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Interpretação de TextosPUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosCronologia

É correto afirmar sobre o acima transcrito:
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5.815 questões encontradas. Mostrando a página 200 de 291.
Cronologia

É correto afirmar sobre o acima transcrito:
Atenção: A questão refere-se a A e B, trechos de capítulos da obra Ginástica doce e yoga para crianças: método La Douce.
A.
CAPÍTULO 2
O CORPO
Conhecer bem o corpo para fazê-lo trabalhar melhor
Cinco extremidades: a cabeça, as mãos, os pés
Para comunicar-se com tudo que a cerca, a criança usa a cabeça, as duas mãos e os dois pés.
A cabeça permite-lhe ter acesso a todas as informações disponíveis. Sede do cérebro, ela fornece os recursos necessários para bem compreender seu ambiente. É igualmente através desta parte do corpo que penetram duas fontes de energia: o ar e o alimento.
A cabeça se articula através do pescoço. Corredor estreito entre o cérebro e a parte inferior do corpo, o pescoço deve ser flexível para facilitar a qualidade das trocas.
As mãos e os pés são verdadeiras antenas. Sua riqueza em terminações nervosas e vasos sanguíneos, assim como a possibilidade das inúmeras articulações, fazem deles instrumentos de extraordinária precisão.
B.
CAPÍTULO 8
AS EXTREMIDADES
8.4 OS PÉS
2. O limpador de para-brisas
Posição: sentada com os braços atrás do corpo e as mãos apoiadas no chão
− Gire os tornozelos para dentro e para fora;
− Levante e abaixe os calcanhares mantendo as barrigas das pernas no chão (os dois juntos; depois um de cada vez).


Considere o exposto em I, II e III.
I. No cinema, uma das homenagens mais bonitas ao tempo passado é a do filme Amarcord [...], do cineasta Federico Fellini. São lembranças pessoais de uma época dura, quando o fascismo crescia e dominava a Itália.
Seria compatível com o texto, no caso de agrupamento dos dois períodos num só, a substituição do segmento sublinhado por “Fellini, apesar de serem”.
II. Em Com a eletrônica, surgiram os relógios de quartzo e de césio, aposentando os chamados “relógios de corda”, a substituição do segmento destacado por “que teriam aposentado” não prejudica o sentido original.
III. Em O mostrador digital que está no seu pulso ou no seu celular tem muita história: tudo teria começado com a haste vertical ao sol, que projetava sua sombra num plano horizontal demarcado. A ampulheta e a clepsidra são as simpáticas bisavós das atuais engenhocas eletrônicas..., o pronome tudo, que expressa a ideia de totalidade, está posicionado antes do elemento a que ele remete.
Está correto o que se afirma APENAS em


Por vezes barateamos o sentido do tempo, tornando-o uma espécie de vazio a preencher: é quando fazemos algo para “passar o tempo”, e apelamos para um jogo, uma brincadeira, um “passatempo” como as palavras cruzadas. Em compensação, nas horas de grande expectativa, queixamo-nos de que “o tempo não passa”.
No trecho acima transcrito,
Atenção: A questão remete ao parágrafo abaixo, em seu contexto.
Se o relógio da História marca tempos sinistros, o tempo construído pela arte abre-se para a poesia: o tempo do sonho e da fantasia arrebatou multidões no filme O mágico de Oz estrelado por Judy Garland e eternizado pelo tema da canção Além do arco-íris. Aliás, a arte da música é, sempre, uma habitação especial do tempo: as notas combinam-se, ritmam e produzem melodias, adensando as horas com seu envolvimento.
Se o relógio da História marca tempos sinistros, o tempo construído pela arte abre-se para a poesia.
Comenta-se corretamente sobre o que o segmento acima expressa, em seu contexto:
Atenção: A questão remete ao parágrafo abaixo, em seu contexto.
Se o relógio da História marca tempos sinistros, o tempo construído pela arte abre-se para a poesia: o tempo do sonho e da fantasia arrebatou multidões no filme O mágico de Oz estrelado por Judy Garland e eternizado pelo tema da canção Além do arco-íris. Aliás, a arte da música é, sempre, uma habitação especial do tempo: as notas combinam-se, ritmam e produzem melodias, adensando as horas com seu envolvimento.
Atenção: A questão remete ao parágrafo abaixo, em seu contexto.
Se o relógio da História marca tempos sinistros, o tempo construído pela arte abre-se para a poesia: o tempo do sonho e da fantasia arrebatou multidões no filme O mágico de Oz estrelado por Judy Garland e eternizado pelo tema da canção Além do arco-íris. Aliás, a arte da música é, sempre, uma habitação especial do tempo: as notas combinam-se, ritmam e produzem melodias, adensando as horas com seu envolvimento.
Considere o parágrafo e o verbete extraído do Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa.
□ aliás
advérbio
1 de outro modo, de outra forma
Ex.: sempre ajudou o filho, a. seria mau pai se não o fizesse
2 além disso
Ex.: a., não era a primeira sujeira que ele fazia
3 emprega-se em seguida a uma palavra proferida ou escrita por equívoco; ou melhor, digo
Ex.: estávamos em março, a., abril
4 seja dito de passagem; verdade seja dita; a propósito
Ex.: não aceitou o emprego, que a. é muito cobiçado
5 no entanto, contudo
Ex.: andar muito é cansativo, sem, a., deixar de ser saudável
O sentido preciso com que a palavra aliás foi empregada
no texto está indicado em


INSTRUÇÃO: Responder à questão com base na leitura dos textos 1, 2, 3 e 4.
TEXTO 1



Assinale a alternativa correta sobre a relação entre os textos.
INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto 4.

INSTRUÇÃO: Para responder à questão, analise o gráfico com dados referentes aos países com mais cientistas no exterior.

A partir da análise do gráfico, pode-se concluir que
INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto 1.
TEXTO 1

INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto 1.
TEXTO 1

INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere as expressões empregadas no texto 1 e preencha os parênteses com V (verdadeiro) e F (falso).
( ) Há marcas de posicionamento crítico do autor, como se comprova pelo emprego de “É uma pena” (linha 02).
( ) As palavras “Nada” (linha 10), “sem” (linha 11) e “Não” (linha 12) revelam a depreciação do autor a um ponto de vista contrário ao seu.
( ) A expressão “matou a cobra” (linha 13) é utilizada pelo autor para fazer alusão às críticas enfrentadas por Santos Dumont na sociedade francesa.
( ) A expressão “jeitinho brasileiro” (linha 15) sugere que Santos Dumont abusou da improvisação brasileira para conseguir sucesso.
( ) Entre “audácia” (linha 14) e “coragem” (linha 14), há uma relação de implicação.
O correto preenchimento dos parênteses, de cima para
baixo, é
INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto 1.
TEXTO 1

De acordo com o texto, analise as afirmações e marque a alternativa CORRETA.
O que aconteceria se a internet deixasse de existir?
Não seria tarefa fácil derrubar todas as redes conectadas que compõem a internet, mas, se isso acontecesse, as consequências seriam radicalmente mais graves que o fim dos emoji trocados com seus amigos.
“Se a internet deixasse de existir, seria como dizimar um continente com mais de 2 bilhões de pessoas”, afirma Humberto de Sousa Delgado, coordenador de tecnologia em redes de computadores e sistemas para internet da Fiap. Basicamente, toda a produção econômica do mundo seria comprometida – na indústria, no setor de serviços, nas transações comerciais ou nas operações financeiras nas bolsas de valores –, com consequências imprevisíveis no âmbito político e social.
“Segundo dados de pesquisa realizada pela Federação Brasileira de Bancos, as transações via internet banking superaram qualquer outro meio de operação e já são em número quatro vezes maior quando comparadas às transações nas agências físicas”, diz Delgado.
Deixando o colapso econômico global de lado, também viveríamos uma regressão cultural: o fim dos mais de 870 mil artigos da Wikipédia em português, dos 30 bilhões de fotos hospedadas no Instagram ou das 300 horas de vídeos adicionadas a cada minuto no YouTube representaria a destruição de parte do patrimônio guardado pelos usuários na rede, uma espécie de destruição da Biblioteca de Alexandria em escala exponencial. Não seria o apocalipse zumbi, mas estaríamos bem próximos disso...
Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/05/o-que-aconteceria-se-internet-deixasse-de-existir.html> .Acesso em: maio 2015.
I. Sem internet seria um grande caos.
II. Sem internet não poderíamos mais ter indústrias ou transações comerciais.
III. A regressão cultural seria devastadora.
IV. Seria o apocalipse total.
De acordo com o texto, analise as afirmações e marque a sequência CORRETA.
Quem tem nariz vai a Roma (ou Londres ou BH)
Um mapa que leva você ao seu destino pelo caminho mais cheiroso: essa é a proposta de um time liderado por Daniele Quercia, da Universidade de Cambridge. Eles criaram mapas, batizados de “smell-fies”, de cidades como Londres e Barcelona, identificando aromas que cada rua e região possui. Para fazer isso, a equipe criou um “dicionário de aromas”. Definiu dez categorias, que incluem, entre outros, natureza, indústria e comida. Depois, foram utilizados dados de redes sociais, como hashtags do Twitter e comentários no Instagram, para criar um algoritmo que detecte aglomerados de palavras relacionadas aos cheiros. “Se você pode mapear um cheiro, pode também alterar o cenário dos aromas urbanos”, diz Quercia. O catálogo de cheiros – bons e ruins – pode incentivar pessoas a participar mais da vida da cidade em que vivem e restringir a poluição do ar. E o Brasil está na lista: “Em agosto estarei em Minas Gerais, e talvez, comece alguns projetos lá”.
Disponível em: Super Interessante, ed. 350, agosto 2015, p. 19.
I. Um mapa identifica que aromas serão encontrados em ruas e regiões de certas cidades.
II. O dicionário criado possui, entre as categorias, natureza, indústria e comida.
III. Essa informação é acessada pelos usuários por meio de hashtags e Instagram.
IV. O catálogo de cheiros restringe a poluição do ar.
V. O Brasil terá essa informação em breve.
Leia o texto, analise as afirmações feitas e escolha a opção CORRETA.
Hackers podem acessar mensagens de 600 milhões de smartphones da Samsung
Foi descoberta uma vulnerabilidade no software dos gadgets
Se você tem um Galaxy é bom ficar longe de conexões abertas de wi-fi. Foi descoberta uma vulnerabilidade no software dos smartphones que permite que hackers acessem a câmera do celular, ouçam o microfone, leiam mensagens enviadas ou recebidas e instalem apps. E, além de ficar fora de redes que não sejam protegidas (o que ainda não garante proteção completa), há pouco que os usuários podem fazer. O hack funciona a partir de uma falha no sistema IME de teclado, uma versão nova do SwiftKey que a Samsung inclui nos telefones. Esse software pede por atualizações periódicas para um servidor, mas hackers podem 'fingir' ser o servidor e enviar malwares para o aparelho. Então não importa se o usuário faz uso desse software específico, já que os pedidos por atualizações são feitos ao servidor de forma automática.
A falha é confirmada nos modelos Samsung Galaxy S6, S6 e Galaxy S4 Mini – porém, pode estar ativa em outros telefones Galaxy.
A Samsung afirmou que já lançou a atualização para as operadoras de telefonia móvel – e elas devem corrigir o problema. Mas ainda não sabemos se alguma operadora já o fez.
Já a SwiftKey, fabricante do software de teclado, afirmou que o problema não afeta a versão do app disponível para download na Google Play ou na App Store. A falha existiria apenas na versão já instalada nos Galaxys.
Disponível em: <http://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/noticia/2015/06/hackers-podem-acessar-mensagens-de-600-milhoes-de-smartphones-da-samsung.html> . Acesso em: Junho de 2015.
No texto, os parênteses contendo reticências indicam que um segmento foi eliminado. Analise as frases das alternativas para verificar qual delas contém a frase que se encaixa no texto e assinale a alternativa CORRETA.
O MUNDO NAS COSTAS
Ministério do Turismo quer aumentar hospedagem nos albergues do país incentivando mochileiros
Nada de carregador de malas, hotel bacana, fartos cafés da manhã ou almoços em restaurantes de renome. A ideia é conhecer lugares e culturas diferentes de forma mais descontraída e econômica. (...) De olho nesse tipo de viajante, que em sua maioria tem entre 20 e 30 anos, o Ministério de Turismo vai apoiar uma campanha de incentivo aos mochileiros criada pela Federação Brasileira de Albergues da Juventude. A federação, por sua vez, pretende ampliar a rede de hospedagem no país para ver o número de usuários anuais pular de 100 mil para 500 mil no curto prazo. “Queremos ter estabelecimentos para esse público em todos os Estados e criar essa cultura de viagem na cabeça dos brasileiros”, afirma José Roberto de Oliveira, da Secretaria Nacional de Políticas do Turismo.
PONCE, M. H. BURIM, S. A. FLORISSI, S. Bem-vindo à língua portuguesa no mundo da comunicação. 8. ed. São Paulo: SBS, 2013. p. 173.