelo excesso de "racionalidade" de nosso tempo altamente tecnologizado.

    FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 55. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2017. p. 32-33. (Adaptado). 
    Defende-se no texto a tese segundo a qual
    Escolha uma alternativa para a questão a251e227-c4
  • A24AAD84-C4

    Português

    Coesão e coerência
    UEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O lobo e o cordeiro
    Vamos mostrar que a razão do mais forte é sempre a melhor. Um cordeiro matava sua sede numa corrente de água pura, quando chega um lobo cuja fome o levava a buscar caça.
    – Que atrevimento é esse de sujar a água que estou bebendo? – diz enfurecido o lobo. – Você será castigado por essa temeridade.
    – Senhor – responde o cordeiro –, que vossa majestade não se encolerize e leve em conta que estou bebendo vinte passos mais abaixo que o senhor. Não posso, pois, sujar a água que está bebendo.
    – Você a suja, sim – diz o cruel animal. – Sei que você falou mal de mim no ano passado.
    – Como eu poderia tê-lo feito, se não havia sequer nascido? – responde o cordeiro. – Eu ainda mamo.
    – Se não foi você, foi seu irmão.
    – Eu não tenho irmãos.
    – Então, foi alguém dos seus, porque todos vocês, inclusive pastores e cães, não me poupam. Fiquei sabendo disso e, portanto, preciso vingar-me.
    Sem fazer nenhuma outra forma de julgamento, o lobo pegou o cordeiro, estraçalhou-o e devorou-o.
    La Fontaine. O lobo e cordeiro. In: SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Lições de texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006. p. 125. (Adaptado).
    A acusação lançada pelo lobo, no trecho “Sei que você falou mal de mim no ano passado”, apresenta, em relação ao trecho anterior “Você a suja, sim”, o seguinte efeito na construção textual:
    Escolha uma alternativa para a questão a24aad84-c4
  • 73B498D0-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a imagem e leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    PRAZERES, Heitor dos. Carnaval nos Arcos (1961), Óleo sobre tela. Disponível em: <http://artenarede.com.br/blog/index.php/ate-ocarnaval-chegar/>. Acesso em: 22 out. 2018.



    Ela desatinou

    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado 
    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 210.
    Embora tanto o poema-canção quanto a pintura apresentados se enquadrem como produções modernas, a pintura se constrói sob uma perspectiva
    Escolha uma alternativa para a questão 73b498d0-c4
  • 73AB56AC-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Observe a imagem e leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    PRAZERES, Heitor dos. Carnaval nos Arcos (1961), Óleo sobre tela. Disponível em: <http://artenarede.com.br/blog/index.php/ate-ocarnaval-chegar/>. Acesso em: 22 out. 2018.



    Ela desatinou

    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado 
    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 210.
    Tanto a pintura quanto a letra de música apresentadas
    Escolha uma alternativa para a questão 73ab56ac-c4
  • 73A7B00C-C4

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia o poema e a tirinha a seguir para responder à questão

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    PESSOA, Fernando. Mar Português. In: Antologia Poética. Organização Walmir Ayala. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014. p. 15.


    Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    Disponível em: <https://tirasdidaticas.files.wordpress.com/2014/12/rato79.jpg?w=640&h=215>
    Acesso em: 13 nov. 2018.
    Ao tomar como base os versos “Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena”, o autor da tirinha focou seu processo de criação no seguinte aspecto da língua:
    Escolha uma alternativa para a questão 73a7b00c-c4
  • 73A3EBBC-C4

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    UEG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema e a tirinha a seguir para responder à questão

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2018, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    PESSOA, Fernando. Mar Português. In: Antologia Poética. Organização Walmir Ayala. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014. p. 15.


    Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2018, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    Disponível em: <https://tirasdidaticas.files.wordpress.com/2014/12/rato79.jpg?w=640&h=215>
    Acesso em: 13 nov. 2018.
    O sentido da tirinha é construído a partir da relação que estabelece com os famosos versos de Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena” (linhas 7-8). O modo como esses dois textos se relacionam é chamado de
    Escolha uma alternativa para a questão 73a3ebbc-c4
  • C323FD5C-C3

    Português

    Interpretação de Textos
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    Observe a imagem e leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    PRAZERES, Heitor dos. Carnaval nos Arcos (1961), Óleo sobre tela. Disponível em: <http://artenarede.com.br/blog/index.php/ate-ocarnaval-chegar/>. Acesso em: 22 out. 2018.

    Ela desatinou
    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado.

    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 210.
    Em termos imagéticos tem-se, na pintura e na letra da canção apresentadas, respectivamente, a representação do
    Escolha uma alternativa para a questão c323fd5c-c3
  • C320171B-C3

    Português

    Interpretação de Textos
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    Observe a imagem e leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    PRAZERES, Heitor dos. Carnaval nos Arcos (1961), Óleo sobre tela. Disponível em: <http://artenarede.com.br/blog/index.php/ate-ocarnaval-chegar/>. Acesso em: 22 out. 2018.

    Ela desatinou
    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado.

    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro: Record, 2004. p. 210.
    Em termos de construção, a letra da música de Chico Buarque apresenta rimas, o que lhe confere cadência e musicalidade. Já na pintura,
    Escolha uma alternativa para a questão c320171b-c3
  • C313DF69-C3

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    HARVEY, David. Cidades rebeldes: do direito à cidade à revolução urbana. São Paulo: Martins Fontes, 2014. p. 28-30. (Adaptado). 
    A interrogação apresentada no fim do primeiro parágrafo, “Como podemos, portanto, definir esse direito?” (linha 4), constitui um exemplo de
    Escolha uma alternativa para a questão c313df69-c3
  • C30CC4FB-C3

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    HARVEY, David. Cidades rebeldes: do direito à cidade à revolução urbana. São Paulo: Martins Fontes, 2014. p. 28-30. (Adaptado). 
    De acordo com o texto, o direito à cidade constitui um dos direitos humanos mais básicos, o qual deve
    Escolha uma alternativa para a questão c30cc4fb-c3
  • 89FC5CA8-C3

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    Ela desatinou

    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da
    avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado.
    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro:
    Record, 2004. p. 210.

    Em termos imagéticos tem-se, na pintura e na letra da canção apresentadas, respectivamente, a representação do
    Escolha uma alternativa para a questão 89fc5ca8-c3
  • 89F6FD52-C3

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    Ela desatinou

    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da
    avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado.
    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro:
    Record, 2004. p. 210.

    Em termos de construção, a letra da música de Chico Buarque apresenta rimas, o que lhe confere cadência e musicalidade. Já na pintura,
    Escolha uma alternativa para a questão 89f6fd52-c3