Questões do ENEM: Linguagens e Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

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5.815 questões encontradas. Mostrando a página 146 de 291.

  • F4810DB9-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir

    Texto IV

    I
    Aqui na floresta
    Dos ventos batida,
    Façanhas de bravos
    Não geram escravos,
    Que estimem a vida
    Sem guerra e lidar.
    - Ouvi-me, Guerreiros.
    - Ouvi meu cantar.

    II
    Valente na guerra
    Quem há, como eu sou?
    Quem vibra o tacape
    Com mais valentia?
    Quem golpes daria
    Fatais, como eu dou?
    - Guerreiros, ouvi-me;
    - Quem há, como eu sou?

    (...)

    IX
    E então se de novo
    Eu toco o Boré;
    Qual fonte que salta
    De rocha empinada,
    Que vai marulhosa,
    Fremente e queixosa,
    Que a raiva apagada
    De todo não é,
    Tal eles se escoam
    Aos sons do Boré.
    - Guerreiros, dizei-me,
    - Tão forte quem é?

    Fonte: DIAS, Gonçalves. Primeiros cantos. Domínio público.


    ASSINALE a alternativa CORRETA a respeito do eu-lírico do poema O canto do guerreiro.
    Escolha uma alternativa para a questão f4810db9-d9
  • F47DB1C9-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    O trecho a seguir foi retirado do livro Estive em Lisboa e lembrei de você

    “A questão das migrações tem suscitado intensos debates na contemporaneidade. Muitos são os motivos pelos quais as pessoas migram: busca de melhores condições econômicas, sociais, políticas, climáticas, etc”

    ASSINALE a alternativa que apresenta o(s) motivo(s) pelo(s) qual(quais) o mineiro Serginho viaja a Lisboa em Estive em Lisboa e lembrei de você, de Luiz Ruffato.
    Escolha uma alternativa para a questão f47db1c9-d9
  • F47983C8-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto III para resolver a questão

    Texto III

    A notícia a seguir foi publicada no site Sensacionalista.com em 07/05/2010.

    “Um dos maiores sites do mundo publica notícia do Sensacionalista como se fosse real

    Um dos maiores sites do mundo publica notícia do Sensacionalista como se fosse real. O Gizmodo, um dos maiores blogs do mundo, publicou a notícia da mulher que engravidou vendo um filme 3D, do Sensacionalista, como se fosse real. A nota entrou no ar hoje às 4h07 da manhã e pouco tempo depois, alertado por comentários de leitores, o Gizmodo publicou um adendo explicando que a notícia tinha sido publicada por este jornal de humor.
    Apesar de estapafúrdia, a notícia que foi publicada no Sensacionalista há três dias e já foi lida por cerca de 150 mil pessoas, acabou reproduzida por vários sites nacionais e estrangeiros como se fosse real. Um jornal português, I, também publicou a história. Horas depois, o I publicou uma errata em seu site afirmando que o Sensacionalista é “um jornal brasileiro que publica notícias falsas”. Não é. O Sensacionalista é um jornal de humor.
    O Sensacionalista é um site de humor e não tem a intenção de espalhar boatos na internet. Todas as páginas do site tem uma assinatura dizendo que as notícias são fictícias e que o objetivo é meramente humorístico. O próprio nome do site já indica que o seu conteúdo não é confiável. O Sensacionalista lamenta eventuais transtornos que possa ter causado a editores e repórteres.”

    Fonte: https://www.sensacionalista.com.br/2010/05/07/ umdosmaioressitesdomundopublicanoticiadosensacionalistacomosefossereal/ Acesso em: 27/04/2017
    A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão f47983c8-d9
  • F475DA32-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto III para resolver a questão

    Texto III

    A notícia a seguir foi publicada no site Sensacionalista.com em 07/05/2010.

    “Um dos maiores sites do mundo publica notícia do Sensacionalista como se fosse real

    Um dos maiores sites do mundo publica notícia do Sensacionalista como se fosse real. O Gizmodo, um dos maiores blogs do mundo, publicou a notícia da mulher que engravidou vendo um filme 3D, do Sensacionalista, como se fosse real. A nota entrou no ar hoje às 4h07 da manhã e pouco tempo depois, alertado por comentários de leitores, o Gizmodo publicou um adendo explicando que a notícia tinha sido publicada por este jornal de humor.
    Apesar de estapafúrdia, a notícia que foi publicada no Sensacionalista há três dias e já foi lida por cerca de 150 mil pessoas, acabou reproduzida por vários sites nacionais e estrangeiros como se fosse real. Um jornal português, I, também publicou a história. Horas depois, o I publicou uma errata em seu site afirmando que o Sensacionalista é “um jornal brasileiro que publica notícias falsas”. Não é. O Sensacionalista é um jornal de humor.
    O Sensacionalista é um site de humor e não tem a intenção de espalhar boatos na internet. Todas as páginas do site tem uma assinatura dizendo que as notícias são fictícias e que o objetivo é meramente humorístico. O próprio nome do site já indica que o seu conteúdo não é confiável. O Sensacionalista lamenta eventuais transtornos que possa ter causado a editores e repórteres.”

    Fonte: https://www.sensacionalista.com.br/2010/05/07/ umdosmaioressitesdomundopublicanoticiadosensacionalistacomosefossereal/ Acesso em: 27/04/2017
    Marque a alternativa CORRETA em relação ao texto.
    Escolha uma alternativa para a questão f475da32-d9
  • F471B0C1-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto II para resolver a questão

    Texto II

    Em 27 de julho de 2016, circulou nas redes sociais uma foto na qual um médico do interior de São Paulo exibe um receituário com os seguintes dizeres: “Não existe peleumonia e nem raôxis”. Segundo reportagens da época, a imagem seria uma forma de médico debochar da forma não-padrão de falar de um paciente seu, que havia acabado de ser atendido. O caso gerou polêmica, levando posteriormente o médico a ser demitido de seu emprego por sua atitude – a qual ele teria classificado como “uma brincadeira de Facebook”. Em 29 de julho, a médica mineira Júlia Rocha também participou desse debate ao publicar em rede social uma resposta à foto original. A resposta da médica pode ser lida na imagem a seguir: 


    Imagem da questão de Português, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2017, Interpretação de Textos
    Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/ medico-debocha-de-paciente-na-internet-nao-existe-peleumonia.html http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/ apos-foto-medico-pede-desculpas-e-diz-foi-uma-brincadeira-de-facebook.html http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/mundo/brasil/noticia/2016/08/01/ medica-e-alvo-de-ofensas-na-internet-apos-criticar-colega -de-profissao-que-debochou-de-paciente-246826.php Acesso em: 27/04/2017
    Em relação à forma de escrever escolhida pela médica mineira, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão f471b0c1-d9
  • F467F090-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto I para resolver a questão

    A tirinha é de autoria de André Dahmer e faz parte de uma série denominada “Quadrinhos dos anos 10”, a qual foi transformada em um livro de mesmo nome publicado em 2016.

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais 2017, Interpretação de Textos
    Fonte: DAHMER, André. http://www.scoopnest.com/pt/user/malvados/593101177157459969 Acessado em: 15/05/201
    A partir da leitura da tirinha e também das informações dadas a seu respeito, infere-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão f467f090-d9
  • 4F20C31E-D8

    Português

    Coesão e coerência
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Conselho não cassa registro por quebra de sigilo médico

    Cláudia Colucci

    10 fev. 2017 – 2h00 de São Paulo


        Nos últimos quatro anos, nenhum médico teve seu registro profissional cassado no Estado de São Paulo por quebra de sigilo médico. 

        Segundo o Cremesp (conselho médico paulista), de 2012 a 2016, foram registrados 379 processos éticos por essa razão – 87 já julgados.

        Desses, 39 foram inocentados e 48, julgados culpados. A maioria (26) recebeu penas confidenciais e 22, públicas.

        As primeiras são advertências e censuras sigilosas (só o médico fica sabendo). Já as públicas envolvem publicação na imprensa oficial e a suspensão do exercício profissional por até 30 dias.

         No mesmo período, 26 médicos foram cassados em primeira instância pelo Cremesp por diferentes motivos. Cabe recurso das decisões no Conselho Federal de Medicina.

        Para Mauro Aranha, presidente do Cremesp, o fato de não ter havido nenhuma cassação por quebra de sigilo não significa que essa seja um infração menos grave.

        “É uma infração ética muito importante. Mas a pena depende de uma série de contextos, por exemplo, o dano provocado ao paciente, se o médico cometeu o ato de forma proposital ou se foi negligente e do seu histórico ético no conselho”, explica.

      Se a pessoa usar a quebra de sigilo para conseguir algum benefício (dinheiro, por exemplo), o ato é considerado gravíssimo.

        Aranha não comenta sobre as duas sindicâncias abertas para apurar o envolvimento de médicos na divulgação de dados de Marisa Letícia Lula da Silva e de mensagens de ódio em redes sociais (o processo é sigiloso).

        Mas conforme apurou a Folha com conselheiros, a tendência é que os médicos acusados recebam, no mínimo, uma censura pública.

        Na opinião de Aranha, é preciso que os médicos repensem seus papéis nas redes sociais. “Elas convidam a pessoa a responder de forma instantânea, intempestiva. O médico não tem que ser um santo, mas o ato médico exige prudência.”


    MÍDIAS SOCIAIS

        A violação do sigilo médico em mídias sociais não é uma prática incomum entre alunos de medicina, residentes e cirurgiões, aponta uma dissertação de mestrado apresentada nesta quarta (8), na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

        No estudo envolvendo 156 pessoas (52 alunos, 51 residentes e 53 docentes), o cirurgião Diego Adão Fanti Silva verificou que 53% dos alunos, 86% dos residentes e 62% dos docentes divulgam dados de pacientes nas mídias sociais. A maioria (entre 86,5% e 100%) relata que oculta a identidade dos pacientes no momento da divulgação.

        No trabalho, o autor diz que é ilegal e antiética a divulgação de imagens de pacientes mesmo com a autorização dos expostos e mesmo não identificando o doente.

        Só há permissão se a publicação tiver fins acadêmicos ou assistenciais – ainda assim, é necessário o consentimento do paciente.


    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ equilibrioesaude/2017/02/1857393-conselho-nao-cassa-registro-por- quebra-de-sigilo-medico.shtml. Acesso em: 8 out. 2017.

    Ainda na matéria Conselho não cassa registro por quebra de sigilo médico, tanto no início do terceiro parágrafo como no início do quarto, estão elípticas, respectivamente, as expressões
    Escolha uma alternativa para a questão 4f20c31e-d8
  • 4F1D48B0-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Conselho não cassa registro por quebra de sigilo médico

    Cláudia Colucci

    10 fev. 2017 – 2h00 de São Paulo


        Nos últimos quatro anos, nenhum médico teve seu registro profissional cassado no Estado de São Paulo por quebra de sigilo médico. 

        Segundo o Cremesp (conselho médico paulista), de 2012 a 2016, foram registrados 379 processos éticos por essa razão – 87 já julgados.

        Desses, 39 foram inocentados e 48, julgados culpados. A maioria (26) recebeu penas confidenciais e 22, públicas.

        As primeiras são advertências e censuras sigilosas (só o médico fica sabendo). Já as públicas envolvem publicação na imprensa oficial e a suspensão do exercício profissional por até 30 dias.

         No mesmo período, 26 médicos foram cassados em primeira instância pelo Cremesp por diferentes motivos. Cabe recurso das decisões no Conselho Federal de Medicina.

        Para Mauro Aranha, presidente do Cremesp, o fato de não ter havido nenhuma cassação por quebra de sigilo não significa que essa seja um infração menos grave.

        “É uma infração ética muito importante. Mas a pena depende de uma série de contextos, por exemplo, o dano provocado ao paciente, se o médico cometeu o ato de forma proposital ou se foi negligente e do seu histórico ético no conselho”, explica.

      Se a pessoa usar a quebra de sigilo para conseguir algum benefício (dinheiro, por exemplo), o ato é considerado gravíssimo.

        Aranha não comenta sobre as duas sindicâncias abertas para apurar o envolvimento de médicos na divulgação de dados de Marisa Letícia Lula da Silva e de mensagens de ódio em redes sociais (o processo é sigiloso).

        Mas conforme apurou a Folha com conselheiros, a tendência é que os médicos acusados recebam, no mínimo, uma censura pública.

        Na opinião de Aranha, é preciso que os médicos repensem seus papéis nas redes sociais. “Elas convidam a pessoa a responder de forma instantânea, intempestiva. O médico não tem que ser um santo, mas o ato médico exige prudência.”


    MÍDIAS SOCIAIS

        A violação do sigilo médico em mídias sociais não é uma prática incomum entre alunos de medicina, residentes e cirurgiões, aponta uma dissertação de mestrado apresentada nesta quarta (8), na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

        No estudo envolvendo 156 pessoas (52 alunos, 51 residentes e 53 docentes), o cirurgião Diego Adão Fanti Silva verificou que 53% dos alunos, 86% dos residentes e 62% dos docentes divulgam dados de pacientes nas mídias sociais. A maioria (entre 86,5% e 100%) relata que oculta a identidade dos pacientes no momento da divulgação.

        No trabalho, o autor diz que é ilegal e antiética a divulgação de imagens de pacientes mesmo com a autorização dos expostos e mesmo não identificando o doente.

        Só há permissão se a publicação tiver fins acadêmicos ou assistenciais – ainda assim, é necessário o consentimento do paciente.


    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ equilibrioesaude/2017/02/1857393-conselho-nao-cassa-registro-por- quebra-de-sigilo-medico.shtml. Acesso em: 8 out. 2017.

    No texto de Cláudia Colucci, o posicionamento do presidente do Cremesp e o do cirurgião em sua dissertação de mestrado
    Escolha uma alternativa para a questão 4f1d48b0-d8
  • 4F1A333B-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Era digital desafia exercício profissional


        ''A medicina não sobreviverá ao velho método do médico de família, mas terá que se adaptar”. A afirmação é do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Diaulas Costa Ribeiro, proferida durante a mesa redonda “Panorama atual das mídias sociais e aplicativos na medicina contemporânea”. Para ele, as novas tecnologias trazem desafios que precisam ser colocados em perspectiva para garantir a ética e o sigilo.

        “Possivelmente vamos chegar a uma medicina sem gosto, distanciada, mas que também funciona. Talvez este não seja o fi m, mas um recomeço”, ponderou Ribeiro. Segundo ele, antes de gerar um novo modelo de atendimento médico, o “dr. Google” – termo que utilizou para indicar as buscas por informações médicas na internet – gerou um novo tipo de paciente, que passou a conhecer mais sobre as doenças e, por isso, exige um novo relacionamento com seu médico.

        O desembargador ainda reforçou a necessidade de se rediscutir questões como o uso da internet nessa relação médico-paciente e a segurança do sigilo médico neste cenário. “Precisamos refletir sobre algumas questões importantes. Quem guardará o sigilo? Ou não haverá sigilo? O sigilo médico será mantido ou  valerá o direito público à informação? Os conflitos serão reinventados ou serão os mesmos? A solução para os problemas será a de sempre?”, indagou. Ética – Na perspectiva do médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Galvão, embora acredite que algumas mudanças serão inevitáveis e necessárias, é preciso defender os princípios fundamentais instituídos pelo Código de ética médica (CEM). 

        “As novas mídias devem ser entendidas como um sistema de interação social, de compartilhamento e criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos e não podemos perder essa oportunidade”, destacou. Ele lembra, por exemplo, que desde a Resolução CFM 1.643/2002, que defi ne e disciplina a prestação de serviços através da telemedicina, alguns avanços colaborativos já foram possíveis.    

        Galvão apresentou ainda preceitos da Resolução CFM 1.974/2011 e também da Lei do Ato Médico (12.842/2013), chamando a atenção para alguns cuidados que o médico deve ter ao divulgar conteúdo de forma sensacionalista. “Segundo o CEM, é vedada a divulgação de informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. A internet deve ser usada como um instrumento de promoção da saúde e orientação à população”, reforçou.

    Editorial do Jornal Medicina – Publicação oficial do Conselho

    Federal de Medicina (CFM). Brasília, jul. 2017, p. 7.

    Diaulas Costa Ribeiro, desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), refere-se ao “dr. Google” para explicar o tipo de paciente da atualidade, ou seja,
    Escolha uma alternativa para a questão 4f1a333b-d8
  • 4F16F633-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Ensino Einstein · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Era digital desafia exercício profissional


        ''A medicina não sobreviverá ao velho método do médico de família, mas terá que se adaptar”. A afirmação é do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Diaulas Costa Ribeiro, proferida durante a mesa redonda “Panorama atual das mídias sociais e aplicativos na medicina contemporânea”. Para ele, as novas tecnologias trazem desafios que precisam ser colocados em perspectiva para garantir a ética e o sigilo.

        “Possivelmente vamos chegar a uma medicina sem gosto, distanciada, mas que também funciona. Talvez este não seja o fi m, mas um recomeço”, ponderou Ribeiro. Segundo ele, antes de gerar um novo modelo de atendimento médico, o “dr. Google” – termo que utilizou para indicar as buscas por informações médicas na internet – gerou um novo tipo de paciente, que passou a conhecer mais sobre as doenças e, por isso, exige um novo relacionamento com seu médico.

        O desembargador ainda reforçou a necessidade de se rediscutir questões como o uso da internet nessa relação médico-paciente e a segurança do sigilo médico neste cenário. “Precisamos refletir sobre algumas questões importantes. Quem guardará o sigilo? Ou não haverá sigilo? O sigilo médico será mantido ou  valerá o direito público à informação? Os conflitos serão reinventados ou serão os mesmos? A solução para os problemas será a de sempre?”, indagou. Ética – Na perspectiva do médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Galvão, embora acredite que algumas mudanças serão inevitáveis e necessárias, é preciso defender os princípios fundamentais instituídos pelo Código de ética médica (CEM). 

        “As novas mídias devem ser entendidas como um sistema de interação social, de compartilhamento e criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos e não podemos perder essa oportunidade”, destacou. Ele lembra, por exemplo, que desde a Resolução CFM 1.643/2002, que defi ne e disciplina a prestação de serviços através da telemedicina, alguns avanços colaborativos já foram possíveis.    

        Galvão apresentou ainda preceitos da Resolução CFM 1.974/2011 e também da Lei do Ato Médico (12.842/2013), chamando a atenção para alguns cuidados que o médico deve ter ao divulgar conteúdo de forma sensacionalista. “Segundo o CEM, é vedada a divulgação de informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. A internet deve ser usada como um instrumento de promoção da saúde e orientação à população”, reforçou.

    Editorial do Jornal Medicina – Publicação oficial do Conselho

    Federal de Medicina (CFM). Brasília, jul. 2017, p. 7.

    Para defender seu ponto de vista, ainda na matéria do CFM, Malthus Galvão se sustenta em argumentos
    Escolha uma alternativa para a questão 4f16f633-d8
  • 982A55F2-D7

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema “A última nau”, da obra Mensagem, de Fernando Pessoa, para responder à questão.

    Levando a bordo El-Rei D. Sebastião,
    E erguendo, como um nome, alto o pendão
    Do Império,
    Foi-se a última nau, ao sol aziago1
    Erma2 , e entre choros de ânsia e de pressago3
    Mistério.

    Não voltou mais. A que ilha indescoberta
    Aportou? Voltará da sorte incerta
    Que teve?
    Deus guarda o corpo e a forma do futuro,
    Mas Sua luz projeta-o, sonho escuro
    E breve.

    Ah, quanto mais ao povo a alma falta,
    Mais a minha alma atlântica se exalta
    E entorna,
    E em mim, num mar que não tem tempo ou spaço,
    Vejo entre a cerração teu vulto baço
    Que torna.

    Não sei a hora, mas sei que há a hora,
    Demore-a Deus, chame-lhe a alma embora
    Mistério.
    Surges ao sol em mim, e a névoa finda:
    A mesma, e trazes o pendão ainda
    Do Império.

    (Obra poética, 1987.)
    1aziago: funesto.
    2erma: solitária.
    3pressago: presságio.
    Os pronomes oblíquos assumem, geralmente, a função de complementos verbais. Em “projeta-o” (2ª estrofe) e “Demore-a” (4ª estrofe), os pronomes oblíquos referem-se, respectivamente, aos termos
    Escolha uma alternativa para a questão 982a55f2-d7
  • 98266203-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema “A última nau”, da obra Mensagem, de Fernando Pessoa, para responder à questão.

    Levando a bordo El-Rei D. Sebastião,
    E erguendo, como um nome, alto o pendão
    Do Império,
    Foi-se a última nau, ao sol aziago1
    Erma2 , e entre choros de ânsia e de pressago3
    Mistério.

    Não voltou mais. A que ilha indescoberta
    Aportou? Voltará da sorte incerta
    Que teve?
    Deus guarda o corpo e a forma do futuro,
    Mas Sua luz projeta-o, sonho escuro
    E breve.

    Ah, quanto mais ao povo a alma falta,
    Mais a minha alma atlântica se exalta
    E entorna,
    E em mim, num mar que não tem tempo ou spaço,
    Vejo entre a cerração teu vulto baço
    Que torna.

    Não sei a hora, mas sei que há a hora,
    Demore-a Deus, chame-lhe a alma embora
    Mistério.
    Surges ao sol em mim, e a névoa finda:
    A mesma, e trazes o pendão ainda
    Do Império.

    (Obra poética, 1987.)
    1aziago: funesto.
    2erma: solitária.
    3pressago: presságio.
    Em relação ao poema “A última nau”, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 98266203-d7
  • 98216B30-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia um trecho do ensaio de Modesto Carone para responder à questão.

        É fato sabido que a trajetória de João Cabral começa num surrealismo despojado da escrita automática, passa pelo ardor da construção e da lucidez, discute a pureza e a decantação da poesia antilírica e, descartando a desconfiança (então em moda) quanto à possibilidade de dizer o mundo e os seus conflitos, assume, de Morte e vida severina em diante, o lado sujo da miséria do Nordeste.
    (Modesto Carone. “Severinos e comendadores”. In: Roberto Schwarz (org). Os pobres na literatura brasileira, 1983.)
    Segundo Modesto Carone, o trecho que melhor ilustra a última fase da poesia de João Cabral é:
    Escolha uma alternativa para a questão 98216b30-d7
  • 981D3F5A-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia um trecho do ensaio de Modesto Carone para responder à questão.

        É fato sabido que a trajetória de João Cabral começa num surrealismo despojado da escrita automática, passa pelo ardor da construção e da lucidez, discute a pureza e a decantação da poesia antilírica e, descartando a desconfiança (então em moda) quanto à possibilidade de dizer o mundo e os seus conflitos, assume, de Morte e vida severina em diante, o lado sujo da miséria do Nordeste.
    (Modesto Carone. “Severinos e comendadores”. In: Roberto Schwarz (org). Os pobres na literatura brasileira, 1983.)
    Conforme o comentário de Modesto Carone, João Cabral
    Escolha uma alternativa para a questão 981d3f5a-d7
  • 980A9C47-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia um trecho do artigo de Lira Neto para responder à questão.

        [...] dia desses, uma equipe de reportagem de um canal por assinatura veio até minha casa para me entrevistar sobre a Era Vargas. O repórter que conduziria a conversa advertiu- -me, antes de o operador ligar a câmera: “Pense que nosso telespectador típico é aquele sujeito esparramado no sofá, com uma lata de cerveja numa mão e o controle remoto na outra, que esbarrou na nossa reportagem por acaso, durante o intervalo de um filme de ação”, detalhou. “É para esse cara que você vai falar; pense nele como alguém com a idade mental de 14 anos.”
        Sou cortês, mas tenho meus limites. Quase enxotei o colega porta afora, aos pontapés. Respirei fundo e procurei ser didático, sem me esforçar para parecer que estava falando com o Homer Simpson postado ali do outro lado da lente. Afinal, como pai de duas crianças, acredito que há uma enorme distância entre o didatismo e o discurso toleirão, entre a clareza e a parvoíce.
    (“A TV virou um dinossauro”. Folha de S.Paulo, 09.07.2017.)
    Para orientar sua fala na entrevista, Lira Neto estabeleceu uma relação de equivalência entre:
    Escolha uma alternativa para a questão 980a9c47-d7
  • 98066825-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia um trecho do artigo de Lira Neto para responder à questão.

        [...] dia desses, uma equipe de reportagem de um canal por assinatura veio até minha casa para me entrevistar sobre a Era Vargas. O repórter que conduziria a conversa advertiu- -me, antes de o operador ligar a câmera: “Pense que nosso telespectador típico é aquele sujeito esparramado no sofá, com uma lata de cerveja numa mão e o controle remoto na outra, que esbarrou na nossa reportagem por acaso, durante o intervalo de um filme de ação”, detalhou. “É para esse cara que você vai falar; pense nele como alguém com a idade mental de 14 anos.”
        Sou cortês, mas tenho meus limites. Quase enxotei o colega porta afora, aos pontapés. Respirei fundo e procurei ser didático, sem me esforçar para parecer que estava falando com o Homer Simpson postado ali do outro lado da lente. Afinal, como pai de duas crianças, acredito que há uma enorme distância entre o didatismo e o discurso toleirão, entre a clareza e a parvoíce.
    (“A TV virou um dinossauro”. Folha de S.Paulo, 09.07.2017.)
    A leitura do trecho permite afirmar que Lira Neto
    Escolha uma alternativa para a questão 98066825-d7
  • 97FDA590-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia um trecho do artigo de Lira Neto para responder à questão.

        [...] dia desses, uma equipe de reportagem de um canal por assinatura veio até minha casa para me entrevistar sobre a Era Vargas. O repórter que conduziria a conversa advertiu- -me, antes de o operador ligar a câmera: “Pense que nosso telespectador típico é aquele sujeito esparramado no sofá, com uma lata de cerveja numa mão e o controle remoto na outra, que esbarrou na nossa reportagem por acaso, durante o intervalo de um filme de ação”, detalhou. “É para esse cara que você vai falar; pense nele como alguém com a idade mental de 14 anos.”
        Sou cortês, mas tenho meus limites. Quase enxotei o colega porta afora, aos pontapés. Respirei fundo e procurei ser didático, sem me esforçar para parecer que estava falando com o Homer Simpson postado ali do outro lado da lente. Afinal, como pai de duas crianças, acredito que há uma enorme distância entre o didatismo e o discurso toleirão, entre a clareza e a parvoíce.
    (“A TV virou um dinossauro”. Folha de S.Paulo, 09.07.2017.)
    Segundo o repórter, o telespectador típico
    Escolha uma alternativa para a questão 97fda590-d7
  • 98459D79-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2017, Interpretação de Textos
    Atualmente, convivemos com uma multiplicidade de códigos e linguagens, amplamente significativos e carregados de funções comunicativas. De fato, o homem ampliou sua forma de produzir sentido e interagir com os outros. Por exemplo, o Texto – podemos considerá-lo assim – cumpre uma função política, pois:

    1) atinge em cheio a temática ambiental, uma das questões mais comprometedoras da saúde do Planeta.

    2) pretende denunciar uma realidade insustentável e de péssimas repercussões para a qualidade de vida do homem.

    3) mesmo sem palavras, metaforicamente, simboliza uma atividade humana digna de repúdio.

    4) traz para o mesmo cenário símbolos que não pertencem aos mesmos campos da atividade agrícola.

    5) constitui uma espécie de divulgação da atividade humana que põe em risco a sobrevivência da vida na Terra.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 98459d79-d5
  • 9841FB57-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Aspectos relevantes para a observação da relação fala e escrita


    1. Na tradição filosófica ocidental, nos acostumamos a distinguir entre natureza e cultura, atribuindo à cultura tudo aquilo que não se dá naturalmente. No entanto, hoje, esta distinção está cada vez mais difícil de ser mantida, como, de resto, acontece em todas as dicotomias. O certo é que a cultura é um dado que torna o ser humano especial no contexto dos seres vivos. Mas, o que o torna ainda mais especial é o fato de ele dispor de uma linguagem simbólica articulada que é muito mais do que um sistema de classificação, pois é também uma prática que permite que estabeleçamos crenças e pontos de vista diversos ou coincidentes sobre as mesmas coisas. Daí ser a língua um ponto de apoio e de emergência de consenso e dissenso, de harmonia e luta. Não importa se na modalidade escrita ou falada.

    2. Nessa perspectiva, seria útil ter presente que, assim como a fala não apresenta propriedades intrínsecas negativas, também a escrita não tem propriedades intrínsecas privilegiadas. São modos de representação cognitiva e social que se revelam em práticas específicas. Postular algum tipo de supremacia ou superioridade de alguma das duas modalidades seria uma visão equivocada, pois não se pode afirmar que a fala é superior à escrita ou vice-versa. Em primeiro lugar, deve-se considerar o aspecto que se está comparando e, em segundo, deve-se considerar que esta relação não é homogênea nem constante.

    3. Do ponto de vista cronológico, a fala tem grande precedência sobre a escrita, mas do ponto de vista do prestígio social, a escrita é vista como mais prestigiada que a fala. Não se trata, porém, de algum critério intrínseco nem de parâmetros linguísticos e sim de postura ideológica. Por outro lado, há culturas em que a fala é mais prestigiada que a escrita.

    4. Mesmo considerando a enorme e inegável importância que a escrita tem nos povos e nas civilizações letradas, continuamos povos orais. A oralidade jamais desaparecerá e sempre será, ao lado da escrita, o grande meio de expressão e de atividade comunicativa. A oralidade enquanto prática social é inerente ao ser humano e não será substituída por nenhuma tecnologia. Ela será sempre a porta de nossa iniciação à racionalidade e fator de identidade social, regional, grupal dos indivíduos.


                                         (Luís Antônio Marcuschi. Da fala para a escrita. São Paulo: Editora Contexto, 2001, p. 35-36)
    Analise a formulação do trecho a seguir: “Do ponto de vista cronológico, a fala tem grande precedência sobre a escrita, mas do ponto de vista do prestígio social, a escrita é vista como mais prestigiada que a fala.” Esse trecho exemplifica o cuidado do autor para abordar os conceitos em apreço, numa perspectiva: 
    Escolha uma alternativa para a questão 9841fb57-d5
  • 983D37CE-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Aspectos relevantes para a observação da relação fala e escrita


    1. Na tradição filosófica ocidental, nos acostumamos a distinguir entre natureza e cultura, atribuindo à cultura tudo aquilo que não se dá naturalmente. No entanto, hoje, esta distinção está cada vez mais difícil de ser mantida, como, de resto, acontece em todas as dicotomias. O certo é que a cultura é um dado que torna o ser humano especial no contexto dos seres vivos. Mas, o que o torna ainda mais especial é o fato de ele dispor de uma linguagem simbólica articulada que é muito mais do que um sistema de classificação, pois é também uma prática que permite que estabeleçamos crenças e pontos de vista diversos ou coincidentes sobre as mesmas coisas. Daí ser a língua um ponto de apoio e de emergência de consenso e dissenso, de harmonia e luta. Não importa se na modalidade escrita ou falada.

    2. Nessa perspectiva, seria útil ter presente que, assim como a fala não apresenta propriedades intrínsecas negativas, também a escrita não tem propriedades intrínsecas privilegiadas. São modos de representação cognitiva e social que se revelam em práticas específicas. Postular algum tipo de supremacia ou superioridade de alguma das duas modalidades seria uma visão equivocada, pois não se pode afirmar que a fala é superior à escrita ou vice-versa. Em primeiro lugar, deve-se considerar o aspecto que se está comparando e, em segundo, deve-se considerar que esta relação não é homogênea nem constante.

    3. Do ponto de vista cronológico, a fala tem grande precedência sobre a escrita, mas do ponto de vista do prestígio social, a escrita é vista como mais prestigiada que a fala. Não se trata, porém, de algum critério intrínseco nem de parâmetros linguísticos e sim de postura ideológica. Por outro lado, há culturas em que a fala é mais prestigiada que a escrita.

    4. Mesmo considerando a enorme e inegável importância que a escrita tem nos povos e nas civilizações letradas, continuamos povos orais. A oralidade jamais desaparecerá e sempre será, ao lado da escrita, o grande meio de expressão e de atividade comunicativa. A oralidade enquanto prática social é inerente ao ser humano e não será substituída por nenhuma tecnologia. Ela será sempre a porta de nossa iniciação à racionalidade e fator de identidade social, regional, grupal dos indivíduos.


                                         (Luís Antônio Marcuschi. Da fala para a escrita. São Paulo: Editora Contexto, 2001, p. 35-36)
    Avaliando as relações de sentido entre algumas palavras do Texto, podemos admitir que entre as palavras ou expressões:
    Escolha uma alternativa para a questão 983d37ce-d5