Questões do ENEM: Linguagens e Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

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5.815 questões encontradas. Mostrando a página 209 de 291.

  • 29757862-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a charge abaixo, que tem como tema uma cobrança de falta no futebol, para responder a questão:

    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2014, Interpretação de Textos
    (Disponível em https://opiodopovo.files.wordpress.com/2009/09/laerte-17-08-dragea116.jpg, acesso em 05/08/2014.)
    A sátira que a tira acima faz ao futebol tem como alvo:
    Escolha uma alternativa para a questão 29757862-de
  • 2966D27E-DE

    Português

    Gêneros Textuais
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    Sendo um exemplo de entrevista, o texto tem como principal marca do gênero:
    Escolha uma alternativa para a questão 2966d27e-de
  • 295FBAC9-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    Wisnik rejeita o termo utilizado pela comissão técnica, “apagão”, preferindo “implosão” para caracterizar a derrota para a Alemanha. Tal escolha:
    Escolha uma alternativa para a questão 295fbac9-de
  • 295BC2D7-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    De acordo com a análise de Wisnik, o grau altíssimo de “expectativa futebolístico-messiânica” deve-se à incapacidade de o torcedor brasileiro:
    Escolha uma alternativa para a questão 295bc2d7-de
  • 2957D329-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão:


    Complexo de d. Sebastião

    Neymar expia a culpa pela derrota, mas as mudanças em

    nosso futebol não podem mais esperar, diz autor

    Entrevista de Ivan Marsiglia com José Miguel Wisnik



    ESTADÃO - A palavra mais usada nas avaliações da derrota da seleção brasileira para a alemã, por 7 a 1, na Copa de 2014, foi “apagão”. Concorda com ela?


    WISNIK - Prefiro “implosão”. “Apagão” sugere uma falha de energia, um acidente de percurso, um lapso momentâneo. A comissão técnica, que se especializou na negação da evidência e da amplitude dos fatos, apega-se a essa versão. Implosão, em vez disso, significa que uma estrutura cedeu a pressões que ela não pôde mais suportar. Acho que é claramente esse o caso. Ou, pelo menos, é esse o claro enigma.


    ESTADÃO - Outra palavra muito repetida foi 'vexame', e de tal proporção que teria redimido a histórica derrota na final de 1950 para o Uruguai.

    WISNIK - “Vexame” dá uma inflexão moral a essa catástrofe futebolística, e quem dirá que não se trata de uma tremenda humilhação esportiva? Mas martelar a palavra soa como uma atualização do gozo regressivo da eleição do bode expiatório. Não vejo mais essa necessidade de achar nos jogadores o novo Barbosa e o novo Bigode, [jogadores culpabilizados pela derrota da seleção na Copa de 1950] felizmente. O que não passou, no entanto, é a permanente espera mágica pela vitória por goleada, independente da existência do adversário, combinada com a precária análise dos dados de realidade. Esse desequilíbrio pesa sobre os jogadores. O grau da expectativa futebolístico-messiânica é altíssimo, e não é de se espantar que o time brasileiro entre em colapso em certas situações cruciais. Aliás, isso já aconceu pelo menos três vezes: lá no Maracanazo [Copa de 1950], agora no Mineiraço, e na final de 1998 na França, depois da convulsão de Ronaldo. Não me consta que outras seleções nacionais passem pela mesma síndrome. Uma vez é um acidente. Duas, uma coincidência. Mas três é uma estrutura.


    ESTADÃO - E de onde vem essa estrutura?

    WISNIK - Essas partidas fazem pensar na batalha de Alcácer Quibir, em 1578, durante a qual, segundo relatos, o jovem rei português d. Sebastião foi tomado por estranha catatonia, antes de desaparecer no deserto e ter a sua volta aguardada durante séculos pelos portugueses. [...] Em 1950, a equipe, encolhida na partida final ante a enormidade do sucesso ou do fracasso inéditos, esteve paralisada abaixo do seu tamanho. Em 2014, sucumbiu ante a expectativa maciça, projetada sobre ela, por algo maior do que seu tamanho. Nos dois casos, espelhados sintomaticamente em território brasileiro, há uma resistente dificuldade de dimensionar, isto é, de encarar o real, que se junta à euforização publicitária, à cobertura da Rede Globo, aos oportunismos políticos de todo tipo e ao baixo nível médio da cultura futebolística. Tudo continua muito parecido com o ambiente que cercou a final de 1950, embora sem a mesma inocência trágica.


    ESTADÃO - Você escreveu que 'a glorificação frenética de Neymar, justificada pela excepcionalidade do jogador, disfarça uma ansiedade compensatória de fundo'. Por quê?

    WISNIK - Sem querer me repetir, [a figura de Neymar] ferida encarnava d. Sebastião em batalha, desaparecido do campo, mas preservado misteriosamente da desgraça explícita e ocupando mais ainda o lugar mítico do Desejado.

    (O Estado de S. Paulo, 12/07/2014. Disponível em http://m.estadao.com.br/ O Estado de S. Paulo noticias/ali%C3%A1s,complexo-de-d-sebastiao,1527395,0.htm, acesso em 01/09/2014)

    De acordo com o texto, é correto:
    Escolha uma alternativa para a questão 2957d329-de
  • 13D629F1-DE

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Consideração do poema


    Imagem da questão de Português, FGV 2014, Concordância verbal, Concordância nominal

    Carlos Drummond de Andrade, A rosa do povo.

    Considere as seguintes afirmações sobre diferentes elementos do texto:


    I O verbo “rimarei”, empregado duas vezes no início do texto, pode ser entendido em seu sentido literal nas duas ocorrências.

    II No verso “nem deslizar de lancha entre camélias” (2ª. estrofe), a palavra “deslizar” deve ser lida como substantivo e não como verbo.

    III O pronome que ocorre na frase “se ainda as há” (3ª. estrofe), embora esteja no plural, relaciona-se, quanto ao sentido, com uma palavra no singular.


    Está correto apenas o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 13d629f1-de
  • 13CACC47-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão 


            Escrevo neste instante com algum prévio pudor por vos estar invadindo com tal narrativa tão exterior e explícita. De onde no entanto até sangue arfante de tão vivo de vida poderá quem sabe escorrer e logo se coagular em cubos de geleia trêmula. Será essa história um dia o meu coágulo? Que sei eu. Se há veracidade nela – e é claro que a história é verdadeira embora inventada –, que cada um a reconheça em si mesmo porque todos nós somos um e quem não tem pobreza de dinheiro tem pobreza de espírito ou saudade por lhe faltar coisa mais preciosa que ouro – existe a quem falte o delicado essencial.

    Clarice Lispector, A hora da estrela. 

    Embora tanto A hora da estrela como Morte e vida severina tenham como protagonistas migrantes pobres, oriundos de zonas inóspitas, e nítido teor de crítica social, a percepção da sociedade que se configura nessa obra de Cabral de Melo não permitiria que ela assimilasse, sem quebra de coerência e inteireza, sobretudo a seguinte expressão do texto de Lispector, com o sentido que, nesse texto, ela tem:
    Escolha uma alternativa para a questão 13cacc47-de
  • 13BA0DD7-DE

    Português

    Análise sintática
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, FGV 2014, Análise sintática

    Evanildo Bechara, Na ponta da língua. Adaptado. 

    Consideradas no contexto, expressam o mesmo tipo de relação sintático-semântica as orações do texto “não indo aos assuntos a ela correlatos” (L. 2) e
    Escolha uma alternativa para a questão 13ba0dd7-de
  • 13B3092C-DE

    Português

    Figuras de Linguagem
    FGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, FGV 2014, Figuras de Linguagem

    Evanildo Bechara, Na ponta da língua. Adaptado. 

    Sobre os verbos “boiar” e “nadar”, empregados metaforicamente no texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 13b3092c-de
  • 13AF70DF-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, FGV 2014, Interpretação de Textos


    Oswald de Andrade, Poesias reunidas

    Sobre o verso “E os cocares revirados das palmeiras”, só NÃO é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 13af70df-de
  • 13AAB928-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, FGV 2014, Interpretação de Textos


    Oswald de Andrade, Poesias reunidas

    Para enfatizar a autenticidade artística do conjunto arquitetônico situado em Congonhas do Campo, Minas Gerais, do qual fala o texto, o poeta lança mão, entre outros recursos, do procedimento de
    Escolha uma alternativa para a questão 13aab928-de
  • 13A2E51C-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.


    Engajamento agora é outro, revela pesquisa


    Os jovens brasileiros desconfiam dos políticos e estão cada vez mais desencantados com os partidos. Isso não provoca, no entanto, o seu afastamento automático de atividades politicamente engajadas. Ligado a organizações que se caracterizam pelo uso de redes sociais e pela estrutura pouco hierarquizada, um número significativo de jovens está se mobilizando em torno de um amplo leque de questões políticas e sociais.

    Temas que vão da mobilidade urbana à organização de grupos de hip hop e cineclubes na periferia das grandes cidades fazem parte do cotidiano desses moços e moças, de acordo com três grandes pesquisas realizadas recentemente sobre juventude no Brasil. Embora conduzidas por diferentes pesquisadores e com focos diversos, as três apontaram na mesma direção.

    R. Arruda, www.estadao.com.br, 14/07/2013.

    Em relação às conclusões apresentadas nessa matéria jornalística, é correto afirmar que seu título —“Engajamento agora é outro, revela pesquisa”—
    Escolha uma alternativa para a questão 13a2e51c-de
  • 5D884946-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão

    A Esmeralda e o Camafeu
    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2014, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2014, Interpretação de Textos

    Joaquim Manoel de Macedo, A Moreninha.
    A partir do fragmento selecionado, pode-se afirmar que a prosa de Joaquim Manoel de Macedo

    I. é marcada por enredos cheios de peripécias e final feliz.
    II. é composta com uma linguagem simples, estilo fluente e leve.
    III. é elaborada em torno de objetividade temática, com negação do sentimentalismo.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 5d884946-dc
  • 5D84C930-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão

    A Esmeralda e o Camafeu
    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2014, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2014, Interpretação de Textos

    Joaquim Manoel de Macedo, A Moreninha.
    No excerto, está presente:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d84c930-dc
  • 5D80E0B4-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Textos para a questão

    Sete anos de pastor Jacob servia
    01 Sete anos de pastor Jacob servia
    02 Labão, pai de Raquel, serrana bela;
    03 Mas não servia ao pai, servia a ela,
    04 E a ela só por prêmio pretendia.

    05 Os dias, na esperança de um só dia,
    06 Passava, contentando-se com vê-la;
    07 Porém o pai, usando de cautela,
    08 Em lugar de Raquel lhe dava Lia.

    09 Vendo o triste pastor que com enganos
    10 Lhe fora assim negada a sua pastora,
    11 Como se a não tivera merecida;

    12 Começa de servir outros sete anos,
    13 Dizendo – Mais servira, se não fora
    14 Para tão longo amor tão curta a vida.
    Luís de Camões

    Sunetto Crassico
    01 Sette anno di pastore, Giacó servia Labó,
    02 Padre da Raffaela, serrana bella,
    03 Ma non servia o pai, che illo non era trouxa nó!
    04 Servia a Raffaela p’ra si gazá c’oella.

    05 I os dia, na speranza di un dia só,
    06 Apassava spiano na gianella;
    07 Ma o páio, fugino da gombinaçó,
    08 Deu a Lia inveiz da Raffaela.

    09 Quano o Giacó adiscobri o ingano,
    10 E che tigna gaido na sparella,
    11 Ficô c’um brutto d’um garó di arara,

    12 I incominciô di servi otros sette anno
    13 Dizeno: Si o Labó non fossi o pai d’ella
    14 Io pigava elli i li quibrava a gara.
    Juó Bananere
    Sobre o Classicismo, movimento literário surgido na época do Renascimento, ao qual a crítica vincula Luís de Camões, todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d80e0b4-dc
  • 5D7DA012-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Textos para a questão

    Sete anos de pastor Jacob servia
    01 Sete anos de pastor Jacob servia
    02 Labão, pai de Raquel, serrana bela;
    03 Mas não servia ao pai, servia a ela,
    04 E a ela só por prêmio pretendia.

    05 Os dias, na esperança de um só dia,
    06 Passava, contentando-se com vê-la;
    07 Porém o pai, usando de cautela,
    08 Em lugar de Raquel lhe dava Lia.

    09 Vendo o triste pastor que com enganos
    10 Lhe fora assim negada a sua pastora,
    11 Como se a não tivera merecida;

    12 Começa de servir outros sete anos,
    13 Dizendo – Mais servira, se não fora
    14 Para tão longo amor tão curta a vida.
    Luís de Camões

    Sunetto Crassico
    01 Sette anno di pastore, Giacó servia Labó,
    02 Padre da Raffaela, serrana bella,
    03 Ma non servia o pai, che illo non era trouxa nó!
    04 Servia a Raffaela p’ra si gazá c’oella.

    05 I os dia, na speranza di un dia só,
    06 Apassava spiano na gianella;
    07 Ma o páio, fugino da gombinaçó,
    08 Deu a Lia inveiz da Raffaela.

    09 Quano o Giacó adiscobri o ingano,
    10 E che tigna gaido na sparella,
    11 Ficô c’um brutto d’um garó di arara,

    12 I incominciô di servi otros sette anno
    13 Dizeno: Si o Labó non fossi o pai d’ella
    14 Io pigava elli i li quibrava a gara.
    Juó Bananere
    Tendo como base o poema modernista brasileiro de Juó Bananere, é correto afirmar que o autor:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d7da012-dc
  • 5D79D48A-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Textos para a questão

    Sete anos de pastor Jacob servia
    01 Sete anos de pastor Jacob servia
    02 Labão, pai de Raquel, serrana bela;
    03 Mas não servia ao pai, servia a ela,
    04 E a ela só por prêmio pretendia.

    05 Os dias, na esperança de um só dia,
    06 Passava, contentando-se com vê-la;
    07 Porém o pai, usando de cautela,
    08 Em lugar de Raquel lhe dava Lia.

    09 Vendo o triste pastor que com enganos
    10 Lhe fora assim negada a sua pastora,
    11 Como se a não tivera merecida;

    12 Começa de servir outros sete anos,
    13 Dizendo – Mais servira, se não fora
    14 Para tão longo amor tão curta a vida.
    Luís de Camões

    Sunetto Crassico
    01 Sette anno di pastore, Giacó servia Labó,
    02 Padre da Raffaela, serrana bella,
    03 Ma non servia o pai, che illo non era trouxa nó!
    04 Servia a Raffaela p’ra si gazá c’oella.

    05 I os dia, na speranza di un dia só,
    06 Apassava spiano na gianella;
    07 Ma o páio, fugino da gombinaçó,
    08 Deu a Lia inveiz da Raffaela.

    09 Quano o Giacó adiscobri o ingano,
    10 E che tigna gaido na sparella,
    11 Ficô c’um brutto d’um garó di arara,

    12 I incominciô di servi otros sette anno
    13 Dizeno: Si o Labó non fossi o pai d’ella
    14 Io pigava elli i li quibrava a gara.
    Juó Bananere
    A partir de Sete anos de pastor Jacob servia é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d79d48a-dc
  • 5D7694F8-DC

    Português

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    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2014, Interpretação de Textos
    John McCrone
    Assinale a alternativa que apresenta melhor paráfrase para o trecho abaixo, considerando a manutenção do sentido original e o uso da norma culta.

    Os bebês murmuram e balbuciam, ações que tornam as cordas vocais mais afinadas. Eles também viram a cabeça instintivamente por causa de um barulho e se extasiam com a voz da mãe ou do pai.
    Escolha uma alternativa para a questão 5d7694f8-dc
  • 5D724585-DC

    Português

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    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2014, Interpretação de Textos
    John McCrone
    O texto procura:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d724585-dc
  • 5D64311E-DC

    Português

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    Texto para a questão

    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2014, Interpretação de Textos
    John McCrone
    Pela leitura do texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d64311e-dc