Questões do ENEM: Linguagens e Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

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5.815 questões encontradas. Mostrando a página 196 de 291.

  • B2222757-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Monteiro Lobato, “Urupês”.

    Vocabulário:
    boré (linha 15): trombeta de bambu usada pelos índios.
    inambu (linha 16): ave desprovida completamente ou quase completamente de cauda.
    ocara (linha 14): choupana de índios do Brasil.
    sorna (linha 29): indolente, inerte.
    trochada (linha 15): cano de espingarda que foi torcido para tornar-se reforçado.
    Tendo como base o recorte do conto “Urupês”, pode-se afirmar que é condizente com a personagem criada por Monteiro Lobato APENAS o fragmento a seguir:
    Escolha uma alternativa para a questão b2222757-dd
  • B21E8A4C-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Monteiro Lobato, “Urupês”.

    Vocabulário:
    boré (linha 15): trombeta de bambu usada pelos índios.
    inambu (linha 16): ave desprovida completamente ou quase completamente de cauda.
    ocara (linha 14): choupana de índios do Brasil.
    sorna (linha 29): indolente, inerte.
    trochada (linha 15): cano de espingarda que foi torcido para tornar-se reforçado.
    Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da produção literária de Monteiro Lobato:
    Escolha uma alternativa para a questão b21e8a4c-dd
  • B21B2818-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Monteiro Lobato, “Urupês”.

    Vocabulário:
    boré (linha 15): trombeta de bambu usada pelos índios.
    inambu (linha 16): ave desprovida completamente ou quase completamente de cauda.
    ocara (linha 14): choupana de índios do Brasil.
    sorna (linha 29): indolente, inerte.
    trochada (linha 15): cano de espingarda que foi torcido para tornar-se reforçado.
    Sobre o Pré-Modernismo é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b21b2818-dd
  • B21706DB-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Textos para a questão

    Texto I
    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.significados.com.br

    Texto II
    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.sobiologia.com.br

    Texto III
    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    www.googleimagens.com
    Observe as afirmações abaixo.

    I. Em sua origem, a palavra vírus pertence ao domínio da biologia, mas por conta do seu significado tem sido utilizada para fazer referência a algo que se dissemina de forma rápida e intensa.
    II. Os vírus que atingem os modernos computadores causam tamanho prejuízo que atualmente são conhecidos como marketing viral.
    III. A publicidade viral é aquela que se baseia na troca de informações sobre medicamentos da área biológica.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b21706db-dd
  • B20D192B-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Textos para a questão

    Texto I
    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.significados.com.br

    Texto II
    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.sobiologia.com.br

    Texto III
    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    www.googleimagens.com
    Assinale a alternativa correta sobre o Texto III.
    Escolha uma alternativa para a questão b20d192b-dd
  • B2016C62-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Textos para a questão

    Texto I
    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.significados.com.br

    Texto II
    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    Adaptado de www.sobiologia.com.br

    Texto III
    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2015, Interpretação de Textos
    www.googleimagens.com
    Considere as seguintes afirmações sobre os textos I e II.

    I. Apresentam marcas explícitas de interação com o leitor, como perguntas retóricas.
    II. Nos dois textos, há confronto de ideias e de pontos de vista, presentes em diferentes narradores que direcionam os sentidos.
    III. Há entre os textos marcas explícitas de intertextualidade, uma vez que neles se percebem citações de um pelo outro.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b2016c62-dd
  • FCDA2B9C-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e analise a linguagem utilizada por Guimarães Rosa, escritor da terceira fase do Modernismo brasileiro.

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos

    A recriação da própria linguagem e de neologismos, no texto de Guimarães Rosa, também está presente em outros autores, conforme exemplificam os versos:
    Escolha uma alternativa para a questão fcda2b9c-dc
  • FCD6FB1B-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Analise a tirinha para responder à questão 12:


    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos


    Os ditados populares permanecem no tempo e significam, na maioria das vezes, exemplos morais, filosóficos, sem deixar de carregarem consigo certa carga de humor e de ironia, sendo, por isso, comumente utilizados na linguagem cotidiana.
    O ditado popular que sintetiza o que é exposto na tirinha é

    Escolha uma alternativa para a questão fcd6fb1b-dc
  • FCD383A2-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia os poemas de Carlos Drummond de Andrade e de Olavo Bilac.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos


    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos



    A Rosa do Povo, de Drummond, foi publicada em 1945, ao final da Segunda Guerra Mundial, e traz alguns poemas que enfocam anseios e questionamentos advindos desse momento histórico. Levando em conta o verso “Trouxeste a chave?”, pode-se inferir uma voz
    Escolha uma alternativa para a questão fcd383a2-dc
  • FCCFD4C6-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia os poemas de Carlos Drummond de Andrade e de Olavo Bilac.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos


    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos



    Nos dois textos, algumas marcas linguísticas autorizam a inferência de que a palavra é vetor de poder. As palavras e/ou expressões, de um mesmo campo semântico, que exemplificam esse vetor são
    Escolha uma alternativa para a questão fccfd4c6-dc
  • FCCC57C2-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia os poemas de Carlos Drummond de Andrade e de Olavo Bilac.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos


    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos



    Comparando os Textos V e VI sobre aspectos temáticos e organização enunciativa, observa-se que
    Escolha uma alternativa para a questão fccc57c2-dc
  • FCC0A8A9-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o Texto IV para responder à questão:


    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos

    A leitura do segundo parágrafo permite depreender a imagem que Fabiano tem de si mesmo e a sua reação ao domínio a que se submete, por meio do discurso indireto livre. Esse discurso é efetivado pela
    Escolha uma alternativa para a questão fcc0a8a9-dc
  • FCB0B28E-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto publicado em revista de grande circulação para responder à questão 03.

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos

    Para sustentar a argumentação são utilizados variados recursos. A seleção léxico-semântica utilizada pelo autor para sustentar a argumentação marca o emprego de uma imagem crítica, com um tom
    Escolha uma alternativa para a questão fcb0b28e-dc
  • FCAAAE33-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O Texto II mostra um diálogo entre o Diabo e a segunda personagem, o Onzeneiro, quando chega à Barca do Inferno.

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos

    O Diabo ouve o pretexto do Onzeneiro, mas não se deixa levar pelos artifícios da eloquência do passageiro. Essa atitude do Diabo pode ser comprovada no verso
    Escolha uma alternativa para a questão fcaaae33-dc
  • FCA3E0F6-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O Auto da Barca do Inferno é uma das três peças que compõem a Trilogia das Barcas do teatro vicentino. Gil Vicente é autor do período literário português, conhecido como Humanismo.

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos

    Os diálogos entre o anjo e o fidalgo põem em discussão não só os valores de um mundo medieval, mas também do mundo contemporâneo. A atualidade dessa discussão decorre de que o homem de hoje, ainda, assume falsos posicionamentos semelhantes ao de uma das personagens da cena. Essa atualidade é apresentada, por meio de
    Escolha uma alternativa para a questão fca3e0f6-dc
  • F5F13F1F-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Roraima · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO IV

    Quando me apaixono
     esse ar de abandono me toma a cara 
    cão sem dono, fala amara, 
    não tenho mais sono 
    não quero comida.

    O desejo 
    me escancara pra vida.

    (ELIMACUXI. Amor para quem odeia. Boa Vista: Série Máfia do Verso 3, 2013.)
    Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir do TEXTO IV.
    Escolha uma alternativa para a questão f5f13f1f-d8
  • F5BDE5F5-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I

    ERRO POÉTICO

    Rosa-se quintal


    (PEREZ, Marcelo. Ainda se estivesse faltando pedaços. Série Máfia do Verso V 4. Boa Vista, 2014.) 

    Assinale a alternativa FALSA, a partir do texto I
    Escolha uma alternativa para a questão f5bde5f5-d8
  • D90001B7-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Álvares de Azevedo para responder à questão.

    Se eu morresse amanhã!

    Se eu morresse amanhã, viria ao menos
    Fechar meus olhos minha triste irmã;
    Minha mãe de saudades morreria
    Se eu morresse amanhã!

    Quanta glória pressinto em meu futuro!
    Que aurora de porvir e que manhã!
    Eu perdera chorando essas coroas
    Se eu morresse amanhã!

    Que sol! que céu azul! que doce n’alva
    Acorda a natureza mais louçã!
    Não me batera tanto amor no peito,
    Se eu morresse amanhã!

    Mas essa dor da vida que devora
    A ânsia de glória, o dolorido afã…
    A dor no peito emudecera ao menos
    Se eu morresse amanhã!

    (Lira dos vinte anos, 2000.)
    Uma característica do eu lírico do poema é
    Escolha uma alternativa para a questão d90001b7-d8
  • D8F17008-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.

        Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.
        – Um doce, moça, compre um doce para mim.
        Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.
        Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.

    (A descoberta do mundo, 1999.)
    “assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.” (3° parágrafo)


    A imagem literária presente nessa passagem exprime uma comparação baseada
    Escolha uma alternativa para a questão d8f17008-d8
  • D8ED52FD-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do conto “As caridades odiosas”, de Clarice Lispector, para responder à questão.

        Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.
        – Um doce, moça, compre um doce para mim.
        Acordei finalmente. O que estivera eu pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.
        Sem olhar para os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.

    (A descoberta do mundo, 1999.)

    “Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino a que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele.” (1° parágrafo)


    A passagem narra o momento inicial do encontro da narradora com seu interlocutor. Tal momento é caracterizado

    Escolha uma alternativa para a questão d8ed52fd-d8